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Luciano Pires -

Crise, crise, crise, CRISE! Cara, tá uma crise. Desemprego, preços nas alturas, clientes cancelando pedidos, gente ido embora do país, empresas fechando… Que baita crise. Mas existem modos de se olhar pra crise, viu? Vamos nessa?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera. Você já entrou na página deles? Vai lá, cara!

E quem vai levar o exemplar de meu livro ME ENGANA QUE EU GOSTO é o Geraldo, que também anda longe, viu?

“Olá Luciano. Meu nome é Geraldo, eu moro em Toronto, no Canadá. Tenho 35 anos e sou ouvinte do Café Brasil há pouco mais de um ano. Primeiramente eu gostaria de dizer que você tem a via aberta, direto pro meu coração, pois você sabe usar com responsabilidade essa liberdade, que é rara. O conteúdo que trazes é provocador, é inteligente, épico, chego a dizer que é até lírico. A sutileza com que você provoca e emociona, é impressionante. Você me tocou profundamente, por exemplo, com o episódio do Bohemian rhapsody, ao ponto de me trazer às lágrimas, todas as vezes que eu escuto. Ainda vou comentar sobre esse cast um dia. Hoje eu gostaria de falar sobre a sequência de episódios sobre a meritocracia, culminando então com o episódio 463, sobre a sorte ou azar. Já vi que há ali um episódio recente sobre a produtividade e então eu percebo que há muito que falar sobre os assuntos ainda. Meu comentário é sobre a sutileza que você colocou Epitáfio, para tocar no final do episódio, onde diz: “o acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído”. Jogada de mestre, hein cara? Eu só queria enfatizar, caso não tenha ficado claro para nossos amigos mais desavisados. O preparo e a oportunidade, que muitos insistem em chamar de sorte, não tem nada a ver com o acaso. Esse sim, pode ter a ver com andar distraído. Mas, o preparo e a oportunidade,  tem tudo a ver com estar com os olhos bem abertos para os mínimos detalhes que nos rodeiam. Tive momentos na minha vida, que eu andei distraído, confesso. Nesse período eu perdi várias oportunidades e ainda por estar distraído, não entendi bem o motivo de não ter as tais oportunidades. Quando falamos assim de smartphone, internet desregrada, Facebook e outras maravilhas da era moderna, da era da informação, a gente fica parecendo “tiozão” que não sabe aproveitar as tecnologias, não é mesmo? Mas, na realidade, é que a gente precisa silenciar a nossa alma. Então, a gente vai passar a enxergar melhor, ter foco, a ver onde nós estamos errando, corrigir e milagrosamente, começam a aparecer as tais oportunidades. Sorte? Estou convencido que não. É isso. Obrigado por continuar cutucando meu cérebro, sem tirar minha atenção. Eu gostaria de deixar vocês com uma frase que eu ouvi recentemente: ficou acordado até tarde, meu chapa? trabalhando, estudando e afins? Cuidado hein? Daqui a pouco vão falar que você teve sorte! Um abraço, Luciano, um abraço aos ouvintes do Café Brasil. Um abraço aqui de Toronto, no Canadá.”

Boa Geraldo. Esse tema da sorte como a soma de preparo com oportunidade me fascina e tem tudo a ver com o programa de hoje. Ouça que você vai gostar. E entre em contato para mandar um e-mail e eu te remeter o e-book.

Muito bem. O Geraldo receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino, se mandar pra gente um endereço aqui no Brasil. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade. O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então! Ô dois! Hoje eu quero em crise!

Na hora do amor, use

Ciça – Prudence.

Luciano – Lalá?

Lalá – Broxei!

Faço palestras para empresas em todos os segmentos de atividade. De bancos a construtoras, de indústria de calçados à moda, de alimentação a serviços. E desde 2014, em especial, venho ouvindo o discurso da crise. Aliás, ouvindo, não, experimentando. Tem ficado mais difícil negociar com os clientes, os valores estão mais baixos, a percepção de valor tem mudado. É, não tá fácil, viu? E é a isso que damos o nome de crise, que toma todos os espaços.

Não importa onde ou com quem estou, invariavelmente as conversas giram em torno da economia, dinheiro, desemprego e quebra de empresas. E corrupção, é claro! E a mensagem por traz dessa conversa é sempre o medo. As pessoas estão com medo e quem tem medo começa a se comportar irracionalmente. Aumento da violência, perda da paciência, irritabilidade,  e uma epidemia de estupidez se fazem presentes de forma opressiva na sociedade. E isso contamina, viu? Basta olhar as áreas de comentários dos sites e mídias sociais… Olha só! Isso tudo é resultado de um estresse generalizado. Todo mundo com os nervos à flor da pele.

