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Café Brasil Curto 12 – Viver do passado

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Luciano Pires -

Me peguei novamente lendo opiniões de gente que fala de 1964, dos militares, do golpe e de coisas que se passaram 50, 60 anos atrás. Basta você começar uma discussão política ou social e é batata: vai terminar em 1964. Jogando as culpas em entidades inimputáveis, ou então tentando construir um cenário de medo da volta da ditadura. Parece uma sina isso, que coisa!

Bem, quer falar do passado? Então ouça: “O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas. A arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver por conta do governo.”

Sabe quem disse isso? Marcus Tulius Cícero em Roma, 55 anos antes de Cristo…

Quanto mais leio, mais me convenço de que todos os problemas do mundo já foram apontados, discutidos e tiveram propostas para solução registradas há milênios. O passado ensina. Ensina, por exemplo, que os temas que nos deixam indignados hoje são tão antigos quanto a humanidade. Que a questão da ética tem a ver com a natureza humana e não com o Brasil do novo milênio. Que gente mal intencionada, mal preparada, mal educada, sempre existiu.

A pergunta fundamental, portanto, deveria ser: “Agora que já conhecemos as experiências passadas, quando é que começaremos a lidar com as expectativas futuras?”

Gerenciar o passado é impossível. Mas atuar no presente para criar o futuro, não. Quando é que vamos tratar das questões que estão por vir? Focar naquilo que esperamos que aconteça e evoluir dos instrumentos e processos que focam o passado para os que determinam o futuro?

Experiências passadas x expectativas futuras. Como Marcus Tulius Cícero, muito mais gente deus as pistas. Mas parece que não ouvimos e, sistematicamente, retornamos ao passado.

De novo: que triste sina. Em vez de aprender com o passado, teimamos em viver nele. Ou dele.