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697 – O isentão

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Luciano Pires -
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E continua a promoção da Sika junto com o Café Brasil. Olha só: você acessa sikabrasil.com.br/cafebrasil e deixa uma ideia para que eu faça um cartum. Se a sua sugestão for a escolhida você ganha um fone sem fio exclusivo da Sika para ouvir podcasts e também receberá um cartum original feito por mim. É a SIKA, eu e você em parceria!

E você ainda pode baixar um e-book sobre impermeabilização e tirar suas dúvidas.

Olha aqui, ó: só vale se você estiver seguindo a SIKA no Instagram, em @sika_brasil!

Para participar e concorrer ao meu cartum acesse sikabrasil.com.br/cafebrasil.

A Sika é líder mundial em impermeabilização e a gente escreve assim: S.I.K.A: @sika_brasil.

Quando você não tem político de estimação é muito bom ser isento, cara. Fez algo errado, não importa o partido, pau nele. Fez certo, não importa o partido, parabéns para ele. Isso é ser isento.

Já “isentão” é um xingamento, cara. Vamos tentar entender do que se trata?

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Salomão, o terceiro rei de Israel, governou por quarenta anos por volta de 950 antes de Cristo. Um dia teve um sonho, no qual pediu a Deus que lhe desse um coração com sabedoria para julgar com justiça o povo de Israel. Salomão queria ser capaz de discernir entre o bem e o mal.

Deus percebeu que o pedido de Salomão o deixaria parecido consigo mesmo e tomou aquilo como uma lisonja. O criador se reconhecendo na criatura. E deu a Salomão o que foi pedido.

O destino, que observava a tudo, decidiu testar a sabedoria de Salomão, e colocou diante dele duas prostitutas que estavam numa disputa.

Uma delas falou:

“Majestade, tive há poucos dias um filho, e poucos dias depois a minha colega teve o seu também. Mas o bebê dela morreu, pois ela se deitou sobre ele. E enquanto eu dormia, ela trocou seu bebê morto pelo meu, achando que me enganaria. Mas eu percebi a troca e exigi meu bebê de volta.”

A outra mulher retrucou, insistindo que a história era mentira e que o bebê morto era mesmo o filho da outra.

Salomão disse:

“Vocês me contam a mesma história, cada uma reclama a mesma criança para si. Mas não sou onisciente e não tenho como saber a verdade, tendo que assumir que ambas dizem a verdade, ou ambas mentem, o que dá no mesmo. Mas não posso ir contra um costume milenar segundo o qual “mãe só há uma”. Não sendo a mim possível dar todo o bebê às duas mulheres, só há uma maneira de resolver justamente o problema. Guarda, traga uma espada. Pegue o bebê e divida-o ao meio. Cada mulher levará uma metade.”

Uma das mulheres encheu os olhos de lágrimas e disse:

“Senhor, não tenho como provar que o filho é meu, mas não suporto vê-lo sendo morto. Pode dá-lo para a outra mulher, prefiro que ele fique vivo, mesmo que com outra mãe.”

A outra mulher cruzou os braços.

Salomão percebeu então que só a mãe verdadeira seria capaz de abrir mão de seu filho para que ele ficasse vivo. E deu a ela a criança.

Em vez de tomar partido por uma das mulheres, Salomão usou um estratagema genial, agindo como um maluco para revelar a verdade.

Essa parábola passou à história como o Julgamento de Salomão, um exemplo de justiça e isenção que a gente ouve desde criança.

Olha, seria muito interessante se os conflitos pudessem ser resolvidos como na parábola de Salomão, não é? Mas infelizmente não é assim.

O termo “isento” vem do latim eximere, que podemos traduzir como “suprimir” ou “separar”. Pela definição dos dicionários, isento é quem apresenta um caráter imparcial em relação a algo. Isento é quem age com neutralidade. E o termo isenção tem tudo a ver com o conceito de Justiça como princípio moral que exige conduta justa, com respeito ao direito e à equidade.

Olha: mas ser isento não é fácil, viu?

Durante a corrida eleitoral de 2018, um indivíduo chamado Adélio Bispo dos Santos deu uma facada no abdomem do candidato Jair Bolsonaro, que por pouco não morreu. Preso, Adélio foi imediatamente socorrido por advogados, que alegaram que ele sofria de transtornos mentais. Quando isso ocorre, o juiz, que é leigo nas questões psicológicas e psiquiátricas, chama um médico para atuar como perito. O médico examina o paciente e faz um laudo, confirmando ou não a condição de transtorno mental do réu. A defesa e a promotoria podem também recorrer a profissionais para acompanhar o laudo.

