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Café Brasil 712 – Cafezinho Live – Ricardo Jordão Magalhães

Café Brasil 712 – Cafezinho Live – Ricardo Jordão Magalhães

Luciano Pires -

Quando tem água infiltrando, tem pintura manchando, tem fungo pegando, você já sabe que é umidade, né? E também sabe que a umidade não perdoa, que com ela vem também várias doenças respiratórias. E cara! Nesses tempos aqui é uma loucura, né? Se você tá brigando com a umidade, saiba que a maioria dos problemas… olha, é muito fácil de resolver se você contar com a ajuda de quem sabe do que está falando, por exemplo, a SIKA – Líder Mundial de Impermeabilizantes.  Acesse @sika_brasil no Instagram e coloque lá suas dúvidas! Ou então diga que conheceu a SIKA através do Café Brasil!

SIKA – S.I.K.A. – @sika_brasil.

O mundo está mergulhado num cenário de perplexidade, cheio de gente chutando seus achismos, com a imprensa fazendo um terrorismo diário e construindo um clima de pânico que, se por um lado deixa a maioria das pessoas mais prudentes, por outro, dificulta muito mais nossa passagem pela crise. E nós aqui não queremos fazer parte do coro dos apocalípticos.

Por isso, lancei o projeto CAFEZINHO LIVE, convidando seis amigos para conversar sobre: olha, o mundo tá uma confusão, as perspectivas são sombrias, mas e daí? O que fazer para passar pela crise, hein?

Nos queremos fazer parte da solução. E hoje você ouvirá o áudio do segundo Cafezinho Live, que teve Ricardo Jordão Magalhães.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

“Olá Luciano. Bom dia, boa tarde, boa noite, pra você, pro Lalá, pra Ciça. Meu nome é Tiago, sou daqui de Teresina, Piauí. Eu sou professor da Universidade Estadual do Piauí, numa cidade que fica mais ou menos a 300 km da Capital, Teresina, cidade de Picos, que é uma cidade que é movimentada pelo comércio. Vim a Teresina pra passar uma semana com a minha mãe que está nessa paranoia de notícias ruins da mídia mainstream, que de fato assusta.

E dadas as devidas resguardas que a gente está… não teve contato com o vírus, a gente está bem e cheguei em Teresina com a notícia de que o prefeito tinha decretado mais duas semanas de quarentena.

Eu venho de uma cidade que, como eu disse, é movimentada pelo comércio e as pessoas estão enfrentando o risco por extrema necessidade. Estão se expondo por extrema necessidade. É onde eu percebi que há uma cadeia de solidariedade gigantesca também. Porque eu, vindo na estrada, eu vinha com a notícia achando que muitos estabelecimentos estariam fechados, que os caminhoneiros não teriam suporte. Vi, de fato, estabelecimentos fechados, mas vi também estabelecimentos abertos, com as suas limitações, suas restrições. E conversando com um proprietário de um deles, ele disse que arriscaria levar uma multa, arriscaria ser infectado de alguma forma e buscaria tratamento, mas que não poderia deixar os caminhoneiros ao léu. Que estava abrindo o restaurante dele na beira da estrada. E ali ele servia, não havia contato nenhum e os caminhoneiros ficavam comendo numa área mais externa, sem muito contato pessoal.  E aquilo pra eles foi… pra muitos foi uma salvação, depois de quilômetros e quilômetros sem achar nada pra comer.

É onde eu percebi que, de fato, às vezes  a ciência também segrega. Ela tem a resposta pra quase tudo, mas ela só não tem a resposta pra tudo quando ela acaba segregando, se segregando por quem a faz.

Eu tenho visto várias bases de dados aí mundo afora, as pessoas coletando informações sobre o Coronavírus, mas as informações que tem de infectados, de proporção relativa à população, proporção absoluta, número de mortos, avanços de mortos, mas até então eu não tenho encontrado nenhuma falando sobre cura.

Quantidade de curados, porque foram curados, que motivos tenham levado à cura e se a idade, se o histórico de vida, se a alimentação… então, pode ser que eu tenha falhado nessa busca que existe e eu não tenha encontrado, de fato, mas eu sinto falta de um… a quantidade de informações possível pra gente saber porque as pessoas também se curam, não só porque morrem.

Na minha visão como pesquisador eu acho que uma base de dados que não contempla isso, é uma base de dados que vai ser furada. E aí eu vejo a mídia se apropriando dessa informação de mortes, de avanço das mortes, avanço das contaminações e isso tem afetado muito o psicológico das pessoas. Tem afetado muito a relação entre as pessoas e eu fico me perguntando por que que a ciência também não avança no que a gente chama na educação de multidisciplinaridade, que é você não olhar só pra estatística, mas você olhar também pras pessoas. Olhar pras pessoas que estão se expondo ao risco e os porquês disso. Por que ela está se arriscando?

