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673 – LíderCast 12

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Luciano Pires -

Mais uma temporada do LíderCast, agora é a 12. Mais um elenco de primeira linha, com histórias da vida real, de vitórias, fracassos, medos e coragem. Tudo aquilo que a gente encontra no dia a dia, com aquela pegada que você só encontra no LiderCast.

Hoje eu apresento o elenco.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

A temporada 12 do LíderCast saiu com… 12 episódios. O esquema você já conhece, né? É uma conversa livre, sem pauta, sem censura, que procura revelar o que pensa um ser humano enquanto procura causar impacto nas pessoas que o cercam. Convido gente que pode não ser celebridade, mas tem experiência de vida e com suas perspectivas nos desafia a rever nossos pontos de vista sobre como atuar nesse mundo. Nas conversas eu busco obter a verdade e não propaganda. Por isso eu não quero só fodões no programa, mas gente que faz a diferença no seu quintal. A ideia é conduzir a conversa como se eu estivesse escrevendo uma história, não dá pra contar tudo, mas dá pra revelar o que for necessário para que a história se desenvolva. E como eu nunca tenho uma pauta, as surpresas acontecem.  Pra mim e pra meu convidado. São histórias que revelam uma unidade, luta, vitória, alegria, sofrimento, fracassos e algumas vezes, até um toque de transcendência. Meu combustível são as coisas nas quais eu acredito, meu conhecimento, meu desconforto, meu instinto e uma profunda empatia com o ouvinte. No LíderCast, eu sou você.

Veja só quem está na temporada 12.

No programa 156, temos Karina Oliani e Carlos Morey

Aproveitando que o Everest está sendo discutido na sociedade, por conta de um congestionamento próximo do topo, recupero um papo sensacional que eu bati com dois montanhistas queridos em 2014. Talvez ajude você a compreender o que faz um louco ir até lá.

Karina – No montanhismo a gente não tem competidores, mas eu encontrei o pior competidor que eu poderia ter.

Luciano – você mesmo.

Karina – eu mesmo. Eu era muito competitiva. Eu fui bicampeã brasileira de wakeboard, bati recordes de apnéia, ganhei campeonatos de snowboard, mas teve uma hora que eu falei assim: caramba! Por que que eu fiz montanha e parei nesse esporte? Porque eu ficava assim, dois anos num esporte e já buscava outro, ganhava alguma coisa, buscava outro. E montanha é uma coisa que eu quero fazer pra vida assim, porque é aquela coisa: é você descobrindo seus próprios limites, você não está contra a montanha, contra alguém, você está, na verdade, só testando você mesmo que é uma coisa espetacular.

No LíderCast 157, temos Marcel Van Hattem, jovem Deputado Federal pelo partido Novo, cuja atuação tem chamado atenção pela garra na defesa das ideias liberais. Olha, esse rapaz vai longe, viu?

 

Qualquer partido pequeno lá, consegue obstruir a votação durante horas a fio com uma série de requerimentos do conhecido kit obstrução. Entro com um requerimento lá, mando pra mesa, eu quero um requerimento de adiamento de discussão por duas sessões. E aí, você discute por uma hora aquele requerimento, é só uma forma de atrasar, de protelar pra não votar, pra ficar falando de mil outras coisas, usa o microfone, que é anti regimental, está no regimento, você não pode fugir do tema do debate. Tá debatendo adiamento de discussão por duas sessões, é falar nesse assunto. Não. Começa a falar da morte da bezerra, de um monte de outras coisas, só pra ganhar tempo. Aí você finalmente votou esse requerimento de adiamento, derrotou ele, ou seja, a maior parte da câmara quer trabalhar, vota contra pra poder seguir, aí você acha que vai votar o projeto, não. Acabou de ser rejeitado de duas sessões, adiamento por duas sessões. Agora vamos votar o requerimento de adiamento por três sessões.Ai começa todo o debate de novo. Terminou  o debate depois de uma hora, agora vem o requerimento de adiamento por quatro sessões. Então, tem uma série de… não é infinito, mas tem uma série de artimanhas que os partidos podem usar, partidos pequenos tem esse direito de obstruir as votações. Então, isso tem que mudar e infelizmente ainda não há uma mobilização forte o suficiente pra mudar isso.