O papel do médico não é apontar se o réu é culpado, se é bom ou mau, mas dizer se ele sofre de transtornos mentais e se essa doença teve relevância para que o crime fosse cometido.

Mas esse médico ou profissional apontado tem algumas restrições. Se já tratou o paciente, se tem relação de parentesco, amizade ou negócios com o réu, perde a isenção e não pode ser apontado para periciar o caso.

No caso de Adélio, o que que aconteceu? O Juiz Bruno Saviano, escreveu que dada a complexidade do caso, encontrou dificuldades para achar profissionais que atuassem como peritos, pois o cenário político brasileiro estava muito polarizado.

Entendeu? O clima político fez com que ficasse difícil encontrar alguém isento para fazer o laudo. O Juiz conversou com profissionais que se declaram impedidos, pois sua inclinação por Bolsonaro ou Lula causaria um viés na análise do réu.

O réu seria declarado louco não por sua condição clínica ou psicológica, mas conforme o viés político do perito que o analisasse…

Não é louco isso, hein?

É nesse cenário que fica complicado falar de isenção.

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Aqui é Paulo Castro de Rezende, Rio de Janeiro. Sou ouvinte do Café Brasil desde o início e assinante do Café Brasil Premium desde que eu fiquei sabendo que ele existia. No primeiro momento que eu ouvi, já assinei. 

Eu queria só dar uma sugestão. Eu não consigo ouvir o Café Brasil Premium em podcast porque o meu Android não funciona com as tentativas aí do Café Brasil. Então eu só ouço o Café Brasil normal mesmo e também não acesso os grupos de Telegram, nem da Confraria nem do Café Brasil Premium. Então, a minha sugestão é pra que qualquer mudança importante que venha a acontecer no Café Brasil Premium, seja site novo, aplicativo que venha a funcionar finalmente tal, qualquer coisa desse tipo, que seja comunicada por e-mail ou Whatsapp pros assinantes, porque eu tenho certeza que muitos assinantes que assim como eu não acessam todas as mídias do Premium, por várias questões, desde prioridade de tempo a não se dar bem com as aplicações existentes, mas e-mail e Whatsapp,é uma coisa que todo mundo vê. 

Então às vezes, uma mudança grande pode ser importante pra gente e a gente nem fica sabendo, pelo fato de não usar as m[idias tradicionais do Premium, tá? É só a minha sugestão aí. Um abraço pra  vocês”.

Grande Paulo. Olha! A gente lançou os aplicativos de IOS e Android, exatamente pra resolver os problemas  de compatibilidade do feed individual, viu? Não tá bom, não tá redondinho ainda, mas cada dia melhora um pouquinho. Quando acontece alguma modificação importante, primeiro avisamos nos grupos do Telegram, que são imediatos. Depois mandamos por e-mail para todos os assinantes válidos. Vários reclamam que os e-mails vão parar no spam, a gente não pode fazer nada a respeito, né?

Também publicamos no site e nos aplicativos para IOS e Android. O Whatsapp não dá para usar, pois pra disparar mensagem para 1500 assinantes, terão de ser 300 disparos manuais, pois só é permitido enviar para 5 pessoas de uma só vez… E aí a Ciça fica louca, né?

Estamos ainda melhorando esse processo de comunicação e grande parte dele depende do hábito dos assinantes de dar uma olhada no site e nos aplicativos eventualmente.

Daqui a pouquinho vai ficar redondinho.

Muito bem. O Paulo Castro receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar o seu endereço para contato@lucianopires.com.br,

A DKT, você já sabe, né cara? Distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Luciano – Lalá, na hora do amor, quando é que você não pode ser isento, hein?

Lalá – Na hora de escolher, Prudence.

Luciano – Muito bem.

O Brasil está politicamente estressado, cheio de gente histérica à caça de quem não concorda consigo pra baixar o sarrafo. Os profissionais da política sabem como a coisa funciona e precisam que as pessoas odeiem seus adversários. Veja bem, eu não disse “precisam que as pessoas apoiem suas ideias”, mas que “odeiem as ideias dos adversários”. A proposta é lançar as pessoas num limbo, no qual elas não tenham certeza de nada e não saibam para qual lado seguir.

É então que entram as narrativas, a maioria populistas, apelando para sentimentos para mostrar a quem está em dúvida, qual o caminho para o bem. E usam-se todos os artifícios, de doenças a demonstrações de altruísmo, de crianças fofinhas ou adolescentes altruístas a velhinhos desamparados, de minorias oprimidas a justiceiros sociais… Vale tudo para dividir a sociedade entre “nós” e “eles”.

E uma vez que se deixou claro que um lado é o mal e o outro é o bem, é impossível permanecer isento.

É então que, no meio do tiroteio político-ideológico, surge um personagem curioso: o isentão.

