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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Eu não sei se com você acontece isso, mas eu sempre me surpreendo com a capacidade que pessoas aparentemente inteligentes tem de fazer coisas estúpidas. O sujeito é legal, ponderado e de repente ele diz ou comete uma barbaridade que deixa a gente sem palavras.O que será que acontece, hein? É nessa balada que vamos hoje…

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí olha,  a um clique de distância. www.facebook.com/itauculturalwww.facebook.com/auditorioibirapuera.

E o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA, acompanhado do apimentadíssimo kit DKT vai para….para…. a Carmen Lucia Munari Tonche, que comentou assim o programa RESPEITO:

“Olá, Luciano! 

Acompanho seus programas que servem como estimulo para pensar e repensar. 

Este podcast sobre o respeito é um aperitivo para um tema tão polêmico. Na verdade os tempos atuais dominados pelo relativismo colocam valores e conceitos num terreno pantanoso que acaba levando a maioria das pessoas para dois extremos muito perigosos (aliás como tudo que é extremo): tudo pode, tudo é legal e certo ou, nada pode, tudo está errado. 

É angustiante pensar onde a falta de referências seguras pode nos levar. A culpa ou responsabilidade sempre é imputada ao outro e as pessoas acabam assumindo a condição de vítimas, sem jamais assumir sua parcela de culpa no que acontece. 

Com relação ao respeito, que considero um valor essencial para um convívio civilizado, não é diferente: todos se julgam merecedores de recebê-lo, contudo, nem sempre o exercitam em favor do outro. Tenho um irmão que costuma dizer que “com a ignorância não se discute, pois não existem argumentos…” 

Talvez fosse oportuna uma reflexão sobre a ignorância e seus reflexos há muito letrado ignorante e muito analfabeto portador de sabedoria, que sabe viver os valores mais importantes da vida, que respeita as diferenças ainda que não concorde. Vivemos um tempo de irresponsabilidades muito perigoso. 

Para ilustrar, tomo a liberdade de contar uma experiência acontecida comigo há alguns anos: sou advogada e no inicio da carreira tive o caso de um menor que foi entregue à FEBEM por ter participado de um homicídio. Quando foi libertado, fiz a pergunta sobre que sentimentos experimentou ao esfaquear a vítima a resposta foi surpreendente: “ah doutora, a gente ´só espeta´, Deus é que leva!” 

E a surpresa continuou quando conversamos sobre a rotina vivida por ele durante o internamento: disse que lá dentro tinha ordem, que tinham regras de conduta estabelecidas para não “desrespeitar” os outros, especialmente, os familiares nos dias de visita. Regras estas, ditadas pelos próprios menores! 

Isso dá muito o que pensar: os menores infratores sentiam a necessidade de ter parâmetros, regras de conduta, para um convívio, digamos, “ordeiro” dentro da instituição tinham lá seu conceito de “respeito”… isso já tem mais de 10 anos e parece que o excesso de liberalidade continua a fazer estragos. 

O que é, verdadeiramente “liberdade”, hein? E liberalismo? E libertinagem? A todo direito ainda corresponde um dever? Em direito existe o conceito de “direito natural”, que se refere a princípios inerentes à própria essência humana é algo que existe antes mesmo de se chegar à definição de lei. Salvo engano, é próprio de nossa natureza estabelecer o conceito de certo e errado, justo e injusto. 

Agradeço pela oportunidade e nos encontramos nos próximos “posts”.

Grande abraço a você, ao Lalá e à Ciça.”

Ótima reflexão Carmem. Com a ignorância não se discute, pois não existem argumentos… eu sugeriria uma mudança: com a ignorância não se discute, pois ela não aceita argumentos. É isso o que mais vemos por aí.

Muito bem. A Carmen Lucia ganhou um kit de produtos DKT com a marca Prudence! ]Tá vendp só? O kit vai pra uma moça… Você sabe que os produtos Prudence são a mais completa linha de preservativos e géis lubrificantes do Brasil, distribuídos pela DKT, não é? A DKT apoia diversas iniciativas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. E também apoia o planejamento familiar! Acesse www.facebook.com/dktbrasil e conheça mais a respeito.

