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Luciano Pires -
Download do Programa

ILUSTRAÇÃO DA VITRINE: VITO QUINTANS

Publiquei no Café Brasil Premium o sumário do livro #Agora, do Dr.  Max McKeown, que é palestrante e coach estratégico em empresas. Nesse livro o autor comenta que vivemos no presente com as ansiedades do passado e as preocupações do futuro, mas só podemos atuar sobre o agora. Hoje eu vou dar um aperitivo….

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Antes de começar o show, um recado: preparamos um resumo do roteiro deste programa com as principais ideias apresentadas. Um guia para você complementar aquelas reflexões que o Café Brasil provoca. Para baixar gratuitamente acesse o roteiro deste programa no portalcafebrasil.com.br/574 .

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é a Brenda!

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Brenda, eu tenho 19 anos e atualmente eu moro em Alfenas, Minas Gerais. 

Eu estava ouvindo o episódio Um dia útil e em algum momento você disse a frase: viver tem que valer a pena. E eu fiquei pensando se eu estou fazendo valer. Eu tenho 19 anos, ainda não fiz grandes coisas, estou na universidade, faço parte de uma empresa júnior onde eu tenho aprendido bastante sobre empreendedorismo, tento participar de projetos sociais e tudo mais, mas não sei se posso chamar isso de valer a pena. 

Eu tenho anseios de viajar o mundo, criar algo grande, fazer a diferença de alguma forma, mas ainda me vejo sem dinheiro, sustentada pelos meus pais, sem tempo pra trabalhar devido aos estudos e dá um desesperozinho de como fazer valer a pena, quando me sinto de mãos atadas. Eu não acho que seja uma realidade comum dos seus ouvintes, no geral, e talvez eu esteja sendo um pouco precipitada, querendo agarrar tudo de uma vez, mas eu vivo num medo constante de não estar aproveitando a vida como eu gostaria, a ansiedade tomando conta e pronto. 

Passos como, melhorar a alimentação, dormir mais cedo, estudar mais, virou uma montanha gigante difícil de escalar. E foi aí que eu percebi que encarar os medos é apavorante mas, é necessário. E assim: se prepare e comece a escalar, porque não dá pra mudar o mundo sem se mudar primeiro. 

Então eu estou aqui, dando os primeiros passos, trabalhando no fitness intelectual e tentando engajar no melhoramento físico também, me preparando pra poder finalmente chegar ao topo das minhas montanhas e pensar em como tudo valeu a pena. 

Então, obrigada por me fazer refletir e buscar ser melhor. Ainda uma sementinha, mas começando a brotar. Abraços.”

Putz…como é fascinante receber uma mensagem de uma menina com 19 anos de idade, cara. E já preocupada em fazer acontecer. Olha Brenda, você tem todo o tempo do mundo pra pintar e bordar, mas tudo tem seu tempo. Paciência é uma virtude…  E o programa de hoje acho que vai ajudar você.

Muito bem. A Brenda receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil

Lalá. Vamos lá então!

Na hora do amor, use

Lalá – Prudence. Agora!

Você agora tem um ambiente para mergulhar mais fundo em conteúdos para o crescimento pessoal e profissional: lançamos o Café Brasil Premium, nossa “Netflix do Conhecimento”, repleta de sumários de livros, vídeos, podcasts, áudios… cara! Tem um monte de conteúdo. O pessoal está pirando lá. É uma festa para quem quer crescer. Acesse cafebrasilpremium.com.br, conheça nossa proposta e junte-se aos quase mil assinantes que já estão viajando por lá.

cafebrasilpremium.com.br

Conteúdo extra-forte.

Olha, como o programa de hoje tem um bocado de texto, a trilha sonora será mais simples, viu? Nós vamos botar de fundo aqui o Quarteto Novo, com Hermeto Pascoal, Théo de Barros, Heraldo do Monte e Airto Moreira, num disco fantástico de 1967. Só peso pesado, meu…

Na capa do livro #Agora existem dois círculos que se interseccionam. No círculo amarelo está escrito PASSADO e no círculo azul está FUTURO. Na intersecção do passado com o futuro está o presente, e ali dentro o autor colocou o símbolo de hashtag, do jogo da velha, representando o agora. É ali, e só ali naquele ponto, que podemos escolher agir ou não.

