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611 – Momentos felizes

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Luciano Pires -
Download do Programa

Vamos fazer dessa noite
A noite mais linda do mundo
Vamos viver nessa noite
A vida inteira num segundo
Felicidade
Não existe
O que existe na vida
São momentos felizes

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Antes de começar o show, o costumeiro recado: preparamos um resumo do roteiro deste programa com as principais ideias apresentadas para complementar aquelas reflexões que o Café Brasil provoca. Baixe gratuitamente em portalcafebrasil.com.br/611.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é a Ariane, cujo comentário vou usar ao longo do programa.

A Ariane receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino.

Quem distribui os produtos Prudence é a DKT, que pratica o marketing social. Boa parte de seus lucros são destinados para ações em regiões pobres em todo o mundo, para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  Cada vez que você compra um produto Prudence, está contribuindo para salvar vidas. facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então! Lalá: o tema hoje é “momentos felizes”

Na hora do amor,

Lalá – rarara Prudence uhuu!

Chegou a hora de ouvir aquele depoimento de quem assina o Café Brasil Premium, nossa “Netflix do Conhecimento”, olha só:

“Luciano entrar para o CBP foi o melhor investimento que fiz. Graças a você e a todos os insights que surgem no grupo do Telegram, estou colocando em prática e tirando da gaveta um projeto que idealizei há 15 anos, de levar a educação financeira para as pessoas, mas que nunca tinha empenhado energia para virar uma atividade paralela ao meu trabalho atual. Você construiu um alicerce tão sólido com o Premium que o valor intangível desta marca é imensurável. Parabéns pelo sucesso e longa vida ao cafezinho.” Leandro Florindo

cafebrasilpremium.com.br.

Conteúdo extra-forte.

Pense em mim
Douglas Maio
José Ribeiro
Mario Soares

Em vez de você ficar pensando nele
Em vez de você viver chorando por ele
Pense em mim, chore por mim
Liga pra mim, não, não liga pra ele
Pra ele! Não chore por ele!

Se lembre que eu há muito tempo te amo
Te amo! Te amo!
Quero fazer você feliz
Vamos pegar o primeiro avião
Com destino à felicidade
A felicidade pra mim é você

Pense em mim, chore por mim
Liga pra mim, não, não liga pra ele
Pra ele! Não chore por ele!

Pense em mim, chore por mim
Liga pra mim, não, não liga pra ele
Pra ele! Não chore por ele!

Uauuuu… O programa começa com o clássico PENSE EM MIM, composição de Douglas Maio, José Ribeiro e Mario Soares. Essa letra na interpretação do pernambucano John Donovan, mais conhecido como Johnny Hooker, ficou boa, não ficou?

Então eu recebo um Whatsapp de meu editor falando que uma senhora de 74 anos ligou para ele a partir do telefone que encontrou em meu livro ME ENGANA QUE EU GOSTO. Ela queria saber do Programa Café Brasil que tinha desaparecido da Rádio Mundial nos domingos às 16 horas. Tentou ligar para a rádio, sem sucesso e então se lembrou do livro.

Peguei o telefone e liguei para a dona Terezinha.

Ela mora sozinha no bairro de Santana, não tem computador e nem mesmo celular, e não suporta mais assistir televisão, então ouve rádio. E aos domingos, era sagrado: 16 horas era hora do Café Brasil. Até a rádio mudar o horário pra 21 horas do domingo e provavelmente sem avisar os ouvintes. E muitos ficaram órfãos.

Liguei para ela:

– Dona Terezinha? Bom dia, boa tarde, boa noite!

– Ah! Eu sei quem você é!

E ela se desmancha… diz que adorava o programa, que aprendeu muito, que pediu para a filha comprar o meu livro, que ficou sem o programa, que isso e aquilo. Enquanto ela falava eu imaginava a cena. Domingo à tarde, ela sentada sozinha na cozinha, provavelmente com uma xícara de chá, ouvindo atentamente o rádio que toca o Café Brasil.

– Bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires…

Provavelmente ela repete mentalmente a introdução tão familiar.

Faço o programa imaginando que alguém com 30 anos de idade, cheio de energia e planos está me ouvindo… Essa imagem da velha senhora nunca passou pela minha cabeça.

