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Luciano Pires -

Pronto! Está lançada a quarta temporada do LíderCast, meu podcast que trata de liderança em empreendedorismo através de conversas informais com gente que faz acontecer. Eu hoje apresento a você quem está nessa temporada.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera.

E quem vai levar o exemplar de meu livro Me engana que eu gosto é o Dionizio, de Valinhos

“Bom dia, boa tarde, boa noite, equipe do Café Brasil. Meu nome é Dionizio Moretti, falo de Valinhos, estado de São Paulo e ontem, fiquei andando de bicicleta e por duas horas escutando no LíderCast a entrevista com o Ozires Silva. Pô! Foi uma paulada, viu?

Eu conheço o Ozires Silva de maneira pública, né? Dos noticiários, da história dele.

Eu tenho 53 anos de idade, na minha adolescência eu, como apreciador da aviação, sempre acompanhava as notícias da evolução da EMBRAER através daquela revista FLAP, editada até hoje, sobre aviação e eu sempre fui fã do Ozires Silva. Sempre. O que ele fez foi uma construção assim única no Brasil. Uma empresa brasileira.

E ontem eu ouvi na entrevista que você nos proporcionou, que vai ficar no meu arquivo histórico, eu vi o lado humano do Ozires Silva. Eu vi a liderança nas  palavras dele. Porque a gente só tem notícia da imprensa, de uma maneira pública. E ontem, aquele senhor falando de toda trajetória, de toda busca por um sonho, em vários momentos, como vi vocês mesmo na entrevista, eu me emocionei.

Brilhante, Luciano. Muito brilhante. Continue sempre trazendo essas personalidades que são os verdadeiros brasileiros que estão escritos na história deste país. Um abraço. Não perco um Café Brasil nem o LíderCast.”

Boa Dionizio. Grandes insights, obrigado pelos comentários. Aproveite o programa de hoje aqui que tem várias dicas de gente muito boa que também faz comentários que vale a pena seguir.

Muito bem. O Dionizio receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então! Hoje eu vou no tradicional.

Na hora do amor, use Prudence.

janaina

Muito bem. No LíderCast 045 recebo Janaína Paschoal, advogada e professora que um dia decidiu assumir o protagonismo e foi o motor por trás do processo que culminou no impeachment de Dilma Rousseff.

Janaína … aí eu entrei para… no segundo ano da faculdade, eu já era diretora do 11, na verdade eu comecei a trabalhar no 11 de agosto já no primeiro ano da faculdade, no segundo ano eu era oficialmente diretora do 11..

Luciano Do centro acadêmico…

Janaína … do centro acadêmico 11 de agosto…

Luciano … que é um centro importante no Brasil e que te expõe para os primeiros… um ambiente político.

Janaína … sim, e aí a gente virava a noite discutindo, porque como eu não perdia aula, o nosso grupo do 11 era um grupo interessante, a gente era estudioso, hoje eu falo para o pessoal, falo pô, vocês estão muito largados, eles acham que ser do 11 é só ser do 11, não é e a gente não perdia aula, então a gente virava a madrugada, a política era na madrugada, era no fim de semana, entendeu? Era fora do horário de aula.

Luciano Quando que era esse, que época que era?

Janaína Mil e novecentos… eu entrei em 92, 1993.

Luciano 93, é, estava saindo de um período altamente turbulento ali porque o Collor tinha caído.

Janaína Então, eu fui uma das…. lá na São Francisco eu fui uma das organizadoras do fora Collor, eu fui uma das organizadoras.

Luciano Você já começou com essa tua habilidade para derrubar presidente lá no Collor.

Janaína Eu fui para a Paulista, eu chamei o povo para a sala do estudante, eu fiz discurso já lá, entendeu?

cerbasi

No LíderCast 046 recebo Gustavo Cerbasi, um dos mais talentosos escritores e palestrantes brasileiros, que a partir do foco na disciplina, finanças pessoais, conseguiu traduzir um tema difícil em algo simples de ser assimilado.

