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Ciça Camargo -

REFLETINDO SOBRE LIDERANÇA

“Todo dia ela faz tudo sempre igual, me sacode às seis horas da manhã…”

O versinho escrito e cantado por Chico Buarque esconde muito mais pérolas do que as rimas cadenciadas. Quer ver?

Eu já falei 75% do que fazemos ao longo do dia é repetir o que fizemos no dia anterior. Assim é perfeitamente natural que desenvolvamos hábitos. E hábitos nada mais são que:

“Comportamentos que aprendemos e repetimos frequentemente, sem pensar como executá-los. Usos, costumes; maneira de viver; modo constante de comportar-se, de agir.”

Vou repetir aqui os pontos mais importantes: comportamentos que repetirmos sem pensar como executá-los. Entendeu? Repetir sem pensar.

E isso tem tudo a ver com a forma como o nosso cérebro funciona.

As duas medidas do hábito no cotidiano

Hábitos são fundamentais, pois nos ajudam a economizar energia. Quando adquirimos um hábito, não precisamos mais gastar neurônios fazendo escolhas, pensando em como agir. Entra no automático e nossa mente pode se dedicar a atividades outras. Habitos nos ajudam a sobreviver.

Quem aprendeu a dirigir um automóvel sabe como é. Quando criança, olhando seus pais dirigindo, aquela dança de troca de marchas e pedais e retrovisores, parece impossível! Mas aí você aprende e, com a prática, nem se dá conta do que está  fazendo enquanto conduz o carro. Virou hábito.

Com isso, podemos pensar naquele “repetir sem pensar como executar”, que pode rapidamente se transformar em algo negativo. Vamos ver.

A estabilidade do ambiente de fábrica

Uma fábrica é um lugar que produz um produto ou serviço, é cheio de controle e medições, possui foco na redução de custos e onde alguém diz a você o que fazer.

Identificou-se com essa definição? E não precisa ser um ambiente de uma fábrica cheia de máquinas. Qualquer empresa que siga essa definição pode ser considerada uma fábrica, até mesmo um escritório de advocacia, uma clínica ou um banco.

E fábricas dependem de estabilidade. Precisam de uma rotina que torne tudo previsível e controlado.

Num ambiente de rotinas, com o tempo, sem perceber você pode se transformar num robô, numa engrenagem que, caso aparente algum problema, pode ser facilmente substituída.

Viu como o hábito pode ser útil e prejudicial ao mesmo tempo? Onde está a saída?

Não deixe que a repetição limite a sua imaginação ou que incapacite o surgimento de novas ideias. Você tem que ser o elemento que agrega valor, que traz ideias, que busca incessantemente novas formas de ser mais produtivo. Agindo assim, mesmo sendo apenas uma engrenagem, será a engrenagem indispensável!

Foi Erasmo de Roterdã quem um dia disse que “Não há nada tão absurdo que o hábito não torne aceitável.”

Entendeu? O conformismo, a repetição, a limitação… Tudo isso faz com que absurdos passem a se tornar aceitáveis! Precisa chegar alguém de fora para nos abrir os olhos para uma atitude, um processo, um comportamento que não é mudado pois entrou na rotina e nos acostumamos com ele.

Portanto, temos que ser mais que bovinos resignados. Aqueles que se conformam e aceitam, repetem suas ações indefinidamente e nunca saem do lugar. Mas tenha em mente uma coisa: pessoas criativas, que questionam, devem entender que ambientes estáveis são resistentes a mudanças. Não gostam de quem inova, pois a inovação implica em mudanças. E mudanças provocam instabilidades. Tudo aquilo que a fábrica não quer, perceba?  

Por isso é fundamental aprender a argumentar. E, como um lutador de MMA, saber resistir aos golpes que com certeza virão.

Pense nisso. Só mudamos nossas vidas quando questionamos nossos hábitos e, em vez de amarras, os transformamos em ferramentas para aumentar nossa produtividade.