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674 – Balde de Caranguejos

674 – Balde de Caranguejos

Luciano Pires -
Download do Programa
A água infiltrou? A pintura manchou? O mofo voltou? O fungo pegou? Pô, meu, umidade não perdoa, né? Pois é… e com a umidade não vêm só os problemas estéticos, mas várias doenças respiratórias. Tá brigando com umidade, é? Quer acabar com isso? Conheça os produtos SIKA – S.I.K.A – a Líder Mundial em Impermeabilizantes. Acesse @sika_brasil no Instagram e coloque lá suas dúvidas! Ou simplesmente diga que conheceu a SIKA através do Café Brasil!
Impermeabilização é com a SIKA – S.I.K.A. – @sika_brasil

O termo “mentalidade de caranguejo” é utilizado em sociologia como uma metáfora para aquela pessoa que, ao ver alguém progredindo, melhorando de vida ou fazendo algo bom, faz de tudo para impedir que a pessoa seja bem-sucedida. É a mentalidade de “se eu não consigo, você também não pode conseguir”, que ganhou maior dimensão neste ambiente político mundial que aposta na divisão da sociedade em classes.

Vivemos num balde de caranguejos

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

A teoria do balde de caranguejos é a seguinte: se você colocar um caranguejo sozinho dentro de um balde, ele fará de tudo para sair. E eventualmente conseguirá. Mas se você jogar mais caranguejos dentro do balde, sempre que um for bem-sucedido e estiver para escapar, uma garra o puxará para baixo, de volta pra dentro do balde. E assim nenhum caranguejo consegue sair.

Essa é a metáfora usada para quem tenta, até mesmo inconscientemente, destruir o progresso de outras pessoas. Pode ser por inveja, rancor, ódio, o que motiva a mentalidade do caranguejo é impedir que o outro seja bem-sucedido.

Evidentemente, não é isso que se passa na cabeça do caranguejo. O que ele faz é um movimento instintivo de se agarrar a qualquer objeto que o ajude a escalar o balde. Se esse objeto é a perna do outro caranguejo, ele agarra. Ele não sabe que assim puxará o outro para baixo.

Na cabeça do ser humano, para a reflexão que estou propondo neste programa, a coisa não funciona assim. Não se trata de impedir involuntariamente que o outro seja bem-sucedido porque simplesmente nos agarramos nele para apoio, mas a questão é não deixar que ele seja mais que nós, que prove que estamos errados, que revele como somos menos preparados, menos inteligentes, mais azarados e tudo de ruim que você possa imaginar. Para muita gente essa constatação de inferioridade é insuportável. Ela não pode acontecer.

Conheci um diretor numa empresa que tinha um prazer especial em entregar o que ele considerava um podre de algum colega, especialmente se estivesse no nível ou acima dele. Só para prejudicar a carreira do outro. Eu vi ele fazer isso uma vez, ligando para o superior de um colega norte americano que estava no Brasil. Na ligação, ele começou a falar de algum assunto trivial até ter a chance, como quem não quer nada, de comentar alguns excessos que o colega estaria praticando no Brasil, como um alongamento no final de semana ou então 0 deslocamento para conhecer o Rio de Janeiro. A intenção era exclusivamente prejudicar o outro. Havia ali um prazer mórbido. Aquele sujeito era um caranguejo.

Balde de caranguejo
Machete Bomb

O caranguejo quis sair da lama
Foi tentar e um pescador o encontrou
Rastejando quis sair pra ir pro mar
Pois da lama se cansou, quis viajar!
E quando no balde ele entrou, o pescador lhe jogou mais caranguejos pra lhe acompanhar

Com sua fé companheira
Tramou de alguma maneira fugir com todo mundo pro mar
Mas quando chegou na beira do balde
Uma garra traíra puxou ele pro mesmo lugar

O balde de caranguejo em Curitiba não tem tampa!