Aí eu paro e penso… Pô, eu não consigo controlar a economia, cara! Não consigo controlar aquela louca da Dilma e seus orcs. Não consigo ontrolar o preço do petróleo, muito menos arrumar a casa na Petrobrás. Não consigo parar a invasão chinesa, não consigo prender os corruptos que desviam dinheiro da merenda. Não consigo segurar os preço da ações na bolsa de valores. Essa crise é um Godzila que nós mesmos criamos, e só existe uma coisa que eu consigo controlar: eu.

Você ouve UM A ZERO, o clássico de Pixinguinha, com o compositor, instrumentalista e ensaísta paulista, quangto ista, meu!,  Toninho Carrasqueira.

A Ciça está ali desesperada pra saber o que são ORCS. Mandei que ela procure no Google, mas tá bom vai, vou ajudar aqui quem não sabe: orcs são aqueles ogros da série O Senhor dos Anéis, que gritam, ameaçam, são grandes, fortes e violentos… e sempre apanham no final.

Pronto. Agora ela e o Lalá gritam que “instrumentalista” não existe. Vou ao dicionário e tá lá: Pessoa que toca um instrumento musical, o mesmo que instrumentista.

A Ciça e o Lalá são orcs.

Mas vamos lá. Quem ouve o Café Brasil sabe que praticamente a cada programa eu bato numa tecla: todos temos escolhas e aqui não é diferente. Posso escolher como vou me comportar diante da crise. Posso escolher entender que as crises vêm em ciclos, que se agora estamos em baixa, ontem estávamos em alta e vamos voltar lá em algum momento. Minha vida não acabou. Ainda.

A economia é um sistema complexo, constantemente em mudança. Às vezes muda da forma que a gente quer, mas na maioria das vezes, não. E as mudanças são sempre difíceis de prever, lembra do Bastiat? Ele diz assim:

“Frequentemente, quanto mais doce for o primeiro fruto de um hábito, tanto mais amargos serão os outros.  (…) Assim, quando um homem é atingido pelo efeito do que se vê e ainda não aprendeu a discernir os efeitos que não se veem, ele se entrega a hábitos maus, não somente por inclinação, mas por uma atitude deliberada. (… ) A humanidade se caracteriza, em seus primórdios, pela presença da ignorância.  Logo, está limitada às consequências imediatas de seus primeiros atos. (…) Só com o passar do tempo é que aprende a levar em conta as outras consequências.  Dois mestres bem diferentes lhe ensinam esta lição: a experiência e a previsão.  A experiência atua eficazmente, mas de modo brutal.  Mostra-nos todos os efeitos de um ato, fazendo-nos senti-los: por nos queimarmos, aprendemos que o fogo queima.  Seria bom se nos fosse possível substituir esse rude mestre por um mais delicado: a previdência.”

É… Bastiat falou de previdência, que é precaução ou cautela. No âmbito econômico e financeiro, a previdência possui o mesmo significado: precaver.

E também saber que num cenário de mudanças, o que mais surgem são oportunidades.

Dá também para escolher não viver com medo, não permitir que o cenário de crise que experimentamos nos transforme, mude quem somos e no que acreditamos. E é isso que tenho sentido no Brasil. As pessoas estão mais desconfiadas, mais amargas, perdendo a confiança em nossa capacidade, como povo, de mudar nosso destino. Muitos estão desistindo diante da bandidagem evidente. Jogando a toalha. De indivíduos combativos para conformados.

E isso é o pior que pode acontecer.

Chega
José Messias

Chega
De tanto falar
Todo mundo quer ver
Eu deixar de amar
Chega
Eu sei mais que você
Ela já me contou
Tudo tudo que fez, já rolou
De mão em mão já andou
Se a água matar minha sede
Eu não quero saber por onde passou
Sei que ela tem um passado
Que o mundo chamou deprimente
Mas o consolo que eu tenho
Que a gente no mundo
Só vive o presente
Amor, amor nada mais
Nem o tempo desfaz
Nosso amor apagou
E houve com ela uns anos atrás

Opa! Que tal Carlos Augusto com CHEGA, de José Messias, hein? … As feministas vão me matar! Na hora de uma crise de credibilidade – ou será cornobilidade? – ele diz: não importa o que os outros digam… nem por onde a água passou. Eu quero é matar minha sede...