Ouvir Dona Terezinha feliz ao telefone, entusiasmada até, com a possibilidade de voltar a ouvir o programa e com a perspectiva de que um dia a filha a visite no final de semana e tenha tempo para ensiná-la a usar o tablet no qual ela joga seus joguinhos, para ouvir o Café Brasil, explodiu minha cabeça. Eu aqui mergulhado em afazeres, produzindo conteúdo, palestrando, agitando… e ela lá esperando. Esperando o programa, esperando a filha, esperando a vida. Ela disse que tem amigas com as quais compartilha o programa e isso abriu a possibilidade de que seja uma pessoa ativa e vivendo a vida plenamente. Mas a imagem que ficou em minha mente foi outra: aos domingos à tarde, a companhia da dona Terezinha de Santana, sou eu.

– Você não imagina como estou feliz por você me ligar!

Fiquei nove minutos com ela ao telefone. Nove minutos que não me fizeram a menor falta, mas provavelmente iluminaram o dia da Dona Terezinha. E o meu.

Pois é.

Não me custou nada, só um telefonema, assim como deve custar nada para a filha dela ensiná-la a usar o tablet para ouvir podcasts. Enquanto isso não acontece, dona Terezinha espera, afinal, aos 74 anos de idade o que ela mais tem é tempo, não é? Pois é.

Quem não tem somos nós.

Pois bem, essa história da Dona Terezinha foi publicada no podcast Cafezinho que remeto por WhatsApp toda semana. E rendeu uma resposta de uma ouvinte. Ouça:

“Luciano, você sempre um poço de gentileza e não podia ser diferente com a dona Terezinha. Sabe eu vou deixando, amanhã eu escrevo outro dia eu mando, e assim muitas vezes vou deixando de dizer ao outro o quanto o trabalho dele é importante.

E hoje eu parei pra escrever pra você. Meu nome é Ariane, 27 anos, moradora de Ribeirão Preto – SP. Formada em Serviço Social, não atuo na área, mas vou ser a vida toda uma intelectual orgânica, como diria o meu queridíssimo Antonio Gramsci.

E o que eu tenho pra te dizer é que você faz a diferença na vida das pessoas. Alguns programas eu tenho vontade de sentar a família e dar play, pagar para um carro de som passar tocando pela cidade de tão importantes que são.

Esses dias um “jovem” senhor de 85 anos, chamado Antonio adentrou a assistência técnica onde trabalho com um celular para reparo, eu apertei play no automático, perguntas rotineiras da minha função,

Qual defeito? Como começou? Quanto tempo de uso? Já levou em outro local? Vamos fazer um cadastro para avaliar o aparelho.

E então ele me perguntou

– Você sabe ler moça?

Eu disse:

– Sim

E ele novamente:

– Tem certeza disso moça?

Eu

– Claro

Ele me pediu um papel e escreveu assim “cobra”. Porem o “A” era muito maior que as outras letras. Aí ele perguntou:

– Moça, quantos bichos tem escrito aí?

Eu disse:

-Um!

Ele:

-Você não sabe ler não, moça? Olha o tamanho do A? Olha o “tamanho do A”, aquele bicho que come formiga.

Essa foi a primeira de mais umas dez brincadeiras que ele fez, daquelas que fazemos no primeiro ano escolar. Isso era sexta-feira, na segunda pela manhã ele veio me visitar e trouxe esse lindo desenho feito por ele…”

Bom. Ela mandou o desenho. Vai estar no roteiro do programa.(É a ilustração deste post).

“Ele me fez rir, me fez pensar nele muitas vezes depois, e me fez avaliar o tempo, eu com 27 anos vivo com pressa, atendo o mais rápido que eu posso porque as pessoas que passam pela minha mesa todas tem pressa e ele com 85 anos me desacelerou, me fez olhar pra ele devagar, ele me contou a vida, falou da formação técnica, dos filhos, da esposa e eu então percebi a riqueza das rugas do olhar daquele senhor que aos 85 anos tinha uma alma de 10.

E porque eu contei tudo isso, porque eu já amava o tempo e depois de muitos cafés com você, eu admiro ainda mais o tempo.”

Quando o sol bater na janela do teu quarto

Renato Russo
Dado Villa-Lobos

Quando o sol bater
Na janela do teu quarto
Lembra e vê
Que o caminho é um só

Por que esperar
Se podemos começar
Tudo de novo?
Agora mesmo

A humanidade é desumana
Mas ainda temos chance
O sol nasce pra todos
Só não sabe quem não quer

Quando o sol bater
Na janela do teu quarto
Lembra e vê
Que o caminho é um só

Até bem pouco tempo atrás
Poderíamos mudar o mundo
Quem roubou nossa coragem?

