Podcast Café Brasil com Luciano Pires
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619 – LíderCast 9

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Luciano Pires -

O LíderCast é outro podcast da família Café Brasil. Nele eu converso com gente que faz acontecer, sem pauta definida nem tempo rigidamente determinado. É um bate papo que vai por caminhos que nem eu nem meu convidado imaginamos. E no final temos histórias inspiradoras, provocativas e emocionantes com gente que está empenhada em mudar as coisas à sua volta.

Hoje vou apresentar os convidados da Temporada 9, que acaba de ser lançada. Serão 13 programas, quase 20 horas de conteúdo sobre liderança e empreendedorismo na veia.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é o William, de Santo André.

“Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano! Luciano!  O que foi o LíderCast com o Pascoal! Animal!  Sensacional! Sem comparação, cara. Acabei de ouvir e vou ter que ouvir  de novo porque o programa foi pesado, pesado. Eu fui ouvir só porque era o Pompeu Pompílio Pomposo do Castelo Rá-Tim-Bum e tive foi uma puta aula de vida. Que aula que vocês deram de vida, de solução de problema e tudo. Porra cara! Agora vocês deixaram aqui uma bomba, que eu vou ter que ouvir o programa de novo, mais umas três vezes, pra ver se eu consigo resolver os problemas que existem no meu caminho e traçar uma história que não sei onde que vai dar, mas só sei que vocês estão me ajudando muito. Você arrebenta, cara! 

Contribuir com a Confraria, os dez reais todo mês, são os dez reais mais bem investidos. O preço é  dez reais, mas o valor é de um milhão de reais todo mês.

Muito obrigado, Luciano Pires, pelo conteúdo, que o Cafezinho tenha vida longa, que você tenha aí mais sessenta anos com muita saúde pra produzir muito conteúdo e inspirar muitas pessoas. Um forte abraço.”

Grande William, outro abraço. Sabe que aquele LíderCast com o Pascoal da Conceição,  o Dr. Pompeu Pompilho Pomposo do Castelo Rá-Tim-Bum foi uma surpresa para mim, viu? Aliás, todos LíderCast são, a gente não faz ideia da riqueza de histórias de vida, não é? E é inspiração a cada segundo. Eu fico feliz que você esteja vendo valor no trabalho que a gente faz.

Muito bem. O William receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino.

Quem distribui os produtos Prudence é a DKT, que pratica o marketing social. Boa parte de seus lucros são destinados para ações em regiões pobres em todo o mundo, para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  Cada vez que você compra um produto Prudence, está contribuindo para salvar vidas. facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então! Lalá: você sabe que o programa é sobre empreendedorismo, especialmente liderança. Então vamos lá: na hora do amor, o que que tua mulher manda você usar?

Lalá – Prudence!

E vamos que vamo com o Café Brasil Premium, a nossa “Netflix do Conhecimento”. Nos próximos dias lançaremos a versão 2.0 do site, com mais recursos e facilidades de navegação. E na sequência, tcham tcham tcham tcahaaaaaammm… O aplicativo, cara! Aí vai ser uma doideira, você terá tudo aí, ao alcance de sua mão, com as Jornadas Premium de conhecimento. Cara, venha já para o cafebrasilpremium.com.br!

Conteúdo extra-forte.

Começo lembrando que o LíderCast é lançado por temporadas. Os assinantes da Confraria Café Brasil e Café Brasil Premium têm acesso imediato à temporada completa, assim que ela é lançada. Qual é a vantagem? Os assinantes podem assim escolher quem querem ouvir primeiro, fazer maratonas, curtir antes de todo mundo as ideias tratadas no programa.

Os não assinantes receberão os programas gratuitamente, um por semana. Para assinar, acesse cafebrasilpremium.com.br.

Vamos lá?

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21/6 – LíderCast 112 – Paulo Rabello de Castro – Professor, consultor, com vasta experiência no setor privado, ex-presidente do IBGE e do BNDES e agora, nada mais, nada menos que candidato a Presidente da República.

