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Luciano Pires -
Download do Programa

ILUSTRAÇÃO DA VITRINE: VITO QUINTANS 

Você  também não gosta de política é? Pois é, é uma coisa assim complicada e suja, né? Mas é necessária, viu. O programa de hoje é uma reedição de outro que foi ao ar em 2010 aproveitando uma série de textos de Rubem Alves para introduzir o assunto “política” em sua vida. E ainda vale muito, viu?

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Antes de começar o show, um recado: preparamos um resumo do roteiro deste programa com as principais ideias apresentadas. Dei a ele o nome de Isca. É um guia para você complementar aquelas reflexões que só o Café Brasil provoca. Para baixar gratuitamente acesse – preste atenção – clique no botão laranja logo acima deste texto.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é o Bruno, de São Gonçalo.

“Fala Luciano. Aqui é o Bruno de São Gonçalo. Acabei de ouvir o seu podcast 517, que você fala das músicas que incentivaram a luta contra a ditadura e uma coisa me chamou muita atenção foi a palavra juventude. Tanto no discurso lá no festival da Globo e todas as músicas falavam e você também falou e eu lembrei de uma palestra do Sidney Oliveira com o Murilo que ele falava que ele está esperando a juventude se mobilizar pra acabar com a situação do país.

E eu ouvi também da música, ele falou que agora eles tem um hino e hoje em dia eu não vejo um hino pra essa juventude se mobilizar, sair do sofá. Será que é isso que falta pra juventude de hoje sair do sofá, sair das redes sociais? Levantar e ir em busca? Porque eu não vejo nenhum tipo de música ou letra que incentive, que critique esse tipo de posição do país, sabe? As letras de hoje em dia são fúteis, falam sobre coisas irrelevantes. 

Será que é isso que falta pra juventude levantar a bunda do sofá e sair pra lutar, não só pelos seus direitos, mas pelo direito de todos?”

…é Bruno, esse é um caso sério, viu? Eu não acho que seja por falta de hino que a juventude não tenha ainda assumido seu papel. É por falta de senso de propriedade mesmo. Eu acho que ela pensa que isso tudo que está aí não é dela, não é culpa dela. A confusão não tem nada a ver com ela… então quem pariu Matheus que o embale, não é? Mas eu pretendo dar a minha contribuição neste programa.

Muito bem. O Bruno receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então! Hoje tem visita aqui, olha! Eu quero hoje então, com política. E muito política, hein?

Na hora do amor, use Prudence.

Todos – Prudence, Vossa Excelência!!

Os textos de Rubem Alves chamam-se EXPLICANDO POLÍTICA ÀS CRIANÇAS. Você os encontra integralmente nas Iscas Intelectuais do portalcafebrasil.com.br.

Ao fundo você está ouvindo João Donato e Paulo Moura interpretando ON A SLOW BOAT TO CHINA, um classico de Frank Loesser que os brasileiros melhoram ainda mais.

Há muitos milênios, antes mesmo que a roda tivesse sido inventada, a vida era uma pancadaria generalizada, pauladas, pedradas, cada um por si, cada um contra todos. Um famoso pensador chamado Hobbes disse que era um estado de “guerra de todos contra todos”. Não havia leis. As leis servem para proibir aquilo que não pode ser feito. Assim, cada um fazia o que queria. Roubar não era crime porque não havia uma lei que dissesse “é proibido roubar”. Matar não era crime porque não havia uma lei que dissesse “ é proibido matar”. E não havia pessoas encarregadas de fazer cumprir a lei: juízes, polícia. Quem tivesse o porrete maior, mandava.