O autor usa ao longo do livro o termo “agorista”. Um “agorista” é o indivíduo que sabe que precisa agir aqui e agora para poder ter controle sobre seu futuro e implementar o aprendizado do passado.

Um “agorista” sabe que só terá prazer e um desenvolvimento saudável se se mantiver em movimento. Por consequência, sabe também que permanecer estático, parado, inerte, não é uma boa opção. E ele nos apresenta a virtude da impaciência, que tem mais valor prático que os vícios da autonegação,  da procrastinação e da paciência que entorpece.

Um “agorista” é o indivíduo que corre quando pode andar, salta quando pode sentar  e dança quando pode ficar parado. Ele não se conforma com a inação e portanto, age…

Olha, parece que esse livro foi escrito para mim… rarará…

Há muitos anos digo para as pessoas que trabalham comigo assim ó:

– Eu quero brigar com vocês pelas coisas que vocês fizeram Não quero brigar por causa da  falta de ação!

Pelo menos para mim, isso é uma espécie de transtorno obsessivo compulsivo, cara. Você quer me ver mal-humorado? Me coloque numa fila, esperando ser atendido, vendo a vida passar enquanto estou ali, fazendo nada, cara. Que horror!

Aliás, este é um grande mérito dos podcasts viu? Eles agregam valor àqueles momentos em que você desperdiça tempo de vida. Uma hora numa fila ouvindo este podcast, por exemplo, jamais será tempo perdido.

A alternativa ao “agorista” é ser um daqueles mimizentos que passam o tempo comparando a si próprios com outros, lamentando o que não conseguiram, arrependidos pelo que poderiam ter sido e temendo por algo que jamais acontecerá.

Cuidado para não se afogar em dezenas, centenas de planos de ação que acabam por bloquear sua capacidade de agir, fazendo com que você consuma o seu agora com preocupações e não com a curtição da vida.

No livro o autor apresenta o trabalho  do cientista Scott Dickman, um doutorando do Laboratório de Cérebro, Cognição e Ação da Universidade de Michigan. Em 1985, Dickman conduziu uma série de experimentos. A intenção era comprovar que as pessoas mais impulsivas teriam mais dificuldades de realizar tarefas com eficácia. Até então, tanto a sociedade quanto a psicologia viam a impulsividade como uma disfunção.

Para surpresa de todos, não houve diferença entre o grupo dos altamente impulsivos e o dos pouco impulsivos.

Pessoas impulsivas valorizam respostas rápidas, pois estão mais dispostas a errar e consertar os erros rapidamente. Já as não impulsivas estão mais preocupadas em evitar erros, portanto, levam mais tempo para decidir e agir, mesmo quando os possíveis erros podem ser facilmente corrigidos.

A sacada só surgiu quando Dickman percebeu que existiam dois tipos de comportamentos característicos. Um que leva as pessoas a decidir rapidamente, impulsivamente e que pode conduzir a más  consequências, e outro que, mesmo levando as pessoas a decidir rapidamente, chega a bons resultados.

E ele concluiu: “Seria um terrível desperdício de talento e potencial se as pessoas presumissem que pensar lentamente é sempre o melhor jeito de pensar”.

O tipo de comportamento tradicional é a impulsividade disfuncional, aquela que, sob pressão, faz com que as pessoas ajam ou decidam sem entender adequadamente o cenário. Algumas vezes dá certo, mas geralmente a turma quebra a cara, bicho!

A outra é a impulsividade funcional. As pessoas parecem gastar menos tempo pensando sobre o que fazer antes de fazer, mas apenas porque elas desenvolveram a habilidade de decidir rapidamente e com qualidade. Você deve conhecer pessoas assim, né? Elas pensam com clareza e mesmo sob pressão, enxergam as opções rapidamente e preferem agir, mesmo sob o risco de errar.

Impulsividade funcional e impulsividade disfuncional.