Muito bem. Sobre crises eu gosto de conversar com meu amigo Ricardo Jordão Magalhães, o anarquista corporativo por trás do BizRevolution e do Epicentro, que tem seu trabalho focado nas pequenas e médias empresas. O texto a seguir é dele, e traz uma perspectiva sobre a crise que muitas pessoas não conseguem ter.

Lalá, por favor vamos trocar a trilha…

A crise chegou para todas as pessoas que querem ganhar a mesma coisa fazendo o que fazem há mais de 30 anos.

A audiência da novela caiu. A rede Globo diz que está em crise. Como chama a crise da Globo? Netflix!

As vendas de carros caíram. A Ford e a GM dizem que estão em crise. Como chama a crise das montadoras? Bicicleta e metrô!

As vendas do McDonald’s  caíram. O McDonald’s diz que está em crise. Como chama a crise do McDonald’s? Franquia de japonês!

A taxa de ocupação dos hotéis Ibis está meia boca. Como chama a crise dos hotéis? AirBNB!

As vendas nas lojas de Shopping Centers estão em crise. Como chama a crise dos shopping centers? Lojas virtuais!

As vendas nos supermercados estão em crise. Como chama a crise dos supermercados? Restaurantes!

As vendas de produtos da linha branca estão em crise. Como chama a crise de vendas de geladeiras, fogões e microondas? Bom Negócio e OLX!

As vendas de corridas de táxi estão em crise. Como chama a crise dos taxistas? UBER!

O volume de matrículas nas faculdades está minguando. Como chama a crise das faculdades? YouTube!

As vendas em lojas de acessórios para eletrônicos estão em crise. Como se chama a crise dos eletrônicos? Alibaba Express!

Enquanto a China envia pedidos de compra de relógios de pulso e vestidos de noiva para a cidade de Rio Claro com frete grátis, você cobra 30 reais do seu cliente para enviar um pedido da zona sul para a zona norte dentro da sua cidade de 50 mil habitantes!

Se VOCÊ está em crise; ou se VOCÊ é do tipo que reclama da crise; é porque você faz negócios do jeito que o seu avô fazia.

Se VOCÊ está em crise, você deve ser do tipo que CULPA o governo quando está por baixo, e se diz RESPONSÁVEL PELO SEU SUCESSO quando está por cima.

A revista Exame PME publica todos os anos a lista das 250 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil. No topo da lista você não encontra bancos, seguradoras, construtoras, supermercados, ou qualquer um desses negócios mais-do-mesmo.

Você tem empresas que fabricam peças para processos de automação de máquinas agrícolas (128% de crescimento), empresas que transportam resíduos industriais perigosos (110% de crescimento), empresas que elaboram projetos de telecomunicações (81% de crescimento), empresas que fornecem plataformas elevatórias para transportar máquinas (77% de crescimento), empresas que constroem estações de tratamento de água e esgoto (51% de crescimento), empresas que transportam medicamentos de alto custo (45% de crescimento), empresas que produzem pisos de alta resistência para ambientes industriais (42% de crescimento) e muito, muito mais!

Se o mundo dos negócios para você se resume ao que acontece na Avenida Paulista ou no Itaim Bibi ou na cabeça de quem circula pela Berrini ou Faria Lima, é claro que você vai achar que tudo está ruim. Afinal, a única coisa diferente que aconteceu na cidade de São Paulo nos últimos 20 anos foi a construção da Ponte Estaiada que atravessa o Rio Pinheiros.

O futuro do Brasil não está em São Paulo. O futuro do Brasil está na sua comunidade local. Na sua pequena cidade. Nas fábricas da sua região. Nos empresários do seu bairro. O nosso país só será INCRÍVEL quando tivermos pelo menos 1.500 pequenas e médias cidades FERVILHANDO de NOVOS NEGÓCIOS espalhadas por todas as regiões do país. E isso já está acontecendo.

Enquanto você sonha com uma carreira de advogado no escritório do Pinheiro Neto para o seu filho, alguém criou uma empresa que instala plataformas de petróleo (41% de crescimento) em Curitiba; enquanto você sonha com uma carreira de médico no Hospital Albert Einstein para o seu filho, alguém criou uma empresa de consultoria de meio ambiente e planejamento urbano (40% de crescimento) no Rio de Janeiro; enquanto você sonha com uma carreira de engenheiro para o seu filho na Odebrecht, alguém criou uma empresa que oferece serviços logísticos para bancos (249% de crescimento) em Goiânia.

Crise?

Crise o escambau!

Vivemos na era mais transformadora da história do ser humano!