Rararara… você está ouvindo BALDE DE CARANGUEJO, com o grupo Machete Bomb, quem vem lá de Nossa Senhora dos Pinhais de Curitiba com sua pegada de samba e rap com postura de bamba.

“Bom dia Luciano, bom dia Ciça, Lalá. Bom dia a todos que ouvem o Café Brasil. Meu nome é Felipe Gustavo, tenho 21 anos, torcedor do Internacional, fanático. Atualmente eu moro em Luziânia, Goiás, mas eu sou natural de Três Passos no Rio Grande do Sul. Eu vim pra cá com 17 anos, trabalhar na agricultura, conheci o Café Brasil quando já estava aqui.

O primeiro episódio do Café Brasil que eu ouvi foi O que aprendi com o câncer. Aquele episódio foi mágico, cara! Foi um amigo meu que me apresentou, Álvaro Albornossi, ele é de Santana  do Livramento no Rio Grande do Sul, ele… a minha prima é namorada dele, ela tem um filho que adotou com outro rapaz que ela era casada e após, tipo eles ficaram na amizade mas o Álvaro é da família agora, entendeu?

E esse menino que foi adotado, ele tinha um tumor na cabeça e nesse dia, nós estávamos conversando sobre isso e eu disse: cara… e logo você lançou, foi praticamente naquela semana ou naquele dia, que você lançou aquele episódio e nós escutamos isso, ele estava me dando uma carona de Porto Alegre  até Santa Maria, que é onde ele  reside agora e cara, foi tão mágico aquele episódio! Nossa, aprendi tanto, escutei ele muitas vezes e vou escutar muitas vezes.

Mas o que apegou mesmo ao Café Brasil, foram os programas musicais, cara! Mágico, mágico, mágico! Eu fui fisgado, principalmente, pelo episódio 600, do Queen. Eu não gostava de Bohemian Rhapsody, tinha escutado umas duas vezes… não me alegrava, sabe cara? Tipo não tinha sido tocado ainda. Mas, quando você passou aquele episódio, botou um pouquinho do episódio Bohemian Rhapsody  junto no 600, eu virei… eu já gostava do Queen, pelas músicas, I want to break free, aquela We will rock you, essas músicas mais assim que o pessoal mais curte, mas hoje eu escuto Bohemian Rhapsody toda semana, praticamente todo dia. Aquele episódio cara, eu trabalho com… hoje eu trabalho numa máquina, estou ajudando na colheita de algodão, então, todo dia eu boto o programa sobre o Harry Nilson, sobre Sultans of swin, aquele 600, Welcome Hotel California, entendeu? Eu salvei os episódios cara e escuto praticamente todo dia, entendeu?

Então, eu só queria te agradecer, cara! Você sem querer, você praticamente me ajudou a crescer muito na minha vida, entendeu? Só tenho que te agradecer. Você me fez ter mais calma, entendeu? A pensar. O programa 600, cara, assim… O Fred Mercury foi um grande cara, mas assim… me ajudou a baixar minha bola. Não por medo de algumas coisas, mas assim… por entender que como eu tenho 21 anos, eu tenho que fazer um certo pé de meia, saber me controlar hoje, entendeu? É algo assim que eu pensei pra mim, que eu fui ligando os pontos e decidi, pra mim, fazer um pé de meia… comprar uma casa, comprar um carro, juntar uma grana, ter meus filhos, que é meu jeito de ser. O povo do sul, praticamente, é muito disso. Então, seus programas contam histórias e eu fico pensando pra mim, sabe? Foi um jeito que Fred Mercury escolheu viver, eu escolhi viver do meu jeito. Todo mundo tem a sua escolha, cada um faz o que quer praticamente com a sua vida.