Qual é a sua, hein?

Olha! Eu me lembrei neste momento da luta entre Conor  McGregor com o  José Aldo pelo título dos pesos-pena do UFC. Você lembra hein? A luta durou 14 segundos, quanto McGregor acertou um direto no queixo de José Aldo e o colocou para dormir.

O Aldo foi um impulsivo disfuncional. Partiu com tudo para cima do irlandês e tomou o troco.  McGregor disse após receber o cinturão o seguinte:

– A precisão vence a força.

Poderia ter dito:

– A impulsividade disfuncional, aquela do porra louca,  bota você pra dormir.

Deixa eu usar um exemplo que você conhece muito bem, quer ver ó?

Imagine duas pessoas dirigindo seus carros para o supermercado. Uma delas quer encontrar o melhor lugar para estacionar, mesmo que para isso demore mais para entrar no supermercado. A outra quer parar no primeiro espaço disponível, mesmo que tenha de andar um bocado até o supermercado.

A primeira pessoa, que fica rodando pelo estacionamento em busca do melhor lugar é guiada pelo que chamamos de avaliação. Ela está mais interessada numa escolha perfeita do que em realizar a ação. Os avaliadores tendem a se preocupar em excesso com a possibilidade de fazer a coisa errada, com ambiguidades, com o que as outras pessoas pensam e como se comparam com outras pessoas.

Já a outra pessoa, aquela que estaciona no primeiro lugar disponível, é guiada pelo que chamamos de locomoção. Ela está mais interessada em realizar a ação do que em tomar a decisão perfeita, está comprometida com a ação, é energética e orientada por objetivos.

Locomotores se movem. Avaliadores se preocupam.

Olha, o texto que estou usando neste programa é feito com trechos do sumário, que tem umas trinta e tantas páginas, viu? Todo mês tem um novo no Café Brasil Premium. Quem leu o sumário anterior, o “Persuadível”, que também está lá no Café brasil Premium, vai se lembrar do momento em que falo sobre o custo implícito do tempo que se deve gastar juntando informações. Quando se trata da qualidade das decisões, o valor incremental de mais informações declina com o tempo. É uma questão de equilíbrio: quanto mais informações você junta, melhor é a qualidade de sua tomada de decisão, mas vai chegar um ponto em que a probabilidade de a próxima informação ser repetida ou de pouco valor será muito maior. Essa nova informação contribuirá muito pouco para a qualidade de sua tomada de decisão. E a relação custo x benefício da informação começa a ser negativa.

Em algum momento você precisa dar um corte:

– Chega de juntar informação cara, é hora de tomar a decisão!

Eu lembrei que, em meados dos anos oitenta, eu entrei numa onda de uma série de cursos que viraram moda nos RHs: a tal da Análise Transacional. Lembro-me dos cursos 101 e 202, nos quais havia um momento em que devíamos definir os nossos impulsionadores, que hoje seriam considerados os mindsets que guiam nossos atos. Fizemos os testes e na hora do almoço fui com o instrutor comer um lanche. Quando voltamos, ele me disse:

– Já sei qual é o seu impulsionador. É o “seja rápido”.

Aquilo foi uma porrada… Até então, eu julgava que meus impulsionadores tinham a ver com a qualidade do que eu fazia, e ele me dizia que na verdade era com a rapidez, era a rapidez que me guiava. Dali para a frente eu passei a observar minhas reações e escolhas com cuidado, tentando ver se era aquilo mesmo. E hoje cara, quase 40 anos depois, confirmo que sim, meu impulsionador continua sendo o “seja rápido”. É ele que guia todas as minhas tomadas de decisão.

Lembrei-me  disso ao perceber que o autor diz que o impulsionador do “agorista” é o faça acontecer, “keep moving”, mantenha-se em movimento.

Hoje, eu tenho certeza que eu sou um “agorista”…

Quando o “agorista” se depara com uma oportunidade para agir, vai com tudo, cara. Ao ver um par de tênis, quer sair correndo! E então o autor cita uma palavrinha mágica: momentum.

