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Luciano Pires -
Download do Programa

Não é fácil hoje em dia ter uma ideia original, defender algo que não faz parte da pauta da maioria. É muito fácil ser engolido pela normose e perder nossa individualidade, repetindo o que todo mundo faz, porque todo mundo faz, porque todo mundo faz. Não é fácil ser o centro dos olhares, o polo de atração dos haters, aquela gente que não suporta quem pensa diferente. Não é fácil ser…original.

Vamos nessa hoje.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Um dia, conversando informalmente com o Murilo Gun, ele disse uma coisa que me marcou profundamente. Estávamos falando da imensa quantidade de gente dando opiniões e muitos se qualificando como “gurus”. O Gun dizia que se incomodava com a repetição de conceitos, com gente que lia um livro aqui e copiava ali e então ele me disse:

– Luciano, são poucos que têm ideias originais, que conseguem defender um ponto que não faz parte da repetição de ideias dos outros.

Defender ideias originais, cara… Aquilo ficou reverberando em minha mente como um alerta para a necessidade de abraçar nossa individualidade, de construir nossa opinião, de não sermos apenas repetidores do que o senso comum diz por aí. E se eu já fazia isso meio que inconscientemente cara, passei a exercer uma espécie de polícia da mente, sempre questionando se não estou apenas repetindo modismos. E aconteceu algo curioso.

Desfiz diversos posts, eliminei partes de minhas palestras, revi textos, sempre procurando abandonar os chavões e modismos para deixar aquilo que é mais original.

É, cara… mas não é fácil, viu?

Encontrei no Facebook um texto de Ivan Martins, que escreve para a revista Época, e que deu o nome a este programa: fora da caixa.

O Ivan Martins diz assim, ó:

Você quer alguém que seja o máximo ou topa uma pessoa esquisita, que deixe você feliz?

Ando sob a impressão terrível de que nossas escolhas pessoais estão sendo afetadas por algo equivalente ao padrão FIFA. Se você não acredita, olhe em volta: quem foi a última amiga que você viu ao lado de alguém interessante, hein? Não estou falando de gente bonita ou bem-sucedida. Estou pensando numa personalidade original, surpreendente, inesperada. Quando foi a última vez que você mesmo – ou você mesma – saiu com alguém levemente inquietante?

Sozinhos, no escuro do quarto, todos nos sentimos transgressores. Só Deus sabe as coisas que nos passam pela cabeça. Mas, à luz do dia, diante de um mundo cada vez mais homogêneo, em que todos os gostos e valores se assemelham, fazemos o que todo mundo faz – nos aproximamos de gente que preenche o padrão comum de qualidade.

Nele não cabem esquisitos ou solitários. Nele não entram desajustados. Os neuróticos, os tristes, os libertinos estão fora. Os chatos criativos, os tímidos brilhantes, os feios apaixonantes não têm chance. Poetas exagerados e rebeldes exaltados jamais se juntarão a nós. São inconvenientes. Almas artísticas tampouco nos interessam. Gente complicada incomoda. Não queremos a confusão, angústia, papo cabeça. Nossa vontade é passar a vida entre gente bonita, bacana e descomplicada.

Se você não cabe nessa descrição, parabéns.

Significa que você não vive num comercial de cerveja, namorando uma moça de comercial de absorvente e caminhando, a passos largos, para construir uma família de comercial de margarina. Significa que a sua vida ainda não é um clichê bem comportado – ou cuidadosamente descuidado – e que nela há lugar para a surpresa. Talvez a chama que faz de você um indivíduo único – e não apenas um consumidor e contribuinte – ainda esteja acesa. Pode ser que você consiga – ou tenha a sorte de – se apaixonar por alguém que não seja um clichê de cento e vinte caracteres. Mas não é fácil.

Nós, coletivamente, perdemos o gosto pela diferença.

Gente que não cabe na caixa – gente que não se encaixa – não nos interessa. Dividimos o mundo burramente entre vencedores e perdedores, como num filme de comerciais americanos, e nos agarramos aos primeiros. Mas a perda que isso causa é enorme. Quem vive fora do bando tem muito a nos contar. A moça de olhar melancólico pode fazer música e poesia, falar outra língua, vir de um país distante. O cara solitário talvez seja um gênio da intimidade, tenha um humor corrosivo, vibre de fúria e indignação com o estado do mundo. Quem não se enquadra e nem se junta pode estar fazendo coisa mais interessante. Talvez criando um mundo novo, quem sabe inventando uma existência mais plena. Quem sabe?