No LíderCast 158, temos Georgios Frangulis, empreendedor e fundador da Oakberry Açaí Bows, que está reposicionando o popular açaí como alimento nutritivo e expandindo a franquia para fora do Brasil. Cara! é uma história de um empreendedor brasileiro  que dá a volta lá pelos Estados Unidos antes de voltar pra cá.

A minha margem, o custo de produto CMV, ele automaticamente é ficar mais confortável aqui no Brasil porque ele não ia ter custo de importação, ele não ia ter custo de transporte, transporte ele vinha direto pra São Paulo, não  é de Minas Gerais pra Los Angeles. Então a gente acabou tendo esse conforto que é um colchão, sabendo que tudo pode mudar no Brasil dum dia pro outro. Mas como a gente modulou o negócio pros Estados Unidos e acabou espelhando ele pro Brasil, a gente tinha essa folga vai, digamos assim, de saber que teríamos uma margem confortável mesmo se o mercado bagunçasse, como bagunçou, a gente pegou a crise assim, ao pior. Impeachment, impeachment da Dilma, Temer, Joesley day, putz. Tudo.

No LíderCast 159, temos Paulo Ganime, jovem deputado federal pelo partido Novo, engenheiro e economista que atuou em empresas multinacionais no Brasil e exterior e decidiu impactar na sociedade como político. Cara! E já chega chegando.

Você vê um bando de gente ali, quando você vê o cara e conhece a história do cara, não é político, alguns são consultores da câmara, são técnicos, são pessoas boas, né? Então, a máquina ali está hoje aparelhada, de maneira geral, como estou falando, não estou dizendo que não existam falhas, mas como pessoas, com vontade de fazer as coisas certas. Então, isso também nos dá tranquilidade de apoiar nesse sentido. O Novo, por exemplo, não é um partido da base do governo. A gente vota contra o governo quando precisa votar, a gente critica quando precisa criticar. Agora, se está fazendo a coisa certa, por que que a gente não vai apoiar? Você falou muito bem: a questão do… das palavras, o próprio Zema, governador lá de Minas, no início, ele também, pô, primeira vez como político, apanhou, falou algumas coisas que não deveria falar. Agora, quando você olha o trabalho que ele está fazendo, é muito bom, é muito técnico e tudo  mais. A gente dá muito valor pro que aparece na mídia, até porque a mídia tem esse papel, eles precisam de click, precisam de leitura então eles vão destacar aquilo que gera polêmica.

No LíderCast 160, temos Parker Treacy, um norte americano do setor automotivo ­financeiro, graduado pelas Universidades Duke e Harvard e  que decide empreender no Brasil no ramo de tecnologia de comunicações.

A única coisa que me assusta a mim, assim, começando, tudo foi muito assustador, você  fica entendendo tudo melhor e criando uma infraestrutura pra resolver as coisas. Mas, a parte pior é a lei trabalhista. Porque… tipo… um golpe que eu sempre senti nos Estados Unidos, lei trabalhista não existe. Não existe. Por exemplo, alguém, Pode demitir amanhã, não deve nada. Paga um dólar pra pessoa, a pessoa recebe um dólar pra pagar os impostos dela. O golpe do governo é, em termos de lei trabalhista, vou falar… talvez… vou pagar um real, mas aí, vai ter setenta e cinco centavos, mas aí eu preciso pagar setenta e cinco em cima, mas o funcionário só sente que eu paguei vinte e cinco por cento de imposto, mas não. Você paga sessenta e cinco por cento. Porque o que saiu pra você, quanto você recebeu, não faz diferença se eu paguei pro governo ou você. Mesma coisa saiu quando você recebeu.

No programa 161, temos Murilo Gun, criador, inovador, pensador, provocador. Uma figura emblemática no trato da criatividade, que faz sua segunda participação no LíderCast.

