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484 – LíderCast II

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Luciano Pires -

Pronto… finalmente chegou a hora da segunda temporada do LíderCast, o podcast que trata de liderança e empreendedorismo. Hoje vou apresentar os 12 entrevistados da série.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera.

E quem vai levar o exemplar de meu livro ME ENGANA QUE EU GOSTO é o Gustavo, de Salto, em São Paulo:

“Boa tarde, Luciano. Meu nome é Gustavo, tenho 20 anos e moro em Salto, São Paulo. Cara! To lendo um lvro que chama O físico de Noah Gordon. Ele é um best seller de 86 e narra a história de um cara conhecido como Rob Cole, desde sua infância até atingir tudo que ele queria, em pleno século XI. Meu! Pensa um cara que sofreu na vida! Foi ele, Rob. O cara perdeu os pais quando criança, foi forçado a crescer mentalmente de uma forma rápida e sem saber estava moldando seu futuro, o que ele ia ser mais pra frente.  Ele nasceu na Inglaterra e foi criando, depois da morte de seus pais, por um barbeiro cirurgião, onde aprendeu a fazer espetáculos na cidade, pra atrair pessoas, cuidar dos enfermos e vender unm produto. Ate que seu mestre veio a falecer e ele decidiu cursar medicina.  Naquela época, medicina só se cursava na Pérsia, onde tinha que ser judeu e flar persa pra estudar. Isso se fosse aceito pelo xá, que era um tipo de rei da época. O cara aprendeu a ser judeu, aprendeu tudo sobre a cultura e costumes deles, aprendeu persa. Agora imagina: em pleno século XI, você viajando da Europa pro Oriente, passandopor estradas perigosas, sem energia elétrica, sem carro, sem GPS, sem celular, sem nada, meu! Era você, sua vontade de ser alguma coisa na vida, de querer crescer, de querer fazer algum pra mudar sua realidade e ir em frente! Hoje em dia, as coisas não fogem muito disso. A tecnologia avançou mas os objetivos das pessoas sempre continuam os mesmos, desde a existência da primeira espécie humana. Percebeu? Luciano: eu tenho 20 anos e estou no terceiro ano de engenharia mecânica em Sorocaba. Trabalho em uma multinacional americana japonesa que produz escavadeira hidráulica em Indaiatuba e resido em Salto.  Terminei meu inglês neste ano e pretendo começar alemão, mas por condições financeiras, não consigo. Tenho cursos do SENAI, informática, desenhista e não pretendo parar de estudar tão cedo. Neste feriado do dia das crianças, trabalhei em Itu, um bico, desde as 10 horas da manhã até as 23 horas. Mas, uma coisa que aprendi com apenas essa idade é que ninguém, ninguém irá fazer nada por você. Apenas você e mais ninguém vai sair do sofá e vai fazer acontecer. Pois o máximo que os outros fazer por você é dar dois tapinhas nas costas e falar boa sorte. Mais que isso, amigo, ninguém vai fazer. Aprendi que você tem que estar preparado para as coisas que acontecem ao seu redor. Para as oportunidades que vão vir e elas vem quando você menos espera. Estava desempregado desde janeiro e fiquei cinco meses parado sem conseguir estágio. E não foi por falta de vontade, acredite. Até que um dia, meu pai me tirou da cama às seis horas da manhã e falou que não era pra eu voltar pra casa enquanto não arranjasse um emprego. Eu fiquei desesperado. Entrei no ônibus e chorava, não sabia o que fazer. Rodei a cidade inteira, entreguei mais de 20 currículos, pra qualquer tipo de serviço. Que  nada! Então, quando era meio dia fui para a casa de um amigo e desabafei com ele. Dormi um pouco e quando fui checar minha caixa de e-mails tinha um, um que mudou tudo. Fui aceito entre os mais de 30 candidatos na minha atual empresa. E não foi com a ajuda de ninguém. Foi mérito meu. Isso não tem dinheiro que se pague. Chorei que nem criança e voltei pra casa todo entusiasmado. Creio que se você não correr atrás do que quer, não é  esperando no sofá que alguma coisa virá. Ou esperar cair do céu, ou pedir a Deus, pois Deus te dá a oportunidade de fazer as coisas, mas quem faz é você. E se não conseguir entender isso, amigo, sinto muito. E quanto mais produtivo você é pra alguém e pra você mesmo, mais recompensa terá. Acredito que tem muitos Robs por aí querendo mudar as coisas, mas que também  há muitos sanguessugas que não querem nada com nada e que jamais deixaria de sair numa sexta feira à noite pra estudar. E como já disse num programa, quanto mais eu trabalho, mais sorte eu pareço ter. Ah Luciano! E o programa Bohemian Rapsody, cara, com certeza foi o melhor, não tem como você ouvir aquilo e não chorar. Um grande abraço do seu querido ouvinte, Gustavo.”

