Podcast Café Brasil com Luciano Pires
Bandidos Na TV
Bandidos Na TV
Assisti Bandidos Na Tv, nova série na NetFlix, que ...

Ver mais

1964 – O Brasil entre armas e livros
1964 – O Brasil entre armas e livros
Um documentário para ser visto como outro ângulo pelo ...

Ver mais

Os Podcasts Café Brasil Musicais
Os Podcasts Café Brasil Musicais
Música é uma de nossas grandes paixões, por isso de ...

Ver mais

#DicaNetFlix Trotsky
#DicaNetFlix Trotsky
É uma série de terror. Tem assassinos em série, ...

Ver mais

670 – A nova Previdência
670 – A nova Previdência
No dia 12 de Junho fomos à Brasília e, no Ministério da ...

Ver mais

669 – Fora da Caixa 2
669 – Fora da Caixa 2
Você não precisa inventar a lâmpada para ser original. ...

Ver mais

668 – Fora da caixa
668 – Fora da caixa
Não é fácil hoje em dia ter uma ideia original, ...

Ver mais

667 – Ajuda, por favor
667 – Ajuda, por favor
Toda mudança implica em incomodação. Se não incomoda, ...

Ver mais

LíderCast 157 – Marcel Van Hattem
LíderCast 157 – Marcel Van Hattem
Marcel Van Hattem é um jovem Deputado Federal pelo ...

Ver mais

LíderCast 156 – Karina Oliani e Carlos Morey
LíderCast 156 – Karina Oliani e Carlos Morey
Aproveitando que o Everest está sendo discutido na ...

Ver mais

LíderCast Temporada 12
LíderCast Temporada 12
Vem aí a Temporada 12 do LíderCast, que será lançada na ...

Ver mais

LíderCast 155 – Emilio Dantas Costa
LíderCast 155 – Emilio Dantas Costa
Servidor público de carreira, que a partir das ...

Ver mais

Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Um bate papo entre Adalberto Piotto, Carlos Nepomuceno ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

As cigarras, as formigas e o tal do viés ideológico
Carlos Nepomuceno
RESUMO DA LIVE: LIVE COMPLETA.

Ver mais

Komsomol brasileiro
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Um dos métodos mais eficazes para garantir a lavagem cerebral nos jovens de tenra idade (muitas vezes órfãos, vítimas da guerra ou dos pavorosos assassinatos em massa ordenados por Stalin) na ...

Ver mais

O terrorismo do país da mesada
Carlos Nepomuceno
LIVE COMPLETA.

Ver mais

O que é Respeito?*
Alessandro Loiola
Quando éramos crianças, fomos ensinados, por bem ou por mal, a respeitar nossos pais e professores, nossa família, as autoridades, as regras, as leis, os sentimentos das pessoas, os emblemas de ...

Ver mais

Cafezinho 186 – A disciplina intelectual
Cafezinho 186 – A disciplina intelectual
Na definição dos dicionários, disciplina é o conjunto ...

Ver mais

Cafezinho 185 – O princípio Eisenhower
Cafezinho 185 – O princípio Eisenhower
Dê uma olhada nas pautas em discussão nas mídias. Veja ...

Ver mais

Cafezinho 184 – O desequilíbrio do gênio
Cafezinho 184 – O desequilíbrio do gênio
Só consigo entender isso como o desequilíbrio do gênio.

Ver mais

Cafezinho 183 – Ostracismo social
Cafezinho 183 – Ostracismo social
Olhando os jornais e tevês, parece que estamos inertes, ...

Ver mais

667 – Ajuda, por favor

667 – Ajuda, por favor

Luciano Pires -
Download do Programa

Toda mudança implica em incomodação. Se não incomoda, não tem mudança. E a incomodação é tão maior quanto mais fundo se mexe.

Nas últimas eleições, ganhou um candidato com um discurso de mudança. E assim que tomou posse e começou a mexer nas estruturas, foi parecido com um daqueles filmes de monstro, não lembro de o Godzilla, quando algum personagem começa a cutucar o chão até perceber que estava em cima do monstro, que então acorda e começa a se mover, tentando expulsar quem o incomodava. E quanto mais o incomodador insistia, mais nervoso o monstro ficava…

Olha! Esse é o Brasil. Você pode escolher se quer colocar sua energia a serviço da mudança ou então para parar as mudanças.