Algumas décadas atrás, na época dos nossos pais, avós e tal, até a gente, quando era muito criança, era possível viver sem estar criando novas imagens, só repetindo imagens já imaginadas, portanto, sem criatividade, resolvendo os problemas sem imaginação, só com memorização, recuperação de imagens já imaginadas por outros. E seguia-se. Até que, de algumas décadas pra cá…mas, quem usava a imaginação se destacava. Era possível sobreviver, há décadas atrás, só recuperando imagens, aquela vidinha piloto automático, aquela vidinha ali do ratinho lá, o hamster…. vai vindo, mas quem usava a imaginação se destacava. Era mais explícito ver o uso da imaginação nas artes, porque as artes acaba virando público. mas, o mundo corporativo estava lá, aquele cara se destacando porque usava a imaginação pra dar uma solução pra um problema. E  o mundo acelerou, essa loucura, né? Esse negócio de o mundo mudou, esse discurso que fala-se muito, né? O mundo mudou, o mundo mudou, o mundo sempre esteve mudando, né, bicho? Assim, tá mudando lá com painho, quando o vovô estava velho… tá mudando, mas realmente agora, o bagulho entrou na aceleração e pra mim, a evidência de que o mundo está louco,  é quando você vê economista concordando com astrólogo.

Vamos ouvir o comentário de um ouvinte?

“Fala Luciano e equipe do Café Brasil. Boa tarde. Luciano, meu nome é André, eu tenho 28 anos, moro em Ibirité, Minas Gerais e sou líder de primeira viagem. Eu só quero compartilhar com vocês o seguinte: mesmo eu sendo aí amante de podcast, sendo assinante do Café Brasil Premium e estando aí sempre buscando conhecimento aí nessa parte de gestão de pessoas, hoje eu tive um dia daqueles e hoje me veio o insight: mesmo me preparando, tendo aí os ensinamentos que vocês passam pra gente, a gente faz cada cagada… aí me veio na cabeça: pô, se eu que estou me preparando, dou umas cabeçadas dessa, imagine quem não tem acesso a isso. É rapaz, não é mole não.

Valeu. Um abraço, vida longa  ao nosso Cafezinho. Tchau, tchau.”

Rararara… André, fique frio cara, você não é o único com esse tipo de angústia não, viu? Não existe escola teórica que lhe prepare para as surpresas do dia a dia. O grande lance é exercer seu o poder de escolha, de dedicar seu tempo de vida para se preparar, por sua conta, do jeito que você está fazendo. Ouvindo o LíderCast, por exemplo. No dia que a experiência chegar, talvez você tenha ouvido as histórias de quem enfrentou desafio parecido. E isso enriquecerá sua capacidade de tomar decisões. Não basta ter acesso, meu caro. É preciso querer ter acesso.

Muito bem. A André receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar seu endereço para [email protected],

A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então! Lalá, você que é um sujeito experiente, o que é que diz pra quem não sabe nada sobre a hora do amor?

Lalá – Ah meu! eu falo pra começar colocando um Prudence…

No programa 162, temos Aldo Pini, ex-diretor de planejamento da Africa,que assumiu o posto de chief strategy officer (CSO) da Bullit, uma das mais tradicionais e criativas agências de propaganda do Brasil. Um papo muito legal sobre comunicação e liderança.

Eu não estava nem aí. E realmente, hoje eu faço essa reflexão de como teria sido a minha carreira se tivesse ficado esperando uma vaga pra ser redator e se talvez eu tivesse sido um redator bom, se tivesse sido um redator que tivesse tido um trabalho brilhante, premiado e conhecido, se eu tivesse… se eu conseguisse seguir a carreira que eu segui como estrategista, como criativo. Tenho minhas dúvidas. Porque eu gosto muito da parte estratégica. Eu gosto muito da parte do comportamento humano. E daí eu, na hora que o cara virou pra mim e falou planejamento, eu falei: porra, que que faz. Como se alimentam os planejadores, né? E aí eu fui entender um pouquinho do que era o riscado. Ele me deu um monte e a gente tinha isso na época, né? Lá no passado tinha apostila, tinha coisas de metodologia e ele me dava tudo que era referência do que ele tinha trabalhado na Phillip Morris, meu isso aqui é estratégia, tal. Então, eu tive um benefício, que ao contrário da maioria dos planejadores, eu aprendi  os fundamentos de estratégia, pelo menos no primeiro contato, com estratégia da empresa e não com estratégia do cliente ou da agência mesmo, metodologia da agência. Isso eu vim ter depois.

No programa163, temos Amanda Sindman, profissional de comunicação, jornalista e mulher trans, muito longe do estereótipo que a sociedade aprendeu a usar.