Que ótimo, hein?  Gustavo. Esse história é fantástica, já tem até um filme e foi muito bom você trazê-la para nós aqui, viu? É isso mesmo: você e sua vontade de ser algo na vida. Alguns vão dar muito certo, outros ficarão bem, outros apenas remediados e muitos quebrarão a cara. Mas é a sensação de que você é o responsável por seu sucesso é o que move os que chegaram lá. Parabéns pela persistência e visão.

Muito bem. O Gustavo receberá também um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade.  O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence.

Vamos lá então! Ih! Hoje o Lalá tá sozinho. Então, faz uma coisa, Lalá: bem longe tá? Bem longe!

Na hora do amor, use

Lalá – (de longe) Prudence!!!

Muito bem, vamos para a segunda temporada do LíderCast. Eu fiz uma pesquisa sobre se deveria publicar a segunda temporada como aconteceu com a primeira: todos os 12 episódios de uma vez só, tipo Netflix, sabe? Ou então publicar um por semana. E deu praticamente empate. Então decidi escolher publicar tudo de uma vez, outra  vez, basicamente por uma razão. O podcast dá ao ouvinte a liberdade de ouvir os programas quando e como quiser. Mas quem está em dia, tem que esperar até que o próximo episódio seja publicado… Com a publicação da temporada completa, dou ao ouvinte liberdade total. Ele ouve quando, como e quantos quiser. É isso. Liberdade. Vamos então apresentar quem está nesta temporada:

O primeiro episódio, o número 12, é com Kiko Loureiro, o guitarrista do grupo Angra que acaba de entrar para o Megadeth, uma das mais importantes bandas do metal no mundo. Uma conversa que vai buscar suas raízes e tentar entender como é que um garoto tímido sai de um bairro de São Paulo para se transformar num dos maiores guitarristas do mundo. A história do Kiko é uma inspiração, mesmo que você não curta Metal.

Kiko--Loureiro - Cópia

Kiko – …eu fui estudando e descobrindo essa sensação, eu acho que dá essa força e você querer saber mais, mas sem motivo de querer ser um profissional, ainda sem querer ser um profissional, nunca pensei na questão de viver de música, ainda com 16, 17 anos, estava, era por puro prazer de tocar.

Luciano – Você já tinha assim uma visão de que…

Kiko – Não era de pegar mulher, porque muitas vezes, ah vou tocar porque vou tocar no barzinho, para ganhar as minas, não era isso, porque não ficava tocando para as pessoas, aliás, muito pelo contrário, namorada que eu tinha era um problema, ela falava, não, você não vai ficar tocando guitarra sábado o dia inteiro, eu falava não vou. Ah vamos viajar para a praia, não vou. Eu era assim…

No episódio 13 vem minha amiga Leila Navarro com seu bom humor, energia e capacidade infinita de inspirar as pessoas. Uma conversa leve e animada sobre escolhas, sobre como ter nas mãos as rédeas da sua vida, sobre querer mais, sobre autoconhecimento e, principalmente, amor próprio. Leila é há anos a principal palestrante brasileira na área da motivação e jamais para de inventar moda. Uma entrevista divertida onde entrevistador e entrevistado se divertiram. E isso é fundamental.