Pô já ficou nervoso? Mas o programa nem começou…

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Numa democracia madura, existe alternância de poder. Uma hora ganha um partido, outra hora ganha outro, as visões se alternam e a vida vai seguindo. É possível ser diferente? Bem, existem experiências, como a Finlândia, onde o governo é composto de representantes de todos os partidos e há uma espécie de pacto para ganhar o jogo. Não tem alternância, mas todos os lados têm voz. E tem também as Coreias do Norte da vida aí…Esse nível da Finlândia é um nível de maturidade muito além até mesmo de uma democracia como a dos Estados Unidos. No Brasil então…

Já se vão quase seis meses das eleições e o país não entrou na vibração de união pelas mudanças. Existem argumentos para todos os ladoe e, sinceramente eu não tenho mais paciência para piadinhas, ironias e palavras de ordem. Eu não tenho mais paciência para criancice. Precisamos de seriedade e de ir para cima dos problemas. Precisamos de ação racional. Mas com essa torcida aí, cara, não dá.

Escolhi então dar as costas para a histeria e dedicar meu tempo àquilo que importa. Dar atenção aos interlocutores que querem levar as coisas para frente. Cortei relações, deixei de seguir, parei de ouvir vários programas, podcasts, blogs, colunistas e os tais formadores de opinião. Especialmente aqueles que pintam cenários pavorosos.

A manifestação do domingo, 26 de maio foi a gota d’água. Ela fez cair a máscara de vários opinadores, mostrou como estão perdidos e deixou muito claro que podemos até concordar sobre onde vamos chegar. Mas não há qualquer intenção de compartilhar o como chegar.

E chegamos então ao ponto em que se questiona a própria democracia. A Constituição virou uma bola de meia. Vai para os pés de quem pode mais, onde é chutada. Não há mais garantia jurídica. E para todo ladomtem gritaria.

O Brasil virou um parque infantil. E eu quero cair fora desse berreiro.

“Fala Luciano. Bom dia. Marcelo de Bauru, seu conterrâneo. Estou aqui mandando essa mensagem porque eu acabei de ouvir, na verdade eu não acabei ainda cara, estou no meio, mas tive que mandar a mensagem agora do podcast O vale, que tem o podsumário do livro. E cara, até agora o que eu ouvi, me jogou numa situação de satisfação e de que eu estou no caminho certo.

Já devo ter te contado a história alguma vez, mas eu sou engenheiro civil e há cerca de três anos eu mudei tudo, joguei tudo fora pra empreender. E virei empresário aqui em Bauru e comecei com uma franquia de massa italiana de uma grande rede e, logo em seguida, um ano depois eu parti pra um negócio próprio, além desse negócio, parti pra um negócio próprio, montei um quiosque no shopping e comecei a batalhar, com a empolgação que você contou aí do seu Alberto, que está feliz, contratando pessoas. E cerca de seis meses depois, demorou até um pouquinho, eu entrei no “vale”. Quatro meses depois eu entrei no “vale”. Eu não sabia o oque era o “vale”, mas eu entrei no “vale”, cara! Eu insisti, eu insisti, eu fiz o melhor que eu podia, até que eu tomei uma decisão de se eu não atingisse tal meta, até tal data, o negócio seria fechado.