Não é uma estatística que vai te dizer isso, como de fato, eu conversei com caminhoneiros, conversei com comerciantes e as pessoas dizem que ou trabalham ou vão morrer de fome,vão passar fome, vão ter necessidade. Do que eu tenho visto até então, pesquisadores, cientistas se atentarem pra isso e tentarem expor pra mídia, pra sociedade, que isso também existe. E que as autoridades devem olhar pra esse aspecto. A ciência às vezes peca nesse sentido de olhar muito pra estatística, muito pra números e esquecer, de fato, as pessoas que é o que tanto se fala hoje na mídia.

Enfim, eu acabei de parar o carro pra mandar esse áudio e vendo as pessoas passando com máscara prum lado e pro outro, mas vendo que estão trabalhando e vendo que a engrenagem tem que continuar. A gente tem que combater esse vírus, os próximos que vierem, que esse não vai ser o último, nem o primeiro,  gente tem que também dar às pessoas a oportunidade de seguirem a vida e entenderem as fases pelas quais elas passam.

É isso aí, Luciano, um forte abraço aí e vida longa ao Cafezinho.

Olha! Grande Tiago. Obrigado pelo comentário instigante, viu? Você matou a charada aí quando disse que a mídia se apropria dos resultados catastróficos. Não é que as informações sobre curas ou providências bem sucedidas pra conter as infecções não existam. Claro que existem, mas a gritaria do pânico é tão alta que não dá pra ouvi-las. E com isso só se vê gente sofrendo, chorando e morrendo. Criando uma espiral mórbida que provoca efeitos colaterais terríveis. O principal deles é o desastre econômico. Que já está acontecendo. E que a exemplo do que você disse em seu comentário, transforma pequenos gestos de solidariedade em atos de heroísmo. Eu acho que uma das principais lições dessa pandemia será justamente a revisão de para que e para quem nós damos valor.

Muito bem. O Tiago receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar o seu endereço para contato@lucianopires.com.br.

A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. E acredite, cara! Eu já vi o pessoal comprando preservativos pra botar no dedo pra apertar o botão do elevador com preservativo. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, eu quero saber: qual é a coisa que você realmente dá valor na hora do amnor?

Lalá -Na hora do amor, Prudence.

Então… o Cafezinho Live é o espaço para receber Gustavo Cerbasi, Ricardo Jordão Magalhães, Bruno Garschagen, Murilo Gun, Dado Schneider e Adalberto Piotto, meus caros amigos, para discutir economia, vendas em tempos de quarentena, política, criatividade e comunicação. Todas as lives serão transformadas em episódios do Café Brasil, mas se você quiser assisti-las, acesse cafezinho.live e inscreva-se. Ou então acesse direto se já passaram as gravações, tá?

Na segunda Live, foi a vez do Ricardo Jordão Magalhães, que eu chamo de um anarquista corporativo. É o cara do Biz Revolution e do Epicentro, que não deixa pedra sobre pedra com sua franqueza. Vamos ao papo, hein?

Mas antes…

O Itaú Cultural tem três podcasts para quem se interessa por música, literatura e questões indígenas.

No podcast Escritores-Leitores, autores brasileiros falam de seu processo criativo. No podcast Toca Brasil, são artistas, produtores e pesquisadores do universo musical falando de seu trabalho. E no podcast Mekukradjá escritores, cineastas e lideranças de povos indígenas de várias regiões do Brasil tratam das questões indígenas.

Acesse itaucultural.org.br. Agora você tem cultura entrando por aqui, ó:

Pelos ouvidos…

 

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, você aí, completando o ciclo.

Fique esperto aí, cara! Os próximos programas trarão Bruno Garschagen, Murilo Gun, Dado Schneider e Adalberto Piotto. Só o que não dá pra fazer nestes tempos de pandemia é ficar parado, não é?

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, a nossa “Netflix do produtividadeantifragil.com.br”, onde você tem uma espécie de MLA – Master Life Administration. Acesse cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

E olha que lega: você ouviu ali no texto, né? Eu estou lançando meu primeiro curso, cara. Um curso online: Produtividade antifrágil. Dá uma olhada lá. produtividadeantifragil.com.br. Vamos discutir como ser, além de produtivo, ter um olhar produtivo.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras, agora online, cara. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase de do próprio Jordão.

Seja um incentivador de pessoas. O mundo já tem críticos demais.