Gustavo A minha carreira começou com muita dúvida. Eu aos 24 anos não sabia o que eu seria da vida ainda, estava me formando na faculdade de administração pública da Fundação Getúlio Vargas, era um aluno que tinha dormido em tudo quanto era aula de finanças, achava um assunto horroroso, terrível, sonolento, burocrático, imaginava que fosse trabalhar em outras áreas da vida.
Eu segui um pouco do que líderes da minha fase pré carreira me ensinaram, coisas de seguir o seu coração, coisa de fazer bem feito, então por exemplo um grande líder que eu tive na minha vida foi meu pai que sempre ponderou aquilo que tem mais valor, não aquilo que paga melhor, então houve um momento da minha vida que eu, ainda fazendo faculdade, tive que ponderar entre trabalhar num banco, que me pagava, na época quatro mil reais por mês, para assumir um monte de responsabilidade, ou ser estagiário num outro banco, eu vou falar aqui o banco que eu tenho um carinho enorme em trabalhar, o Citibank, me pagava como estagiário oitocentos reais por mês. Então você vai ganhar quatro mil ou vai ganhar oitocentos e meu pai me ajudou a ponderar: você vai trabalhar num banco que vai te dar conhecimento, vai te dar preparo, vai fazer você transitar entre várias áreas, ou vai ganhar muito num banco que vai te sugar o máximo, vai prejudicar o término da sua faculdade. Então, esse tipo de visão eu fui levando sempre para a minha carreira.

dado

No LíderCast 047 recebo uma figura: Dado Schneider, publicitário, escritor, palestrante, uma figura que transborda energia e bom humor e que tem sobressaído entre os pensadores que tratam dos conflitos de gerações e do ambiente profissional que a cada dia é mais desafiador.

Dado …eu tenho uma angústia, porque a nossa geração ela é vítima da, o pessoal que é mais novo não sabe, no período que a gente tinha 20 anos, tinha reserva de mercado da informática, então as empresas, grandes empresas tinham computador, estava surgindo o computador pessoal nos EUA, eu tinha uma amiga que morava lá, ela já era programadora de computador, ela tinha um Macintosh dentro de casa e a gente não tinha… mal atinha computador nas empresas, aqueles 286…

Luciano Eu tinha um cobra..

Dado … o cobra, é o 286, era um risquinho, para vocês mais novos ai, era um risquinho verde que ficava assim na tela, a gente ia digitando e era, é o avô do Word e a gente não criou uma coisa que os americanos tem, os da nossa idade, os cinquentões e sessentões, eles sabem dar uma programadinha inclusive, naquela época precisava programar as coisas que a gente queria fazer no computador, e aí a gente foi sacado desse mundo digital e a gente foi crescendo profissionalmente, a gente atingiu posição de gerente e diretor e entrou uma meninada com o digital, nadando de braçada nisso aí.

meio e mensagem

No LíderCast 048 converso com Jonas Furtado e Alexandre Lemos, editores do jornal Meio e Mensagem, a principal publicação brasileira focada no segmento da propaganda e comunicação. Falamos do conflito entre as novas e as velhas mídias, da transição para os modelos de internet, do mercado publicitário e de liderança no ambiente da imprensa.

Alexandre  …é claro que as pessoas trabalham também porque elas recebem um salário e isso é importante pra vida delas. Mas, a diferença da pessoa sair de casa e ir trabalhar num lugar onde ela gosta, com pessoas com as quais ela se sente bem, fazendo um trabalho que agrada… nenhum trabalho, acredito eu, agrada a pessoa que está trabalhando 100% do tempo. Qualquer trabalho inclui alguma coisa que não te agrada muito, mas isso é parte de qualquer trabalho.

Luciano     … é da vida.

Alexandre    é da vida. Então, se a maioria do tempo que você está passando aí, você está fazendo coisas interessantes, lidando com pessoas interessantes, não sendo podado, como ele bem explicou, isso eu acho que já é um passo muito grande assim, na organização da equipe.

Agora, eu estou meio contaminado agora pelo clima das olimpíadas e pelas paraolimpíadas, eu acho que tem uma outra coisa… eu não sou um especialista em futebol, até confesso que eu não acompanho muito, mas acho que tem uma coisa parecida e vejo o pessoal que entende de futebol reclamando muito da seleção brasileira, que a seleção brasileira não joga mais com a vibração… eu acho que tem um paralelo que é o seguinte: O Neymar e o Messi, eles não conseguiriam ser campeões de nada se eles não tivessem uma equipe jogando bem, uma equipe jogando animada, uma equipe motivada.

luciano

No LíderCast 049 trago um entrevista especial, com ninguém menos que meu pai, Luciano Dias Pires, que aos 89 anos de idade continua empreendendo à frente do Bauru Ilustrado, jornal mensal que conta a história de Bauru e que é editado há mais de 40 anos. Vou tentar descobrir minhas influências….