Isso aconteceu, apesar de todos os esforços, todos os riscos assumidos, o negócio…não teve jeito, né? Nós fechamos. Antes disso acontecer, eu achei que seria um negócio terrível, um negócio que eu idealizei, que eu sonhei, eu teria que abandonar. mas, na verdade, foi um negócio surpreendente, porque a decisão, a coragem de abrir um negócio, hoje eu posso falar isso por experiência própria, com a mesma coragem que você tem pra fechar o negócio. Se não está indo bem, você cai fora. Eu acabei fechando esse negócio e hoje, ele faz parte da minha história, mas é uma coisa que eu não sofro, como eu achei que eu ia sofrer, de ter fechado o negócio, de ter abandonado um negócio idealizado, mas não. Fez parte da minha história, eu abandonei, deixei pra trás, fiz com a cabeça sabendo que tudo que tinha que ser feito foi feito e, aproximadamente cinco meses depois, que eu fechei esse negócio, me surgiu uma oportunidade muito boa de um novo negocio, já no mesmo ramo que eu estava antes, alimentação e, se eu não tivesse abandonado aquele negocio, se eu não tivesse decidido cair fora, eu não pegaria esse novo negócio que está se mostrando muito bom, muito mais viável, muito mais promissor do que o anterior.

Então, eu passei pelo “vale”, tomei a decisão de abandonar na hora certa e continuo na luta. por isso que eu começo a semana, hoje é uma segunda feira e eu começo esta semana com a sensação de que o caminho está aí. Está certo. E esse caminho, Luciano, ele começou a ser trilhado quatro anos atrás, cinco anos atrás, quando eu assisti a uma palestra sua, O meu Everest, aqui em Bauru, contratado pela empresa que eu trabalhava e um gerente nosso trouxe você e a partir dali eu conheci o Café Brasil e o Luciano Pires.

Obrigado, cara. Obrigado por fazer isso por nós. Vida longa ao cafezinho”.

É, Marcelo… A coragem de começar um empreendimento é a mesma de fechar um empreendimento… Mas você ao menos se deu a chance de tentar, tudo que devia ser feito, foi feito. E mesmo assim, não deu. E depois a vida lhe trouxe outra oportunidade, com certeza uma escolha madura com base no que você aprendeu no vale. É isso aí, meu caro. Dê-se a oportunidade de construir, faça o que for possível, colabore com quem quer fazer… e se não der, parta pra outra! Sabe o nome que se dá a isso?

Vida.

Muito bem. O Marcelo receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Bauru vai tremer, meu… Marcelo, enviar seu endereço para [email protected].

A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, o que você faz quando a coisa não vai, hein?

Lalá – Bom, eu uso o lubrificante Prudence! Aí vai que é uma beleza…

Então, o segredo é começar, pelo menos começar, cara. Tentar. Por isso minha energia, meus esforços, minha simpatia e vontade de contribuir vão para quem quer construir. Vão para gente assim, ó:

Nós temos feito um diagnóstico extraordinariamente positivo do momento brasileiro. O Brasil é uma sociedade aberta, eu digo que nós estamos traçando a trajetória que eu denomino de a dinâmica de uma sociedade aberta, uma democracia emergente, poderes independentes. A imprensa livre, quando se apaixonou pelo establishment, sofreu uma ruptura pelas mídias sociais e alguém foi eleito, o nosso presidente, gastando menos de três milhões de reais, tudo isso descrevendo uma vibrante democracia. 

Ninguém é dono desse país. Esse país é nosso. Nós somos uma democracia com poderes  independentes, com aperfeiçoamento institucional, ninguém está acima da lei, você pode ser a pessoa mais popular do Brasil, se transgredir a lei, vai preso, se for presidente da república e quebrar a lei de responsabilidade fiscal, sofre impeachment e isso é extraordinário, isso é momento extraordinário, de aperfeiçoamento institucional.

Então, eu não posso concordar com qualquer leitura pessimista a respeito do momento brasileiro. Então a mídia convencional se apaixonou pelo establishment num momento em que o establishment estava sendo rejeitado pela população, chegou agora o establishment perdeu a decência na visão da população. Pra opinião pública, o establishment perdeu a decência. Por que? Corrupção. Corrupção era cem milhões de reais, depois começou a passar pra um bilhão, depois começou a chegar a dez bilhões…não dá.