LEILA-NAVARRO - Cópia

Leila – Eu sou muito louca, eu gosto de aplicar as coisas, já fazer, eu dava recursos terapêuticos lá no Einstein, naquela época os alunos se vestiam de branco, eu dava no terceiro ano, os caras tudo de branco se achando tudo doutor e eu começava dar aula e eu fazia coisas diferentes, eu queria provocar as pessoas e os alunos começaram conversando lá no fundo, eu não tive dúvida, subi em cima da mesa dando aula, que eu tinha preparado com tanto carinho, subi em cima da mesa dando a aula, comecei a tirar a roupa e os alunos lá no fundo que estavam todos conversando começaram a olhar para mim, dai eu desci da mesa e continuei dando a aula e daí eles começaram a prestar atenção, então eu comecei a perceber que eu tinha algumas coisas meio diferentes, que eu era um pouco ousada.

O episódio 14 traz Normann Kestenbaum, cujo negócio é trabalhar a informação para os momentos de decisão. É ir direto ao ponto. Seu trabalho está muito bem resumido no título de seu livro: “Obrigado pela informação que você NÃO me deu”. Entre outras coisas, ele vai explicar porque o storytelling pode ser um problema…

Normann-Kestenbaum - Cópia

Normann – Powerpoint eu faço parte da ala inimiga, eu uso Powerpoint mas eu não dependo dele, o Powerpoint é usado de forma errada, tem uma coisa muito interessante, cadê o Ase do ambiente corporativo? Cadê o Instagran do ambiente corporativo? O Twitter lançou esses dias um produto chamado Periscope, não sei se você já ouvi falar?

Luciano – Eu vi. Baixei aqui.

Normann – Para o ambiente corporativo, se eu te der o Powerpoint do Office 95, você faz a sua apresentação igualzinho ao atual, ele é meramente incremental, nós estamos num mundo que não tem nada parecido com o nosso cotidiano, como Ase, Instagran e o Periscope, nós não temos, ele é incremental, o Powerpoint  ele é meramente expressão de algo que já foi trabalhado, ele é a ponta final final e a essência está em você concentrar no conteúdo.

No episódio 15 um papo de tiete… no caso eu. O entrevistado é o Mauricio Pereira, músico paulistano, um sujeito criativo, inquieto, um batalhador independente que se define como um guerrilheiro formiga. Vamos falar da vida de músico no Brasil, do começo da internet por aqui, das músicas que ele fez e de como é complicado vencer num mercado competitivo e focado em dar ao público aquilo que o público quer. Mauricio não vai nos modismos, pelo contrário. Quando alguém consegue defini-lo, ele muda…

Mauricio-Pereira - Cópia

Maurício – …. os tropicalistas em especial, eu era criança, eu via o Caetano e o Gil eu gostava muito, se por um lado eles quebraram muita estrutura e eles faziam coisas muito malucas, por outro lado eu me sinto descendente deles, no sentido de que eles estavam no Chacrinha, eles usavam a guitarra, eles usavam… eles logo abraçaram Roberto e Erasmo, lembro da Gal cantando Roberto e Erasmo, então os tropicalistas, se por um lado eles explodiram o formato da canção, por outro eles adicionaram muita coisa da música comercial, da música mais simples.

Nos episódios 16 e 17, dividida em duas partes, a entrevista é com uma daquelas personalidades que fazem parte da história do Brasil: Ozires Silva. fundador da Embraer, ex ministro, ex presidente da Petrobras, Ozires é natural de Bauru, minha terra natal. Sai de lá ainda garoto com o sonho de se transformar em engenheiro aeronáutico… em 1947! Uma entrevista reveladora, emocionante, com momentos inacreditáveis que deixam clara a importância de quem decide cumprir um papel de liderança e assim impacta na cidade, no estado, no país e no mundo em que vive. Uma entrevista que, para mim, foi um privilégio.