No fundo, quando se trata dos nossos afetos, a pergunta essencial é sempre a mesma: você quer alguém que seja o máximo ou prefere alguém que alargue os seus horizontes e deixe você feliz?

Eu prefiro a segunda alternativa. Pessoas muito populares e bem sucedidas, com todo respeito, me parecem uma espécie de lugar comum. São como um filme do qual já se viu o trailer ou um livro cuja história já foi contada. Talvez um sapato que cabe em todo mundo.

Minha limitada experiência sugere que é melhor procurar quem nos surpreenda, alguém que tenha as nossas próprias medidas existenciais. Não porque haja uma alma predestinada a nos fazer feliz ou um relacionamento fadado a resolver a nossa vida. Isso não acontece. Mas há, sim, gente capaz de criar conosco uma conexão intensa e despertar – por décadas ou semanas, não importa – o que há de melhor dentro de nós.

Como não somos assim tão simples, como nossas angústias e aspirações não cabem num comercial da Copa do Mundo, talvez devêssemos buscar essa pessoa que nos toca entre gente como nós: fora dos padrões, fora dos clichês, fora da caixa.

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Ah,ah, ah, ah!!! Luciano! Cara! Foi muito legal o episódio 666 do Café Brasil. Acabei de ouvir. Eu gosto muito de rock e, ao contrário de você, também gosto muito do heavy metal, desde adolescente eu ouço. Então, foi uma viagem no tempo. E cara, foi muito legal. Parabéns por seu programa. 

Mas, o que me chamou atenção, foi o quanto que você se divertiu, cara! E eu me diverti junto com você. E dá pra sentir o tanto que você, que o Lalá, talvez a turma que você tem ai, se divertiu junto com você. E cara, como seria legal se todo mundo, todos nós que trabalhamos, conseguíssemos nos divertir tanto quanto você se divertiu nesse podcast. E aí as  pessoas se divertem junto.

E aí, a gente faz uma reflexão, como é que a gente faz, qual é o segredo, qual é a característica das pessoas  que realmente conseguem se divertir naquilo que estão fazendo. E aí, você acaba tornando aquilo muito especial. 

Um abraço e vida longa ao Cafezinho.”

Rarararara…. esse foi o André Lourenção, de Maracaju, Mato Grosso do Sul. Olha, André, sempre que termino minhas palestras, na hora que o pessoal vem cumprimentar e bater fotos ao final, eu pergunto se a pessoa reparou que quem mais se divertiu ali fui eu… E acho que esse é o segredo, viu? Inclusive para quem quer ser original. Se você consegue se divertir fazendo seu trabalho, contamina as pessoas. É impossível  ficar indiferente a um brilho nos olhos, não é? Enquanto for assim, meu caro, fique certo que o Café Brasil continua. Grande abraço.

Muito bem. O André receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar seu endereço para [email protected].

A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, qual é o segredo pra se divertir na hora do amor, hein?

Lalá – Ah, meu, usa um Prudence que brilha no escuro…

Uia! Esse é The bass walk, com o baixo fabuloso de Abraham Laboriel com uma turma do balacobaco, cara… recomendo que você assista o vídeo que coloquei no roteiro deste programa no portalcafebrasil.com.br. Você vai ver o que é se divertir enquanto trabalha…

Como é duro ser original, cara… mas afinal, o que “originalidade” significa para você? Tente se lembrar de alguma vez que você teve uma ideia original, que você sabe que foi só sua, que não copiou de ninguém.  Tente lembrar da sensação de dever cumprido por ter conseguido um objetivo com sua própria habilidade criativa. Agora compare aquela sensação com a outra sensação a que você teve quando, em vez de criar algo, apenas copiou a ideia de outro e adotou para si próprio. Você vai reparar que a sensação de gratificação é completamente diferente. A sensação de satisfação por algo que você mesmo concebeu, é inigualável. E isso é só um exemplo do porque ser original é importante: porque nos dá satisfação.

A originalidade é o resultado do seu poder de imaginação. Todos temos esse poder. Nascemos donos de uma imaginação infinita. Olhe seu filho ou a sua filha brincando, veja os mundos que eles constroem, veja como falam com os bonecos, com os animais… Não há limite pra imaginação ali.

Ouça o podcast Café Brasil 497 – Eureka, para saber mais sobre a imaginação e sobre nossos processos criativos.