Luciano pai … você não precisa nem pagar pra eles falarem. Ele vai trabalhar pra você e em troca ele vai aprender música, com sua esposa, violão, piano, ah! vamos fazer isso aí. Aí ele falou: só que eu tenho uma ideia, ele falou. Vamos fazer uma roupa diferente pra ele pra destacar a minha escola. Aí ele desenhou lá uma roupa, um tipo daquele uniforme, que não sei se existe hoje ainda, daqueles hotéis americanos, que ficava na porta do hotel lá, pegava mala, aquela jaqueta vermelha, calça azul com friso cor de rosa, aquele chapeuzinho redondo na também cabeça, preso assim em baixo do queixo com elástico, né, ele desenhou e mandou pra minha mãe fazer. E minha mãe fez. Costurou lá, fez tudo, experimentou aquela jaqueta lá tudo com as pontas, tudo bem colorido, o chapéu acho que era verde, a camisa era… a jaqueta era vermelha, a calça azul, azul com um amarelo assim… um friso amarelo e saí… e eu saio na rua com aquilo lá. Eu trabalhava era uns dez quarteirões de onde eu trabalhava, eu morava nos altos da cidade e o escritório dele, a escola dele era no centro de Bauru, na rua Araujo Leite quase com a Batista de Carvalho. E vou eu pela rua rapaz, andando lá e a molecada…. ê palhaço, o carnaval não chegou ainda, ê… ê… ê…

bia

No LíderCast 050 converso com Bia Pacheco, uma senhora de 68 anos de idade que foi a primeira mulher no Rio Grande do Sul a assumir ser portadora do vírus HIV. Isso nos anos 90. Sua história é emocionante e sua luta contra a ignorância a respeito da AIDS e principalmente contra o preconceito é uma inspiração para todos nós.

Bia Pacheco Eu saí caminhando, era um dia lindo de sol e no meio do caminho eu disse… só um pouquinho, mas se deu reagente é porque reagiu e se reagiu é porque é positivo. Aí eu parei, abri a bolsa, olhei de novo e nas letras pequenas dizia: reagente igual a positivo. Bom. Eu brinco que a sensação que eu tive é daquelas histórias em quadrinhos. Eu passei a ter uma nuvem negra na minha cabeça. Querendo entender que como eu que tinha tido três homens na minha vida, eu estava com HIV. Eu não era promíscua, eu não conseguia entender isso: mas por que eu? Anos depois eu fui entender que essa é a pergunta que todos fazemos quando temos um diagnóstico positivo. Por que eu? E aquela nuvem negra, aquela coisa… eu fiquei caminhando pelo meu bairro e tentando… e aí eu fui pra casa. Peguei o telefone e liguei pro meu marido que trabalhava na delegacia do trabalho, na área de segurança do trabalhador e só consegui dizer pro meu gordo: Carlos, eu estou com AIDS.

edu lyra

No LíderCast 051 converso com Edu Lyra, um jovem empreendedor que, a partir de um ambiente que tinha tudo para leva-lo à marginalidade, se transforma num líder inspirador que muda a vida de centenas de jovens na periferia de São Paulo, ao mesmo tempo em que nos dá uma aula de obstinação, força de vontade e visão empresarial.

Edu Lyra …você não tem o poder de decidir quase nada da sua vida, onde você vai morar, que cor você vai ter, se o seu pai vai ser rico ou pobre, sua conta bancária, você não decide. Você ganha um monte de coisa de presente da vida, do mundo. No meu caso eu ganhei um barraquinho todo furado, um barraco que não tinha chão de cimento, era um chão batido de terra, não consegui ganhar um berço, minha mãe me botou pra dormir numa banheira e ganhei um pai, que inclusive eu adoro, meu pai, mas à época era um chefe de quadrilha que roubava bancos, roubava cargas e dedicava sua vida à criminalidade.

Luciano A profissão do seu pai era… bandido…ladrão…

Edu Lyra … eu digo brincando que meu pai era um CEO, só que o CEO de uma quadrilha.

Luciano Ele era chefe de uma quadrilha…

Edy Lyra É… era um CEO, né? Com metas assim… colocou metas altíssimas na quadrilha, um sistema de meritocracia… era um CEO…

thiago

No LíderCast 052 converso com Thiago Oliveira, empreendedor à gente da IS Logística, que sai do zero para construir uma empresa, aliás, várias empresas, subvertendo tudo que se ensina em termos de empreendedorismo. Thiago é daqueles que faz acontecer sem inventar muita moda.

Thiago    A molecada de hoje em dia, ela está muito focada só em aplicativo pra mudar o mundo, transformar o mundo, pegar cem, duzentos milhões e tem muita oportunidade em melhoras de processo, tem muita coisa funcionando mal. Tem muito serviço sendo explorado. Tem muito restaurante que se melhorar o processo o cara vai ganhar dinheiro, tem muita escola não funcionando bem. Então o mundo real tem muita oportunidade, principalmente em processo. Eu falo muito que é pensar dentro da caixa existem grandes oportunidades você pensando dentro da caixa.