Mas assim, me ajuda muito, sabe? Eu penso: que massa, cara! É bom a gente ter exemplos e ver… hoje… o Queen podia existir até hoje, entendeu? Se o Fred  Mercury tivesse se controlado um pouco. Mas, foi a escolha dele e deixou a marca dele até hoje, todo mundo… ele faleceu em 91, eu nasci em 98 e hoje, estamos 2019 e eu escuto as músicas dele, entendeu? Então, foi um cara influente. Então cabe pegar de exemplo. Como muitos outros cantores, como muitos outros artistas, como você. Cara, eu pesquisei um pouquinho sobre você, pra entender o que era o Café Brasil.

Então, eu só queria te agradecer, cara.  Dizer meu muito obrigado de coração, pedir pra você continuar a fazer programas musicais que me ajudam muito, cara. E com certeza ajuda muita gente, igual à menina do … eu não lembro o nome dela agora, ela falou no episódio do Hotel Califórnia que você está ajudando muita gente. E pra quem eu conheço, de cara tem um programa Café Brasil do iPhone, cara… vai lá, pesquisa lá, cara, vale a pena. Quando você está sozinho e quer fazer alguma coisa, escuta esses podcasts, cara! Tem muita coisa, política, música, história de vida. Cara! Vai lá, moço. E muitos amigos meus já adquiriram e cara, eu tô muito feliz.

Então, muito obrigado, uma excelente semana pra todo mundo, pra vocês principalmente e um grande abraço”.

Que legal Felipe… Você não faz ideia de como é bom receber esse tipo de retorno dos ouvintes viu? Dando conta que de alguma forma nosso trabalho o ajuda a crescer, a tornar-se uma pessoa melhor. OLha! Aqui não tem caranguejo, meu caro. Se a gente ver você na beirada do balde, vamos é empurrar pra cima, viu? Se todos fizéssemos assim, acho que viveríamos num Brasil muito diferente. Bola pra frente, meu caro! E pra cima!

Muito bem. O Felipe receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar seu endereço para [email protected].

A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, e se na hora do amor aparecer um caranguejo?

Lalá – Ah, eu boto um Prudence nele! E pra cima!

Pode ser
Malu Magalhães

Pode ser o seu cabelo
Ou o jeito que você anda
Pode ser o seu apelo
Pelos burros de Miranda

Pode ser o sol da tarde
E essas coisas que ele traz
Dada a sua intensidade
Ou a calma do meu mundo

Um dia eu vou ficar bem
Só pra te querer mais
Onde quer que eu ande bem
Domingo é pra te dar paz

Pode ser o seu tamanho
Ou o jeito que você erra
No momento em que eu te ganho
Ou no barco que te leva

Pode ser o que você quer
Ou o que eu tenho pra te dar
Uma vida inteira pra viver
Ou um só segundo pra lembrar

Um dia eu vou ficar bem
Só pra te querer mais
Onde quer que eu ande bem
Domingo é pra te dar paz

Essa é a Banda do Mar interpretando Pode ser, canção de Mallu Magalhães. A Banda do Mar é formada por Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Fred Ferreira. E a letra diz assim: Um dia eu vou ficar bem/Só pra te querer mais…

Muito bem… Faça então um teste. Tente algo novo, uma ideia, um projeto, uma intenção fora da média, da mesmice, e conte para as pessoas. Fale da viagem, do curso de idiomas, do emagrecimento, da empresa que você quer abrir… e veja a quantidade de gente que tentara dissuadir você de fazer o que se propõe.

Pois é. Para praticar a mentalidade de caranguejo, pensamos, falamos e agimos de formas a tentar parar quem pode nos ultrapassar e ser mais bem-sucedido.