Várias das ideias que o público, o grande público gostaria de ter sob o maior rigor nas penas, principalmente de crimes dolosos, o Brasil não pode perder tempo com um homicida, um sujeito que sai com uma arma na mão e deliberadamente vai matar alguém, não importa quem seja, muito menos sendo uma criança, um idoso, que aí já passa pra maldade suprema. Esse indivíduo tem que passar o resto da vida dele cuidando do serviço financeiro da vítima. A vítima vai ter que receber uma pensão desse indivíduo, que obviamente vai ter  que ter uma pena com trabalho. É uma visão, ao mesmo tempo pedagógica, acho que inclusive vida na prisão com trabalho deve ser melhor do que a ultrajante situação do ócio, como hoje existem nos cárceres brasileiros, portanto não vejo até como ruim, ela é um direito humano talvez do prisioneiro ele ter uma atividade, essa atividade tem que ser remunerada, depois uma bela porcentagem daquela remuneração tem que ir pra família da vítima.

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28/6 – LíderCast 113 – Glaucimar Peticov – “Eu não tenho muros, só tenho horizontes” é a frase de Mário Quintana que a Glaucimar gosta de usar quando fala do seu trabalho. A moça é nada menos que diretora de RH do Bradesco, é uma pequena empresa com pouco mais de 100 mil funcionários. Uma conversa fascinante!

Luciano – Me fala uma coisa: uma mulher e um homem no Bradesco que tem a mesma formação,  o mesmo tempo, o mesmo cargo, eles ganham diferente?

Glaucimar – Não. Eles ganham exatamente o mesmo valor. Eu não  posso dizer que eu tenho orgulho disso, até porque isso não faz mais do que a obrigação de uma organização séria, né? A gente tem os mesmos direitos, os mesmos benefícios, o mesmo salário e a mesma forma de metas e de alcance. É igual. É algo que faz com que eu me  orgulhe dessa organização e sinceramente Luciano, é um dos pontos que faz com que eu tenha o banco como a minha opção profissional. Porque um banco que tem na sua história, na sua formação a aposta desde 1943 nos novos desafios serem proporcionados pras pessoas que já estão e ter essas diferenças, seria muito cruel. 

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05/7 – LíderCast 114 com Alexandre Ostrowieki – Empreendedor, com uma história incrível de como o destino o coloca à frente de uma das 500 maiores empresas do Brasil, onde ele percebe que, como cidadão, pode fazer muito mais. Então, nasce o Ranking dos Políticos.

Uma das bandeiras que a gente acredita muito no Ranking, é a descentralização dos gastos. Tanto é que os melhores exemplos que você vê no Brasil, vem dos municípios. Tem municípios muito bem administrados, que são assim, primores realmente, de administração pública. Tem Santa Cruz  no Rio Grande do Sul, você tem Lucas do Rio Verde no Mato Grosso, você tem Extrema, em Minas Gerais, são cidades exemplo. Mas enfim, o dinheiro está todo na esfera federal.  Hoje não existe nenhum sistema no mundo democrático, diferente do voto prafazer a grande decisão de quem  vai representar ou governar o país. Tem alguns experimentos, alguns teóricos que brincam com outras ideias diferentes mas ainda não foi implantado na prática. Tem inclusive um francês que é cientista político, ele defende a ideia de um sorteio de cidadãos pra tomar as decisões. Em vez de ter um congresso, quando você tem que resolver alguma coisa, você vai sortear um conjunto de cidadãos pra estudar o assunto, tipo um juri, por exemplo, de julgamento. Trabalhando essa ideia, defendendo, mas não tem na prática ainda em lugar nenhum. HOje o que existe é o voto ou os sistemas não democráticos que de modo geral não funcionam muito bem, você tem países muito pobres que… geralmente as ditaduras são muito pobres. tem algumas exceções um pouco mais autoritárias, que funcionam um pouco melhor, mas são exemplos muito isolados. Então, a gente acredita que pelo voto é um bom caminho e as pessoas precisam se conscientizar mais, estudar um pouco mais o assunto, né?  Já dizia  o filósofo George Bernard Shaw: democracia é um instrumento perfeito  que garante ao ovo ter exatamente o governo que merece.

12/07 – LíderCastst 115 – Nailor Marques Jr – Professor, palestrante, uma das mentes mais divertidas e brilhantes que eu conheço, capaz de navegar de Machado de Assis ao comportamento dos idiotas nas redes sociais e com a mesma categoria.