É fácil entender. Imaginem uma coisa doida: um jogo de futebol em que não haja regras e nem haja um juiz que apite as faltas. Tudo é permitido. Tapas, murros, rasteiras, xingamentos, levar a bola com a mão, mudar de time no meio do jogo. Ao final de cada jogo o número de mortos e feridos é grande. Os amantes de futebol queriam continuar a jogar futebol, mas sem medo da violência. Eles se reuniram e disseram: “Não é possível continuar assim. Vamos fazer regras para o futebol. E vamos ter, no campo, um homem que faça com que as regras sejam cumpridas.” E assim fizeram. E o futebol se transformou num jogo civilizado ( às vezes…)

Meio de campo
Gilberto Gil

Prezado amigo Afonsinho
Eu continuo aqui mesmo
Aperfeiçoando o imperfeito
Dando um tempo, dando um jeito
Desprezando a perfeição
Que a perfeição é uma meta
Defendida pelo goleiro
Que joga na seleção
E eu não sou Pelé nem nada
Se muito for, eu sou um Tostão

Fazer um gol nessa partida não é fácil, meu irmão

Opa! Olha nossa diva aí… Elis Regina, com MEIO DE CAMPO, que Gilberto Gil lançou em 1973. Aquele versinho que diz ”a perfeição é uma meta, defendida pelo goleiro que joga na seleção” é uma delícia…

Pois os homens daqueles tempos cheios de porradas chegaram à mesma conclusão. Não valia a pena continuar a viver daquele jeito. Eles se reuniram numa grande assembleia e chegaram a um acordo: “Só há uma solução. É preciso que cada um deixe de fazer o que lhe dá na telha. Precisamos de leis. Mas, para ter leis, precisamos de um homem que faça as leis. E não é só isso: um homem que tenha o poder para punir todos aqueles que quebrarem a lei.”

Opa. Pra não perder o embalo do Paulo Moura, vamos com TEMPOS FELIZES, com o próprio Paulo Moura e o violão maravilhoso de Raphael Rabello.

E os homens então, abriram mão das suas pequenas vontades individuais para poder viver uns com os outros em paz. E para que houvesse um homem que fizesse as leis e punisse os criminosos eles escolheram um que seria o seu rei, ele e os seus descendentes. O rei teria que ser aquela pessoa que reinaria para a paz dos homens comuns, os seus súditos. O rei teria de ser uma pessoa que, ao mesmo tempo, combinasse sabedoria e força. Sabedoria para fazer as coisas certas. E força para punir os malfeitores. No futebol, por exemplo, os malfeitores são aqueles que quebram as regras, aqueles que, pensando que o juiz está distraído, dão rasteiras e tentam fazer gols com a mão. Se o juiz ficar desatento e não apitar as faltas a partida de futebol vira pancadaria.

Mas os homens que elegeram o rei eram ruins em psicologia. É sempre assim: em período de eleição todos os candidatos se apresentam como honestos, puros, pessoas que só desejam o bem do povo. Mas o povo não conhece psicologia. Acredita naquilo que lhe é dito. Não sabe que essas falas dos candidatos são como a isca no anzol do pescador. O seu objetivo é apenas “fisgar” o voto do povo. E esses puros, uma vez no poder, passam por horríveis transformações. Belos, transformam-se em feras. Aconteceu assim com os reis, tão bonitos, tão honestos, antes de terem a coroa na cabeça e a espada na mão. Mas uma vez no poder transformaram-se em tiranos.

Nem o pobre nem o rei
Gonzaguinha

Eu perguntei perguntei e perguntei
Muita gente respondeu
Não sei não sei
Mas eu só sei eu só sei e eu só sei
Ninguém é feliz sozinho
Nem o pobre nem o rei

(Diz pra eu ser feliz meu irmão)

Mamãe falou que eu era um menino muito feliz
E eu acreditei
Cresci com esta figura gravada no coração
Usei abusei lambuzei
(Eu lambuzei)

Agora eu ando em todas as bocas do meu país
Dizendo que a vida é bonita apesar dos pesares
Mas devo de admitir
Talvez eu não tenha aprendido
O que é felicidade

Dizem que felicidade é só um momento, ô…
É coisa pas-sa-gei-ra
Dizem que é questão de loteria
Que todo mundo persegue
De toda e qualquer maneira

