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Luciano Pires -
Download do Programa

Você já reparou como estão mudando os padrões morais, políticos, culturais e até educacionais que envolvem nosso julgamentos morais, hein? Sim, a sociedade evolui, mas do jeito que está indo… não sei não… Estamos minando nossa própria capacidade de julgamento moral.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Antes de começar o show, um recado: preparamos um resumo do roteiro deste programa com as principais ideias apresentadas. É um guia para você complementar aquelas reflexões que o Café Brasil provoca. Para baixar gratuitamente acesse o roteiro deste programa no portalcafebrasil.com.br/587

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é o Fernando Rozar, que comentou um dos Cafezinhos…

“Bom dia Luciano, bom dia Ciça. Indicativa, impositiva e também tem uma outra que é bem possível que vá se deparar que continua por aí que é a mimitiva. Enfim, toda aquela pessoa que se faz valer de uma situação que não é politicamente correta e vai achar uma maneira de criticar.

Sempre aquela ideia que o estado tem que tutelar a pessoa, que o estado tem que proteger a pessoa. Quando é pra cada um lavar a própria louça, cuidar do próprio umbigo e assumir a responsabilidade do que vai fazer, em qual casa vai entrar… isso até me faz lembrar algumas situações… ainda a pessoa faz uma lambança e quer tirar a responsabilidade do próprio… pra não dizer um palavrão…. do próprio orifício, né? A pessoa faz lambança e depois quer se fazer valer de alguma coisa.

Enfim, na essência, tem pessoas que não querem assumir a responsabilidade pelas próprias escolhas e ficam achando caso. Impositiva, indicativa e mimitva. 

Um abraço. bom dia, boa tarde, boa noite, com muitos cafezinhos saborosos.”

Muito bom, Fernando! Você criou um novo neologismo aí, a mimitiva! Muito bom. eu vou usar isso aí, cara. Olha! Você vai adorar o programa de hoje, viu?

Deixa eu aproveitar aqui pra dar um aviso. Eu lancei algumas semanas atrás um novo podcast, o Cafezinho, que tem dois minutos e pouquinho de duração e tem sido distribuído no feed do Café Brasil. Mas agora ele tem feed próprio e também pode ser recebido pelo Whatsapp, se você acessar, prestenção agora aqui ó: bit.ly/querocafezinho. É uma experiência de distribuição de podcasts por novos canais.

E o feed do Cafezinho estará no roteiro deste programa no portalcafebrasil.com.br.

Feed Cafezinho: feed.portalcafebrasil.com.br/tools/cafezinho.xml

Para iTunes: itunes.apple.com/br/podcast/cafezinho-caf%C3%A9-brasil/id1281343582?mt=2

Muito bem. O Fernando receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então! Hoje tem visita aqui. É o Diego, né? Diego, vem cá. Lalá, vem cá, vem cá também.

Na hora do amor, use Prudence.

Diego – Prudence

Lalá – Não, é meu!

Diego – É meu…

Lalá e Diego – … é meu… é meu…

Luciano – …. é mimimimimimi

E o Café Brasil Premium? Bom, deixa quem tá usando falar…

“Oi Luciano. tudo bem? Aqui é o Wagner, moro em São Paulo, Capital.

Hoje eu emiti minha primeira nota, minha primeira nota fiscal como pessoa jurídica. E a alegria, a felicidade que eu tive hoje, tem tudo a ver com o conteúdo que você transmite ali pra gente ali no Café Brasil Premium.  Ali, realmente, a gente fica… como posso dizer… é uma relação… animal. Simplesmente a palavra é animal. Se tem uma palavra pra descrever tudo que acontece ali… eu consumo mais o conteúdo de áudio. Então, toda questão de podsumário, o áudio dos videocasts que tem, inclusive o LíderCast também, né? Que a gente tem acesso todos… inclusive as apresentações, os powerpoints… já utilizei o powerpoint em reuniões da empresa já, com a sua licença, né? Já apresentei alguns conteúdos, expus os conteúdos também pro pessoal…

E cara… eu vim aqui pra te agradecer por tudo que você tem feito aí pela galera, pelo pessoal, essa questão toda envolvida, questões de liderança, que acontece bastante lá também, tem bastante conteúdo de liderança, né? Isso pra mim tem sido fantástico, inclusive na graduação também. É muito curioso, estou fazendo uma graduação de gestão de projetos, e tem umas matérias que envolvem RH e só do conteúdo que tem ali, as aulas que eu tenho que assistir, eu tenho que assistir mesmo pra cumprir tabela, porque o conteúdo todo que eu tenho, as simulações que eu faço, as provas que eu fiz e todo o meu rendimento nessas matérias, tem tudo a ver com o que acontece ali, com o que você apresenta, com o material que você traz, com os seus pitacos também… A parte dos pitacos é sensacional.. de lá já dá pra … porra, eu consigo ter uma ideia muito boa mesmo de como tentar me comportar, de como corrigir meus erros.