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… eu acredito que as pessoas sempre foram burras. O que a rede social fez foi revelar a burrice… a gente tem uma coisa assim, com a história da humanidade, né? Eu vejo assim, quando eu ensinava eu dizia assim: vamos estudar os gregos. Tá. Que gregos? Cinco séculos de Grécia. Quantos gregos legais tem ali? Duzentos, pra ser bem bacana? Duzentos. O resto é povo. Romanos, contando generais. Cinco séculos de Roma. Quantos romanos tem? Duzentos? Cem? Contando os generais. Não tem,cara! O resto é povo. A gente fala: gregos. Dá a impressão que todo mundo que nascia na Grécia já era genial. E não era nada. Era povo! Só que naquele tempo não tinha Facebook. Se tivesse, a gente ia saber a dimensão daquilo. É um sujeito que entra pra criticar você e escreve errado, escreve mal. Tem um português errado, conjuga verbo errado. Não sabe concordância e está criticando você. Vai pra escola……..

19/7 – LíderCast 116 – Roberto Motta – Empreendedor, professor, engenheiro, mestre em gestão, escritor e pai. Ativista político e defensor da liberdade do indivíduo contra todas as tiranias. Um papo muito interessante sobre liberdade individual e a capacidade de fazer acontecer.

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Naquela época, quem morava fora por mais de dois anos tinha direito de trazer a mobília sem pagar imposto de importação. Mas pra isso você tinha que pegar um formulário no consulado brasileiro lá em Washington, era um formulário num papel assim gigantesco, um formato que não cabia… não era A4, era um troço doido. Você tinha que preencher aquilo detalhadamente em três vias. Era um burocracia. Aí eu fiz tudo aquilo ali, despachei a minha mobília, quando cheguei no Brasil depois de algum tempo a minha mobília chegou, eu fui  liberar a minha mobília. Eu passei dois dias inteiros no depósito lá do Galeão, do aeroporto do Galeão. Eu vou abreviar aqui a história, porque é de chorar. Você vai num guichê, depois vai no outro,pega um carimbo aqui, fica esperando…. e aí, num determinado momento o fiscal abriu, foi lá um fiscal ali fiscalizar o que eu estava trazendo. Ele lá com o formulário que eu tinha preenchido nos Estados Unidos, aí ele vai, abre, mexe aqui, aí ele abre lá e fala assim: esse forno de microondas aqui é novo. Vai ter que pagar imposto. Eu falei assim: mas olha só. Eu  morei cinco anos nos Estados Unidos.  Eu tenho direito de trazer isso aí. Eu preenchi toda a papelada, tá aqui o formulário, isso me custou um mês de trabalho. Não, não. Esse forno aí é novo. Vai pagar imposto. Isso não está certo. A lei diz que eu tenho direito de trazer  isso sem pagar imposto. Ele olha pra mim e fala assim: a lei aqui sou eu. Aí eu parei, pensei sabe… pensei assim várias alternativas de coisas que eu podia dizer pra ele e eu resolvi dizer pra ele: então faz aí. Preenche a guia que eu vou lá  pagar  o imposto. Então, a lei aqui sou eu, é o resumo, pra mim,  do Brasil. Do Brasil naquele  momento e do Brasil  hoje, né?

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26/7 – LíderCast 117 – Alice Quaresma – Artista plástica, uma história sensacional de uma garota que um dia descobre a fotografia e hoje vive exclusivamente de sua arte em Nova Iorque.

Cara! É  vontade. Vontade de querer porque… aí eu pensava: Mas Alice, você nunca quis um negócio dado. Então agora não tá dado. Então agora vai em frente. E eu sempre ouvia e tentava e ia. E fui aprimorando a minha fala. Eu fui aprendendo a falar sobre o meu trabalho. Eu fui aprendendo a ter coragem, porque é óbvio que no início eu morria de vergonha, eu mal tinha vocabulário suficiente, ainda mais em inglês. Hoje eu acho até que eu falo um pouco melhor em inglês, vocabulário na minha área, às vezes até do que em português, mas pô: é… cara… é a minha  vontade… e  eu tinha amigos ganhando notas muito melhores que eu, e eu olhava e falava: eu não tô entendendo. Eu  não entendia. Mas eu falava: não. Eu vou conseguir mostrar isso. Eu tô indo atrás. Eu mostrava muito essa vontade. Isso eu acho que os professores viam assim. Tipo esse engajamento sabe, esse envolvimento. E depois de dois anos na Inglaterra eu tive um problema de circulação, uma coisa que se eu te falar você fala, não é possível. Eu tive um problema de circulação que eu comecei a ter desmaios. E eu comecei a desmaiar assim, no meio da rua, eu comecei a desmaiar aonde eu morava, e eu sozinha. E eu fiquei muito frágil, fiquei vulnerável, literalmente. Eu não estava mais vulnerável, na escola… então assim, eu tive esse problema, eu passei as minhas férias de verão esse ano no Brasil, tentando entender. Isso mexeu muito comigo.