Muito diferente do isento, o isentão não lida com o conceito de Justiça como princípio moral que exige conduta justa, com respeito ao direito e à equidade.

O isentão lida com o ego.

Quando usado da forma mais superficial e vazia de significado, isentão é um xingamento dirigido a quem pensa diferente da gente. Especialmente quem ataca aquele ídolo que já definimos como sendo “o bem”. Usado dessa forma, “isentão” é um rótulo tão vazio quanto “fascista”, “nazista” e outros istas. Um xingamento que só quer dizer que você é um chato que não concorda comigo.

Quando usado com um significado real, isentão é, por exemplo, o comentarista esportivo que torce para um time, mas que precisa provar a cada segundo que não torce para time nenhum, ou a sua opinião perde a credibilidade. Na primeira oportunidade, ele puxa a sardinha para o time dele.

Para ter credibilidade, o isentão precisa negar alinhamento a qualquer vertente político-ideológica. Por isso sempre começa suas frases com parênteses, tipo “Não sou petista, não sou lulista, não sou bolsonarista, MAS…” Se não fizer assim, ele quebra o encanto de seu discurso justiceiro social.

Alguns isentões são radicalmente isentos contra determinada corrente político-ideológica, mas ficam mansinhos, mansinhos quando falam da corrente oposta.

Disse Rodrigo Lima no Facebook: “O “isentão” acha que tudo é simétrico e proporcional e que os dois lados são diferentes em estética mas iguais em essência.” O isentão não tem senso de proporção e é capaz de considerar um corrupto que desvia bilhões igual a você que parou o carro em fila dupla.

O isentão precisa fazer parecer que está no meio. Você quer deixar ele doente, é? Diga que ele está “passando pano” para alguém…

Existem pelo menos três categorias de isentão.

O isentão canalha que quer fazer você pensar que ele critica a todos, sem que perceba que critica menos um lado.

Tem o isentão raiz, que quer fazer você acreditar que não há solução. Nada presta, nada serve, e se servir agora deixará de servir depois.

E tem o isentão narciso, que se considera acima das escolhas mundanas. Ele detém a verdade, embora não saiba qual é. Coloca-se numa posição superior de onde olha a turba ignara e dá sua risadinha dizendo “coitados…eles não sabem de nada”. Se for pressionado para dar sua opinião, ele diz que é nem sim, nem não, muito pelo contrário…

Em resumo: o isentão, quando não serve pra enganar trouxas, serve para absolutamente nada.

“Aí, pessoal do Café Brasil. Tudo bem? Eu tive o privilégio de visitar o estúdio hoje, conhecer de pertinho aí o trabalho, principalmente do Lalá e do Luciano Pires. Muito bacana ver como que é feito, ver como que a história desses dez anos que eu acompanho vocês foi sendo construída, show de bola!

Eu queria deixar um agradecimento aqui, especial pelo podcast Os agilistas, que está patrocinando vocês aí, né? A DTI digital. Eu fui lá de curiosidade ver esse podcast, achei muito conteúdo legal pra mim, porque eu sou microempreendedor, eu sou MEI e agilidade é uma coisa que faz total diferença, né? Porque o MEI é um faz tudo. É o cara que está ali, vendendo, atendendo cliente, tem que cuidar de finança, de gestão e tudo mais. Muito legal pegar as lições, as recomendações, os insights, lá que o pessoal da DTI faz no podcast. 

Então fica aqui o meu agradecimento, não só por isso, mas por todos esses anos aí de conteúdo. Valeu? Grande abraço.”

Opa, que legal João Nunes. Olha! A turma da DTI tem sim ideias excelentes e o conteúdo do podcast Os Agilistas, que você encontra em todas as plataformas é muito rico para quem quer adotar a mentalidade ágil.

E você pode segui-los pelo instagram no @osagilistas. Ou então acessando a dtidigital.com.br.

Vai, meu, faça como o João Nunes, se mexa! Ele mandou o comentário e vai receber um Kit DKT também, uai!

Rarararara… onde mais você vê um patrocinador participando do mercham do outro, hein? Só aqui, né?

Vamos lá, então! Bote uma Prudence aí e seja ágil como um agilista!

Olha, eu não sou politicamente isento e pago um preço por isso, viu? Perdi milhares de ouvintes e seguidores, todo dia sou atacado e ofendido por gente que não concorda com as coisas que penso. Na semana passada fui chamado de canalha por um canalha do Twitter. E vários questionam minha isenção. Mas eu não sou politicamente isento. Eu tenho lado cara, já o revelei há tempos, eu sou um liberal eternamente a caminho do conservadorismo e como aqui não é um podcast de debates, mas um podcast de opinião, eu dou a minha opinião, sobre meu lado. E não finjo isenção para ficar bem na fita.