Para o Banco HSBC, é claro que o mercado está em crise. Para as construtoras, é claro que o mercado está em crise. Para a FIFA, é claro que o mercado está em crise.

Para quem sempre fez negócios precisando de incentivos fiscais e favores de terceiros, é claro que o mundo está em crise.

Mas as coisas estão mudando.

As pessoas de bem contam hoje com um aliado que elas nunca imaginaram: a tecnologia.

A tecnologia é a grande polícia interplanetária que vai acabar com os grandes atos de corrupção. Os sistemas de informática e tecnologia vão conectar tudo que existe e fechar as portas para a bandidagem.

A tecnologia vai reduzir a corrupção no mundo público; e principalmente, no mundo privado.

Eu treino vendedores de todas as indústrias que você pode imaginar. Tem corrupção por todos os cantos desse país. Uma das maiores preocupações dos vendedores hoje em dia é saber lidar com os milhares de clientes corruptos que só compram softwares, serviços de consultoria, espaços publicitários, serviços de gestão para as suas empresas, se os vendedores pagarem uma comissão de 15-20% para eles.

Mas as coisas estão mudando.

E se você quiser acelerar essas mudanças, faça o seguinte favor a você mesmo e à sua cidade: faça negócios com as pequenas e médias empresas locais. Faça negócios com empresas que seguramente investem 100% do seu lucro na sua cidade ou comunidade. Faça negócios com pessoas honestas.

Na próxima vez que você for ao supermercado comprar uma maçã para os seus filhos, verifique a procedência da maçã. Se a maçã veio de uma plantação da sua região, compre! Caso contrário, não compre!

Você quer mudar o mundo? Você realmente quer mudar o mundo?

Invista pelo menos 50% do seu dinheiro nas empresas da sua cidade.

Você quer melhorar a sua cidade?

Incentive o seu filho a criar uma empresa na cidade em que ele nasceu para construir as coisas que a cidade tanto precisa. Te garanto que se ele for capaz de resolver o problema da sua cidade, ele estará pronto para vender a sua criação em qualquer lugar do mundo.

Se liga!

Nessa VIDA, ou você é um agente de mudanças, ou uma vítima delas.

O que você é?

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Que tal? Talvez você fique tentado em dizer: ah, é fácil falar, você não perdeu o emprego, não está com credores na porta, sem dinheiro pra gasolina e sem grana pra alimentar os seus filhos…

Bem, cada um tem seus problemas, não é? Pode ser que eu tenha tido a sorte lá vem a sorte de novo, de não ter caído tão fundo quanto você, mas fique certo ou certa de uma coisa: jamais perdi a fé em mim mesmo, nem a resiliência pra tomar a porrada, me recompor e seguir em frente com as opções que eu dispunha. Afinal, as ferramentas de que disponho para usar na crise não estão lá fora…estão dentro de mim.

Pé quente, cabeça fria, meu caro, minha cara. Foco. Ficar estressado com o estresse, ansioso com a ansiedade e deixar-se levar pelo pânico de todos não faz bem a ninguém.

Aliás, tá aí um bom começo. Ajudar que os outros não entrem em pânico.

Vesti azul
Nonato Buzar

Estava na tristeza que dava dó
vivia vagamente
e andava só
mas eis que de repente
me apareceu um brotinho lindo
que me convenceu, dizendo
que eu devia vestir azul,
que azul é cor do ceu e seu olhar também…
Então o seu pedido me incentivou
vesti azul
minha sorte então mudou
vesti azul
minha sorte então mudou…

Passei a ser olhado com atenção..
e fui agradecer pela opinião
Entao senti que o broto estava toda mudada
parecia até que estava apaixonada
então eu fiz charminho e acrescentei
só vim aqui saber como eu fiquei’
e aquele olhar do broto me confirmou, vesti azul
minha sorte então mudou
vesti azul, minha sorte então mudou

É assim então, ao som de VESTI AZUL, de Nonato Buzar, mais uma vez com minha sobrinha Luciana Pires, que vamos saindo de mansinho.

Com o otimista Lalá Moreira técnica, a desconfiada Ciça Camargo na produção e eu, que não sei como é o Brasil sem crise, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Geraldo, Toninho Carrasqueira, Carlos Augusto, Galdino Twítticas aquele Ai se eu te pego ali ó e

Luciana Pires.

Este é o Café Brasil. Que chega a você graças ao apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

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Muito bem, pra terminar, uma frase de ninguém menos que o Seu Madruga

Quando a fome aperta, a vergonha afrouxa.