Então, cara estou aqui pra agradecer, porque realmente, o conteúdo que tem ali… os podsumários são excelentes, e lógico, já comprei até uns livros que você recomenta ali nos podsumários, que tem no mindset, que realmente é fantástico. Queria deixar meu abraço, essa minha palavra aí de carinho, dizer que esse conteúdo tem sido realmente… olha… não tenho nem palavras pra descrever.

Obrigado aí, Luciano, um abraço pra todos e… vida que segue, né? Vamos fazendo nosso trabalho de formiguinha daqui que você vai fazendo o seu daí. Abração, até logo. Tchau, tchau.”

Grande Wagner… Tenha todo sucesso do mundo, meu caro! E você aí, ô boca aberta? Tá esperando o quê

Venha para o cafebrasilpremium.com.br

Conteúdo extra-forte.

Enter Sandman
Kirk Hammett
James Hetfield
Lars Ulrich.

Say your prayers, little one
Don’t forget, my son
To include everyone
I tuck you in, warm within
Keep you free from sin
Till the sandman he comes

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight
Exit light
Enter night
Take my hand
We’re off to Never-never Land

Something’s wrong, shut the light
Heavy thoughts tonight
And they aren’t of Snow White
Dreams of war, dreams of liars
Dreams of dragon’s fire
And of things that will bite
Yeah

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight
Exit light
Enter night
Take my hand
We’re off to Never-never Land

Now I lay me down to sleep
Pray the Lord my soul to keep
If I die before I wake
Pray the Lord my soul to take
Hush, little baby, don’t say a word
And never mind that noise you heard
It’s just the beasts under your bed
In your closet, in your head

Exit light
Enter night
Grain of sand
Exit light
Enter night
Take my hand
We’re off to Never-never Land

Oh
Yeah, yeah
Woah, woah
Take my hand
We’re off to Never-never Land
Take my hand
We’re off to Never-never Land

Entra o Sono

Diga as suas preces, pequenino
Não se esqueça, meu filho
De incluir todo mundo
Eu te cubro, te mantenho aquecido
Te mantenho livre do pecado
Até o sono chegar

Durma com um olho aberto
Apertando o seu travesseiro com força
Sai a luz
Entra a noite
Pegue na minha mão
Nós vamos para a Terra da Fantasia

Algo está errado, apague a luz
Sonhos pesados nesta noite
E eles não são com a Branca de Neve
Sonhos com guerras, sonhos com mentirosos
Sonhos com o fogo do dragão
E com aquelas coisas que mordem
Sim

Durma com um olho aberto
Apertando o seu travesseiro com força
Sai a luz
Entra a noite
Pegue na minha mão
Nós vamos para a Terra da Fantasia

Agora me deito para dormir
Peço ao Senhor para guardar a minha alma
Se eu morrer antes de acordar
Peço ao Senhor que leve a minha alma
Silêncio, bebezinho, não diga uma palavra
E não se incomode com o barulho que ouviu
São apenas bestas embaixo da sua cama
Em seu armário, na sua imaginação

Sai a luz
Entra a noite
Grão de areia
Sai a luz
Entra a noite
Pegue na minha mão
Nós vamos para a Terra da Fantasia

Ah
Sim, sim
Oh, Oh
Pegue na minha mão
Vamos para a Terra da Fantasia
Pegue na minha mão
Vamos para a Terra da Fantasia

Rararra… essa é especial pro meu amigo Ricardo Jordão Magalhães! É o Metallica, no Café Brasil! Com o clássico ENTER THE SANDMAN!

Mas por que essa música está aqui?? Bem, primeiro porque ela nos remete aos anos 90. Segundo, por um trecho da letra tem tudo a ver com o programa de hoje, quando diz assim, ó:

Sai a luz
Entra a noite
Pegue na minha mão
Nós vamos para a Terra da Fantasia

Começo o programa com a adaptação de um artigo publicado originalmente pela psicóloga Jennifer Delgado Suárez no site Rincón Psicología, que foi traduzido e publicado na Revista Pazes.

Vamos a ele? Só que antes a gente vai  voltar pra 1989?