Tudo é dor
E toda dor vem do desejo
De não sentirmos dor

Quando o sol bater
Na janela do teu quarto
Lembra e vê
Que o caminho é um só

Ei! Hoje o programa vai levinho, cara! Essa aí é QUANDO O SOL BATER NA JANELA DO TEU QUARTO, com o Legião Urbana, que antes você ouviu na versão RockYourBabies…

Lá em 2007, eu introduzi um conceito, o de “Ressentimentos Passivos”, que eu acho que até que eu usei num podcast anterior, quando eu dizia assim:

“Você também é mais um (ou uma) dos que preenchem seu tempo com ressentimentos passivos? Conhece gente assim, hein? Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam “que horror”. Sabem do roubo do político e exclamam “que vergonha”. Veem a fila de aposentados ao sol e exclamam “que absurdo”. Assistem a quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem “que baixaria”. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ”que medo”. E pronto!  Pois acho que precisamos de uma transição “nestepaíz”. Do ressentimento passivo para a participação ativa.”.

Participação ativa, cara! Aquele momento em que você deixa de ser espectador para ser o protagonista da ação, sabe como é, hein? O momento em que você se atira de corpo e alma e experimenta o prazer de sair do mimimi pra dizer assim: cara, eu tô fazendo alguma coisa, pô. Se você quer alguma inspiração ouça os LíderCasts, que contam histórias de gente faz tudo, menos ficar ruminando ressentimentos.

A minha transição começou quando eu li num texto de Érico Veríssimo um trecho delicioso que dizia assim, ó:

…”o menos que um escritor pode fazer, numa  época de atrocidades como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos  ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos  fósforos repetidamente, como sinal de  que não desertamos do nosso posto.”

Então eu falei das atividades que eu vinha desenvolvendo, para sair do ressentimento passivo e entrar na participação ativa.

 (…) não preciso mudar a vida de 180 milhões de brasileiros. Basta começar mudando a vida de um. Veio daí a motivação para lançar meus textos na internet, manter meus sites, escrever e distribuir meus livros, fazer minhas palestras, meus comentários em rádio e tudo que ainda vem por aí. Eu não sei se provoquei alguma mudança em alguém. Mas acredito que estou cumprindo um papel. Homeopático, pequenino e simples. Pra mim, ele é relevante. Tem gente que escreve me chamando de ególatra, metido e elitista. Para essas pessoas, eu incomodaria menos se permanecesse confortavelmente usufruindo da vida de executivo de uma multinacional, pacatamente curtindo meus ressentimentos passivos. É uma opção.”.

Pois é… Mas essa opção pra mim não serve não, cara. Pra mim, basta terminar  dia com a sensação de que cheguei no coração de uma, umazinha pessoa, para ser meu momento feliz.

Então, antes da reflexão dos ressentimentos passivos, eu contei duas histórias de momentos em que alguém consegue causar aquela fagulha de felicidade para outra pessoa. Mas qual será a mágica, hein? O que é que a gente pode fazer assim, num dia, nessa época que a gente vive, que está passando no Brasil, para conseguir mais desses momentos felizes?

Essa é a pergunta de um milhão. Todo mundo atrás da resposta.

Dois psicólogos norte-americanos, Ed Diener e Shigehiro Oishi, conduziram um estudo com 10 mil participantes de 48 países e descobriram que as pessoas colocam a busca pela felicidade no primeiro lugar, antes mesmo de buscar um propósito, enriquecer ou ir para o céu… Não é difícil entender a razão. Felicidade está ligada a todo tipo de coisas boas, de riqueza a sucesso no amor, à criatividade, à saúde.

O que se sabe é que o estado de espírito ao qual nos referimos como felicidade, varia de pessoa para pessoa, tem a ver com emoções, com o repertório genético e a personalidade de cada um. Mas a felicidade verdadeira, dura mais que uma explosão de dopamina. Portanto é preciso pensar nela como algo mais que uma emoção passageira. Seu senso de felicidade tem a ver com seu senso de humor, sua conta bancária, a cor de seu cabelo, a qualidade de seu casamento… Só um pouco do senso de felicidade tem a ver com a forma como você se sente naquele momento. O resto é pura aritmética mental, quando você lida com expectativas, ideais, aceitação daquilo que você não pode mudar e inúmeros outros fatores.

Dito isso, conclui-se que a felicidade é um estado mental. É portanto uma condição, que pode ser intencional e estratégica.

Uia!

Outras pesquisas mostraram algo curioso: certas atividades que nos colocam em cenários incertos, desconfortáveis e até mesmo com um pouco de sentimento de culpa, são associadas a alguns dos momentos mais memoráveis e agradáveis de nossas vidas. Pessoas felizes se envolvem numa série de atividades que, a princípio, parecem mais próximas da infelicidade. Não é louco isso não, hein?