Momentum pode ser traduzido como impulso, ímpeto, aceleração, velocidade adquirida: o “agorista” precisa aproveitar o momentum, manter-se em movimento. O “agorista” sente prazer em fazer acontecer, na sensação de ter feito acontecer e com as oportunidades de fazer mais. É quando ele se sente em momentum, movendo-se. Para um “agorista”, realizar cria mais oportunidades para fazer mais e assim, obter mais prazer. E o oposto também é verdadeiro: a paralisia da inação é o pesadelo do “agorista”.

Talvez a maior habilidade de um “agorista” seja sua capacidade de começar algo. Agora. O mindset do “agorista” é claro: ele está sempre em busca de oportunidades, ferramentas ou razões que o levam a começar algo, a mudar, a manter-se em movimento. Meu! Esse cara não para quieto, bicho. E os “agoristas” têm a habilidade de trazer o futuro para o agora, antecipam os prazos de entrega para o agora, motivando-se assim a fazer acontecer.

O “agorista” orientado para a ação é também o “agorista” minimizador de arrependimentos. Para ele, a ideia de olhar para trás e se arrepender de algo que não fez  é um horror, cara! Viver com o fantasma do “e se?”… E se eu tivesse aceito? E se eu tivesse ido? E se eu tivesse arriscado? E se? Essa perspectiva aterroriza o “agorista”. É o mindset oposto daqueles que, diante do medo do fracasso, deixam as oportunidades passarem.

Diversas pesquisas comprovam que as pessoas geralmente não valorizam novas oportunidades, pois são incapazes de fazer o exercício de ir ao futuro e olhar para trás para ver o que perderam.

Os “agoristas” preferem decisões que não exigem esforços, não por serem preguiçosos, mas por uma conclusão racional baseada em seu sofisticado sistema cognitivo. Eles seguem alguns princípios que guiam a preferência pelo pensamento de menor esforço, aquele que economiza energia.

Primeiro: o esforço muitas vezes não vale a pena. Muitas vezes o mais ou menos pode ser suficiente.  Olha que doidera, cara!

Você vai com dezenove amigos a uma pizzaria. Na hora de fazer o pedido, você pode agir de maneiras diferentes:

Fazer um imenso esforço para obter um cálculo preciso. Quem come quantas fatias? Quem não está com fome? Quem está em dieta? Mesmo que você tivesse um supercomputador no qual pudesse lançar todas as variáveis para calcular a quantidade precisa de pizzas, mesmo assim correria o risco de errar, pois a situação poderia mudar a cada mordida que um dos convidados desse num pedaço de pizza.

Como é que você faz pra calcular então? É mais fácil então fazer um cálculo mental,  menos sofisticado. Sabendo que cada pessoa come em média dois pedaços de pizza, e que cada pizza tem oito fatias, você calcula que cinco pizzas são  uma boa pedida para alimentar vinte pessoas.

Mas dá pra ser ainda mais rápido se você lembrar que esse mesmo grupo pediu cinco pizzas da última vez e repetir o pedido. Essa tomada de decisão é mais rápida do que fazer os cálculos anteriores.

Os “agoristas” têm grande facilidade de tomar decisões rápidas com bons resultados, pois confiam em sua capacidade de intuir o que precisa ser feito em cada situação. Sua mente treinada coloca atenção, mesmo subconscientemente, nos detalhes certos e parte para a ação. Para isso, eles livram suas mentes dos detalhes irrelevantes, tirando do caminho qualquer coisa que possa distrair sua atenção sobre o que precisa ser feito. Mesmo emoções negativas relacionadas a fracassos são deixadas de lado ou deixadas para trás.

Aliás, esta é uma característica fundamental do “agorista”:  ele aprende com os erros.

Manter-se em movimento faz com que você se sinta mais poderoso, e isso vai lhe encorajar a agir mais, o que fará com que você se sinta ainda mais poderoso. Viu que é um ciclo, hein? Movimento – poder – mais movimento – mais poder? E essa espiral de poder é capaz  de se estender de maneiras diferentes. Por exemplo, se você é visto em movimento, todo poderoso e com um propósito claro, você se torna um influenciador. Meu, essa menina faz acontecer cara! Quero ela no meu time! Você adquire uma espécie de força gravitacional, que atrai outras pessoas, inspirando-as a agir. E muitas dessas pessoas podem ajudar você a se manter em movimento, indo mais longe e mais rápido.

