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541 – A festa do podcast

541 – A festa do podcast

Luciano Pires -

Ô ano este de 2016 viu?  Ele foi muito especial para o podcast no Brasil. Muito mais gente produzindo com qualidade, gente famosa aderindo à mídia, a palavra “podcast” aparecendo por todo lado. Tamo chegando lá meu… Por isso decidimos fazer um programa em homenagem ao podcast, ao podcaster e ao ouvinte do podcast.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é um ouvinte fiel… que ouvinte nada, são muitos ouvintes…

Muito bem. Cada ouvinte que aparecer neste programa receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa os produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então! Ô dois: hoje é em clima de festa!

Na hora do amor, use:

Lalá e Ciça – êêê…Prudence.

Olha só, meus amigos da Panela Produtora me mandaram em primeira mão as músicas de um CD que ainda nem foi lançado. É o CD Balaio, da Banda Paralela. Lembra daquela banda de coreto, hein? Pois essa é a formação básica da Banda Paralela. Metais, percussão e aquele figurino característico. Mas não é só isso não. Arranjos inusitados e elaborados com muito lirismo e humor de canções brasileiras que nos acostumamos a ouvir e amar. Este disco foi todo gravado ao vivo nos estúdios da Panela, e eles ainda estão à cata de recursos  para fazer os CDs. Quem estiver interessado mande uma mensagem pelo facebook.com/panelaprodutora .

A trilha deste programa então, em ritmo de festa do interior, é toda da Banda Paralela.

paralela

Olha só. Muitas coisas legais aconteceram este ano. Lançamos o livro Café Brasil 10 anos e o DVD com os 500 primeiros programas, lançamos uma série com seis vídeos esclarecendo algumas dúvidas sobre o podcast, eu fui indicado pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, para concorrer ao troféu APCA como Melhor Comentarista de 2016 e concorrendo com nomes de prestígio do rádio brasileiro e eu sendo o único podcaster… Mas um dos grandes momentos deste ano foi realizado no Encontro Nacional do Podcast durante a Comic Con em São Paulo. Uma plateia com 900 pessoas que amam o podcast, durante duas horas, falando dessa mídia que apaixona tanta gente. Durante o evento, foram lidos três textos que escrevi especialmente para aquele momento. Eu vou usá-los aqui, intercalados por depoimentos de ouvintes. Será assim a nossa festa do Podcast…

“Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano. Aqui é o William, estou falando de Atibaia. Acabei de ouvir o seu podcast Vai viver, cara! E a primeira palavra que me veio à mente foi: puta que pariu. 

Sempre via o relato aí de algumas pessoas se emocionando muito com os podcasts, não que eu não tenha me emocionado mas, agora eu senti na pele o que é uma emoção de verdade. Essa história da Amanda e do Paulo, talvez porque eu tenha uma filha de três anos… 

Cara… eu chorei o podcast inteiro. Tô na estrada aqui, voltando pra casa, tive que parar pra poder comentar esse episódio seu. 

Mais uma vez você… uma coisa tão simples, um podcast curto, você consegue emocionar as pessoas, você consegue mexer  com os sentimentos, você consegue fazer com que a gente se sinta vivo. 

Parabéns Luciano e obrigado por mais esse podcast. Agora, neste momento, o que eu mais quero é chegar em casa e abraçar minha filha. Obrigado Luciano. Vida longa ao cafezinho! Um abraço”.

“Boa tarde Luciano. Quem está falando aqui é o Douglas Silveira do Rio de Janeiro, eu sou ouvinte de podcasts, já conheço essa mídia e em vários lugares eu ouvi falar do Café Brasil, de pessoas elogiando e sugerindo, mas eu nunca tinha visitado até quando eu entrei pela primeira vez e vi que já tinha mais de quatrocentos episódios, eu me assustei um pouco até que, por indicação do Radiofobia do Léo Lopes, eu fui o programa sobre soul, Soul brasileiro, sobre música soul e aí, apaixonado por música comecei a ouvir os outros, a sua indicação também sobre Postmodern Jukebox, programa excelente, me apaixonei pelo seu programa e aí, acabei de ouvir o último programa junto com o Telhacast, se o Brasil tem jeito e só queria deixar registrado aqui minha admiração pela sua postura, por tudo que você tem feito, pelas pedras que você tem jogado no lago, pra repercutir.

Eu espero, em breve estar fazendo algo que possa repercutir também e inspirar outras pessoas. Deixo aqui registrado o meu agradecimento a você por todo o seu trabalho aqui. Um abraço”.