Eu tive um amigo, quando eu contei pra ele ele falou: tá. Então a partir de hoje em vez de te chamar de retardada eu vou te chamar de vagabunda. Tirando sarro, sabe. Os teus amigos de verdade não estão nem aí. Eles querem estar contigo por outros motivos. Claro que nem tudo é positivo. Eu tive um caso, um outro conhecido meu, conhecia há dez anos, sabe. Nós estávamos numa festa juntos ele chegou pra mim, olhou e disse: olha, eu respeito as tuas decisões, mas eu não quero que tu dê em cima de mim, Por nada assim, eu nem tinha conversado com ele. E eu: tá, mas eu não dei em cima de ti. Acho bom. Fica longe. E nisso, a gente estava no carro, voltando pra casa, que a gente tinha conseguido carona, eu olhei pra ele, vou falar o que? Só que ele estava com uma cara agressiva pra mim. Então tá.

Luciano – devia ter falado, você não é meu tipo.

Eu olhei pra ele: tu para de falar essas coisas pra mim, porque se tu não parar, eu vou por a mão na tua coxa.

No programa 164, temos Artur Motta, professor  cara, que fez a transição de carreira e usa podcasts em sala de aula.

Uma das matérias que eu dou, eu trabalho muito a competência, porque, numa das matérias que eu dou, é isso que eu ia comentar, a cada semestre mudo 20% do conteúdo, pra garantir que eu trago coisa nova. Só que putz, mesmo assim, significa que 20% do curso está ficando obsoleto a cada semestre. Então significa que daqui a algum tempo , meia dúzia de anos, esse conteúdo todo já mudou, né? Então, eu preciso me preocupar, e aí vem essa questão do digital,eu preciso me preocupar muito em desenvolver as competências com os alunos. Como você age, como você se atualiza, como você se preocupa, de repente, em buscar novos conhecimentos? Como você cria esse  repertório, né? O que você tem de diferencial e como você trabalha isso? Então, eu me preocupo muito com isso, né? Nessa disciplina, por exemplo, neste semestre, a gente está discutindo gestão de crise, em função depois de Brumadinho né? Depois de lava jatos, etc., a gente está discutindo isso, a gente está discutindo a questão da diversidade que é um assunto super em pauta, a gente está discutindo economia compartilhada. Então, a disciplina que eu tenho liberdade de trazer os assuntos que muitas vezes não são vistos na academia.

No programa 165, temos Ícaro de Carvalho, um dos mais influentes profissionais de comunicação especializado na internet, mídias sociais e um baita construtor de negócios.

Eu acho a escola um grande desperdício de tempo. E não porque ela não saiba fazer o que ela faz, mas justamente porque ela sabe fazer muito bem o que ela faz. A escola exige um ciclo de aprendizado, pensa bem, teu filho entra na escola com quatro anos, ele vai até os dezessete. Você conseguiria deixar essa criança livre até os doze anos seguramente. E fazer um modelo intensivo, sem tanta perda de tempo, sem tanto entrada e saída, sem tanto recreio, sem tanto isso, sem tanto aquilo, quando ele já está maduro e prepará-lo tranquilamente num ano ou dois pro processo do vestibular. Então, existem melhorias a serem feitas. Eu não sei se a melhoria é o governo  decidindo tirar dinheiro de um lado pra por no outro, porque pra mim, o governo não deveria por dinheiro em nenhuma dessas áreas. Então, quando o Bolsonaro fala, faz muito barulho, mas eu acho que faz muito barulho porque é ele falando qualquer coisa, como você disse.

No programa 166, temos Juliana e Abbey Alabi. Ele é imigrante africano, que chega ao Brasil para estudar, quebra a cara, e hoje abre oportunidades de futuro para pessoas de classes mais baixas. E ela é a esposa brasileira que faz com tudo funcione.

Juliana – o conhecimento que você dá pra alguém, não vai tirar de você o conhecimento que você tem. Você continua tendo aquilo. É diferente talvez de você ajudar com dinheiro, talvez o dinheiro faça falta pra você, mas o conhecimento não. Você continua…. estar entregando pra outra pessoa.

Abbey – …e é mágico, porque o que ela falou agora, aconteceu outros, que algumas pessoas começaram a dar aula com a gente. Abbey, eu quero saber como dar aula. Aí eu gravava vídeo de cada livro e mando pra eles, eles assistem, dão aula e hoje em dia já temos mais ou menos uns quatro ou cinco professores que começaram com a gente e dando aula em escolas de inglês. Então, todo mundo está ganhando. Ah! Mas eu não falo muito bem. Foi assim que começou, Abbey, mas o meu inglês tá ruim. Calma. O que você já sabe, passa pro outro. E o que acontece, é que a gente sabia, mas não podia contar é que você, quando vai na sala de aula, quer dar aula com alguém, você estuda antes de ir. E quando você estuda antes de ir, você cresce, entendeu?