Circunstâncias pessoais, negação da própria situação, medo, ansiedade, falta de disciplina, falta de motivação, de energia ou de esperança… tudo isso pode provocar a mentalidade de caranguejo. E, é claro, a facilidade como abraçamos pensamentos negativos. Em vez de focar em nossas limitações, preferimos trabalhar para reduzir a autoconfiança dos que estão progredindo. Você já viu isso? Já foi vítima disso? Já praticou isso, é? Pois é…

Viola in blues
Pereira da Viola

Meu desejo pode
Tudo explode canto
Quando me entrego todo tempo
Tempo todo pode ser de luta
Bruta razão

Cara, olha que delícia, bicho… esse é o Pereira da Viola, com Viola In Blues. Descendente de índios, filho de lavradores que tiveram 14 filhos, natural de São Julião, Distrito de Teófilo Otoni, Minas Gerais, José Rodrigues Pereira, o Pereira da Viola, aprendeu sozinho a tocar o instrumento em que se tornou virtuose. Cara, eu amo viola caipira….

Cara, é quase inevitável… Você luta como um desgraçado para conseguir estudar, quer fazer um curso legal numa universidade, mas não pode. Não tem a grana para pagar a mensalidade. E aí fica sabendo de outra pessoa que conseguiu, que vem de família abastada e não terá problemas em pagar as mensalidades. Fica complicado reconhecer o mérito daquela pessoa, não é? A tendência é considerar que ela só conseguiu porque é privilegiada, não interessam seus méritos. E quando você estiver diante dela, por trás do sorriso amarelo, você carrega pensamentos amargos e, se bobear, uma torcida para que ela quebre a cara. Deixa ele ou ela ir embora pra ver os comentários que vão surgir…

Pense aí em como você reage às notícias de sucesso de outras pessoas. É sempre com genuína alegria? Claro que não. Você é um ser humano.

Bem, E sempre foi assim, não é? Esse é um problema de caráter de algumas pessoas, ora essa. Pois é. Mas a coisa pode ficar muito mais grave, quando a mentalidade de caranguejo deixa de atacar apenas indivíduos para dominar grupos. É quando o problema cresce para se transformar em leis, regras, normas que, a pretexto de promover a igualdade social, servem apenas para puxar para baixo quem está tentando se destacar. Você tem visto algo parecido por aí, É?

Eu lancei três edições do Podcast Cafezinho com o título de Monstros da Negatividade. Juntei os três textos aqui, vão ajudar a conduzir as reflexões deste programa.

Lalá, pra continuar na viola, manda aí o Renato Andrade com o Roberto Corrêa com Chalana, um clássico de 1943 de Mario Zan e Arlindo Pinto …

Que momento estranho, cara. A quantidade de gente com pensamento negativo, acusando de motivações e intenções negativas qualquer um que se diga esperançoso, que decida participar da mudança, é enorme. Chamo essa gente de monstros da negatividade.

São milhares, apostando que nada dará certo, desconfiando, demonstrando má vontade, aversão a riscos e frustração.

Mas se quem tem uma visão, digamos, mais esperançosa do futuro, tem de lidar de quando em quando com essas pessoas negativas, o negativo tem de lidar consigo mesmo todo o tempo.

Cara, deve ser insuportável, uma fonte infinita de angústia.

No fundo os monstros da negatividade pensam assim: “Se as pessoas agissem como eu quero, aí sim as coisas andariam bem.”

Quanta arrogância!

Acham-se acima dos demais, capazes de entender o que os outros não entendem, de enxergar o que outros não enxergam, certos de que são capazes de prever o futuro pessimista, poder que os ignorantes que acham que “agora vai” não têm.

Os monstros da negatividade são incapazes de perceber as consequências de suas atitudes destrutivas no delicado momento em que precisamos nos unir para construir. As coisas não estão indo do jeito que a pessoa quer e como ela não é capaz de compreender e lidar com esse sentimento interno de frustração, faz o que aprendeu quando criança: chora. Esperneia. Destrói.

Foi o que sobrou para quem precisa admitir a consciência de sua impotência.

Mas o pior mesmo é outra constatação. O monstro da negatividade jamais contribuirá para o sucesso do grupo.

“O pessimista é um otimista bem informado”, você lembra disso, hein? Essa frase arrogante foi dita por um monstro da negatividade.