Falam que o dinheiro não a compra
Mas há quem a encontre no mercado
É só vender a alma pro dono do poder
E serás o mais feliz safado
(Safado, safado)

É só vender a alma pro dono do poder
E serás o mais feliz safado

Ventura contentamento
Sucesso divertimento
Saúde amizade e muita paz
Acho que é tudo isto
Acho que é muito mais

Não é somente alegria
Não é somente bom-humor
É tudo reunido no mistério de outra palavra
Uma pequena palavra
Amor amor amor

Olha só, e por falar em rei, vem o Gonzaguinha com o samba enredo NEM O POBRE NEM O REI, de 1984. Gonzaguinha no Café Brasil!

Então! Tiranos são aqueles que, esquecidos do povo, impõem a sua vontade sobre ele. Assim os reis esqueceram-se do povo e passaram a pensar só neles mesmos.  Se eles eram aqueles que fazem as leis, e se eles eram aqueles que tinham a espada na mão, não havia ninguém que os punisse. Eles cometiam suas maldades protegidos pela impunidade. Tendo poder para fazer as leis, eles as fizeram só em seu benefício, leis que obrigavam o povo a pagar impostos pesados. Imposto é um dinheiro que o povo tem de pagar ao governo para administrar o país.Tudo estaria bem se o dinheiro dos impostos fosse usado para o bem do povo. Mas não foi isso que fizeram. Usaram o dinheiro do povo para si mesmos. Construíram palácios com jardins, gramados e piscinas,  deram banquetes, não só eles mas todos os membros da corte que assim se locupletaram. Todos ficaram ricos. O povo ficou mais pobre, mais sofrido. Aprendam isso: as pessoas mais cheias de boas intenções, quando têm o poder e o dinheiro na mão, esquecem-se delas. Ficam deslumbradas com o poder e passam a pensar só nelas mesmas. O poder e o dinheiro corrompem.

E assim, com Arthur Moreira Lima com LUGAR COMUM de Gilberto Gil, a gente continua com o texto de Rubem Alves.

Foi assim durante muitos séculos. Até que o povo perdeu as esperanças. Os reis, que haviam sido objetos da sua admiração, tornaram-se objetos do seu desprezo. Seu perfume se transformou em fedor. Não, os reis jamais pensariam no bem do povo. Aí o povo pensou: “Ué? Não fomos nós que escolhemos o rei? Se ele está no trono é só porque nós queremos! Ele não está no trono pela vontade dos deuses! Se fomos nós os que o colocamos no trono,  temos o direito de tirá-lo de lá”. O povo então se enfureceu, saiu às ruas, pegou em armas, fez revoluções e tirou o rei do trono. Mas esse direito de tirar os reis dos tronos transformou-se em crueldade. Na Revolução Francesa o rei e a rainha foram guilhotinados. Na Rússia os revolucionários fuzilaram toda a família real, inclusive as crianças.

Voltou-se então ao estado original: não havia quem ditasse leis e as fizesse cumprir, para a paz do povo. Mas o povo havia aprendido uma lição: poder por toda a vida, como o que era dado aos reis, só produz  tirania e corrupção. É muito perigoso dar poder absoluto a uma pessoa só.

Por que que o jogo de futebol é possível? Jogadores, bola – tudo bem. Mas não basta. Tem de haver regras. E como se estabelecem regras? As pessoas interessadas se ajuntam e fazem um “contrato”. “Contrato” é um documento que estabelece as regras, com o acordo de todos. Esse contrato contém as regras do jogo que todos devem obedecer. Todas as relações entre os seres humanos são reguladas por contratos. O casamento é um contrato, a compra de uma casa é um contrato, a matricula de um aluno numa escola se faz por meio de um contrato. Quando um povo inteiro quer estabelecer as regras de sua convivência, esse contrato tem um nome: “Constituição”.

