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494 – O bom propósito

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Luciano Pires -

Num programa recente eu  falei da necessidade de se encontrar um propósito para pavimentar nossa estrada da vida. Mas será que encontrar um propósito basta, hein? Ou é preciso discutir que tipo de propósito nos serve? Vamos nessa praia hoje.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí ó, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera.

E quem vai levar o exemplar de meu livro ME ENGANA QUE EU GOSTO é o Thiago

“Luciano. Boa noite, boa tarde, bom dia. Eu tô dirigindo, eu to falando pelo viva voz. Cara! Acabei de ouvir o último podcast o do propósito e puta merda, eu tenho 36, indo pra 37 anos, soou de Campinas, hoje vivo esse dilema que você vive, talvez acho que agora, com a ajuda, não proposital do Café Brasil, eu consegui vislumbrar o meu propósito. Até um pouco antes do programa de hoje, mas hoje, com as três perguntinhas deu pra reforçar aquilo que, aos pouco, ouvindo o Café Brasil, eu fui fazendo uma higiene mental talvez e deu pra achar um pouco o propósito. O meu é eu amo, amo, amo resolver problema. Amo, amo. Quanto mais problema melhor. E hoje é isso que eu tenho tentado construir, buscar e seguir na minha carreira. Não sei direito ainda como fazer isso, to meio perdido, to meio nesse entrelace de mudar mas, lembro de alguns momentos você falando do Café Brasil, até da sua experiência agora, de achar o propósito aos 47 anos, de tentar seguir uma vida meio Super Homem, meio Batman, meio Bruce Wayne de dia e Batman à noite. A brincadeira vai ser essa. É tentar e fazer o melhor do que eu faço hoje sendo advogado, no escritório, liderando a galera e começar a construir essa carreira talvez como resolvedor de problema, como um pensador, como um estrategista, alguma coisa nesse sentido, para trabalhar desse lado, criar uma visibilidade pra isso. Mas, porra velho, o Café Brasil de hoje, como os outros mas, acho que o de hoje encaixou. Passei uns momentos estranhos ontem, com uma amiga que não passou muito bem e a gente fica repensando a vida e cai, como você falou, tem os ligar pontos da vida e me coloca um podcast hoje falando sobre propósito. Foi providencial. Cara! Forte abraço. Espero ainda conseguir sentar ai, assistir uma gravação, tomar um café e saber como foi essa transição contigo de mudar, de largar um propósito menor pra um propósito de vida. Forte abraço!”

Ótimo, Thiago, venha mesmo assistir a uma gravação e trocar uns dedos de prosa. Nossa reflexão sobre o propósito continua, esse tema é fascinante!

Muito bem. O Thiago receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então! Ô dois! Hoje eu quero é com palavrão!

Na hora do amor, use

Lalá e Ciça – Prudence. Porra!

Não me lembro se já contei isso aqui, acho que sim, mas vamos lá. Na abertura de minha palestra TUDO BEM SE ME CONVÉM, eu mostro um lance da Copa do Mundo de 2014, no jogo de abertura contra a Croácia, quando o centroavante Fred se joga dentro da área e cava um pênalti. O lance é exibido sob vários ângulos e em câmera lenta, deixando claro que não foi pênalti. Mas o juiz foi enganado pelo jogador e marcou a falta. Gol  do Brasil e primeira vitória naquela Copa de triste memória.

Deixo para o final o melhor do lance, a imagem em que Fred, com os dedos levantados para o céu agradece a Deus pela jogada…

– Obrigado, Senhor, por ter me ajudado a dar um beiço no juiz. Eu fingi direitinho, ele caiu, e nós vamos ganhar o jogo. Muito obrigado Senhor!

Afinal, vale tudo para atingir seu propósito?

Vale gol de pênalti que não foi? Vale gol de mão? Não, hein? Mas a Argentina tem um título de Campeã do Mundo com um gol de mão vergonhoso do Maradona, pô!

Pois é… Mas será que vale qualquer artimanha para atingir um objetivo, hein?

Essa é aquela velha discussão ética, que persegue homens e mulheres desde que descemos das árvores… a negociação diária conosco mesmos, para definir até onde podemos e devemos chegar. Até onde aceitar? Até onde ir? Até onde conceder? Essa é sempre uma discussão importante, que diz respeito ao COMO fazer o que devemos fazer.