A população votou por uma ruptura com a establishment, dizendo: renovem-se. Renovem-se.. Façam política de outro jeito, se rearticulem, condenem partidos convencionais, busquem novos eixos pra política brasileira. Por exemplo, um eixo: valores e princípios temáticos. Você é a favor ou contra o aborto, você é a favor ou contra a religião, você é favor ou contra à bancada da bala ou à bancada da segurança? Uns chamam bancada da segurança, outros chamam bancada da bala. Discutam, cheguem a um acordo. Esse é o novo eixo da política. O eixo temático tem dominado até aqui.

Agora vai entrar o segundo eixo: o federalismo. Mais Brasil e menos Brasília. O dinheiro tem que ir aonde o povo está. Então vai ter gente que vai defender os ministros ficarem com as verbas aqui em Brasília, fazendo grandes programas e vai ter gent dizendo não. Manda dinheiro pra estados e municípios. E aí os partidos políticos vão se alinhar em torno de novos eixos. 

Então, existem novos eixos e eu tenho absoluta confiança na classe política brasileira, que ela está à altura do desafio. Ela é sofisticada, ela é capaz, ela já lidou com fenômenos super complexos, como hiper inflação, moratória, impeachment, ela tem competência pra resolver um problema em  que ela mesmo se meteu ao não modernizar a própria legislação eleitoral e a própria forma de fazer financiamento de campanha. Havia uma forma estabelecida de fazer financiamento de campanha, uns abusaram,se excederam, acabou virando uma visão pra opinião pública de corrupção generalizada, de toma lá, dá cá. Pronto. Tem que mudar. Quanto mais cedo mudar, melhor. E eu tenho certeza que a classe política vai assumir o protagonismo.

E nós, da parte econômica, o que pudermos fazer, nós vamos ajudar isso acontecer. Então, o primeiro grande item de despesa incontrolável que precisa ser recuperado o controle: previdência. As mídias tradicionais estão nos apoiando, boa parte, apoiaram o presidente pela percepção de envolvimento e compromisso nosso com a solução dos problemas. É um sentimento, é uma emoção. Essa turma aí está querendo atacar o problema e eles vão resolver esse problema. Ou pelo menos, vão morrer lutando, tentando resolver. 

Então, é uma coisa emocional. A coisa mais cerebral, que depende desse processamento, justamente da mídia especializada, que tem equipes treinadas pra depurar os fatos, minha grande sugestão é que foquem no conteúdo e não na forma, porque ao focar na forma, perderam o contato com a opinião pública, durante a campanha presidencial. O que que aconteceu? Focaram  muito no que é legal nos seus maus modos do presidente. Os maus modos. Ora: o presidente não gosta disso, ele xinga isso, ele faz isso, faz aquilo. Focaram na forma em vez de conteúdo. 

O conteúdo é o seguinte: é um homem de grandes valores e grandes princípios. Integridade, patriotismo, persistência, vontade de fazer um país melhor. Esse era o conteúdo. E as pessoas se fixaram na forma. Ah, ele fala palavrão, fala nome feio, ele xinga. Ora, a população entendeu ao contrário e as mídias sociais entenderam o contrário. Estava cheio de gente de boas maneiras  corrupto. A população falou olha, nós preferimos… n[os não queremos muitas boas maneiras não. Nós queremos bons princípios. E esse foi um segredo, entre aspas, da vitória do presidente. É a vitória co conteúdo sobre a forma. Os princípios, os valores, a vontade de acertar, construir um país melhor, isso é muito mais importante do que falar ou não um palavrão.

O  lobby não está no Brasil. Não é o Brasil que está contra a reforma da previdência, não. É Brasília que está contra a reforma da previdência. Então, é importante entender isso. E tem dinheiro. Tem dinheiro. Tem muito dinheiro de publicidade contra, tem gente recebendo no aeroporto os congressistas com faixas, tem mobilização, tem muita coisa para garantir os privilégios, usando os f´rageis de escudo. Bota de escudo os frágeis na frente… querem tirar dinheiro dos pobres… não. Não é verdade. É mentira, é fake news. Ah, no sistema chileno todo mundo suicida. É mentira. Suicida-se mais no Brasil do que lá e aqui o sistema é de repartição. Sistema de repartição causa mais suicídio do que sistema de capitalização. Suicida-se mais aqui do que lá. e muito mais em Cuba. Mais do que aqui e mais do que lá.