Na hora do amor, use PRUDENCE.

É impressionante! De tempos em tempos eu vejo as imagens do vandalismo durante manifestações, com um grupo de mascarados quebrando vitrines de lojas, destruindo agências bancárias, orelhões, bancas de jornal e placas e postes de sinalização. São cenas chocantes, que me fazem subir o sangue.

Lembro que após uma dessas manifestações violentas no Rio de Janeiro vi uma entrevista coletiva da cúpula da Polícia Militar e Secretaria de Segurança do estado. Num momento patético, o comandante quase se desculpou com os jornalistas pelo uso do gás lacrimogêneo. Ridículo. Eu fiz um post no Facebook a respeito. Minha posição: esses vândalos não são manifestantes, estão a serviço de alguma causa política. E seja qual for essa causa, estão errados. Não há o que justifique aquela violência e destruição.

Em dois minutos começaram a chegar os comentários dizendo coisas como: “você viu as imagens na Globo. Tá explicado” , “esse ‘vandalismo’ foi provocado pela PM que massacrou tudo e todos e subitamente ‘se retirou’… deixando a massa sem controle agir”, “antes de emitir qualquer opinião baseada em mídias comprometidas com interesses escusos, é bom ver o que acontece de verdade nos locais de manifesto.”  E ainda: “quem é o maior vândalo? Esses que estão nas ruas ou os políticos que roubam?”.

É patético. As pessoas invertem causa com consequências, confundem o urgente com o importante e saem justificando a violência. Se dizem contra a violência, a favor da paz na terra aos homens de boa vontade, mas justificam o vandalismo.

Quanta estupidez!

Coisinha Estúpida
Carson Parks
Gileno

Existe um amor dentro de mim
Que eu não posso nem mais controlar
Se olho pra você e vejo o seu jeitinho
De sorrir e de falar
É algo tão estranho que eu mesmo
Não consigo mais compreender
Uma coisinha estúpida
Que eu gosto de sentir
Que é amar você
Espero amorzinho
Que o meu carinho por você
Não seja em vão
Entrego de presente
Minha vida meu destino e meu coração
Existe um amor dentro de mim
Que eu não posso nem mais controlar
Se olho pra você e vejo o seu jeitinho
De sorrir e de falar
É algo tão estranho que eu mesmo
Não consigo mais compreender
Uma coisinha estúpida
Que eu gosto de sentir
Que é amar você
É algo tão estranho que eu mesmo
Não consigo mais compreender
Uma coisinha estúpida
Que eu gosto de sentir
Que é amar você
Amar você
Amar você
Amar você

Opa! Um clássico! Coisinha Estúpida, na versão do 4 de Ouro, grupo formado por Pedro Bento, Zé da Estrada, Celinho e Ramon. Esta é de 1970…

São dois problemas: um é o vandalismo, a violência. Os vândalos têm que ser parados, presos e condenados. Isso é um crime, é urgente! Outro problema é saber quem são eles e a serviço de que causa estão. Isso é importante. Primeiro o urgente, parar a crise e depois o importante, para evitar que ela se repita. O urgente não exclui o importante. Um não invalida o outro.

Uma das causas dessa incapacidade de separar o urgente do importante é a estupidez seletiva. O sujeito é inteligente, sensato e de repente torna-se um estúpido, inverte as prioridades, e a cena do “manifestante” (que aqui está ente aspas, viu? É uma ironia…) mascarado que agride um fotógrafo não tem importância, pois foi mostrada pela Rede Globo. O problema deixa de ser a agressão para ser a Globo. A cena dos estúpidos destruindo uma banca de jornal não quer dizer nada, pois eles foram provocados pela polícia. Quem mandou a polícia agir? E quem reclama dos vândalos é um fascista manipulado pela mídia.