Mas eu quero dar um passo atrás para discutir, antes do COMO, o O QUE fazer. Num dos programas anteriores eu falei de PROPÓSITO, você lembra, hein? Que quem encontra um propósito na vida tem uma espécie de farol que ilumina seu caminho? Dá pra viver sem propósito, mas com propósito fica mais fácil de ver o caminho…

E então recebo um comentário sobre o programa, do ouvinte Oscar, que diz assim ó:

“Louvável de sua parte instigar as pessoas para pensarem em seus objetivos na vida. A indigência intelectual da humanidade está chegando a níveis catastróficos, as pessoas não raciocinam em nada. Espero que você desenvolva essa matéria, pois não basta ter propósito, mas ter um propósito ético e moral elevado. Usando um exemplo extremo: Os “homens-bomba” tem propósitos bem definidos e se esforçam a alcançá-lo, no entanto esse propósito é para o mal.”

Pois é, caro Oscar, você fala de discutir o propósito em si, antes mesmo de discutir como fazer para chegar até ele. Vamos à nossa reflexão então.

Ah, Oscar, entre em contato conosco, você ganhou o livro e o kit!

E por falar em Oscar, que lembra Oscar, num filme recente chamado SICÁRIO, que concorre à estatueta, com a Emily Blunt e o Benício del Toro, há uma cena semelhante às que aparecem em dezenas, milhares de outros filmes: o bandido mor em sua mansão, jantando com a família e curtindo sua riqueza, não importa que para isso tenha destruído outras famílias. Para ele não existem questões morais, manda quem pode, quem tem mais força, obedece quem tem juízo. Aquele bandido conquistou seu propósito: garantir uma vida confortável para sua família. Mas ele jamais se questionou sobre o que fazer para chegar lá. Para ele não existe certo e errado, existe sucesso ou fracasso.

E sobre vencedores e fracassados, ouvi uma comentarista falando sobre a corrida presidencial dos Estados Unidos, na qual Donald Trump que, durante muito tempo foi uma piada, despontou como um provável candidato dos republicanos à sucessão de Barak Obama. Perguntada sobre como é que um candidato desbocado, preconceituoso, beligerante e grosseiro conseguiu aquele sucesso, ela respondeu de forma simples e brilhante:

“- O povo não está se importando com o que ele diz ou deixa de dizer. Ninguém quer saber o que o Trump pensa ou deixa de pensar. O que  importa é que ele é um vencedor. É isso que as pessoas vêem: um vencedor.”

E é por isso que, em sendo escolhido candidato, certamente Trump receberá mais de 50 milhões de votos…

Percebeu? As pessoas não se importam com o que você diz, desde que você seja um vencedor. Esse parece ser o padrão moral e ético de nossa sociedade, não importa que partido, cor, religião você tenha. E se é assim então, é muito fácil cair na tentação do Fred e cavar o pênalti.

Afinal, só o que interessa é vencer, não é?

Vamos lá então. O que pode e o que não pode, hein? O que é aceito e o que não é aceito? O que fará bem a todos e o que não fará bem a todos? Ter uma expectativa clara com relação às regras de comportamento da sociedade na qual você está integrado é o primeiro ponto fundamental para validar o seu propósito.

Bote uma coisa na sua cabeça no momento em que você está pensando em seu propósito de vida, você já deve ser um adulto. Esse tipo de preocupação raramente temos aos 13 ou 15 anos de idade , não é? Se você está pensando em seu propósito de vida, já é um adulto e percebe que tem padrões éticos e morais, digamos, flexíveis, vai ter uma luta difícil para mudar daqui em diante. Se você cresceu num ambiente que acha que achado não é roubado, por exemplo, estará inclinado a pensar assim para o resto da vida. Se aprendeu que é na porrada que vai conquistar o que quer, tem grandes chances de se tornar alguém como o bandido lá daquele filme. Pode até não ser tão perigoso, mas os padrões éticos estãoali, ó: vale tudo para conquistar seu propósito.

Mudar um valor ético ou moral depois de adulto exige profunda reflexão, força de vontade e uma capacidade imensa daquilo que chamei em outro programa “outrospecção”. Colocar-se no lugar do outro.

E acredite: colocar-se no lugar do outro é a parte mais difícil.