Eu sou flexível, fácil e econômico. Eu caibo aí no seu bolso. Eu moro na nuvem. E trabalho dentro da sua cabeça.
Eu sou do tamanho, da cor, do sexo, da ideologia, do gênero que você quiser.
Eu sou onda. Sou voz. Sou música e vibração.
Sou harmonia, barulho e confusão.
Eu codifico o gênio humano em sinais eletrônicos que fazem você vibrar.
Eu conduzo as ideias, os sons, as vozes que fazem você pirar.
Eu lhe acompanho onde quer que você vá.
Eu conforto, ensino, provoco e enraiveço.
Eu angustio, maravilho, entretenho e enriqueço .
Eu lhe conecto com outros que pensam como você.
Eu lhe conecto com outros que pensam diferente de você.
Comigo você aprende história, geografia, culinária. Comigo você viaja por lugares possíveis… e impossíveis. Comigo você conhece homens e mulheres que mudaram a história. Comigo você aprende sobre leis, cidadania, vida em sociedade.
Eu faço sua imaginação voar. Pelo cinema, televisão, games, animes, HQs. Pela literatura, a poesia, a música, o jornalismo ou a moda.
Eu sou o Podcast.

E eu sou foda.

“Oi Luciano. Tudo bem? Meu nome é Clara, tenho 31 anos e sou de Brasília. 

Gostaria de te falar que este último podcast Vai viver, cara! foi de uma extrema sensibilidade. São injeções de ânimo na nossa vida diária, tornando-a possível e mais leve. 

Estava ouvindo esse podcast enquanto lavava louça e quando meu noivo chegou em casa e me viu com as lágrimas penduradas, logo disse: eu sei que você não gosta de lavar louça, mas não precisa chorar, eu lavo pra você. 

E já que o assunto é “em busca do nosso propósito de vida”, gostaria de compartilhar com vocês a minha história: a minha vida inteira eu sempre fui bailarina. Desde pequena sempre tive contato com a arte. Mas, num dilema que aos 18 anos, teria que decidir uma carreira para o resto da minha vida, acabei escolhendo errado. Me formei em jornalismo. Mas, para o desespero dos meus pais, engavetei meu diploma porque descobri meu talento para ensinar balé clássico para crianças e também, montar espetáculos de dança. 

Ainda não sou rica e nem pretendo ser, pois dinheiro não é tudo na vida. Tenho uma pessoa que me ama muito, tenho uma escola de balé há quase dez anos, tenho tantos livros para ler e ainda tenho o Café Brasil. 

Muito obrigada, Luciano”.

“Boa noite, Luciano Pires. Meu nome é José…….., eu sou da Venezuela. Eu não falo português, mas eu quero dar os meus parabéns para seus programas. Eu estou aprendendo a falar português brasileiro e achei o portal Café Brasil. Ouvi a Era da ansiedade. Eu me senti muito identificado pela crise que existe na Venezuela agora. 

Um grande abraço e obrigado por seu trabalho, desde Venezuela”.

“Luciano. É o Alexandre aqui. Eu estava mandando mensagens pra vocês aí, acabei de ouvir o podcast 157, do Eliezer Setton e queria agradecer.

Realmente ele é um daqueles que mexem com a alma. Dá orgulho de ser brasileiro, dá orgulho do nosso potencial, da beleza da letra dos nossos hinos e dá orgulho, dá vontade de construir realmente um Brasil melhor pros meus filhos. Realmente inspira, é um daqueles poucos que arrepiam mesmo. 

Então, queria agradecer. Um abraço e vamos em frente. Sempre em frente”.

Eu tenho uma ideia. Eu tenho uma voz. Eu tenho o desejo de falar.
Eu sou um indivíduo, um ser único, não tem outro igual.
Posso ser gordo ou gorda, magro ou magra, velho ou velha, jovem, não importa. Posso ser hétero, gay ou indefinido.
Posso ser careca, cabeludo, barbudo, bundudo, humilde ou convencido.
Meu ego todo dia me acorda e diz:
– Grite ao mundo o que você tem pra falar!
Você não me conhece, mas sou seu amigo. Seu confidente. Sua companhia.
Sou aquela voz que deixa você diferente. De noite ou de dia.
Faço sua cabeça enquanto você trabalha. Estuda. Exercita. Lava louça. Caminha. Na rua, na chuva ou na fazenda.
No busão. No trem. Na procissão ou na merenda.
Não importa minha profissão, meu propósito ou idade, eu sou sua companhia quando você fica acordado até tarde.
Como você, o que eu mais prezo, no fundo, é a liberdade.
Quero investigar, perguntar, aprender e ensinar.
Sinto enorme prazer em… falar.
Mas alguns preferem editar.
Olha, não importa.
Comigo sua mente jamais fica parada. Comigo sua mente roda, roda, roda…
Eu sou o podcaster.