Patience
Izzy Stradlin

One, two, one, two, three, four

Shed a tear cause I’m missing you
I’m still alright to smile
Girl, I think about you every day now
Was a time when I wasn’t sure
But you set my mind at ease
There is no doubt you’re in my heart now

Said: Woman, take it slow
And it’ll work itself out fine
All we need is just a little patience
Said: Sugar, make it slow
And we’ll come together fine
All we need is just a little patience
Patience

I sit here on the stairs
‘Cause I’d rather be alone
If I can’t have you right now I’ll wait, dear
Sometimes I get so tense
But I can’t speed up the time
But you know, love, there’s one more thing to consider

Said: Woman, take it slow
And things will be just fine
You and I’ll just use a little patience
Said: Sugar, take the time
‘Cause the lights are shining bright
You and I’ve got what it takes to make it

We won’t fake it
I’ll never break it
‘Cause I can’t take it

Little patience
Need a little patience
Just a little patience
Some more patience

I’ve been walking the streets at night
Just trying to get it right (need some patience)
It’s hard to see with so many around
You know, I don’t like being stuck in the crowd
(Could use some patience)

And the streets don’t change but, baby, the names
I ain’t got time for the game
(Gotta have some patience)
‘Cause I need you
But I need you (all it takes is patience)

I need you (just a little patience)
I need you (is all you need)
This time

Paciência

Um, dois, um, dois, três, quatro

Derramei uma lágrima, pois estou sentindo sua falta
Continuo bem para sorrir
Garota, eu penso em você todo dia agora
Houve um tempo em que eu não tinha certeza
Mas você acalmou minha mente
Não há dúvida de que você está no meu coração agora

Eu disse: Mulher, vá devagar
E tudo se resolverá por si só
Tudo que precisamos é apenas de um pouco de paciência
Eu disse: Docinho, não tenha pressa
E vamos ficar bem juntos
Tudo que precisamos é apenas de um pouco de paciência

Sento aqui nas escadas
Pois prefiro ficar sozinho
Se eu não posso te ter agora, eu esperarei, querida
Às vezes fico tão tenso
Mas não posso acelerar o tempo
Mas você sabe, amor, existe mais uma coisa a se considerar

Eu disse: Mulher, vá devagar
E tudo vai ficar bem
Você e eu precisamos de um pouco de paciência
Eu disse: Docinho, vá com calma
Pois as luzes continuam brilhando intensamente
Você e eu temos o que é preciso para conseguir

Nós não vamos fingir
Nunca vou quebrar isso
Porque eu não aguentaria

Um pouco de paciência, sim
Precisamos de um pouco de paciência
Apenas um pouco de paciência
Mais um pouco de paciência

Estive caminhando nas ruas durante a noite
Apenas tentando entender (precisamos apenas de paciência)
É difícil ver com tantos por perto
Você sabe que não gosto de ficar preso na multidão
(Poderia usar alguma paciência)

E as ruas não mudam mas, querida, apenas os nomes
E não tenho tempo para joguinhos
(Terei um pouco de paciência)
Porque eu preciso de você
Sim, mas eu preciso de você (todos precisam de paciência)

Eu preciso de você (só um pouco de paciência)
Eu preciso de você (você é tudo que preciso)
Nesse momento

Hoje vai ser bravo, cara! Essa aí   pegou na boca do estômago, né? Guns N´Roses com Patience, um clássico, que pregava que…

Precisamos de um pouco de paciência
Apenas um pouco de paciência
Mais um pouco de paciência

Vamos ao texto, então? Ele se chama Geração floco de neve.

Quando imaginamos um floco de neve, nós o associamos à beleza e singularidade, mas também à sua enorme vulnerabilidade e fragilidade. Estas são precisamente duas das características que definem as pessoas que atingiram a idade adulta na década de 2010. Considerando que a fase adulta se inicia aos 21 anos, estou falando das pessoas que nasceram entre 1989 e 1996.

Afirma-se que a geração “floco de neve” seja formada por pessoas extremamente sensíveis aos pontos de vista que desafiam sua visão de mundo e que respondem com uma suscetibilidade excessiva às menores queixas, com pouca resiliência.

A voz de alarme, por assim dizer, foi dada por alguns professores de universidades como Yale, Oxford e Cambridge, que notaram que a nova geração de alunos que frequentavam suas aulas era particularmente suscetível, não tolerante à frustração e particularmente inclinados fazerem uma tempestade em um copo de água.

Cada geração reflete a sociedade em que ela viveu.