Esse raciocínio faz parte da estupidez seletiva. É igualzinho aquele que culpa a vítima pelo estupro, pois ela estava usando roupas provocantes.

Ah, agora se você nãolembrou, sua mãe lembrou! Ou então sua avó lembrou! Essa aqui é Coisinha estúpida, versão de 1967 que fez um tremendo sucesso no Brasil. Versão de Gileno e aqui com ele, Gileno, o Leno e a Lilian.

Quando não existe uma intenção escusa, o que causa a estupidez seletiva é a soma de deslumbramento com ignorância. O sujeito fica deslumbrado com alguma demonstração de “resistência” e, sem capacidade de exercer seu senso crítico, perde os filtros morais e éticos. Repito: o político rouba? Então justifica destruir a padaria do seu João. O polícia bate? Então podemos revidar com um coquetel Molotov na banca de revista. A imprensa defende interesses, é? Então a imagem do sujeito destruindo automóveis importados numa concessionária é manipulada.

Pois é… Mas o resultado é a padaria vandalizada, a banca queimada, os carros destruídos! É urgente parar isso!!

Existem limites que não podem ser ultrapassados, nem mesmo em nome de crimes que outros cometeram. Políticos roubam, é? Vamos infernizar a vida deles sem incendiar a cidade. Vamos fazer a cabeça de quem os elege para dar o troco. Vamos chamá-los de ladrões na cara deles. Vamos desmenti-los usando as mídias sociais. Vamos nos organizar para implementar as ferramentas de pressão que o sistema nos garante. Mas não vamos roubar como eles! É preciso manter a capacidade de… putz. Quer saber?

Se você não é um estúpido seletivo, não precisa ouvir este programa. E se é um deles, já deve estar emputecido e jamais entenderá o que estou falando.

Eu to perdendo tempo.

Agora, uma pausa pra falar da Coisinha Estúpida. Essa canção foi escrita originalmente com o nome de Somethin stupid, por C. Carson Parks e foi gravada em 1966 por ele e sua esposa, conhecidos como Carson e Gale:

Something stupid
CarsonParks

I know I stand in line,
Until you think you have the time
To spend an evening with me

And if we go some place to dance
I know that there’s a chance
You won’t be leaving with me

And afterwards we drop into a quiet little place
And have a drink or two
And then I go and spoil it all
By saying something stupid
Like: “I love you”

I can see it in your eyes
That you still despise the same old lines
You heard the night before

And though it’s just a line to you
For me it’s true
It never seemed so right before

I practice every day
To find some clever lines to say
To make the meaning come true

But then I think I’ll wait
Until the evening gets late
That I’m alone with you

The time is right
Your perfume fills my head
The stars get red
And oh, the night’s so blue

And then I go and spoil it all
By saying something stupid
Like: “I love you”

The time is right
Your perfume fills my head
The stars get red
And oh, the night’s so blue

And then I go and spoil it all
By saying something stupid
Like: “I love you”

“I love you”
“I love you”
“I love you”

Pois é… mas o sucesso estrondoso mesmo veio com a gravação que Frank Sinatra fez com sua filha Nancy Sinatra em 1967….

Muito bem. Mas esse problema da estupidez seletiva não se limita aos brucutus violentos. Em seguida à outras cenas de vandalismo na televisão, eu assisto uma comovente reportagem sobre William Marques, um mecânico que ficou internado num hospital por cinco meses à espera de um coração para transplante. Grande parte desse período William manteve-se vivo por estar conectado a um coração artificial. Em cinco meses ele fez amigos, casou-se e manteve a esperança. Até que surgiu um doador e William pode ter alta para viver uma vida quase normal.

O que me chamou a atenção foram as cenas do momento de despedida de William da equipe de médicos e enfermeiros. Todo mundo emocionado, e ouvimos médicos e enfermeiras:

(Depoimento de enfermeiras e médico)

As moças estavam visivelmente emocionadas, em lágrimas, assistindo William voltar para casa. Não teve como não me emocionar.