Luciano Aliás, é o nome de um livro que… você vai lançar um livro chamado…

Thiago   Pensando dentro da caixa. É você criar oportunidade pensando na sua caixa, sua caixa é a sua vida, seu trabalho, sua escola. É você criar oportunidades principalmente em processos. O processo ele é mal visto por muito empreendedor, muito executivo. O processo ele é chato, ele é burocrático, o cara não gosta de fazer processo. Time de vendas então… processo você esquece.

piotto

No LíderCast 053 converso com Adalberto Piotto, um caro amigo, jornalista, cineasta, um estudioso do jeito de ser do brasileiro, que tem uma história de quase trinta anos nas principais rádios brasileiras,  que nos dá sua visão sobre o Brasil, nossas dificuldades e o futuro.

Adalberto     A estrutura pensante da universidade pública brasileira é obsoleta, medíocre e atrasada. Não acho que obsoleto é sinônimo de atrasado no que eu estou dizendo não. A obsolescência é porque ela não tem nenhuma pretensão de ser mais moderna. É isso o que vem pra mim… e o atrasado é porque ela quis parar no tempo. Ela não está preocupada em dar resultado. Quando eu dizia… uma vez uma professora da USP me escreveu lá por que eu falei assim: por que que a molecada não corta a grama da escola? A escola está com problema financeiro… escuta: primeiro que problema financeiro porque o estado com problema financeiro. Isso chama-se ICMS, a molecada não sabe que… eu tenho uma visão de escola pública que é um pouco polêmica, eu sei, mas eu não posso abrir mão do meu pensamento. Eu posso discuti-lo, mas abrir mão, não posso. Até que alguém me prove que eu estou equivocado, que é uma ideia melhor. Mas, se é público, você precisa se envolver pra cuidar. Aí eu vou lá e reclamo. Ah! O estado precisa passar mais dinheiro. O estado precisa passar mais dinheiro, não é o estado, não existe o estado. Existe os pagantes de impostos. 

rodrigo

No LíderCast 054 converso com o empreendedor Rodrigo Dantas, jovem à frente de diversos empreendimentos, um deles, o VINDI,  ajudando a revolucionar os sistemas  de pagamentos digitais. Rodrigo lançou o livro A Economia do Acesso que descreve um novo mundo em que ter coisas perde espaço para ter acesso às coisas.

Rodrigo    … é uma questão de inovação que poucas empresas grandes estão conseguindo enxergar. É o que aconteceu com a indústria fonográfica. Por que que as gravadoras não criaram o Spotfy? Então você tem uma cegueira no corporativismo muito grande, que isso ela impressa também pelo… a mudança de consumo é muito rápida. Então, eu não quero ter mais isso. As próximas gerações, meus filhos, não vão querer ter um carro. Não faz sentido. Se você colocar um carro hoje na frente de uma criança de treze anos e um iPhone, ele vai preferir o iPhone. Porque pra ele o benefício não é… ele não precisa dirigir, cara! Então ele não sabe que aquilo tem valor pra ele, né?

karine e julia

No LíderCast 055 converso com duas jovens empreendedoras, a Julia e a Karine, sobre novos modelos de negócios e sobre a Springpoint, uma fertilizadora de ideias que elas criaram para conectar pessoas com ideias que podem ajudar a melhorar a sociedade. Olha, não é pouco, viu?

Julia    A gente vem de um contexto de mercado, um paradigma, ele é muito competitivo e ele é muito fechado e ele é muito escasso né, então as pessoas estão sempre assumindo que isso são premissas do mercado e da vida. A competição, a escassez e a gente começou a fazer contato com esses vários movimentos pelo mundo que não acreditam nessas premissas. E a gente também está construindo nesse novo mercado. Então a gente acredita que o mercado ele não precisa ser competitivo, ele é colaborativo, ele é aberto e ele é abundante. Então, quando você fala isso, ah! você está proporcionando um espaço para as pessoas criarem, as pessoas elas estão muito acostumadas a ambientes fechados que alguém dá uma opção para elas executarem uma coisa. E ninguém sabe muito o que fazer quando aparecem milhares de opções pra você realizar projetos e coisas, né.

paula

No LíderCast 056, encerrando a temporada 4, converso com Paula Miraglia, uma das fundadoras do Jornal Nexo. Falamos especialmente de como a imprensa vem mudando com as novas tecnologias e sobre o projeto do Nexo, um jornal que nasceu digital e está experimentando novas formas de monetização que serão o futuro da imprensa.