Mas é fácil explicar. As pessoas felizes têm uma espécie de intuição de que a felicidade sustentável não está em fazer apenas as coisas que você gosta. Ela precisa de crescimento, de se aventurar além dos limites de sua zona de conforto. Pessoas felizes são curiosas. Olha que maravilha! A curiosidade, aquela sensação pulsante de ignorar algo, produz um estado de ansiedade. A vontade de explorar, mesmo que isso custe alguma infelicidade. Gente curiosa sabe que vai ter trabalho para descobrir o que ignora, mas em troca se tornará mais sábia e forte. Pessoas felizes investem em atividades que lhes causam desconforto, pois sabem que o prêmio para o risco é muito mais alto.

Por outro lado, as pessoas mais felizes são aquelas dispostas a fazer trocas. Abrem mão de se apegar a detalhes, a minúcias, à perfeição, para obter a realização. Sabem que problemas existem, que conflitos também, que devem abrir mão de confrontos às vezes, para vencer resistências e obter o que querem. Olha! Talvez não consigam 100%, mas sabem se contentar com 90, 80, 70%…

Pessoas felizes não se escondem de emoções negativas, sabem que elas fazem parte da vida e têm aquilo que se chama flexibilidade psicológica: a habilidade mental de rapidamente modificar seu comportamento quando passa de uma situação de prazer para outra de sofrimento. E vice versa.

E aí chegou no ponto: a habilidade de mudar seu estado mental, o famoso mindset, conforme as circunstâncias demandam.

Gente feliz sabe equilibrar o prazer de fazer aquilo que gosta com a experiência de tentar algo novo, o desconforto. Como o telefonema que dei para a dona Terezinha, que quebrou a minha rotina e a dela. Ou a disponibilidade que a Ariane teve de ouvir o seu Antonio. Aqueles momentos simples, quebraram a rotina do dia. Colocaram pessoas em contato. Foram momentos em que alguém ouviu alguém com curiosidade. E no final todos saíram felizes. Todos ganharam.

E quando a gente olha pra trás e reflete a respeito… putz cara, mas foi só um telefonema. Uma bobagem! Mas que teve a força de fazer o dia da dona Terezinha e o meu. De se transformar num texto que inspirou e emocionou um monte de gente. E que desembocou neste programa aqui, cara. Uma bobagem de um telefonema.

Viu como é fácil criar felicidade?

Agora faça o seguinte… em vez de fazer um comentário crítico naquele post que te incomodou, pegue seu celular, abra a agenda de telefones, ligue para um amigo ou amiga, um parente cara, alguém com quem você não fala há tempos… E diga só assim: Fulana! Fulano! Tô ligando pra dizer que estou com saudade de você!

Depois curta o que vai acontecer.

É isso que é um momento feliz.

A noite mais linda do mundo (A Felicidade)
Odair José

Vamos fazer dessa noite
A noite mais linda do mundo
Vamos viver nessa noite
A vida inteira num segundo
Felicidade
Não existe
O que existe na vida
São momentos felizes
Vamos fazer dessa noite
A noite mais linda do mundo
Vamos viver nessa noite
A vida inteira num segundo
Felicidade
Não existe
O que existe na vida
São momentos felizes
A gente pode ser feliz
Viver a vida sem sofrer
É não pensar no que vai ser, Oh!
Não me pergunte se amanhã
O nosso amor vai existir
Não me pergunte
Pois não sei.

E é assim então, ao som de A NOITE MAIS LINDA DO MUNDO, clássico de Odair José, de 1974, cara. Essa canção está no terceiro trabalho do cantor na gravadora Polydor. A base instrumental ficou a cargo do fantástico grupo Azymuth, em conjunto com os músicos Hyldon e Luis Claudio Ramos. É… e pensar que isso era considerado brega na época..tão. É assim que vamos saindo então… acho que felizes.

Com o feliz Lalá Moreira na técnica, a felicíssima Ciça Camargo na produção e eu, este caçador da felicidade perdida, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco a ouvinte Ariane, Legião Urbana, Odair José e Johhny Hooker. É mole, hein?

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa aqui tem muito mais.

Para o resumo deste programa, acesse portalcafebrasil.com.br/611.

Para assinar o Premium: cafebrasilpremium.com.br.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Pra terminar, uma frase, claro que tem que ser cara, de Odair José:

Felicidade não existe. O que existe na vida são momentos felizes.