O “agorista” não passa a vida se lamentando, naquela coisa do “e se?”, sabe? E se eu tivesse ido, hein? E se eu tivesse aceito? Já falei lá atrás, né? E se eu tivesse comprado? E se eu tivesse escolhido? Ele não gasta tempo experimentando o medo de que pode falhar ou de receber críticas, nem se arrependendo do que não fez. O mindset do “agorista” faz com que ele aplique sua habilidade de manter-se em movimento, em todas as situações da vida. O “agorista” sabe que mesmo uma queda é um movimento e estar em movimento é mais interessante que ficar preso à rotina.

Neste ponto o autor fala do otimismo, do pensamento positivo, de como é bom esperar que coisas boas aconteçam. É uma espécie de treinamento da mente para que ela se acostume a esperar coisas boas no futuro. Atletas de alto rendimento têm esse mindset positivo, voltado para coisas boas, têm mais prazer em manter-se em movimento.

O autor usa bastante exemplo de atletas, que deixam-se levar pelo movimento e pela velocidade, sem interromper seu prazer com pensamentos negativos. Atletas com o mindset “agorista” querem mais, curtem o movimento e esperam que o melhor aconteça. Sempre! Não perdem a chance de elevar a barra um pouco mais e se divertem com isso. Eles sabem que podem influenciar as coisas que acontecem ao seu redor, que podem provocar mudanças no único lugar e momento em que elas podem acontecer. Aonde? No presente. Agora!

O livro traz seis capítulos, cada um com uma “caixa de ferramentas”. No primeiro capítulo, o autor contrapõe ao conceito do “agorista” (de #agora) o “depoisista” (de #depois). O “agorista” vem de agora e o “depoisista” é o cara do depois, né?

Primeiro: Para o “depoisista”, uma tarefa é um meio para atingir um objetivo. Ele faz as coisas para ficar “bem na fita”, ou para terminar uma tarefa e, no processo, facilmente se esquece de viver a vida.

O “agorista” não, ele ama se manter em movimento, ele busca prazer em fazer as coisas. Não perde tempo esperando a felicidade, ele vai atrás dela.

Segundo: os “depoisistas” sofrem no processo de tomada de decisão, o que os  atrasa, leva à procrastinação ou então à decisões que não fazem sentido. E isso os deixa presos, paralisados.

Os “agoristas” tomam decisões rápidas e sem muito esforço, veem a vida como sequências de ações, e têm o perfeito senso de para onde estão indo.

Terceiro: os “depoisistas” são fáceis de serem interrompidos ou desacelerados, mesmo uma preocupação distante pode paralisá-los, jogá-los numa espiral de inatividade e de arrependimentos antecipados.

Os “agoristas” são difíceis de serem parados cara, veem obstáculos como oportunidades e o estresse é apenas mais uma fonte de energia para se manterem em movimento.

Quarto: os “depoisitas” são inseguros, estão sempre em dúvida, não confiam em seu julgamento mesmo quando sabem que estão certos.

Já os “agoristas” entram de cabeça, pois confiam em seus julgamentos, mesmo sob o risco de estarem errados. Aprendem com os erros e isso aumenta sua autoconfiança.

Quinto: os “depoisistas” gastam energia com preocupações, com autossabotagem, com atitudes passivas.

E os “agoristas” hein? Esses investem o tempo nas coisas que podem mudar, e, quando percebem que começam a se preocupar, rapidamente se colocam fora da espiral negativa, movendo-se para outra direção.

E aí, hein? Você se identificou Com quem? Com o “depoisista” ou com o “agorista”?

Pois é, meu caro, minha cara… A vida é aquilo que acontece quando você está ocupado tentando não ficar tão ocupado. A vida é feita de prioridades, no plural, e não de uma prioridade, no singular.