Ozires-Silva 1 - Cópia

Ozires – … O ministro entra na sala e falou: Ih! Você está ai? Eu queria dizer que você vai ser o presidente da Embraer. Aí eu olhei pra ele e falei: desculpe ministro, mas eu acho que eu não posso. Ele falou: ué! Por que que não pode? Eu falei: ministro, eu sou tenente coronel da FAB e não tenho nenhuma experiência empresarial e comecei a alinhar os não né. Aí ele falou: para com isso! Você imagina a quantidade de sopa amarga que você me fez tomar e agora você diz que você pariu Mateus e não vai embalá-lo? E você é muito indisciplinado, ele disse. Porque você é um tenente coronel, eu sou o ministro, tenente brigadeiro, portanto eu tou dando ordem: você vai ser o presidente da Embraer e mais ainda. Marca pra dia 29 de dezembro a assembleia geral de constituição, vamos constituir a Embraer no dia 29 de dezembro. 

No episódio 18, uma conversa looooonga com Aquiles Priester, cuja trajetória cruza com a minha no final dos anos 90 e depois se transforma numa das grandes histórias de superação, dedicação, disciplina e visão que eu conheço. Aquiles sai de uma infância pobre em Foz do Iguaçu para se transformar num dos maiores bateristas do mundo, capa de revistas, tocando com grandes nomes da música mundial e vivendo momentos que são o sonho de muita gente. Não importa qual seja seu sonho, sua carreira, é impossível não se emocionar com a história do Aquiles.

Aquiles-Priester - Cópia

Aquiles – …eu conseguia tocar com as mãos, eu só nunca tinha tocado com os pés, ai eu cheguei lá numa bateria completa e ai os meninos, o Silvio, o Valmir e o Cristian, eles iam cantar, eles não iriam tocar, a banda, tinha uma banda de apoio que iria tocar lá para as pessoas que iriam se apresentar e ai eu cheguei, os caras falaram, então vocês tem o batera e vocês querem que a gente toque baixo, guitarra e teclado, sim, exatamente, então tá. Ai eu sentei na batera, falei cara, primeira vez que eu vou tocar numa batera com bumbo, tal não sei o que, eu não sabia tocar, ai eu contei e comecei a música, já taquei no prato e comecei a tocar e ai 3, 4 5 compassos assim, os caras, pára, pára, páara, mas e o bumbo, você não vai tocar o bumbo? Eu falei, eu não posso tocar o bumbo porque eu nunca toquei o bumbo, ai os caras falaram assim, não, mas cara, o bumbo é fundamental para o baixo, para o groove da música, eu falei não, mas tudo bem, só que eu não toco bumbo, ai eles falaram, então você não pode tocar, falei não, eu posso tocar, porque a banda é minha, eu que montei a banda e eu vou tocar, isso ai, quanto a isso, não tem a menor dúvida e ai os caras falaram não, mas não dá para tocar… enfim, a gente brigou tanto, os caras da banda, ele é nosso batera, ele que vai tocar, a gente está acostumado com ele e tal, enfim, nós tiramos o segundo lugar num festival que tinha mais de 200 pessoas que participaram lá em 4 dias, era tipo 5 minutos para cada banda, a gente tirou o segundo lugar com um baterista que não tocou o bumbo.

O LíderCast 19 é com  Ricardo Basaglia, jovem executivo à frente da Michael Page, a maior empresa dedicada à seleção e recrutamento de executivos do Brasil. Ricardo comanda uma empresa que busca líderes para outras empresas, e nesta conversa vamos descobrir que atributos estão sendo valorizados, com o muda o perfil do profissional desejado conforme a economia do país sofre com a crise e o que você pode fazer para aumentar as chances de ser escolhido num processo de seleção. Um papo importante.

Ricardo-Basaglia - Cópia

Ricardo – …guardado o que vem acontecendo no país nos últimos dois anos principalmente, o que eram 79, 88% de contratações de expansão e só 20 de substituições, agora essa proporção se inverteu, hoje são 80% das contratações de substituição e apenas 20% das contratações ligadas à uma expansão. Então isso faz com que o perfil do profissional certamente tenha mudado na busca do que as empresas precisam hoje e para que a gente fale também dessas características é importante que a gente analise qual é o motivo dessas substituições, porque isso vai dar muitas pistas do que as empresas estão buscando.