Algumas pessoas utilizam a capacidade imaginativa com mais eficiência e tiram vantagens, produzindo grandes ideias e feitos. A imaginação não tem limite, é ela que ajuda a mente a voar, a abraçar ideias malucas que muitas vezes se transformam em projetos originais. E o segredo é saber separar as ideias que sempre serão ficção daquelas que têm potencial de se transformar em algo real.

Quem quer produzir algo que deixe sua marca, tem de ser motivado, focado e ambicioso. Não pode ser alguém que desiste diante da primeira contrariedade, dor ou desconforto.

A inspiração vem de fatores externos, mas o maior fator no processo de criar uma ideia original vem de dentro da gente. Como indivíduos, somos únicos, diferentes. E essa ideia de que a sociedade é a soma dessas diferenças é que faz do mundo um lugar tão especial.

A sociedade avança, a tecnologia avança, a inteligência avança e num mundo em constante avanço e crescimento, nós somos nossos maiores inimigos. A criatividade mora na comparação com outros indivíduos que têm ideias novas, inovadoras. E não existe nada mais empoderador, pra ficar na moda, do que ser capaz de ter ideias originais no meio da manada.

E por falar em imaginação, chegou a hora da Nakata, que além de  fabricar autopeças para veículos leves, pesados e motos, mantém um blog com dicas para ajudar você a cuidar bem do seu carro e economizar na manutenção. E com dicas técnicas para o seu mecânico também. Bom, eu fiz uma proposta pra eles e eles toparam. Todo mês, quando você entrar no blog.nakata.com.br e fizer  um comentário dizendo que chegou lá pelo Café Brasil, vai concorrer a um curso na Udemy.

A Udemy é um ambiente virtual para ensino e aprendizado, que conecta alunos de qualquer lugar aos melhores instrutores ao redor do mundo. Eles têm milhares de cursos e o ganhador poderá escolher qualquer um até o valor de 250 reais. Bom. Já saiu o segundo ganhador. Quer saber que é? É o Felipe Pavão, que deve entrar na Udemy, escolher o seu curso que ele quer fazer e mandar um e-mail pra gente aqui no [email protected] . Parabéns Felipe.

Vamos adiante então. Você lembra agora, né?

blog.bakata.com.br. Deixe lá um comentário em qualquer poste concorra todo mês a um curso, que se bobear cara, muda sua vida.

Tudo azul? Tudo Nakata.

MUito bem. Mas tem que tomar cuidado com isso que estou chamando de “originalidade”, viu? Eu não estou querendo partir de uma tela em branco para criar algo que ninguém nunca viu antes. Eu não estou querendo ser um filósofo grego que, a partir de reflexões, gere ideias que mudarão o mundo.

Não.

Quero ser como Steve Jobs, que sabia muito bem que todas as ideias são combinações de ideias já existentes. E ao somar ideias que existiam em diferentes campos, cria o iPhone, o iPod, o iPad…

Os grandes saltos de originalidade, que alguns chamam de “saltos disruptivos”, acontecem quando uma ideia migra de um campo para o outro.

Vamos pegar algo que está na moda, a série de TV mais bem sucedida de todos os tempos: Game of Thrones. Cara, eu fiquei louco com a série, segui religiosamente os capítulos e fiquei emocionado em vários momentos. Eu nunca havia visto nada igual na TV e aposto que muita gente no mundo todo também. Mas o que é essa ideia original de Game Of Thrones? Cara, é a soma de ideias que já existem. Está tudo lá: a idade média, as cruzadas, a jornada do herói, os mitos, as mágicas, os dragões… Tudo aquilo já foi visto e revisto na literatura, nas artes, no cinema, no teatro, No entanto… O que o autor George Martin fez em seus livros e os produtores fizeram na série, foi combinar ideias que já existiam para criar algo novo e original…

A corrida espacial, or exemplo, gerou ideias que deram nas câmeras dos celulares, nas lentes resistentes a arranhões, nos óculos, nas tomografias, nos equipamentos para remoção de minas terrestres, nos tênis de corrida, nos sistemas de purificação de água, nos fones de ouvido sem fio, na comida congelada, no mouse do computador… e milhares de outras ideias que se tornaram… originais!

A NetFlix é assim. Pegou a ideia da assinatura que já existia com jornais e revistas e aplicou a DVDs. E depois pegou a tecnologia já existente na internet para streaming, pra dar uns passos além.

Michael Jackson fez isso, foi buscar nos dançarinos de antigamente a inspiração para a criação dos movimentos que fizeram com que sua dança fosse hipnótica e se transformasse numa marca registrada. O moonwalk foi usado por Bill Bailey no filme Showtime at The Apollo, sessenta anos atrás. E provavelmente ele o aprendeu com outro artista muito antes…

Muito bem… se toda ideia é a combinação de ideias já existentes, então qualquer pessoa pode ou deveria poder ser capaz de fazer as combinações, não é? Mais ou menos, viu?