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02/8 – LíderCast 118 – Maria Luján Tubio – Jovem argentina, com vivência em vários países e que escolhe vir morar no Brasil, país pelo qual se apaixona. E quer ajudar a revolucionar pela educação.

Tem essas coisinhas assim, de repente, que eu falei, os horários, não falar não. Mas, ao mesmo tempo, eu comecei a curtir também os aspectos que eu achava meio negativos. Então… porque faz parte da cultura, por exemplo, a falta de capacidade pra marcar alguma coisa. Dá muita liberdade. A gente, em outros países fica meio que constrangido, porque você falou que ia fazer alguma coisa e tem que fazer. Não pode desmarcar, que bay the way, é o único país que tem uma palavra que não é cancelar, tem desmarcar. É a única língua que eu conheço que tem esse conceito. Desmarcado. Mas… isso dá muita liberdade pra realmente você se conectar com o que você quer fazer na hora, nesse dia e  vai e faz. E essa possibilidade também de desmarcar e que ninguém vai ficar assim muito chateado e todo mundo aceita você desmarcar, até certo ponto, lógico. Traz muita liberdade.

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09/8 – LíderCast 119 – Fabiano Calil – Educação financeira é seu mote, até o dia em que ele descobre o valor do indivíduo no processo. E coloca a psicologia a serviço da educação financeira. Muito bom!

Se eu tivesse descoberto vocês antes, eu seria um outro. Começar a poupar cedo, acho que essa é a primeira questão que eles colocam, se eu tivesse me organizado se eu tivesse começado a guardar cedo… e a gente não está falando de guardar milhões de dinheiros, né? Mas guardar sempre um percentual desde o começo. É o primeiro arrependimento que eles tem. O segundo é o de não ter metas e objetivos claros. Eles vão se perdendo no dia a dia e muitas vezes quando a gente pergunta: pra onde foi o seu dinheiro no mês passado? Não é que ele não sabe no que gastou. Ele não faz a mais santa ideia de pra onde tá indo o dinheiro dele. Então, ele nem sabe dizer se ele curtiu aquilo que ele gastou. E ele gastou 110% do que ele ganhou no mês. Então, saber pra onde vai o dinheiro, é alguma coisa que vai dando significado pra ele. Guardar dinheiro, desde sempre, é o que a gente vai percebendo que é o grande ponto e tem muitas pessoas que vem pra algum evento. Desemprego, a morte, um acidente, enfim, e aí pra algumas famílias faz sentido a questão do planejamento sucessório, planejamento tributário, a gestão de grandes riscos, como por exemplo, ter uma apólice de seguro de vida que, às vezes, algumas famílias não tem, mesmo sendo o único gerador de receita na casa, né? Então, quando a gente percebe que a gente mostra o quanto que o planejamento financeiro não vai ter controle, mas vai permitir ele ser mais flexível e passar pelas adversidades da vida com mais conforto, a gente percebe que os grande erros são esses, né? Eu estou distraído comigo mesmo, não sei pra onde é que vai o meu dinheiro, eu não estou pensando no futuro, que é típico de nós brasileiros, eu estou só olhando pro curto prazo, não estou pensando longo prazo e não sei me frustrar, logo não frustro os meus filhos e isso tem um pênalti que é o… se eu fosse falar o grande pênalti que é hoje os que tem filhos hoje colocam, é: eu não estou dando limite pros meus filhos porque é difícil, muito diferente dar limite tendo dinheiro, do que dar limite não tendo dinheiro, que é o que os pais e avós fizeram, né?

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16/7 – LíderCast 120 – Alexandre Correia – Um empreendedor de uma pequena cidade do interior, que monta uma estrutura para atender a grandes empresas nacionais na área de pesquisas de mercado. Uma história que mostra que você pode crescer sem sair do interior.