A entrevista do LíderCast 20 é com Mauro Segura, Diretor de marketing, comunicação e cidadania corporativa da IBM Brasil. Na IBM, Mauro atuou também como executivo na área de serviços, tendo também ocupado, anteriormente, posições nas áreas de desenvolvimento de soluções, operações e estratégia para o setor público. É um executivo à frente de uma área importante dentro de uma empresa conhecida por seu foco na inovação e pela forma como se reinventou. Uma conversa imprescindível.

Mauro-Segura - Cópia

Mauro – … o que que realmente eu consigo contribuir, porque eu não vou ser gerente dessa turma, eu tinha 30 anos cara, eu estava gerenciando pessoas de 50, 55 anos.E tem uma situação pior, Luciano, eu quando fui para Manaus eu fui substituir um gerente da filial que tinha 60 anos de idade, eu tinha 30 anos de idade, o nome do cara era Ladislau, pessoa ótima e eu me lembro claramente na minha primeira visita a um cliente em Manaus, o cliente virou para mim e falou assim, cara, o Ladislau saiu e não deixou nem um filho, ele  deixou um neto, eu lembro, isso foi impactante para mim e realmente eu entubei e encaixou, daí enfim, eu tive uma experiência fascinante e a experiência foi tão boa e os resultados foram tão espetaculares que eu fui convidado para ir para Nova York, passar um ano em Nova York. 

No programa 21 a conversa é com a Ana Tikhomiroff que, a partir da constatação de que estava num emprego que não gostava, aproveita a demissão para partir em busca de um negócio inovador. Passa três meses nos EUA e volta com uma ideia que, aperfeiçoada, a faz criar um dos principais bureaus de palestrantes do Brasil. Falamos sobre empreendedorismo, sobre palestras e palestrantes, e sobre como tirar uma ideia do papel para transformar num negócio bem sucedido. Muito bom!

Ana-Tikhomiroff - Cópia

Ana – eu tentava de todas as maneiras mudar algumas coisas dentro da empresa, até quem trabalhou comigo na época, vai lembrar, eu comecei um jornal interno dentro da empresa, porque a comunicação era péssima, as pessoas dos departamentos não se falavam, então eu comecei a tentar mudar algumas coisas, mas quem trabalhou numa multinacional e trabalha, conhece que tem politicagem, tem algumas coisas… então eu era vista meio como uma rebelde, lá dentro. E aí, quando as coisas começaram a ser barradas, eu comecei a perceber que o que eu fazia era legal, mas para a empresa, dentro do perfil da empresa não era, aí eu fiquei muito infeliz de ver que eu não ia conseguir mudar nada e que não era o que eu queria mais, eu já estava cansada mesmo.

O LíderCast 22 traz a conversa com Ricardo Tomzick, advogado e agricultor do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Jovem e dinâmico, Ricardo é presidente da Aprosoja – Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso. Conversei com ele durante a realização do Circuito Aprosoja 2014, e pude conhecer detalhes do agronegócio muito diferentes daquilo que estamos acostumados a saber pela imprensa. Saiba mais sobre o papel das lideranças que atuam no segmento que é o motor da economia brasileira.

Ricardo-Tomczyk

Ricardo – toda essa produção agrícola aqui de Mato Grosso, hoje ela é uma produção legal. não existe produção agrícola ilegal no estado, até porque se for ilegal, não há comércio. Existem barreiras comerciais para qualquer tipo de produção ilegal. Então, desmatamento legal, desmatamento ilegal, tivemos situações no passado onde as fronteiras foram abertas e existia um incentivo do próprio governo, uma necessidade clara que houvesse desmatamento. Eram florestas, serrados, terras aí, improdutivas na perspectiva econômica e houve muito incentivo do próprio governo federal para que se tornassem terras produtivas, inclusive para garantir a soberania. Terras abandonadas acabariam… teriam um potencial de serem invadidas por outros povos, outras nações e a gente não teria um controle sobre as próprias fronteiras da nação.