A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e
sem medo. (Palmas.)

A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa, ao admitir a
reforma.

Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. (Palmas.) Afrontá-
la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da Pátria. (Muito bem! Palmas.) Conhecemos
o caminho maldito: rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a
liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério. (Muito bem! Palmas.)

Temos ódio à ditadura. Ódio e nojo.

Olha só…você ouviu um trechinho do discurso do deputado Ulisses Guimarães na entrega da Constituição de 1988. Aquela coisa que todo mundo queria e que se revelou um amontoado confuso de regras que deixou o Brasil quase ingovernável. Pois é… História, né? Onde?

“O poder pertence ao povo”: essa foi a regra fundamental do jogo. Com justiça absoluta. Se você não sabe, essa é a essência da democracia. A palavra democracia vem da junção de duas palavras gregas: “demos”, que quer dizer “povo” e “kratein” que quer dizer “governar”. Governo do povo e para o povo: haverá coisa mais bonita, hein?

Canto do povo de algum lugar
Caetano Veloso

Todo dia o sol levanta
E a gente canta
Ao sol de todo dia

Fim da tarde a terra cora
E a gente chora
Porque finda a tarde

Quando a noite a lua mansa
E a gente dança
Venerando a noite

Madrugada o céu de estrelas
e a gente dorme sonhando com o dia

Que delícia… Caetano Veloso lá em 1975, o ano em que eu estava chegando em São Paulo, aos 19 anos de idade… Essa é CANTO DO POVO DE ALGUM LUGAR…

Pois é. Acontece que  as coisas são mais fáceis na teoria do que na prática. É fácil sonhar com o vôo. É difícil fazer um avião. É fácil sonhar com o ideal democrático. É muito difícil  transformá-lo numa máquina que funcione.

Como criar um sistema político em que seja o povo que exercita o poder, hein?  Em Atenas, na Grécia, cidade considerada o berço da democracia, esse problema se resolvia de forma simples: os cidadãos livres se reuniam numa praça, debatiam as questões e votavam. A proposta que tivesse mais votos ganhava. Isso era fácil porque Atenas era uma cidade pequena. Mas como reunir os cidadãos de Paris, hein? De Moscou, de Roma? A primeira dificuldade seria colocá-los juntos numa praça. A segunda dificuldade seria fazê-los ouvir as propostas pois não havia alto-falantes. A terceira dificuldade seria faz-los entender as propostas… Há muitos problemas sobre os quais o povo nada sabe.  Podem os ignorantes tomar decisões sobre assuntos que ignoram? A maioria é sempre mais sábia, hein? Se o seu filho estiver doente, você vai acreditar no diagnostico de um único médico ou no diagnóstico da família inteira reunida? Em muitas situações a sabedoria se encontra no “um” e não nos “muitos”

A solução encontrada se baseava num pressuposto filosófico: os cidadãos são seres racionais. Eles sabem o que é bom para eles. Assim, tratava-se de escolher um cidadão, dentre os muitos, que representasse os pensamentos e desejos gerais. Essa pessoa assim escolhida se tornaria, então, “representante” de  todos aqueles que haviam votado nela. Pois é isso que é o voto: eu abro mão do meu direito de exercer diretamente o meu poder e o transfiro para um outro, em quem confio. Esse outro será o meu “representante”. Não só meu, mas de todas as pessoas que tiverem votado nele. Assim, o voto seria o exercício racional da vontade do povo que, conhecedor das alternativas que se abrem, opta por aquela que lhe parece mais sábia. O voto seria, ao mesmo tempo, um exercício de poder e de sabedoria. Democracia só faz sentido com um povo sábio.  E a partir disso formam-se os partidos.

Chegou aquele que a gente queria
Para o Brasil governar
Agora o povo está contente
Já temos em quem votar
É o 26
Com o Silvio Santos
Chegou a nossa vez
Silvio Santos já chegou
E é o 26
E o Brasil ganhou

Rararra… Você ouviu a vinheta do Silvio Santos quando ele quase concorreu pra presidente em 1989. Cê já pensou, hein?