Na primeira temporada da série Game Of Thrones, Tyrion Lannister, o anão, está sob custódia de Lady Arryn, que vai condená-lo pelos crimes cometidos. Ele, com uma boa lábia, convence-a de que deve ser julgado numa luta. Se perder, será condenado. Se ganhar, será libertado. Quando ela concede, ele espertamente chama algum voluntário para lutar em seu lugar. O mercenário Bronn se apresenta e parte para a luta contra o melhor cavaleiro de Lady Arryn. Mas em vez de lutar, Bronn se esquiva o tempo todo, cansando o cavaleiro com a sua armadura, até matá-lo. Quando Bronn olha para Lady Arryn, ela diz:

– Você não luta com honra!

E Bronn responde:

– Não.

E aponta o cadáver do cavaleiro que cai um precipício, dizendo:

– Ele lutou…

https://www.youtube.com/watch?v=mbUeobf0MRg

E aí, hein? Vale tudo? Pra muita gente, sim. E toda a garotada que viu Bronn ganhar a luta e livrar a cara de Tyrion, aprendeu uma lição de ética: os fins justificam os meios.

Onde é que você acha que a humanidade vai parar se todo mundo pensar dessa forma, hein?

Pessoas tendem a modelar o seu comportamento pela observação de outras pessoas. Por isso é tão importante saber que agindo bem ou agindo mal você sempre estará sendo um professor ou professora  de ética.

O psicólogo da Universidade de Stanford, Al Bandura realizou uma pesquisa que demonstrou os estágios pelos quais passamos quando estamos nos espelhando num modelo: atenção, retenção, reprodução e motivação. E como é que isso ajuda na determinação de seu propósito? Bem imagine-se chegando lá, obtendo sucesso e ao longo de sua jornada tendo um monte de gente observando você, lembrando de como você se comportou, reproduzindo seu comportamento e sendo motivada a repetir e repetir esse processo. Esse seu propósito resiste a essa reflexão, hein? Quem estiver observando você, lembrando de seu comportamento e o reproduzindo, estará fazendo um bem para si, para outros, para a sociedade? Se você concluir que sim ,vá em frente. Se ficar em dúvida, reavalie seu propósito.

Procure um propósito que reforce o comportamento que você deseja e desestimule os comportamentos que você não deseja. Por exemplo, se seu propósito é simplesmente ficar rico, talvez isso exija que você passe por cima de outras pessoas, quem sabe até aceitando entrar nuns negócios escusos aí… Vale a pena, hein? É isso que você quer? Se você acha que não, talvez valha dar uma refinada em seu propósito, transformando-o de simplesmente “ficar rico” para “ficar rico de maneira ética e respeitando as leis e meus semelhantes”.

Isso muda tudo, não é? Refinar o propósito.

Quer um exemplo delicioso de como um propósito refinado pode mudar tudo?

Em minha palestra EMPRESAS NUTRITIVAS, mostro como era a visão de Henry Ford em 1907, ao fundar uma das maiores empresas do mundo, a Ford e definir como seria a fabricação de automóveis dali em diante. Ford escreveu assim:

“Vou construir um carro a motor para as multidões (…) será tão barato que qualquer homem que tiver um bom salário será capaz de ter um deles e aproveitar com sua família a dádiva das horas de lazer nos grandes espaços criados por Deus (…) daremos a um grande número de pessoas empregos bem remunerados.”

Vamos lá então, pra ficar bem marcado na sua mente, eu vou repetir.

“Vou construir um carro a motor para as multidões (…) será tão barato que qualquer homem que tiver um bom salário será capaz de ter um deles e aproveitar com sua família a dádiva das horas de lazer nos grandes espaços criados por Deus (…) daremos a um grande número de pessoas empregos bem remunerados.”

E agora ouça, 100 anos depois como os marqueteiros da Ford reescreveram a visão da empresa:

“Uma só equipe, um só plano, um só objetivo – um carro Ford – crescimento lucrativo para todos.”

Tanto a visão de Henry Ford como a de seus marqueteiros 100 anos depois englobam as bases do sucesso de qualquer empreendimento: equipe, plano, lucros… Mas… por qual das duas você acha que valeria a pena lutar, hein? Qual das duas abraça o comportamento moral e ético?

Se o propósito dos marqueteiros de 2010 deixava claro ONDE eles queriam chegar, o de Henry Ford deixava claro ONDE e COMO ele queria chegar.