Então, essas são verdades e a mídia tem que filtrar, apurar, decodificar e transmitir também. O que nós fizemos? Mandamos pro Congresso, pra Câmara dos Deputados no momento, a proposta de reforma, os senhores estão dispostos a fazer um sacrifício pelas gerações futuras?  Existe um compromisso de se sacrificar pelas gerações futuras ou não? Quer dizer, não pode encostar em ninguém do campo, não pode encostar no militar, não pode encostar em ninguém aqui do Congresso, não pode encostar…. ou seja, nós não queremos sacrificar os contemporâneos, nós preferimos então inviabilizar gerações futuras. Hoje um jovem, seu filho entra, te dá o paraquedas pra você pular e o avião vai cair com ele em alto mar daqui a cinco, dez, quinze anos. Esse é o nosso regime.

Você tem que tomar uma decisão. Ou nós nos sacrificamos ou os contemporâneos… olha, um pouco menos aqui, um pouco menos ali, um pouco menos lá. Ou nós nos sacrificamos ou nós estamos empurrando a conta pra filhos e netos. Eu estou absolutamente confiante de que o Brasil está encontrando o seu caminho e que nós vamos construir isso juntos, independente de quem está em que partido, se é governador, se é prefeito, se é senador.Independente disso. Podem ficar as cores da paixão partidária, ali acabou a eleição há três meses, quatro meses. Besteira  ficar brigando agora. Nós vamos jogar fora todos esses anos que fizemos pra reconstruir a democracia, agora vão estimular a confusão? Vamos criar briga, vamos jogar uma mídia contra a outra? Não tem esse roço. Não tem esse troço.

Nós temos que cada um fazer o seu papel. E nem ficar cobrando tudo de um. Aqui tem uma visão muito paternalista da coisa. Não. O presidente tem que fazer isso… o presidente ganhou uma eleição, o presidente levou uma facada, o presidente está fazendo coisas que estavam além do que se poderia pedir. Ele, quando se perguntou… quando eu conversei com ele a respeito da previdência, que seria incontornável, a primeira reforma era a da previdência, esse era um tema incontornável, quando eu falei: presidente, vamos tentar isso ainda no final do governo Temer, ele falou: Paulo. A natureza do meu mandato não permite. Nesse Brasil que está aí, uma roubalheira danada, uma confusão. Eu fui eleito num grupo pequeno de pessoas que me pediram pra protege-las. Então, nessa confusão que está aí, eu não posso trair a natureza do meu mandato. Eu falei: bom, presidente, eu não consigo ajudar sem uma reforma da previdência não há futuro. Não há futuro. Qualquer que seja o governo, não vai prosperar. É a natureza do mandato. Se eu for presidente da república, eu estou sendo eleito pra consertar o Brasil e não pra proteger meia dúzia de pessoas que votaram em mim. É a natureza do meu mandato.

Tem a minha admiração uma pessoa com esse grau de integridade. E eu, na mesma hora pedi a ele: presidente, eu entendo sua posição, mas eu vou correr até os 47 do segundo tempo. Eu vou tentar fazer essa reforma. Cheguei a Brasília, fizemos a transição, eu comecei a frequentar palácio, correr de um lado pro outro pedindo pelo amor de Deus pra fazer uma infra constitucional, qualquer coisa que nos ajudasse a fazer essa transição com um pouco mais de sossego e eu quando falava com ele, ele dizia: confia em mim. E aí depois eu vi quando nós chegamos, sentamos e ele… eu confiei e ele correspondeu plenamente à minha confiança. Chegou lá, se perguntar a ele quando a mulher deve se aposentar ele vai dar um largo sorriso e falar assim: aos 22 anos. Homens aos 60. Mulheres aos 22. Ele brinca. Ele brinca e fala não…. agora, quando chegou lá na hora do vamos ver, vamos botar 62 anos aí. Ele contorceu, girou, doeu, mas ele… vamos fazer isso. Ele: é importante fazer isso? É. Vamos fazer isso. Então, eu não posso reclamar nada. Total apoio do presidente da república. Ah, mas ele devia ir pra mídia social e ficar o dia inteiro gritando viva a previdência. Não. Ele é um homem íntegro. Ele não vai falsificar a natureza dele. Ele faz isso com dor. Eu faço  isso com dor. Agora, tem que se feito.