Aí ao fundo você ouve Leo Aleman com Something Stupid, é claro…

No próximo bloco, o telejornal mostrou as imagens de médicos em passeata pedindo melhores condições de trabalho e contestando certas providências que o governo estava tomando, como ampliação em dois anos no curso de medicina, importação de médicos cubanos, entre outras.

Tenho acompanhado esse movimento e lido os comentários a respeito. Tem uma corrente que é a favor dos médicos e por melhores condições de trabalho, enquanto outra é contra os médicos. Essa turma do contra, inclui o grupo dos estúpidos seletivos, que tratam todos os médicos como gente insensível, apenas interessada no dinheiro e sem qualquer compromisso com os pacientes.

Não era isso que eu via nos olhos dos médicos e enfermeiras naquela matéria de televisão. E nem o que vejo nos olhos das dezenas de médicos que euconheço. Mas para os estúpidos seletivos, todos os médicos não passam de mercenários.

Tempos atrás recebi uma carta publicada nos jornais alagoanos, que teve grande repercussão, pois foi escrita por um capitão do Corpo de Bombeiros de Maceió, reconhecido pela sua dedicação à corporação. Aquela carta mostrou a diferença entre os bombeiros dos Estados Unidos e os do Brasil. Talvez eles sejam iguais na motivação em ajudar os outros, na disposição em arriscar suas vidas…Mas são tratados de forma bem diferente…

A carta daquele capitão, dizia assim:

“Jamais conseguirei explicar a sensação de ser acordado a qualquer hora, tempo ou em qualquer local para cumprir o meu juramento, o meu dever e pedir para Deus que, caso venha morrer, que seja salvando uma vida.

Jamais conseguirei entender por que tenho que passar nesses sete anos de profissão pela frustração de não conseguir explicar aos meus homens o motivo pelo qual em um investimento de 10 milhões de reais em viaturas, não virá nada para o Corpo de Bombeiros.

Jamais conseguirei explicar para o meu soldado porque no incêndio ele deve revezar o capacete e respirar fumaça ao invés de ter o seu próprio equipamento de segurança. E quando passa mal, ser atendido nos corredores lotados de um hospital onde só o que é belo é a propaganda paga pela Secom às empresas e que com certeza pagaria o equipamento de segurança do bombeiro.

Jamais conseguirei explicar para meus homens o motivo pelo qual, em uma noite de futebol, onde a milionária CBF apresenta seus milionários craques, o estádio Rei Pelé passa por uma reforma de 500 mil reais para um dia de apresentação, enquanto o sargento Everaldo começa a enfrentar o câncer de pele adquirido nos 29 anos salvando vidas nas praias e sabendo que com muito menos de 500 mil reais eu construo postos cobertos e protejo aqueles que se orgulham de enfrentar a natureza para salvar vidas.

Jamais conseguirei explicar para meus homens o porque de um caminhão de incêndio de 450 mil reais pago pelo povo, tem que abastecer a caixa de água do palácio, enquanto um caminhão com 10.000 litros de água potável custará para os cofres públicos míseros 60 reais.

Jamais conseguirei explicar para meus homens que não posso transmitir para o mundo isso que escrevo e é o sentimento deles e de todo o Corpo de Bombeiros, porque serei preso por pensar na segurança da comunidade sem ter cometido nenhum crime. 

Agora, conseguirei com certeza explicar para meus homens que a população não tem culpa disso e que se orgulha deles e que seus filhos com certeza aumentam o brilho dos olhos ao falar para colegas que seu pai é bombeiro. Que visitas como a daquele garoto de 14 anos que vive numa cadeira de rodas adaptada e que disse para o comandante geral que iria ser bombeiro porque Deus podia tudo e queria salvar vidas, são tudo aquilo que eles precisam para seguir em frente. E que essa politicagem e poder jamais nos contaminarão, porque optaremos por ficar pobres, mas limpinhos!

Obrigado por lerem o desabafo e autorizo comentários porque dez dias de prisão são dez dias de serviço fazendo o que mais amo!”