Dizem que as crianças saem mais ao padrão de sua geração que aos pais. Não há dúvida de que, para entender a personalidade e o comportamento de alguém, é impossível abstrair do relacionamento que estabeleceram com seus pais durante a infância e a adolescência, mas também é verdade que os padrões e expectativas sociais também desempenham um papel importante no estilo educacional e moldam algumas características da personalidade. Em resumo, podemos dizer que a sociedade é a terra onde a semente é plantada e crescida e os pais são os jardineiros que são responsáveis por fazer crescer.

Isso não significa que todas as pessoas de uma geração respondam ao mesmo padrão, felizmente há sempre diferenças individuais. No entanto, não se pode negar que as diferentes gerações têm metas, sonhos e formas de comportamentos característicos que são o resultado das circunstâncias que tiveram que viver e, em alguns casos, tornam-se inimagináveis em outras gerações.

Claro, o mais importante é não colocar rótulos, mas analisemos para entender o que está na base desse fenômeno, para não repetir os erros e para que possamos dar a devida importância a habilidades de vida tão importantes quanto a Inteligência Emocional e a resiliência.

Alias! Vamos lembrar de 1990, hein? Seura aí, ó:

Epic
Faith No More

Can you feel it, see it, hear it today?
If you can’t, then it doesn’t matter anyway
You will never understand it cuz it happens too fast
And it feels so good, it’s like walking on glass
It’s so cool, it’s so hip, it’s alright
It’s so groovy, it’s outta sight
You can touch it, smell it, taste it so sweet
But it makes no difference cuz it knocks you off your feet

You want it all but you can’t have it
It’s cryin’, bleedin’, lying on the floor
So you lay down on it and you do it some more
You’ve got to share it, so you dare it
Then you bare it and you tear it

You want it all but you can’t have it
It’s in your face but you can’t grab it
It’s alive, afraid, a lie, a sin
It’s magic, it’s tragic, it’s a loss, it’s a win
It’s dark, it’s moist, it’s a bitter pain
It’s sad it happened and it’s a shame

You want it all but you can’t have it
It’s in your face but you can’t grab it
What is it?
It’s it
What is it?

Épico

Você pode senti-lo, vê-lo, escutá-lo hoje?
Se não pode, de qualquer forma não importa
Você nunca vai entender isso porque acontece rápido demais
E a sensação é tão boa, é como caminhar sobre vidro
Isso é tão legal, tão na moda, isso é certo
É tão excitante, é incrível
Você pode tocá-lo, cheirá-lo, prová-lo tão doce
Mas isso não faz diferença pois isso paralisa seus pés

Você quer isso tudo mas você não pode tê-lo
Está chorando, sangrando, deitando no chão
Então você deita em cima disso e faz mais um pouco mais
Você tem que compartilhar isso, então você ousa
E então você o desnuda e rasga

Você quer isso tudo mas você não pode tê-lo
Está na tua cara, mas você não pode agarrá-lo
Isso está vivo, com medo, uma mentira, um pecado
Isso é mágico, trágico, um prejuízo, isso é uma vitória
Isso é escuro, isso é úmido, é uma dor amarga
É triste que isso tenha acontecido e isso é uma vergonha

Você quer isso tudo mas você não pode ter isso
Está na tua cara, mas você não pode agarrar isso
O que é isso?
Isso é isso
O que é isso?

Putz!!!! Essa me remete ao início dos anos 90… eu passando uma temporada em Richmond, Indiana, nos Estados Unidos, com a TV ligada o dia todo num canal revolucionário chamado MTV, que chegava pra quebrar tudo. E tocava essa aí ó, o dia inteiro. Faith No More com EPIC. Que viagem, cara!  Você pode querer tudo, mas não terá…

Olha, uma dica aqui, ó. No roteiro deste programa no Portal Café Brasil, a gente publicas as letras das músicas, inclusive com as traduções, viu? É mais uma oportunidade de você viajar nas poesias que pouca gente entendeu…

Vamos então aos três erros educacionais colossais que criaram a geração “floco de neve”?

Superproteção. A extrema vulnerabilidade e escassa resiliência desta geração têm suas origens na educação. Estes são, geralmente, crianças que foram criadas por pais superprotetores, dispostos a pavimentar o caminho e resolver o menor problema. Como resultado, essas crianças não tiveram a oportunidade de enfrentar as dificuldades e conflitos do mundo real e desenvolver tolerância à frustração, ou resiliência. Não devemos esquecer que uma dose de proteção é necessária para que as crianças cresçam em um ambiente seguro, mas quando impedimos que explorem o mundo e limitamos seu potencial, essa proteção se torna prejudicial.