Partido. Um partido é o conjunto daqueles que , juntos, querem que o barco navegue numa determinada direção. Há partidos que querem que o barco continue em frente. Outros preferem a direita. E há aqueles que querem que o barco navegue para a esquerda. E há ainda uns outros que querem que o barco fique dando voltas…

E foi assim que se formou a democracia, governo do povo pelo povo, povo inteligente, que sabe o que quer que, por meio do voto escolhe os seus representantes que, em seu nome, irão exercer o poder…

Tão bonita, a ideia da democracia! Melhor não há. Os cidadãos, educados, conscientes das suas necessidades, no exercício da sua liberdade, sem compulsões, sem enganos, escolhem por meio do voto aqueles que serão os seus representantes. Na cidade, os vereadores, no estado, os deputados estaduais, no país, os deputados federais e os senadores. Nada mais transparente. Nada mais honesto.

E os representantes do povo, dominados por um único ideal: trabalhar para o bem comum. No ato de se aceitarem como representantes do povo eles deixam de lado a sua vontade, os seus interesses privados, particulares. Tornaram-se depositários da vontade do povo. Quando pensam e agem não pensam e agem de acordo com os seus interesses. Apenas uma pergunta informa o seu pensar e o seu agir: “É do interesse do povo?”

É assim que eu quero. É assim que todo mundo quer. Como é linda a democracia quando escrita no papel! O problema é que o que está escrito não é aquilo que é vivido.

O poder corrompe os ideais.

Que tal, hein? Rubem Alves nos deu uma perspectiva interessante sobre os fundamentos da política. Como eu já disse antes, aqui no nosso Cafezinho,  política não é essa coisa feia que está aí. Política é a cola que mantém unida a sociedade. Mas infelizmente os homens tem defeitos: o poder corrompe os ideais. E então temos aquilo que todos veem… Mas isso é assunto para outro programa.

Por enquanto é ao som de Mauricio Pereira e a banda Turbilhão de Ritmos, com EL PRESIDENTE que este Café Brasil politizado vai embora.

Com o senador Lalá Moreira na técnica, a deputada Ciça Camargo na produção e a direção e apresentação do barnabé Luciano Pires.

Lembre-se: preparamos um resumo do roteiro deste programa com as principais ideias apresentadas. Eu chamei de “Isca”. É um guia para você complementar aquelas reflexões que só o Café Brasil provoca. Para baixar gratuitamente acesse – preste atenção – clique no botão laranja logo acima deste texto.

Estiveram conosco o ouvinte Bruno, Rubem Alves, João Donato e Paulo Moura, Elis Regina, Gonzaguinha, Raphael Rabello, Arthur Moreira Lima, Caetano Veloso, Mauricio Pereira e a banda Turbilhão de Ritmos e …o Deputado Ulysses Guimarães! E Silvio Santos com seu jingle.

O Café Brasil só chega até você porque a Nakata, também resolveu investir nele.

A Nakata, você sabe, é uma das mais importantes marcas de componentes de suspensão do Brasil, fabricando os tradicionais amortecedores HG. E tem uma página no Youtube repleta de informações interessantes para quem gosta de automóveis e pra quem quiser ver os videocasts que eu fiz pra eles. youtube.com/componentesnakata.

Tudo azul? Tudo Nakata!

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

Mande um comentário de voz pelo WhatsAapp no 11 96429 4746. Quem está fora do país: 55 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Olha só! Vem pra Confraria, cara! Um lugar onde tem uma turma maluca que está trocando ideias, aquilo está crescendo que é uma loucura. Falta só você. Acesse cafebrasil.top pra saber como é que é.

E para terminar, uma frase de Will Durant:

A máquina política triunfa porque é uma minoria unida atuando contra uma maioria dividida.