Eu vou retomar aqui, algo que eu escrevo desde meu livro Brasileiros Pocotó, lá em 2004… O que interessa é seu repertório. As coisas nas quais você aplica sua atenção, o alimento intelectual que você consome. É isso, o seu repertório, o primeiro passo para ser capaz de fazer combinações. E quanto mais novas ideias você conhecer, mais chances terá de criar novas combinações.

E é a essas combinações que chamo de “pensamento original”.

Eu não vou deixar de fazer o meu merchand aqui. Pra pensar em criar repertório, ampliar pensamento original, foi pra isso que eu criei o Café Brasil Premium, cara. Nossa Netflix do conhecimento. Que nasceu pra redefinir o termo estudar, ao transformar o seu smartphone numa plataforma de aprendizado contínuo. Você pratica assim, uma espécie MLA – Master Life Administration, recebendo conteúdo pertinente, de aplicação prática imediata, que agrega valor a seu tempo de vida. Café Brasil Premium, cara. Está aí pra ajudar você a crescer. Acesse no cafedegraca.com pra experimentar o Premium por um mês sem pagar.

O outro ponto é que é preciso coragem para se posicionar fora da manada. Se a sua ideia sobressair, você se tornará um líder, não um seguidor. Mesmo que não queira. O pensamento original é como um imã, que atrai pessoas mais antenadas. As não antenadas são as vítimas dos copiadores e recicladores de ideias. O original se verá muitas vezes sozinho, exercitando sua imaginação, buscando inspiração, falando aquilo que lhe vem à alma.

Todos os grandes líderes, pensadores e escritores que deram forma à história, todos os grandes filósofos, inventores e revolucionários que enfrentaram o que todos diziam que era impossível e mudaram a realidade; todos aprenderam como se livrar dos preconceitos, normas e costumes para desenvolver a capacidade de combinar ideias.

Tornaram-se originais e apanharam pra valer.

1406
Dinho
Julio Rasec

Eu queria um apartamento no Guarujá
Mas o melhor que consegui foi um barraco em Itaquá
Você não sabe como parte um coração
Ver seu filhinho chorando querendo ter um avião
Você não sabe como é frustrante
Ver sua filhinha chorando por um colar de diamantes
Você não sabe como eu fico chateado
Ver meu cachorro babando por um carro importado

Money
Que é good nós num have
Se nós havasse nós num tava aqui playando
Mas nós precisa de worká
Money
Que é good nós num have
Se nós havasse nós num tava aqui workando
O nosso work é playá

Mas a pior de todas é minha mulher
Tudo o que ela olha a desgraçada quer
Televisão, microondas, micro system
Microscópio, limpa-vidro, limpa-chifre, e
Facas Ginsu
Eu sou cagado, vejam só como é que é
Se der uma chuva de Xuxa no meu colo cai Pelé
É como aquele ditado que já dizia
Pau que nasce torto mija fora da bacia

Mas a pior de todas é minha mulher
Tudo o que ela olha a desgraçada quer
Ambervision, frigi-diet, celular, master-line
Camisinha, camisola e kamikaze
Eu sou cagado vejam só como é que é
Se der uma chuva de Xuxa no meu colo cai Pelé
É como aquele ditado que já dizia
Pau que nasce torto mija fora da bacia

Rarararara… por falar em originalidade…  essa abertura aí é o som de 1406, com os Mamonas Assassinas, lembra?

Tá entendido então? Ser original não se resume a ser capaz de criar algo único, ou então dizer e fazer algo que ninguém fez ou pensou antes. Ser original significa ser capaz de acessar o lugar onde as ideias, pensamentos e sonhos nascem. É um reino que todos compartilhamos, onde exclusividade e favoritismo não existem, onde você e eu podemos ser originais enquanto fazemos, pensamos e dizemos exatamente a mesma coisa.

Amplie seu repertório, crie o hábito de conhecer o que se passa em outras áreas, combine ideias e não apenas as repita.

É assim que a gente deixa nossa marca.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí ó, completando o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, nossa “Netflix do Conhecimento”,lembra que eu falei? cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Para o resumo deste programa, acesse portalcafebrasil.com.br/668.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase da atriz Judy Garland

Seja sempre uma versão primeira classe de você mesmo, em vez da versão segunda classe de outra pessoa.