Eu sempre fui muito workaholic, muito workaholic, muito, muito mesmo. A ponto de “trabalho é tudo pra mim”. E com a chegada dos filhos,  sabe quando você começa a repensar, fala: eu preciso ser mais seletivo, preciso parar e pensar mais, so what, qual o sentido disso tudo, sabe, o que adianta: eu tenho três guitarras e eu não toco em nenhuma, porque eu não tenho tempo. Tenho uma biblioteca cheia de livros e não leio nenhum porque eu não tenho tempo. Chega uma hora fala pra que? Eu tô correndo atrás do rabo, sabe. Você começa a perceber que você vai ter mais na vida tirando coisas da sua vida, sabe? Foi um decisão muito dura, eu contei  com o apoio e orientação de alguns amigos, de coachs que… porque lá no racional, o tico já sabia, o teco não, aquele apego. Mas no fundo eu já sabia que era uma  decisão de seletividade, que seria  melhor. Ainda tenho muitas atividades e veio também meio que um chamado, nos últimos anos, de aprender, muito estranho assim, sabe? Vontade de aprender, de estudar, me inscrevi no EAD. Sabe quando você está com vontade de consumir conteúdo, de produzir?

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23/8 – LíderCast 121 –  Rodrigo Gurgel – Mais que um escritor, um professor de escrita, mas com uma história que começa com a militância sindical até chegar ao universo do conservadorismo. Que grande figura.

Em 1980, pra mim estava muito claro, tanto na militância petista, quando na militância cutista, que na verdade na CUT eu não fui um militante. Eu fui um profissional da área de edição de revistas, de livros e fui um professor. Fui um professor. Agora a minha militância era partidária, petista, né? Nos dois casos, pra mim, estava muito claro que o objetivo é um só. E eu trabalhava com esse objetivo. Você tem que mudar a ordem institucionalizada por dentro. Entendeu? É a perspectiva de uma revolução aí gradual, silenciosa, sem violência, gramsciano. Usando um método ideológico. Você tem que interferir dentro da organização da sociedade usando os meios que a instituição democrática te oferece e fazer a revolução que você não vai fazer pegando em armas.

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30/8 – LíderCast 122 – Simone Mozzilli – Uma empreendedora da área de comunicação, que descobre a vocação do voluntariado, vive a mesma agonia das pessoas que ajudava e dá um novo rumo para sua vida. Outra daquelas histórias de superação, força e vontade de viver. É inspiradora.

Primeira coisa que foi muito chocante foi: eu fui internar pra colocar o cateter, que a minha primeira quimio foi sem cateter, porque não dava nem tempo de esperar o cateter, então eu fiz nas veias mesmo. Internei pra colocar já estava careca. E ganhei um kit do hospital.  E nesse kit vinha um sabonete, uma pasta, uma escola de dente, mas vinha uma touca, um pente e um shampoo. E eu estava careca. Falei: gente o que é isso! Então assim, isso é informação. Como é que você tá dando? E daí eu fui perguntar e comecei a ver que todos os pacientes ganhavam isso. Só que ninguém ligava, pegava e dava. Alguns pacientes, como eu, ainda mais que fazia comunicação, ficavam chocados. Mas assim, as crianças davam pra mãe. E eu falava: porque vai dar um pente, vai dar touca se o paciente não vai usar? Já foi no kit do acompanhante. E daí eu comecei a notar as coisas que eu achava que eram ruins. Tipo roupa de hospital, procedimentos, protocolos, milhões de coisas. Fui anotando. E daí eu ficava com as crianças e as crianças brincavam. No dia que eu cheguei careca elas falaram: nossa! Você raspou o cabelo pra ficar igual a gente! Eu falei não, agora eu estou igual  a vocês. Eu peguei câncer. Elas começaram a rir. Eu falei: não. Câncer não pega. E fui passando o tratamento e explicando pra elas as coisas que eu descobria. Tipo: pra que que servia o cateter, pra que que servia não sei o que e foi passando, terminei o tratamento e os médicos começaram a me chamar. Si. Tem uma criança que tem que colocar o cateter ela não está querendo. Vem aqui conversar e explicar o que é? Eu ia. Vem aqui explicar o que é câncer? Daí eu ia. Porque pra mim, o câncer não era um bichinho.