Já me recomendaram parar de falar de política porque isso faz mal para os negócios… mas eu não estou aqui por causa de negócios.

Conforme comentou Felipe Grieser Leal no Twitter, “Isentão é quem caça justificativa pra afetar isenção. Não é alguém independente, que olha objetivamente pra realidade e diz o que vê, é alguém que, mesmo sendo materialmente independente, busca antes se vangloriar da própria independência a analisar objetivamente a realidade.

A virtude de ser independente (isento) deixa de ser consequência de análises objetivas realizadas e passa a ser um fetiche que instrumentaliza a realidade pra atestar sua veracidade. É uma nova modalidade de narcisismo intelectual.”

Taí… O isentão, quando não é um canalha ou cagão, é um narcisista intelectual.

Olha, complemente a reflexão provocada por este programa ouvindo o Café Brasil 650 – A espiral do silêncio. Nele eu comento como o medo do isolamento social funciona no subconsciente.Você perceberá as ferramentas usadas para calar sua voz e impedir que você manifeste sua avaliação dos fatos. Impedir que você assuma um lado e permaneça vagando naquele limbo onde é impossível assumir uma posição.

Isentão,
Felipe Trielli

Diz pra mim
Porque é que cê mudou depois do pleito
Isentão
Casou enfim
Com o estado burocrático de direito
Falou que ia liberalizar
mas na verdade só queria mais censura
Porque vocês não param de chorar?
Analfabetos funcionais
O meu tempo é muito escasso
Pra aguentar tanta frescura
Pensa que é o rei da rapadura
Querem vasculhar a nossa vida
Se eu botamos o dedo na ferida?
Do centrão
Aguenta a pilha Isentão
Ce envergonha essa nação
Eu te falei não tenhais medo
Mas cê só ouve o Amoedo
Aguenta a pilha, Isentão
Você não tem mais salvação
a mistura de sofista e fariseu
Isentão, vem “ni mim”
Você nem merece um vídeo mais bem feito
porque é que você foi se entregar?
Não precisava nem falar em ruptura
Mas arregou pro Maia e pro Gilmar
E eu que sou “gado demais”?
Esse bando de cabaço
Que nunca perde a compostura
E se borra com a magistratura
Bota em CAPSLOCK a mais ouvida
Não “Me chama” pra ”Vida Bandida”?
”Essa noite não”
Aguenta a pilha isentão
Ce envergonha essa nação
Eu te falei não tenhais medo
Mas cê só ouve o Amoedo
Aguenta a pilha, Isentão
Você não tem mais salvação
uma mistura de sofista e fariseu
Aguenta a pilha, Isentão
Nem lá nem cá, é só centrão?
Ce tá ficando mais Azedo
Que o Reinaldo Azevedo
Aguenta a pilha, Isentão
Você não tem opinião
Você apronta e quem vai se foder sou eu
Pra ser sincero não espero de você
Mais do que educação

E é assim então, ao som de Aguenta a pilha isentão, com meu amigo Filipe Trielli, versão que ele fez sobre a canção Aguenta coração, de Ed Wilson, Paulo Sérgio Valle, Prentice e José Augusto, que vamos saindo … pensativos…

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí ó, completando o ciclo.

Olha, eu espero, sinceramente, que você tenha entendido que ser isento é uma coisa, ser isentão é outra coisa. Tem isentão trabalhando pra esquerda, tem isentão trabalhando pra direita, e o estrago que eles fazem é imenso, pois no meio da histeria, pouca gente consegue distinguir um isentão de alguém que se esforça para ser um verdadeiro isento.

Estamos em meio a uma guerra cultural, passando por um período de exorcismo, tem demônio escapando pra todo lado e a única coisa que não podemos fazer agora é ficar em cima do muro. Muito menos fingir que não somos o que somos ou que não apoiamos o que apoiamos.

Tem gente demais interessada em constranger você para que a sua opinião não seja ouvida. Tem gente demais criando uma realidade binária, do mal e do bem absolutos, para que a cultura do ódio seja dominante e assim cale quem pensa diferente. O isentão ajuda essa gente.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, nossa “Netflix do Conhecimento”, onde você tem uma espécie de MLA – Master Life Administration. Você vai ampliar o seu repertório, vai melhorar sua capacidade de julgamento e tomada de decisão, pra deixar de ser isentão. Então acesse cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Para o resumo deste programa, acesse portalcafebrasil.com.br/697.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase do bispo sul africano Desmond Tutu, que está longe de ser um isento, cara!

Se ficarmos neutros perante uma injustiça, escolhemos o lado do opressor.