Sentido exagerado de “eu”. Outra característica que define a educação recebida pelas pessoas da geração “floco de neve” é que seus pais as fizeram se sentir muito especiais e únicas. É claro, somos todos únicos, e não é ruim estar ciente disso, mas também devemos lembrar que essa singularidade não nos dá direitos especiais sobre os outros, já que somos todos tão únicos quanto os outros. O sentido exagerado desse “eu” pode dar origem ao egocentrismo e à crença de que não é necessário tentar muito, uma vez que, afinal de contas, somos especiais, né? E temos o sucesso garantido. Quando percebemos que este não é o caso e que temos que trabalhar muito para conseguir o que queremos, perdemos os pontos de referência que nos guiaram até este momento. E então começamos a ver o mundo hostil e ameaçador, assumindo uma atitude de vitimização.

Insegurança. Uma das características mais distintivas da geração “floco de neve” é que ela exige a criação de “espaços seguros”. O curioso é que essas pessoas cresceram num ambiente social muito mais estável e seguro que seus pais e avós. Mas em vez de se sentirem confiantes, vivem inseguras. Esse medo é causado pela falta de habilidades para enfrentar o mundo, pela educação excessivamente super protetora que as ensinou a ver abusos em qualquer ação e a superestimar eventos negativos. Tudo é transformado em catástrofe. Isso as leva a desejar se isolar numa bolha de vidro, para criar uma zona de conforto limitada onde se sintam seguras.

Crianças procuram pontos de referência em adultos para processar muitas das experiências que vivem. Isso significa que uma cultura paranóica, que vê abusos e traumas em qualquer ato e responde com superproteção, gerará inevitavelmente crianças traumatizadas. A forma como os adultos enfrentam uma situação particularmente delicada para a criança, como um caso de abuso escolar,  por exemplo, pode fazer a diferença. Uma criança que consegue superar o trauma, se torna resiliente. Uma criança que fica com medo, torna-se uma criança vítima.

Losing my religion
R.E.M.

Oh, life is bigger
It’s bigger than you
And you are not me
The lengths that I will go to
The distance in your eyes

Oh no, I’ve said too much
I set it up

That’s me in the corner
That’s me in the spotlight
Losing my religion
Trying to keep up with you
And I don’t know if I can do it

Oh no, I’ve said too much
I haven’t said enough

I thought that I heard you laughing
I thought that I heard you sing
I think I thought I saw you try

Every whisper
Of every waking hour
I’m choosing my confessions
Trying to keep an eye on you
Like a hurt, lost and blinded fool, fool

Oh no, I’ve said too much
I set it up

Consider this
Consider this the hint of the century
Consider this
The slip that brought me
To my knees, failed
What if all these fantasies
Come flailing around
Now I’ve said too much

I thought that I heard you laughing
I thought that I heard you sing
I think I thought I saw you try

But that was just a dream
That was just a dream

That’s me in the corner
That’s me in the spotlight
Losing my religion
Trying to keep up with you
And I don’t know if I can do it

Oh no, I’ve said too much
I haven’t said enough

I thought that I heard you laughing
I thought that I heard you sing
I think I thought I saw you try

But that was just a dream
Try, cry, why try?
That was just a dream
Just a dream, just a dream, dream

Perdendo minha cabeça

Oh, a vida é maior
É maior do que você
E você não sou eu
Os caminhos por onde irei
A distância em seus olhos

Oh não, eu falei demais
Eu causei tudo isso

Aquele sou eu no canto
Aquele sou eu no centro das atenções
Perdendo minha fé
Tentando te acompanhar
E eu não sei se eu consigo fazer isso

Oh não, eu falei demais
Eu não disse o suficiente

Pensei ter ouvido você rindo
Pensei ter ouvido você cantar
Eu acho que pensei ter visto você tentar

Cada sussurro
Em todos os momentos que estou acordado
Estou escolhendo minhas confissões
Tentando ficar de olho em você
Como um tolo, um tolo magoado, perdido e cego

Oh não, eu falei demais
Eu causei tudo isso

Considere isto
Considere isto a dica do século
Considere isto
O deslize que me deixou
De joelhos, fracassou
E se todas essas fantasias
Se tornassem reais
Agora eu falei demais

Pensei ter ouvido você rindo
Pensei ter ouvido você cantar
Eu acho que pensei ter visto você tentar

Mas aquilo foi apenas um sonho
Aquilo foi apenas um sonho

Aquele sou eu no canto
Aquele sou eu no centro das atenções
Perdendo minha fé
Tentando te acompanhar
E eu não sei se eu consigo fazer isso

Oh não, eu falei demais
Eu não disse o suficiente

Pensei ter ouvido você rindo
Pensei ter ouvido você cantar
Eu acho que pensei ter visto você tentar

Mas aquilo foi apenas um sonho
Tentar, chorar, por que tentar?
Aquilo foi apenas um sonho
Apenas um sonho, apenas um sonho, sonho

Uia… outra dos anos 90! Losing My Religion, com o REM. Cê tá viajando aí, né?