Paula     Eu acho que a gente tem hoje… eu acho que a política enfim ela é essencial, eu acho que a gente tem que… não pode abrir mão da política, inclusive eu acho que a crise política brasileira atual ela também se explica porque a gente tem um pouco… a gente tem receio, a gente não gosta, a gente acha que a política é ruim e que ninguém quer chegar muito perto. E eu acho que a gente está num momento que tem que fazer o movimento contrário. A gente precisa se apropriar dos espaços de discussão, de formulação e de realização, não tem como né? A gente vive numa democracia, a gente tem nossos representantes no legislativo, no executivo. Se a gente não souber quem está lá, se a gente não tiver consciência disso e disputar isso também, eu acho que… não vejo outra saída. O que eu acho que a gente tem hoje é que você tem uma sociedade civil que está muito mais organizada, então você tem organizações, você tem movimentos. A gente viu, quem foi pra rua, a gente viu que existe uma capacidade de mobilização hoje, que ela é muito importante. Que ela não pode ser minimizada ou desprezada. É preciso que todo mundo escute. Eu acho que o que a gente tem hoje, não é de hoje, é de alguns anos. Você tem uma sociedade civil que está muito mais mobilizada, eu acho que tanto não só a política, mas essas grandes organizações internacionais, as locais, tem hoje uma obrigação e um interesse em prestar contas, um interesse muito maior em prestar contas.

Então? Gostou dos convidados, hein? Tem cada entrevista… Mas olha só, agora as coisas mudaram: vamos distribuir uma entrevista por semana, com apenas 30 minutos de duração, gratuitamente. Assim você pode ouvir e ver se se interessa pelo tema.

Mas quem é assinante da Confraria Café Brasil já recebeu todas as doze entrevistas completas, mais de dezesseis horas de conteúdo, cada entrevista tem aproximadamente uma hora e vinte, para poder ouvir quando, onde, como e quanto quiser.

Sacou? O LíderCast completo, com as mais interessantes dicas sobre liderança e empreendedorismo, agora é exclusivo para quem assina a Confraria Café Brasil. Para, fazer parte da Confraria, acesse portalcafebrasil.com.br, clique no banner “cérebro tanquinho” e siga as instruções. O custo é de 10 reais por mês – 10 reais meu, mais ou menos dois pães de queijo ou uma cerveja quente – que darão a você acesso imediato a… presta atenção, olha:

– todos os arquivos desta temporada do LíderCast, para quem quiser fazer uma maratona de explodir a cabeça…

– acesso ao Grupo Café Brasil no Telegram, que hoje reúne mais de 600 ouvintes dos podcasts Café Brasil e LíderCast, uma turma muito legal que está lá discutindo temas importantes e compartilhando ideias.

– e você também terá acesso a conteúdos exclusivos como convites para eventos, arquivos especiais, roteiros dos programas a serem gravados, vídeos, livros e muito mais.

Faça parte da Confraria Café Brasil. Custa o preço de dois pães de queijo ou de uma cerveja quente e dará a você acesso a conteúdos transformadores e a pessoas com as quais vale a pena gastar o seu tempo de vida.

E é assim então, ao som da trilha sonora do LíderCast, que este Café Brasil vai saindo de mansinho.

Com o atento Lalá Moreira na técnica, a aprendiz Ciça Camargo na produção e eu, o garimpeiro Luciano Pires, na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Dionizio, Janaína Paschoal, Gustavo Cerbasi, Bia Pacheco, Adalberto Piotto, Julia Ponteli e Karine Uehara, Paula Miraglia, Edu Lyra, Rodrigo Dantas, Thiago Oliveira, Jonas Furtado, Alexandre Lemos, Dado Schneider e meu pai, Luciano Dias Pires.

O Café Brasil só chega até você porque a Nakata, também resolveu investir nele.

A Nakata, você sabe, é uma das mais importantes marcas de componentes de suspensão do Brasil, fabricando os tradicionais amortecedores HG. E tem um canal no Youtube repleto de vídeos legais, inclusive uma maratona ali de videocasts que eu produzi pra eles. Vale a pena. youtube.com/componentesnakata.

Tudo azul? Tudo Nakata!

Este é o Café Brasil. Que chega a você graças ao apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E se você está fora do país: 55 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o Café Brasil.

Olha! Vem pra Confraria! Eu já falei pra você, cara! Vale muito a pena. Essa temporada aqui está imperdível. Tem entrevistas ali do arco da velha que pegam fogo, que inspiram e que até mesmo emocionam.

E para terminar, uma frase deliciosa do comediante e escritor norte americano Lewis Grizzard:

A vida é como um grupo de cães puxando um trenó. Se você não é o cão que conduz, o cenário nunca muda.