É como a cirurgia. Você tem um filho, você tem a mãe, você tem uma tia muito doente, precisa fazer uma cirurgia. Você vai dizer não? Estou com pena? Você vai dizer faça a cirurgia. O mais rápido possível conserte.

Então, eu tenho que agradecer muito ao apoio do presidente. Então, vocês vejam que coisa dramática. O gasto público descontrolado com o passado inepto que traz esse juro da dívida enorme, com o presente de excessos que é a máquina e com o futuro de privilégios em boa parte dessa máquina também. Então isso é um absurdo. O estado passou a existir para si. Olha, desculpe meus erros lá de trás, pague meus salário hoje, me dê estabilidade no emprego, tudo certinho, me dê um salário bem acima da iniciativa privada e além disso, eu quero uma aposentadoria também bem maior do que todo cidadão brasileiro, viu? Eu estou vivendo na União Soviética ou eu estou vivendo no Brasil? Isso aqui virou o que? Cleptocracia, corrupção, benefícios para super burocratas, o que que é isso? A eleição do presidente foi um não a esse estado de coisas. Um não a esse estado de coisas. Está faltando saúde e educação? Chega numa república avançada dá três tiros pra cima. Em cinco minutos tem oito carros de polícia em volta, dez snipers e um sujeito dizendo baixa a arma e baixa devagar. Porque senão você vai sumir. Você sente a presença do estado. Se você desmaiar vem a ambulância, cinco segundos. O estado está onde o povo está. O dinheiro está lá, os recursos estão lá pra tomar conta da população.

No Brasil é o contrário. Se você der três tiros pra cima na cidade, qualquer cidade brasileira, sai todo mundo correndo, porque a polícia não tem arma, porque se ela atirar ela vai presa, o bandido tem metralhadora, tá errado esse troço. Bom, eu fico por aqui, obrigado. Ajuda, por favor.

Você entendeu, hein? Bote os pés no chão. Você não conhece mais economia que o Paulo Guedes. Você não tem uma carreira mais bem sucedida que a dele, você não tem o reconhecimento que ele tem entre seus pares, nem o reconhecimento internacional. Seu pai também não tem. Nem sua vizinha. Muito menos seu sobrinho. Ou seu professor de história. Menos ainda a tia do Whatsapp.

Paulo Guedes é uma voz sóbria e sensata que está colocando diante de nós o que é preciso ser feito. Eu não tenho nenhuma razão para não acreditar nele. E neste desastre econômico no qual o Brasil se tornou, ele é o líder que eu quero seguir.

Mas esse sou eu, que estou interessado em quem quer construir um novo país.

E chegou o momento Nakata cara, que também sabe construir, fabricando autopeças para veículos leves, pesados e motos. A Nakata mantém um blog com dicas para ajudar você a cuidar bem do seu carro e economizar na manutenção. E com dicas técnicas para o seu mecânico. Se você se cadastrar no blog.nakata.com.br com um comentário em qualquer post dizendo que chegou lá pelo Café Brasil, concorrerá todo mês a um curso na Udemy. E o primeiro ganhador já saiu viu? Foi o ouvinte Carlos Kohatsu, que vai acessar a Udemy, pesquisar entre os milhares de cursos disponíveis e escolher qualquer um até o valor de 250 reais.

Que tal, hein? Participe! É só colocar um comentário em qualquer post do blog.nakata.com.br.

Tudo azul? Tudo Nakata.

Muito bem. Este programa é meio que um desabafo viu? com um discurso tranquilizador no meio. Eu não estou interessado em gritaria, não estou interessado no e-mail impertinente que vai perguntar onde está o Queiroz ou quem matou a Marielle, muito menos interessado nos filhos do Bolsonaro.