Muito bem. E qual é o resultado de um estilo de parentesco superprotetor, que vê o perigo em todos os lugares e promove um sentido exagerado do “eu”, hein?

Eu respondo. Mas, Lalá… eu quero pianinho…

O resultado são as pessoas que não possuem as habilidades necessárias para enfrentar o mundo real. Gente que não desenvolveu tolerância suficiente à frustração. O menor obstáculo os desencoraja. Não desenvolveu uma inteligência emocional adequada, então não sabe como lidar com as emoções negativas.

E assim se tornam mais rígidas, se sentem ofendidas por diferentes opiniões e preferem criar “espaços seguros”, onde tudo coincide com suas expectativas. São pessoas hipersensíveis à crítica e, em geral, a todas as coisas que não se encaixam em sua visão do mundo.

Também são mais propensos a adotar o papel das vítimas, considerando que estão todos contra si. Ou todos equivocados. Desenvolvem um local de controle externo, colocando a responsabilidade sobre os outros, em vez de se encarregar de suas vidas e mudar o que podem mudar.

O resultado também é que essas pessoas são muito mais vulneráveis ao desenvolvimento de transtornos psicológicos, do estresse pós-traumático à ansiedade e à depressão.

Smells like teen spirit
Kurt Cobain

Load up on guns, bring your friends
It’s fun to lose and to pretend
She’s over-bored and self-assured
Oh, no, I know a dirty word

Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello

With the lights out, it’s less dangerous
Here we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
Here we are now, entertain us
A mulatto, an albino
A mosquito, my libido
Yeah, hey, yay

I’m worse at what I do best
And for this gift I feel blessed
Our little group has always been
And always will until the end

Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello

With the lights out, it’s less dangerous
Here we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
Here we are now, entertain us
A mulatto, an albino
A mosquito, my libido
Yeah, hey, yay

And I forget just why I taste
Oh yeah, I guess it makes me smile
I found it hard, it’s hard to find
Well, whatever, nevermind

Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello, how low
Hello, hello, hello

With the lights out, it’s less dangerous
Here we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
Here we are now, entertain us
A mulatto, an albino
A mosquito, my libido
A denial, a denial, a denial, a denial, a denial
A denial, a denial, a denial, a denial

Cheira como espírito adolescente

Carregue suas armas, traga seus amigos
É divertido perder e fingir
Ela está entediada e autoconfiante
Oh, não, eu sei um palavrão

Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá

Com as luzes apagadas, é menos perigoso
Aqui estamos agora, nos entretenha
Eu me sinto estúpido e contagioso
Aqui estamos agora, nos entretenha
Um mulato, um albino
Um mosquito, minha libido
Yeah, hey, yay

Eu sou pior no que faço de melhor
E por essa dádiva eu me sinto abençoado
Nosso pequeno grupo sempre foi assim
E sempre será até o fim

Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá

Com as luzes apagadas, é menos perigoso
Agora estamos aqui, nos entretenha
Eu me sinto estúpido e contagioso
Aqui estamos agora, nos entretenha
Um mulato, um albino
Um mosquito, minha libido
Yeah, hey, yay

E eu esqueço o porque eu experimento
Oh sim, eu acho que isso me faz sorrir
Eu achei isso difícil, é difícil de achar
Bem, tanto faz, deixa pra lá

Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá, que baixaria
Olá, olá, olá

Com as luzes apagadas, é menos perigoso
Agora estamos aqui, nos entretenha
Eu me sinto estúpido e contagioso
Aqui estamos agora, nos entretenha
Um mulato, um albino
Um mosquito, minha libido
Uma negação, uma negação, uma negação, uma negação, uma negação
Uma negação, uma negação, uma negação, uma negação

Bem, como a gente ilustra um texto que fala de transtornos psicológicos, do estresse pós-traumático à ansiedade e à depressão sem Smells like teen spirit? Kurt Cobain no Café Brasil.