Hummmm…. que tal, hein? Mutantes no Café Brasil, sempre muito mais que bem vindos. Essa é DESCULPE BABY, na versão da Argentina Silvia Pérez. Que se transforma em disculpi Baby. A letra diz assim… perái… Lalá, manda aí…

Pois é…. Eu vou viver mais pra mim….eu vou correndo buscar a glória…

Muito bem. Antes de escrever meu livro DIÁRIO DE UM LÍDER fiz uma grande reflexão para tentar criar uma definição sobre o que é liderança. E cheguei a esta:

Liderança é a habilidade de inspirar e provocar as pessoas a fazer acontecer.

Fiquei feliz pela objetividade, escrevi o livro e mandei bala. Mas uma coisa começou a me incomodar… A minha definição de liderança era ótima quando aplicada a gente como Gandhi, Ozires Silva ou o Maestro João Carlos Martins: líderes com habilidade de inspirar e provocar as pessoas a fazer acontecer.

Mas ela também servia quando aplicada a Adolf Hitler, Fidel Castro ou Mao Tse Tung: Líderes com habilidade de inspirar e provocar as pessoas a fazer acontecer.

Eu defini liderança. Mas não defini que tipo de liderança interessa. Vale qualquer uma, hein? Mesmo a dos assassinos e déspotas?

Publiquei no Facebook esta semana uma adaptação das palavras de Buda aos tempos atuais, que talvez sirva pra botar mais lenha nesta discussão. Aliás, você já visitou a minha página no Facebook? Eu estou lá como Luciano Pires e se aqui eu sou mansinho, lá o bicho pega, cara…

Ouça então minha parceria com Buda.

Quando estiver na busca por seu propósito, não acredite em qualquer coisa simplesmente porque você a ouviu. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque ela é dita e espalhada por muitos. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque ela está escrita em seus livros religiosos. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque ela é compartilhada nas mídias sociais. Não acredite em qualquer coisa simplesmente por causa da autoridade de seus professores ou de pessoas mais velhas. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque tem sido assim por gerações. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque apareceu nos jornais.

Mas após observar e analisar, quando você concluir que qualquer coisa está de acordo com a razão e conduz para o bem e o benefício de todos, aceite essa coisa e… compartilhe.

Palavras de Buda que eu adaptei…

Isso serve também para seu propósito. Ao defini-lo, procure refletir sobre que tipo de propósito interessa não só a você mas aos que o rodeiam em sua família, círculo de amizades, empresa e comunidade. Se você concluir que é um propósito que serve ao bem comum, vá em frente. Mas se achar que é um propósito que só serve a você mesmo, pare, repense, rearranje as coisas, refine suas metas.

Seu propósito deve servir para fazer de você alguém que preste.

É assim então, ao som de I’M SORRY BABY, com os Mutantes que vamos partindo para mais vôos. Fala a verdade. Onde mais que você ouve Os Mutantes em espanhol, português e inglês, hein?

Com o pensativo Lalá Moreira técnica, a argumentativa Ciça Camargo na produção e eu, que estou abraçado a meu propósito até o fim, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Thiago, Lady Arryn e Bronn do Game of Thrones, Silvia Perez e… os Mutantes.

Este é o Café Brasil. Que chega a você graças ao apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

Atenção. Já que o papo de hoje é ética, ouça esta aqui sobre o Whatsapp. Eu me esqueci que tinha que colocar crédito no chip da operadora Oi. Foi uma cagada monumental. Passado o vencimento, a Oi vendeu o número para um sujeito, que pagou 10 reais pelo chip. Entrei em contato com ele para comprar de volta, expliquei a situação e ele me pediu mil reais pelo chip. Entendeu? O desgraçado pagou 10 reais e viu a chance de embolsar 990 com o meu erro. Esse aí tem um propósito de vida bem legal.

O novo número do Whatsapp passa a ser então, a partir de agora: 11 96429 4746.Pra quem tá fora do Brasil é 55 11 96429 4746.

E se você acha que vale a pena ouvir o Café Brasil e quer contribuir, agora é possível fazer uma assinatura do programa. Acesse podcastcafebrasil.com.br e clique no link CONTRIBUA para saber mais. Olha só. Tem um monte de gente entrando aqui na nossa confraria viu? Aproveite. Em 2016, o bicho vai pegar!

Pra terminar, uma frase do Dalai Lama

Nosso propósito nesta vida é ajudar os outros. E se você não puder ajudá-los, procure ao menos não feri-los.