Movimento é vida. A única forma de parar é morrer.

Escolha.

A vida passa
Função RHK

A vida passa o tempo voa
E Nos aqui a sonhar
Momentos bons eu guardo
Pros meus filhos recordar (BIS)

E o tempo voa a milhão
Se mosca perde o trem na estação
Amanheceu quando penso que não
È noite
O mundo gira em alta rotação
Não espera por ninguém
Se acomodar, nem
Batalhar, bem
È ótimo
Viva cada momento
Como se fosse o ultimo
Sempre ajudando alguém
E o amanha nunca se sabe
Então não vale a pena
Perder tempo com maldade
Necessita urgente de amor, a humanidade.
Antes que seja tarde
Faça a sua parte
Veja no azul do mar
Que reflete no céu
Faz combinar
Com o amarelo do sol
Que aquece a terra
É tudo pra nois de graça
Então vou viver pra ver
As pivetas crescer
Thavine, Rayane vai saber
Entender o por que
Que ensinar é o dever
De cada pai, vai vai
E não adianta fugir
A idade vai chegar
Junto com a velhice
É melhor respeitar
Se quer que respeitem ti
Quando for passar por lá
E a chuva que cai
Quero que lave a sujeira do mundo meu pai
E que o branco das nuvens
Represente sempre a PAZ

Como meu pai falou
O tempo não espera
Então pelo amor
O que tem que fazer
Faça o que for
Experiência passada do meu bisavô
È a mesma que passo
Para o Igor e o Hiago
Meus dois anjos
De mais valor
O tempo é cruel
E não me esperou
Então não fique ai sentado esperando
Não espere você,os mesmos problemas
Ainda estão ai, então ligeiro pra resolver
Se a planta é boa, frutos vai colher
Pode se preparar, a evolução tem q acompanhar
O mundo não para de rodar, e o Léo já esta pra se aposentar
Tanto tempo passou,já trabalhou demais
Trazendo pro Tinho sempre a PAZ
Pro seu objetivo, sempre corre atrás
O bem das famílias, quero sempre mais
É quente, e com você não vai ser diferente
Falo de um povo de antigamente
Poder ver seus filhos e netos contentes

É, meu… a vida passas e o mundo não para de rodar… E é assim então, ao som de um daqueles achados que só o Lalá viu? O grupo de rap FUNÇÃO RHK, de Itapevi, São Paulo, que faz um sampling de PINGO DE AMOR de Paulo Diniz e dá o nome de A VIDA PASSA, que vamos saindo no embalo.

Ficou claro então, hein? Em vez de permanecer preso no remorso pelo que não fez no passado, temendo o futuro ou paralisado na tentativa de encontrar o plano perfeito, seja como um “agorista”, que muda o futuro ao praticar a ação agora. Não perde tempo especulando, faz instintivamente a próxima coisa positiva, mantem-se em movimento. Observa enquanto salta e salta enquanto observa. Não permanece tentando fazer tudo certo, está mais interessado em dar a largada e fazer com que as coisas aconteçam.

É isso, meu. Faça acontecer. Agora! Por exemplo, assinando o Café Brasil Premium e lendo o sumário completo do livro #Agora!

Com o antenadíssimo Lalá Moreira na técnica, a amanhista Ciça Camargo na produção e eu, este agorista com pressa, Luciano Pires, na direção e apresentação.

Estiveram conosco a ouvinte Brenda, Hermeto Pascoal, Théo de Barros, Heraldo do Monte e Airto Moreira formando o Quarteto Novo mais Tom, Koé, Diego Black, DJ Peu e DJ Cia, do Função RHK. Que tal, hein?

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

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Mergulhe fundo no mundo do Café Brasil acessando:

Para o resumo deste programa, portalcafebrasil.com.br/574

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E para o Premium: cafebrasilpremium.com.br.

Conteúdo provocativo, grupos de discussão e uma turma da pesada, reunida para trocar ideias de forma educada, compartilhando conhecimento e crescendo junto!

E para terminar, uma frase de John Lennon:

“A vida é aquilo que acontece enquanto você está planejando o futuro”.