Bem. Que tal então trazer um pouquinho de Theodore Dalrymple? Psicólogo e crítico cultural britânico com vários livros lançados no Brasil nos últimos dois anos, como “A Vida na Sarjeta” e a “Nossa Cultura… ou o que restou dela”, Dalrymple é pseudônimo de Anthony Daniels, que, trabalhando como médico de uma prisão, transformou suas experiências diárias em inspiração para uma série de posições que os críticos colocam na ala do conservadorismo, da direita… é cara!

Em seu livro “Podres de Mimados” ele dá uma pista sobre a geração floco de neve, ao explicar que o que vem ocorrendo é a ascensão de um sentimentalismo “tóxico”.  Vamos ver o que ele diz?

De acordo com Dalrymple  esse sentimentalismo tóxico não está destruindo apenas os padrões morais, políticos, culturais e até educacionais preestabelecidos socialmente com base na faculdade de julgamento moral, mas também está minando a própria capacidade de julgamento moral do homem comum.

Dalrymple acusa Jean Jacques Rousseau de ser ideologicamente responsável pelo desastre moral e psicológico que tem tomado conta das terras britânicas. Britânicas e? Sei… No livro ele demole diversos mitos da educação, da condição humana e da sociedade cuja base são o tal sentimentalismo romântico barato.

No livro “Sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens”, Rousseau defende que o homem é intrinsecamente bondoso, e a sociedade é que o corrompe. Essa ideia foi universalmente aceita e acabou influenciando as crianças.

Esse “sentimentalismo tóxico”, nas palavras de Dalrymple, é “uma daquelas características mais fáceis de reconhecer do que de definir”. Se os dicionários definem sentimentalismo como “um excesso de emoção falsa, doentia e sobrevalorizada em comparação com a razão”, Dalrymple, avança para falar da exibição pública do sentimentalismo. E dá exemplos de escândalos que acontecem em terras britânicas a partir de problemas minúsculos que teriam sido relegados ao esquecimento, não fosse a epidemia de sentimentalismo.

Assim, a expressão de um sentimento é mais importante do que o conhecimento do fato ou causa em si. E diz Dalrymple: “o sentimentalismo olha para si: ele não é apenas a resposta emocional a algo, mas a satisfação de possuir a emoção por si própria”.

Ficar indignado, então, passa a ser mais importante que o fato que gerou a indignação, você entendeu, hein? A verdade e a realidade ficam em segundo plano diante da emoção. E aí, é essa epidemia de mimimi…

Dalrymple usa uma frase absurda de Rousseau: “Se estou sinceramente equivocado, meu erro não será considerado um crime.” para chegar à conclusão absurda também: nessa condição, e erro resultado de boas intenções não pode ser criticado ou punido. Afinal, o que vale é a emoção que conduziu ao erro, mais do que o erro em si. Você entendeu? Está familiar a você?

Assim é possível defender Che Guevara fuzilando em nome da liberdade. Defender políticos roubando em nome do projeto de defesa dos fracos e oprimidos. Grupos invadindo propriedades, agredindo e destruindo em nome da justiça social. E, no limite, defender o assassino que mata, pois a sociedade não lhe deu oportunidades. Sacou? Entendeu como tudo está relacionado, hein?

E Dalrymple diz: “Para o sentimentalista, é claro, não existe criminoso, mas apenas um ambiente que não lhe deu o que devia.” E assim, danem-se as responsabilidades individuais.

Então, o simples fato de você se assumir como vítima de um sistema, já lhe dá legitimidade moral. E aí você ouve a justiceira social gritar que “quando o oprimido fala, o opressor abaixa a orelha”. E então as leis perdem legitimidade diante da emoção e dos sentimentos da vítima, do oprimido.

É por isso que, quando você vê as notícias passadas pela imprensa, percebe uma compulsão por sempre mostrar a causa da transgressão. O pedófilo pedofilou pois foi abusado na infância. O assassino assassinou, porque aprendeu na cadeia a ser bandido. O ladrão roubou o relógio do Luciano Huck pois é uma vítima da desigualdade social. O black bloc incendiou a banda de jornais do seu Jorge porque a sociedade é injusta. O estuprador estuprou porque a moça estava de minissaia.

Você consegue entender as implicações disso, hein?

E Dalrymple resume: “O sentimentalismo foi o precursor e o cúmplice da brutalidade sempre que as políticas sugeridas por ele foram postas em prática. O culto do sentimento destrói a capacidade de pensar e até a consciência de que é necessário pensar”.

Leia o livro Podres de Mimados. Vai ajudar a entender, entre outras coisas, a geração floco de neve.