No LíderCast 23 trago um grande amigo, o Luiz Alberto de Souza Aranha Machado, economista e vice-diretor da Faculdade de Economia da FAAP. Luiz Machado poderia ter sido jogador profissional de basquete, mas desistiu de seu sonho quando percebeu que a altura não ajudava. E partiu para a economia, dali para a criatividade e hoje consegue conjugar as disciplinas exatas com as não exatas, tornando-se um educador de primeira e um arguto observador da sociedade. Um papo imperdível e repleto de momentos inspiradores.

Luiz-Machado - Cópia

Luiz – Na era da comunicação nós tivemos o Guga que é um dos atletas mais carismáticos da história do tênis, um cara que fez sucesso no mundo inteiro e o nosso tênis continua uma porcaria, aliás ele muitas vezes é mais lembrado pelas brigas de bastidores, do que propriamente pelo trabalho que está sendo feito nas quadras.

A segunda temporada do LíderCast se encerra no episódio 24 com a Fernanda Antonioli, jovem antropóloga social que trabalha na IBM e tem como missão fazer confusão. Um papo fascinante com uma garota que quebrou paradigmas, partiu para o mundo, se desafiou e hoje tem a oportunidade de causar impacto dentro de uma grande grande corporação. Vamos falar do empreendedorismo dentro de grandes empresas, da construção de uma carreira, daqueles momentos em que a gente se vê fazendo o que não gosta, mas que tem uma visão. Uma conversa deliciosa.

Fernanda-Antonioli - Cópia

Fernanda – … na época eu lembro que eu avisei, foi muito rápido assim, eu avisei meus pais, faltava um mês, porque foi quando saiu o resultado e eu tinha uma moto, então eu tinha vendido minha moto para comprar um computador e tinha sobrado metade do dinheiro da moto, mais ou menos. E aí eu falei para o meu pai, para a minha mãe, eu falei gente, olha só que legal, eu passei nesse intercâmbio, eu vou ser aluna especial da universidade de Kopenhagen e eu tenho a opção de ficar 6 meses ou um ano e eu decidi ficar um ano que seis meses passa muito rápido e meus país gelaram, eles falaram Fernanda você está maluca? Porque você vai ficar um ano num dos lugares mais caros do mundo? Eu falei não, mas está tudo certo, porque eu já vi, meu dinheiro dá para comprar passagem e dá para eu morar lá por um mês, aí minha mãe olhou e falou, e os outros onze? Falei ah, eu vou trabalhar, porque eu já investiguei também que todo mundo em Kopenhagen que tenha a minha idade faz graduação e trabalha, ou seja, vou conseguir um emprego…

Luciano – Que idade você tinha?

Fernanda – … eu tinha 21…

Pronto! Mais uma temporada do LíderCast, com cerca de 16 horas de conteúdo sobre liderança em empreendedorismo. Divirta-se!

É assim então, ao som da musica tema do LíderCast que vamos saindo de mansinho.

Com o empreendedor Lalá Moreira na técnica, a líder Ciça Camargo na produção e eu, o aprendiz Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Gustavo, Kiko Loureiro, Leila Navarro, Normann Kestembaun, Mauricio Pereira, Ozires Silva, Aquiles Priester, Ricardo Basaglia, Mauro Segura, Ana Tikhomiroff, Ricardo Tomzick, Luiz Alberto de Souza Machado e Fernanda Antonioli. Que time!

O Café Brasil só chega até você porque a Pellegrino, resolveu investir nele.

A Pellegrino, além de ser uma das maiores distribuidoras de auto e motopeças do Brasil, também distribui conhecimento sobre gestão, comunicação e outras coisas legais em sua página em facebook.com/pellegrinodistribuidora. Conheça. E se delicie.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil. Que chega a você graças ao apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

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E para terminar, uma frase do general norte americano George Patton:

Lidere-me, siga-me… ou saia da minha frente.