Me interessa quem está fazendo acontecer, especialmente em silêncio, nos bastidores, mudando os fundamentos econômicos do Brasil. Esses são os que precisam de nossa ajuda, nosso suporte, nossa motivação. O resto é com a polícia. Ou então com um sanatório.

A mudança será dolorida, vai mexer com cardeais, vai contrariar elites, vai bater de frente com organizações sindicais e vai acionar a todo momento o Godzilla que vai espernear, soltar fogo e derrubar tudo que estiver em volta.

Ninguém muda quando vê a luz, só muda quando sente o calor.

Heroes
David Bowie

I, I will be King
And you, you will be Queen
Though nothing will drive them away
We can beat them, just for one day
We can be heroes, just for one day

And you, you can be mean
And I, I’ll drink all the time
‘Cause we’re lovers, and that is a fact
Yes we’re lovers, and that is that

Though nothing, will keep us together
We could steal time, just for one day
We can be heroes, for ever and ever
What d’you say?

I, I wish you could swim
Like the dolphins, like dolphins can swim
Though nothing, nothing will keep us together
We can beat them, for ever and ever
Oh, we can be heroes just for one day

I, I will be King
And you, you will be Queen
Though nothing will drive us away
We can be heroes, just for one day
We can be us, just for one day

I, I can remember (I remember)
Standing, by the wall (by the wall)
And the guns, shot above our heads (over our heads)
And we kissed, as though nothing could fall (nothing could fall)
And the shame, was on the other side
Oh, we can beat them, for ever and ever
Then we could be heroes, just for one day

We can be heroes
We can be heroes
We can be heroes
Just for one day
We can be heroes

We’re nothing, and nothing will help us
Maybe we’re lying
Then you better not stay
But we could be safer, just for one day

Oh-oh-oh-ohh, oh-oh-oh-ohh, just for one day

Heróis

Eu, eu serei rei
E você, você será rainha
Embora nada os afastará
Nós podemos vencê-los, apenas por um dia
Nós podemos ser heróis, apenas por um dia

E você, você pode ser maldosa
E eu, eu beberei o tempo todo
Pois somos amantes, e este é um fato
Sim, somos amantes, e é isso

Embora nada nos manterá juntos
Nós podemos roubar algum tempo, apenas por um dia
Nós podemos ser heróis, para todo o sempre
O que me diz?

Eu, eu gostaria que você pudesse nadar
Como os golfinhos, como os golfinhos podem nadar
Embora nada, nada nos manterá juntos
Nós podemos vencê-los, para todo o sempre
Oh, nós podemos ser heróis, apenas por um dia

Eu, eu serei rei
E você, você será rainha
Embora nada nos afastará
Nós podemos ser heróis, apenas por um dia
Nós podemos ser nós mesmo, apenas por um dia

Eu, eu posso me relembrar (eu me lembro)
De estar em pé, junto ao muro (ao muro)
E das armas, atirando sobre nossas cabeças (sobre nossas cabeças)
E nós nos beijamos, como se nada pudesse desmoronar (nada pudesse desmoronar)
E a vergonha, estava do outro lado
Oh, nós podemos vencê-los, para todo o sempre
E então podemos ser heróis, apenas por um dia

Nós podemos ser heróis
Nós podemos ser heróis
Nós podemos ser heróis
Apenas por um dia
Nós podemos ser heróis

Não somos nada, e nada nos ajudará
Talvez estejamos mentindo
Então, é melhor você não dizer
Mas nós podemos estar seguros, apenas por um dia

Oh-oh-oh-ohh, oh-oh-oh-ohh, apenas por um dia

Muito bem, é então ao som de HEROES, de David Bowie com The Wallflowers, que vamos saindo… alguns apavorados. Outros indignados. Eu saio motivado cara, imaginando, que se tem algum hero por aí, esse hero tem tem que ser eu. E você.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí ó, completando o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, a nossa “Netflix do Conhecimento”, onde você tem uma espécie de MLA – Master Life Administration. Então acesse cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Para o resumo deste programa, acesse portalcafebrasil.com.br/667.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase de Paulo Guedes:

Ajuda, por favor.