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06/9 – LíderCast 123 – Augusto Pinto – Empreendedor com uma história sensacional de quem constrói a carreira como executivo de grandes empresas e, já maduro, decide partir para um negócio próprio. Aliás, vários negócios.

São duas coisas distintas. Uma é a distribuição do tempo, a outra é sucesso em vários âmbitos da tua vida. Eu tenho um lema que diz o seguinte: o cara que diz que não tem tempo é um cara que não sabe gerenciar prioridade. E quem não sabe gerenciar prioridade é fracassado. Então, na verdade, o teu desafio é gerenciar o tempo pra você conseguir fazer esporte, conseguir ler, ir no cinema, namorar com a tua mulher, cuidar dos seus filhos e trabalhar que nem um animal. Dá pra fazer, só que o tempo que vai sobrar pra família, pro cinema, pro livro, pra essas outras coisas, é menor do que o tempo que você vai gastar construindo tua carreira. Mas pode ser um tempo de extrema qualidade. O que eu não concordo é você sair de férias uma semaninha que é o que sobrou no ano e tá lá trabalhando, tá com o notebook na mão. Não. Você está de férias. Qualidade total daquele tempo pra tua esposa, pros teus filhos, pra tua família. Você vai no cinema, assiste o filme. O grande problema é a gente misturar estação. Não é a quantidade  de tempo que você dedica, porque esse tempo vai mudando ao longo da vida, né? Tem uma fase da vida que você tem que passar mais tempo estudando, trabalhando, construindo uma carreira e depois vai invertendo.

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13/9 – LíderCast 124 – Sidnei Alcântara Oliveira – Segunda participação no LíderCast, com uma história que começa com um sequestro transformador e uma vida dedicada ao estudo das relações humanas, desembocando no conceito de mentoria.

Eu estava muito seguro de mim. E ainda tinha a história da internet, então eu era muito requisitado, gente me chamava pra ser conselheiro de empresa e eu estava no meu momento. Sabe aquele momento que você fala: pronto, agora é a minha vez. Cara! Hoje eu olho isso e falo: que bobeada! Porque é óbvio que você acha que você é inatingível, acha que você é seguro, você facilita. Eu não me dei conta que eu estava sendo vigiado. Foi uma época bem complexa, porque havia no Brasil aí naquele momento, uma onda de sequestros. 2001. Tem uma onda de sequestro. Foi antes das torres gêmeas, então nós estamos falando do início de 2001, novo século, eu, seguro de mim tipo, pôxa, eu já venci na vida. É uma sensação assim… eu não vou nem dizer que a palavra arrogância é suficiente, acho que é mais do que arrogância. É  uma segurança de infalibilidade de que você é o dono. Cara! Você é inatingível. A gente é tomado por isso, você fica contaminado por isso. Você acredita realmente em tudo isso. Tanta gente falando isso, você começa a acreditar e você começa a ser dono dessa verdade. Hoje a gente olha e percebe quão fútil que é essa verdade. Não me dei conta que o meu nome estava muito falado, evidentemente, quem está  trabalhando na indústria do sequestro estava olhando os nomes e o meu nome acabou entrando no target deles. 

Muito bem. É isso aí. Mais uma temporada repleta de histórias e ideias de gente como a gente, que acorda de manhã com a faca nos dentes pra fazer acontecer. Num país repleto de estímulos negativos, o LíderCast é para ser aquele momento em que a gente conclui: meu, é possível! Dá pra mudar as coisas! Dá pra fazer dar certo!

Com o inspirado Lalá Moreira na técnica, a motivada Ciça Camargo na produção e eu, que agradeço o tempo todo a cada convidado que me dá 90 minutos de vida, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte William, Paulo Rabello de castro, Glaucimar Peticov, Alexandre Ostrowieki, Nailor Marques Jr, Roberto Motta, Alice Quaresma, Maria Luján Tubio, Fabiano Calil, Alexandre Correia, Rodrigo Gurgel, Simone Mozzilli, Augusto Pinto e Sidnei Alcântara Oliveira.

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito, mas muito mais. Especialmente pra quem assina o cafebrasilpremium.com.br

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Pra terminar, uma frase de ninguém menos que Ariel, a Pequena Sereia:

Não tem que fazer sentido, ser a pessoa certa, acontecer no momento certo ou ser igual filme. Só precisa dar aquela sensação de felicidade inabalável, sabe?