Olha, eu não quero gente assim por perto. Eu não preciso de gente assim por perto. Neste momento aqui eu quero gente positiva, que contamina os outros com sua energia boa.

Gente que fará bem para mim.

Aliás, pra nós.

Para quem está em outra vibe, apostando na mudança, aceitar os monstros da negatividade esperando que, com o tempo, eles vão mudar de visão, é uma atitude passiva que alimenta o monstro, que se sentirá justificado, ficará mais forte e violento, apostando que em algum momento dirá triunfalmente aquele “eu avisei!”. Na verdade, o monstro, mesmo inconscientemente, torce e até trabalha para que as coisas deem errado!

E exercer a tolerância, apenas reconhecendo e tolerando o direito do outro de ser negativo, não muda nada. O que fazer então?

Bem, primeiro devemos cuidar de nossa armadura emocional, que nos protege da contaminação pelos negativos. Temos de proteger nossa energia, nossa motivação para mudar. O monstro da negatividade não sabe mais que nós, não pode adivinhar o futuro, só pode se alimentar de suas angústias e gerar energia negativa para que as coisas não mudem.

Depois, devemos demonstrar segurança, deixar claro que escolhemos outro caminho e – se possível – explicar a razão. Mostrar que preferimos aceitar os riscos da mudança a permanecer no ressentimento passivo.

A negatividade tem suas raízes no medo de ser desrespeitado pelos outros; no medo de não ser amado pelos outros e no medo de que as coisas ruins possam acontecer. Esses três medos, conectados e se auto alimentando, ampliam a percepção de que está tudo errado e que vamos invariavelmente nos dar mal.

Quem vive sob a influência desses medos, reagirá mal a qualquer um que tente mostrar que existe algo bom em perspectiva. Para o monstro da negatividade, a única garantia é o fracasso e pedir que ele confie em qualquer outra pessoa, lei, instituição ou até mesmo em você mesmo, é perda de tempo. O raciocínio dele está preso numa eterna noite sem luar.

Dá pra reconhecer essas pessoas observando alguns sinais:

– A tendência de ver motivações negativas nas ações de outras pessoas. Tudo que alguém faz tem segundas – e más – intenções.

– A tendência a acreditar que o futuro é tenebroso. O que está bom agora, dará errado logo mais. Sempre foi assim, por que que vai mudar agora?

– Aversão ao risco, especialmente ao risco de confiar nos outros. Suas relações serão, necessariamente, superficiais.

– Necessidade de controlar o comportamento dos outros. O monstro da negatividade quer controle. Seu controle.

– A aceitação, como normal, de comportamentos moralmente questionáveis, como alternativa ao mal que imaginam

– O total esquecimento das lições do passado. Qualquer passado.

Você sabe o que existe em comum nesses sinais, hein?

A tendência a sempre jogar a culpa em algo externo, noutra pessoa, numa instituição, no sistema, na história. Ou então na má sorte. Nunca a culpa é da própria pessoa, de suas escolhas e atitudes. A felicidade está lá fora, mas algo ou alguém do mal impede o monstro de chegar lá. Então ele vai reclamar desse algo ou alguém. E se aparecer um ingênuo tentando mudar a realidade, reclamará dele, pois tem certeza que nada dará certo.

Você conhece gente que pensa assim, hein? O quê? Você pensa assim?

Putz… Cara, procure ajuda. Você deve ser insuportável.

E a Nakata, hein? Que continua patrocinando nosso cafezinho!  A Nakata fabrica autopeças para veículos leves, pesados e motos e mantém um blog com dicas para ajudar você a cuidar bem do seu carro e economizar na manutenção. E com dicas técnicas para o seu mecânico. Olha! Se você acessar o blog.nakata.com.br com um comentário dizendo que chegou lá pelo Café Brasil, bote o comentário em qualquer post, concorrerá todo mês a um curso na Udemy. Três ouvintes já ganharam, cara. O deste mês também já foi.

