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Videocast Nakata T02 04

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Ciça Camargo -

INICIATIVA E ACABATIVA

Você reparou que problemas parecem bumerangues? Quando achamos estar livres, lá vêm eles de volta. E, junto com os problemas recorrentes, um exército de questões que exigem nossa atenção, como:

  • Lidar com pessoas;
  • Tomar decisões;
  • Traçar estratégias;
  • Implementar planos;
  • Ter jogo de cintura para acordos, negociações e conflitos;
  • Contar com valores e trocas.

Que trabalheira, não é? Não parece desmotivador? Mas sabe por que essas coisas vão e vêm? Tenho 5 bons motivos para explicar:

  1. Não há ninguém para assegurar que as decisões se transformem em ações

Se suas decisões não evoluem para ação, não há quem assegure que você está executando o prometido. Quantas vezes você decidiu que ia começar o regime alimentar na segunda feira? E ficou na decisão, sem ação?

  1. Esquecemos que, tomar decisões, não muda nada

Tem gente que acha que porque a decisão foi tomada, as coisas vão acontecer. Não vão. Só acontecem se houver ação.

  1. Planejamentos, reuniões e relatórios são confundidos com ações

Eles são essenciais para a tomada de ações, mas precisam ser transformados em ações. Quando você faz um plano, é como desenhar um mapa. É necessário, ajuda muito, mas só tem sentido se você cair na estrada.

  1. Ideias e conceitos complexos são considerados melhores, só por serem complexos.

Em minha experiência profissional, inúmeras vezes reparei que a solução para os problemas estava ali, dentro de casa, na mente das pessoas envolvidas com o problema, e não nas soluções complexas de terceiros. Que, convenhamos, são muito mais vistosas, custam muito mais caro e, na maioria das vezes, levam para o mesmo resultado das soluções simples.

  1. Chega de iniciativa! Precisamos de acabativa

De pró-atividade o mundo está cheio. Mas quantas pessoas levam esses projetos até o fim, e quantas deixam os planejamentos “morrerem na praia” por nunca encerrá-los? A pessoa mais bem-sucedida não é aquela que só traz novas ideias, mas aquela que abraça o projeto e o carrega até concluí-lo. Aquela que sabe que agir é alma do negócio.

Estamos rodeados por gente cheia de iniciativa, mas sem acabativa. Para que serve quem tem iniciativa e não tem acabativa? Para começar os projetos e não terminar. Por isso, a acabativa, que ainda não existe nos dicionários, é fundamental.

E sabe como aplicá-la na sua rotina e na da sua empresa?

  • Pergunte por que antes de mergulhar no como realizar ações para solucionar problemas;
  • Não tome decisões, apenas. Levante-se, aja e faça acontecer;
  • A ação vale mais do que qualquer conceito elegante;
  • O erro é uma lição, e não há ação imune a falhas. Permita-se errar, mas aprenda com os erros;
  • Alimente seus medos, mas não a covardia. O medo é natural, ensina, protege, traz ponderações e bom senso. A covardia paralisa.
  • Conflitos geram discussões e novas respostas, são fundamentais para criação de novas ideias. O problema é permitir que se transformem em confronto. O confronto desvia o foco dos inimigos que estão lá fora, para os companheiros que estão aqui dentro. E perde-se tempo, energia, dinheiro e oportunidades na luta interna;
  • O que os líderes fazem, como aplicam seu tempo e alocam os seus recursos, importa. Todo líder é um professor de ética. Para o bem e para o mal. Seu comportamento determina se seus seguidores vão agir ou apenas contemplar.

Essas dicas são óbvias, mas eficientes. Experimente examinar seu dia a dia, sua relação com seus colegas, com seu líder, com seus clientes e fornecedores. Procure saber o que está impedindo que as coisas aconteçam.

Seja você o agente da mudança. Com muita iniciativa e ainda mais acabativa.