E eu sou foda.

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Michel, sou de São Paulo, tenho 25 anos e já escuto o Café Brasil há aproximadamente um ano, por indicação de um amigo meu. Eu só queria mandar um whats aqui, um áudio, pra poder agradecer. 

Agradecer, que nesse intervalo de tempo, como que as minhas percepções de vida mudaram, como que eu pude me divertir com os podcasts, como que eu pude me emocionar com muitos podcasts, como por exemplo, do Bohemian Rhapsody. E realmente enxergar que a vida não é só aquilo que eu imaginava. Aquilo que eu sempre imaginei, recebi dos meus pais, recebi da minha família, recebi da minha religião, de tantas coisas e vejo que graças a você e toda equipe do Café Brasil, eu posso realmente mudar. Mudar para melhor. 

Não que eu concorde 100% com o que você diz Luciano, mas tudo o que você diz me faz pensar, me faz refletir sobre o quanto eu fui limitado nesses meus 25 anos de vida. Se eu tivesse talvez, conhecido o podcast lá atrás nos meus 18, 17 anos, tudo seria diferente. 

Queria agradecer, não queria alongar muito o áudio e realmente gostaria muito de conhecer vocês. Um grande abraço e continue com o seu trabalho. Um abraço a todos da equipe e continue sempre assim. Sucesso”.

“Alô Luciano. Meu nome é Anastácia, sou antropóloga da Rússia, da Universidade Estadual das Humanidades de Moscou e fico escutando o Café Brasil já por um ano e quero te agradecer Luciano pelo último trabalho. Sempre me introduz o discurso político brasileiro, dá inspiração e a mutrição para os pensamentos.

O seu último podcast foi sobre a indiferença, muito comum na minha vida, na minha pesquisa também. Eu pesquiso uma imagem do índio brasileiro na visão da maioria dos brasileiros e isso sempre se trata com indiferença, como a meu ver o governo e o estado sempre atuam a favor dos interesses econômicos. Me parece que esse é um tema muito atual nesses dias. Queria ouvir a sua visão. 

Te abraço, Luciano, que continue vivendo o seu cafezinho”.

A gente não quer só comida / A gente quer comida / Diversão e arte
A gente não quer só comida / A gente quer saída / Para qualquer parte
Eu sou dessa gente que quer liberdade. Da gente que quer interlocução. Da gente que quer proximidade. Da gente que quer ter voz. Da gente que quer ter escolha.
Eu quero ideias frescas, eu quero encontrar uma tribo. Eu determino o que vou ouvir. Eu sou o dono do meu tempo. Eu decido o que fazer com ele.
Eu valorizo quem me valoriza. E eu valorizo mais ainda quem valoriza aquele que me valoriza.
Eu penso. Eu estudo. Eu consumo. Eu escolho.
Eu mergulho fundo, eu discuto junto, eu viajo junto, eu sonho junto, eu sorrio junto, eu choro junto. Eu sento na mesa com você, eu faço parte dessa tribo!
Cara, eu te conheço muuuuito bem… embora você não me conheça.
Pensando bem, sem eu, você não existiria.
Eu sou exigente. Eu sou bocudo. Eu não perdoo. Eu quero mais, muito mais! E eu quero inteiro, e não pela metade.
Assim como você, eu quero li-ber-da-de.
Mas sabe como é… liberdade incomoda.
Eu sou o ouvinte de Podcast.

E eu sou foda.

“Boa noite Luciano. Acabamos de sair do Epicentro. Mais um dia sensacional. 

Primeiro quero agradecer mais uma vez por nos proporcionar esse evento.

Segundo: cara! Foi sensacional. Nunca imaginei que isso fosse acontecer. 

Bem. Convidamos nosso filho Bernardo vir ao evento, para conhecer mais sobre o empreendedorismo, o que estava acontecendo no Brasil, ouvir ais palestras, enfim…

E como uma mágica, Luciano e coincidências da vida, Bernardo teve um retorno maravilhoso, sobre a sua disfluência gaga. 

Bom. Além de conhecermos você no jantar, que foi um momento marcante para nós, contou-nos sobre o seu filho e Bernardo já brilhou os olhos. 

Depois das palestras, teve o cara do Reclame aqui e por fim, você não vai acreditar, Jordão subiu ao palco pra finalizar o evento, citando o Maurício, do Reclame aqui e a gagueira dele. Nesse momento Bernardo já pulou da cadeira. Aí o Jordão começou a falar daquele jeitão dele: “porra. Se você é gago, manco ou tem uma verruga no nariz, foda-se! Seja você, cara!”