Porque a carta do bombeiro policial militar aqui, hein? Porque ela poderia ter sido escrita por um médico. Por um professor. Por um policial. Porque o cenário é o mesmo. Porque a abnegação é a mesma. Porque a imensa maioria dessas pessoas que dedicam suas vidas a salvar as vidas de outras pessoas, fizeram um dia uma escolha, não por ficar rico ou ser bem sucedido, mas por servir a outras pessoas.

É claro, é evidente, que existem as exceções, os mercenários, os bandidos, exatamente como existem publicitários bandidos, estudantes bandidos, advogados bandidos, engenheiros bandidos, donas de casa bandidas…. existem bandidos em todo lugar. E esses bandidos são o que são: exceções. Só numa mente estúpida usa uma exceção para representar toda uma classe. Para o estúpido seletivo todo policial é violento, todo padre é pedófilo, todo político é ladrão, todo médico é mercenário, todo baiano é preguiçoso, todo empresário é ganancioso… É só isso que cabe em seus cérebros avariados. E então vão às ruas para destruir a banca de jornal do seu João, a padaria da dona Maria, a concessionária do seu Pedro e o telefone público.

Um deles comentou assim o texto que publiquei no Facebook condenando os vândalos:

“O mano aí… Tá preocupado com o a banca de jornal e com os bancos apedrejados… Tudo que posso te dizer é: ninguém tem medo de uma multidão cantando o hino de branco vagando com flores nas mãos!! O pouco que foi conseguido até agora foi por medo (verdadeiro cagasso)! Vc falou em seu texto sobre “manipulados pela mídia” Bullshit! Na atual conjuntura só é iludido quem quer… A tele-tela não funciona sozinha nas casas Brasil a dentro! Não tenha dó de quem não liga!!!”

Nossa, que valentia, né? Para o mano aí, a banca de jornal, o banco apedrejado, não significam nada. Tem mais é que provocar o cagaço mesmo. Relevar os fatos recentes que demonstram que existe uma articulação muito bem organizada de cunho político por trás dessas manifestações violentas que os manos chama de “populares”.

O que é que eu posso fazer? Com a ignorância não se discute, pois ela não aceita argumentos.

Então. Se você está ouvindo este programa, existe uma grande chance de não ser um desses estúpidos seletivos. Talvez você também esteja indignado, disposto a mudar as coisas, a construir um Brasil melhor e ache que isso pode ser feito sem estupidez, sem truculência sem violar os direitos de outros brasileiros.

O primeiro passo é deixar a estupidez de lado, buscar argumentos, ouvir quem pensa diferente, analisar os acontecimentos sob todos os ângulos possíveis e, especialmente, não cair na conversinha mole dos que se dizem donos da verdade. São esses os grandes fabricantes de estúpidos.

E é assim então, ao som de SOMETHING STUPID , com o grupo austríaco GLOBAL KRYNER que este Café Brasil indignado vai saindo de mansinho.

Olha, se você ficou indignado com este programa, já está me xingando de reacionário e aquelas babaquices todas, fique sabendo de uma coisa: quero o mesmo mundo justo, feliz e igualitário que você. Mas divirjo dos métodos que os estúpidos escolheram para chegar lá…

Com o conspirador Lalá Moreira na técnica, a desconfiada Ciça Camargo na produção e eu, que adoro botar lenha na fogueira Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco a ouvinte Lucia Munari Tonche, Global Kryner, Leno e Lilian, o grupo 4 de Ouro, Leo Aleman, Carson e Gale e Frank e Nancy Sinatra. Que tal?

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Este é o Café Brasil, que chega a você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera.

De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha… www.portalcafebrasil.com.br.

E agora, meu tem WhatSapp pra comentar!!! É o 11 96789 8114. Vou repetir devagar: 11 96789 8114. Tecle aí, grave uma mensagem de voz, taí!

E pra terminar, uma frase do dramaturgo e poeta alemão Friedrich Hebbel

Não há coisa mais perigosa que a mediocridade que não é completa.