A Udemy é um ambiente virtual para ensino e aprendizado, tem milhares de cursos lá. Se você for sorteado pode escolher o duros que talvez  possa mudar sua vida, cara! Até o valor de 250 reais. Que tal?

blog.nakata.com.br

Tudo azul? Tudo Nakata.

Olha, não existe nada saudável em desejar o insucesso dos outros. Ninguém se beneficia com essa morbidez. A mentalidade de caranguejo só serve para alimentar suas inseguranças e baixa autoestima. E mesmo que você sinta algum prazer, que alimente seu ego com alguma sensação positiva, torcer e trabalhar para o insucesso dos outros não é uma estratégia viável para o bem-estar no longo prazo. Onde é que isso leva você? Que vida de merda é essa?

Sempre, repito, sempre haverá gente mais inteligente, mais bonita, mais rica, mais forte, mais preparada, mais agradável, mais sortuda que você. Se você ficar se comparando, a única coisa que acontecerá é que será cada vez mais difícil aumentar sua autoestima. Seu perdedor!

A mentalidade de caranguejo sobrevive da ideia de que se outra pessoa for bem-sucedida, de alguma forma roubará um pouco da minha alegria de viver. Nossos colegas se transformam em competidores, os integrantes dos outros times se transformam em adversários a serem derrotados, custe o que custar. Em vez da união para atingir um bem comum, temos o conflito e o confronto, a quebra do tecido social.

Para com isso, meu. Qualquer pessoa que estiver contribuindo para o progresso, de forma genuína e moral, está fazendo algo positivo por você. É alguém como você, vivendo uma experiência que você gostaria de viver. Tente se mostrar satisfeito por ela ou ele.

Agora preciso trabalhar.

Tem mais um monte de bandido pra botar na cadeia. E um país inteiro pra construir.

Só se não for brasileiro nessa hora
Moraes Moreira
Galvão

Desde lá, quando me furaram a primeira bola no meio da rua
Na minha terra, quer dizer em Juazeiro onde se dá ao mesmo tempo Ituaçu

Desde lá, quando me furaram a primeira bola no meio da rua
Na minha terra, quer dizer em Juazeiro onde se dá ao mesmo tempo Ituaçu

O ho ho ho, a vizinha tem vidraças. Tem sim sinhô
O ho ho ho, a vizinha tem vidraças. Tem sim sinhô

Aos meus olhos bola, rua, campo
Sigo jogando porque eu que sei o que sofro
E me rebolo para continuar menino
Como a rua que continua uma pelada

E a vida que há no menino atrás da bola
Para carro, para tudo, quando já não há tempo
Para apito, para grito e o menino deixa a vida pela bola

Só se não for brasileiro nessa hora!
Só se não for brasileiro nessa hora!

Que delícia. Esses são os Novos Baianos, lá em 1973, com Só se não for brasileiro nesta hora, cantando que

Aos meus olhos bola, rua, campo
Sigo jogando porque eu que sei o que sofro
E me rebolo para continuar menino

Olha, espero que tenha ficado claro que é tudo uma questão de perspectiva… Você pode olhar o sucesso de outra pessoa apontando para as falhas e erros, pode dizer que ela não merece o sucesso, reclamar que não é justo, fazer papel de vítima e acusar a pessoa de privilegiada. Ou então ter empatia pelo sucesso e felicidade do outro, sem fazer julgamentos. Experimente. Sinta uma energia boa chegando… E de repente aquela pessoa se transforma em fonte de inspiração, motivação e esperança.

E aí, meu caro, quem progride é você.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, completando o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, a nossa “Netflix do Conhecimento”, onde você tem uma espécie de MLA – Master Life Administration. Gosta do Café Brasil? Então acesse cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Para o resumo deste programa, acesse portalcafebrasil.com.br/674.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase de ninguém menos que Kurt Cobain

É melhor queimar do que se apagar aos poucos. Paz, amor e empatia.