Nossa! Nessa altura o Bernardo estava pulando na cadeira. Aplaudindo, num estado de alegria incrível, Luciano. Caramba! Eu chorei, como só a sua esposa pode entender. O garoto quis subir no palco, falou com o Jordão, gaguejando muito de nervoso misturado com alegria, abraçou  o cara, agradeceu. Ufa! Nossa! Que emoção! Ele estava num estado de euforia incrível. 

Ai! Desculpa Luciano. Falei muito. Mas, eu precisava dividir isso com você. Mais uma vez, gratidão. 

“Bom dia, boa tarde, noite Luciano. Meu nome é Marcos, eu sou de Santarém, no Pará, tenho 34 anos e sou portador de uma deficiência física, eu peguei derrame aos três anos de idade, pode ver como a minha voz é meio pesada. E eu aprendi na Bíblia, que a gente deve continuar, mesmo com todas as dificuldades. 

Estou aqui. Eu alcancei muitas coisas, falta alcançar mais coisas. Espero que um dia a morte não venha me tomar porque eu tenho 34 anos de idade e eu amo o meu filho. Eu digo pra ele, dia por dia, que eu amo ele. 

Eu acho bom dizer eu te amo pra todo mundo. Pra todo mundo que faz a gente pensar, raciocinar e agradecer a essas pessoas que marcam a nossa vida. Através de uma música, uma palestra, de qualquer uma coisa, de um texto, de qualquer uma coisa. E todo mundo que eu gosto, que eu prezo e as pessoas que eu apresentei o cafezinho, o nosso cafezinho, às vezes as pessoas não entendem que isso que você faz é pra gente. 

E, por incrível que pareça, eu parei de apresentar o cafezinho, porque eu aprendi também, muitos não dão valor. Mas, quem dá valor ao teu trabalho, sabe que é um achado. É uma coisa preciosa. E eu te peço obrigado, fique com Deus e eu quero te dizer que, apesar de não te conhecer e não conhecer o Lalá e a Ciça, vocês foram um dos melhores achados em minha vida. Só queria dizer obrigado.”

É. Olha! Pra falar a verdade, a gente não faz ideia do impacto que o programa tem em cada um que escuta por aí, viu?

Marcos: muito obrigado de coração.

Eu deixei o comentário do Marcos pro final, de propósito. É notável o esforço que ele faz para manifestar a sua paixão pelo Café Brasil. E é impossível não se emocionar com as suas palavras.

Pois eu quero fazer dessa emoção uma manifestação de agradecimento a cada um dos ouvintes. No fim, podcast é isso mesmo. Paixão. Muito obrigado a você por permanecer conosco nesta caminhada.

Que tal, hein? Gostou da festa? Então, meu amigo, minha amiga: junte-se a nós! Vamos fazer de 2017 outro ano do podcast.

Com o feliz Lalá Moreira na técnica, a exultante Ciça Camargo na produção e eu, este poço de alegria, Luciano Pires, na direção e apresentação.

Estiveram conosco vários ouvintes e a Banda Paralela. Quer saber mais dela é? Acesse bandaparalela.com.br.

O Café Brasil só chega até você porque a Nakata, também resolveu investir nele.

A Nakata, você sabe, é uma das mais importantes marcas de componentes de suspensão do Brasil, fabricando os tradicionais amortecedores HG. E tem uma página no Youtube repleta de informações interessantes para quem gosta de automóveis. Tem até os videocasts que eu fiz pra eles lá. Dê uma olhada lá: facebook.com/componentesnakata.

Tudo azul? Tudo Nakata!

Este é o Café Brasil. Que até hoje chegou a você graças ao apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. Pois é, estivemos juntos por oito anos, e o Itaú Cultural e Auditório Ibirapuera nos ajudaram a ser o que somos: um dos podcasts mais conhecidos do Brasil. Mas agora começa outra fase, cada um seguindo seu caminho. Muito obrigado Itaú Cultural, muito obrigado Auditório Ibirapuera, princialmente pela confiança. A gente se vê por aí.

De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E se você está fora do país: 55 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Eu sempre digo: cara! A Confraria Café Brasil tá ficando um barato. A gente já tem 700 pessoas dentro do grupo do Café Brasil no Telegram. Trocando ideias, conversando, interagindo e todo mundo crescendo junto. Se você quiser vir pra esse barco, acesse: cafebrasil.top. Viu como é fácil, hein? cafebrasil.top.

E para terminar, nós três!

Feliz Ano Novo!