Mmmbop
Hanson

You have so many relationships in this life
Only one or two will last
You go through all the pain and strife
Then you turn your back and they’re gone so fast
And they’re gone so fast
Oh so hold on the ones who really care
In the end they’ll be the only ones there
When you get old and start losing your hair
Can you tell me who will still care
Can you tell me who will still care, oh care

Mmmbop, ba duba dop
Ba du bop, ba duba dop
Ba du bop, ba duba dop
Ba du
Mmmbop, ba duba dop
Ba du bop, Ba du dop
Ba du bop, Ba du dop
Ba du

In an mmmbop they’re gone.

Plant a seed, plant a flower, plant a rose
You can plant any one of those
Keep planting to find out which one grows
It’s a secret no one knows
It’s a secret no one knows

In an mmmbop they’re gone. In an mmmbop they’re not there
In an mmmbop they’re gone. In an mmmbop they’re not there
Until you lose your hair. But you don’t care

Can you tell me? No you can’t ‘cause you don’t know
Can you tell me? You say you can but you don’t know
Can you tell me which flower’s going to grow
No you can’t ‘cause you don’t know
Can you tell me if it’s going to be a daisy or a rose
You say you can but you don’t know
Can you tell me which flower’s going to grow
No you can’t ‘cause you don’t know
Can you tell me? You say you can but you don’t know
You say you can but you don’t know
Don’t know

Mmmbop

Você tem tantas relações nessa vida
Só uma ou duas vão durar
Você está passando por toda essa dor e este sofrimento
Então, você dá as costas e eles se vão tão rápido
E eles se vão tão rápido
Portanto fique com aqueles que realmente se importam
No final, eles serão os únicos que estarão lá
Quando você ficar velho e começar a perder o seu cabelo
Pode me dizer quem ainda vai se importar?
Pode me dizer quem ainda vai se importar, se importar?

Mmmbop, ba duba dop
Ba du bop, ba duba dop
Ba du bop, ba duba dop
Ba du
Mmmbop, ba duba dop
Ba du bop, ba duba dop
Ba du bop, ba duba dop
Ba du

Num mmmbop eles se vão.

Plante uma semente, plante um flor, plante uma rosa
Você pode plantar qualquer coisa
Continue plantando pra descobrir qual vai crescer
É um segredo que ninguém conhece
É um segredo que ninguém conhece

Num mmmbop eles se vão. Num mmmbop eles não estão mais lá
Num mmmbop eles se vão. Num mmmbop eles não estão mais lá
Até você perder o cabelo. Mas você não se importa

Pode me dizer? Não, não pode porque não sabe
Pode me dizer? Você diz que sim, mas não sabe.
Pode me dizer qual flor irá crescer?
Não, porque você não sabe
Pode me dizer se vai ser uma margarida ou uma rosa?
Você diz que sim, mas você não sabe.
Pode me dizer que flor irá crescer?
Não, porque você não sabe
Pode me dizer? Você diz que sim, mas não sabe.
Você diz que sim, mas não sabe.
Não sabe.

E é assim então, ao som de MMMBOP, com a banda adolescente  dos anos 90 Hanson, que vamos saindo no embalo. Você sabe o que essa letra quer dizer, hein? É algo assim:

Você tem tantas relações nessa vida
Só uma ou duas vão durar
Você está passando por toda essa dor e este sofrimento
Então, você dá as costas e eles se vão tão rápido
Portanto fique com aqueles que realmente se importam
No final, eles serão os únicos que estarão lá
Quando você ficar velho e começar a perder o seu cabelo
Pode me dizer quem ainda vai se importar?

E aí, hein? Ficou nervoso? Caiu o disjuntor? Concorda com o que ouviu neste programa aqui, hein? Discorda? E vai fazer o que com essa emoção, hein?

Bem, comece refletindo sobre como é que você está criando suas crianças.

E vê se para de agir como criança.

Com o adolescente Lalá Moreira na técnica, a jovem Ciça Camargo na produção e eu este senhor que pode ser tudo, menos sentimentalista tóxico, Luciano Pires, na direção e apresentação.

Estiveram conosco os ouvintes Fernando e o Diego, visitando aqui, além do Wagner, Metallica, Nirvana, Guns N´Roses, Faith No More, R.E.M e Hanson. Dá pra acreditar, hein cara?

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Conteúdo provocativo, grupos de discussão e uma turma da pesada, agitando, crescendo, trocando ideias, com educação, cara!

E para terminar, uma citação de autoria desconhecida, que chegou para mim como sendo um provérbio oriental:

“Tempos difíceis criam homens fortes.
Homens fortes criam tempos bons.
Tempos bons criam homens fracos.
Homens fracos criam tempos difíceis”.