No programa 167, temos João Kepler, especialista em empreendedorismo, startups, marketing e vendas; premiado como melhor Investidor Anjo do Brasil pelo Startup Awards.

João – Aí ele apontou aí uns cinco itens, tecnicamente falando e que me surpreendeu muito, porque ele foi muito pontual em cima do meu power point tosco e mais o software que eu fiz a demonstração, ele foi muito pontual. Então, eu disse a estrutura que eu tinha, ele falou: você tem gorduras estruturais, ou seja, você tem duas pessoas pra café, uma atendente de telefone, você tem prédios, capital tangível, isso, capital tangível, capital intangível, pra mim, naquela época, era bicho assim, eu não sabia quais eram as diferenças. Eu não entendia que o capital intelectual  era mais importante do que o não intelectual. Hoje eu sei. Mas naquela época, eu não sabia, então pra mim era escritório com fachada, com uniforme de funcionário, sabe, custo fixo gigantesco e ele viu isso. E ele disse: você tem isso. E eu disse: mas mano, não tem que ter? Não. não tem que ter. Tanto é que ele me levou pra ver outras empresas de tickets na cidade depois. Ele me levou pra ver. Era um escritório, um colaborativo naquela época, já tinha cowork, ou seja… mas como é que esses caras trabalham, um monte de empresas aqui?

Luciano – que é uma paulada, Pra nós que fomos educados no “protege o teu negócio”, “não deixa ninguém ver”, 0 cara vem e fala: abre essa merda, cara. Deixa todo mundo ver. Quando mais gente puder colaborar…

João – … hoje é colaborativo, naquela época não era. Então eu peguei um cara que me ajudou, ele falou isso, queo meu custo de aquisição de cliente é alto, porque ele viu quanto eu faturava e quanto eu tinha de imagem e quanto eu precisava gastar de marketing ou de esforço de vendas pra ter um cliente. Esse é o CAC – custo de aquisição de cliente. Se você está me ouvindo e não souber o que é CAC, procure saber porque, realmente, é um KPI fundamental.

E a Nakata, hein? Que fabrica autopeças para veículos leves, pesados e motos e mantém um blog com dicas para ajudar você a cuidar bem do seu carro e economizar na manutenção. Olha” Também tem dicas técnicas para o seu mecânico. Se você se cadastrar no, presta atenção: se você se cadastrar no blog.nakata.com.br com um comentário dizendo que chegou lá pelo Café Brasil, concorrerá todo mês a um curso na Udemy, que é um ambiente virtual para ensino e aprendizado, que conecta alunos de qualquer lugar aos melhores instrutores ao redor do mundo. Eles têm milhares de cursos e o ganhador poderá escolher qualquer um até o valor de 250 reais.

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Muito bem, encerramos aqui mais um Café Brasil. O LíderCast é distribuído por temporadas, da seguinte maneira: os assinantes do Café Brasil Premium recebem as temporadas completas, de uma vez só. Assim podem escolher que episódio ouvir primeiro, na ordem que quiserem.

Os não assinantes recebem os programas , sempre às quintas feiras, um por semana.

Um dica interessante: se você acessar os episódios no portalcafebrasil.com.br, encontrará a transcrição completa das conversas. E se clicar no link para download, poderá baixar essa transcrição em PDF. É uma ferramenta fabulosa para quem está aprendendo português com podcasts. E tem gente que ouve lendo e assim ganha uma capacidade imensa de retenção do conteúdo.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, como sempre. você aí ó, completando o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, nossa “Netflix do Conhecimento”. Olha cara, se você gosta do LíderCast, se você gosta do Café Brasil, você não sabe o que está perdendo lá no Premium, cara. É o nosso MLA – Master Life Administration. Acesse cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br. OLha cara, o que é que faço lá: eu conto histórias, eu provoco, eu levo uma reflexão fora  do ambiente do dia a dia pra fazer com que melhore a sua capacidade, da sua equipe, de julgamento e tomada de decisão. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase do jornalista Pedro Bial.

A vida não vale nada se você não tem uma boa história pra contar.