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Luciano Pires -

Em 1946 o deputado Edmundo Barreto Pinto deixou-se fotografar para a revista O Cruzeiro vestindo um fraque e cueca samba-canção com a promessa de que a foto seria publicada apenas da cintura para cima. Não foi, foi de corpo inteiro, e o deputado perdeu o cargo por falta de decoro parlamentar. Em 2009 o senador Eduardo Suplicy desfilou pelos corredores do Congresso usando uma cueca vermelha por cima do terno, numa brincadeira promovida pelo programa Pânico Na TV. Pegou mal, o deputado pediu e a reportagem não foi ao ar. E quem não lembra de Geysi Arruda quase linchada quando foi à universidade com um vestido curtíssimo?
Mas quero mesmo é fazer umas perguntinhas marotas… Quero saber os porquês de cada um desses “escândalos”.
Em 1946, foi por causa do deputado que vestiu a cueca ou do jornalista que o enganou? Em 2009 foi por causa do senador que vestiu a cueca ou do pessoal do Pânico que o induziu a isso? E no caso da Geysi? Foi por causa dela que usou o vestido curto ou da intolerância dos agressores?
Parece lógico, não é? Se o deputado e o senador não tivessem concordado em usar a cueca, nada teria acontecido. Se a Geysi não tivesse colocado o vestido provocante, nada teria acontecido. Portanto a culpa é deles.
Mas cuidado! Esse raciocínio é perigoso. Ele também serve para desculpar o MST que invade e depreda a fazenda cujas terras “são da união e foram invadidas pela Cutrale”. Serve para desculpar a torcida uniformizada que trucida o torcedor do time contrário que “tava provocano nóis”. Serve para inocentar o sujeito que rouba o celular que “tava largado na mesa, dano sopa.”. Serve para aliviar a culpa do assassino conforme a qualificação da vítima. Serve para desculpar a mentira e a corrupção, pois “no governo anterior era até pior”.
Nestes tempos de novilíngua, de “mentiras simbólicas” e de gente ideologicamente estressada, nem tudo é o que parece ser. Portanto, antes de acreditar no julgamento dos outros, preocupe-se em saber os porquês.