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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Hoje outro daqueles programas especiais, que foi uma tremenda curtição fazer. Vou conversar com quatro artistas sobre uma porção de coisas, com muita música e Brasil no meio. Se você me perguntar sobre o que é este programa, eu digo que é arteemprendedorismo…

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, você já sabe, estão aí ó , a um clique de distância. www.facebook.com/itaucultural e www.facebook.com/auditorioibirapuera

E quem ganhou o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA, acompanhado do Kit DKT foi o Dr. Edson Schneider lá de Campinas, ouça:

“Olá Luciano. Bom dia, boa tarde, boa noite. Eu sou o Edson Schneider, aqui de Campinas, um ouvinte seu desde 2008. Acabei de ouvir um programa que estava atrasado aqui, o 422 – O último dia. Cara! Que deleite! Ouvi o seu programa é um deleite. é um momento de reflexão, de desbunde intelectual, é uma delícia. Muito obrigado. Eu sou médico e músico. Sou violinista e nas duas áreas, nas duas faces da minha vida, eu tenho sempre muito deleite. Às vezes fazendo uma cirutgia, quatro, cinco horas depois, cansado, a gente termina a cirurgia e quando senta pra descrever a cirurgia, para fazer a papelada, é um momento de deleite. É um  momento de olhar para trás e falar: eu dei o meu melhor, eu fiz o meu melhor. eu acho que isso é um grande forjador do deleite. Você fazer o melhor de si. Dar o seu melhor. Isso, em qualquer profissão, em qualquer área, quando você se entrega de corpo e alma àquilo que está fazendo, isso confere um deleite muito grande. Isso é um retorno que a gente recebe. 

Ou, outras vezes eu chego em casa cansado do trabalho extenuante de muitas consultas, de um dia inteiro de correria, chego em casa, pego o violino, meia hora depois eu já estou completamente renovado, foi meia hora de deleite tocando e me deliciando com melodias, são momento incríveis. 

E, você falou de duas pessoas que eu prezo muito, eu escuto muito. O professor Clóvis Barros, muito divertido. Já li os dois livros dele, fantástico e Rubem Alves, que aliás, eu tive oportunidade de tocar no velório dele e foi outro momento de deleite. E hoje, quando eu leio os livros, leio as palavras dele, eu lembro daquele momento singular.

Muito obrigado, Luciano. Bom trabalho, um grande abraço, até mais.  Tchau, tchau.

Boa Doutor! Obrigado pelo comentário. Deleite é o nome do jogo, aliás, no programa de hoje acho que isso ficará evidente. Aliás, para quem é músico, o programa de hoje será um deleite. Vamos em frente!

Muito bem. O Dr. Schneider vai receber em casa um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. Se você não sabia, PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade. O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. facebook.com/dktbrasil

Então, vamos lá !

Na hora do amor, use Prudence.

E quem continua ajudando a gente a trazer pra você este cafezinho é a Nakata, marca pioneira na fabricação de amortecedores pressurizados no Brasil, inclusive da tradicional linha HG. Com amortecedores Nakata você tem garantia de 2 anos ou 50 mil km para você rodar tranquilo. E no canal da Nakata no YouTube você tem dicas de manutenção e videocasts exclusivos comigo!

Siga youtube.com/componentesnakata

Tudo azul, tudo Nakata.

Então… quem escuta o Café Brasil já conhece a Rhaissa Bittar, não é? Uma jovem cantora que apareceu por aqui uns dois ou três anos atrás com um trabalho que encantou quem ouve o Café Brasil. E que eu acabei conhecendo pessoalmente. Mas não só ela, como também o pessoal da Panela Produtora, que lança seus discos. Pois fui até lá para bater um papo com eles. Vamos ver no que deu?

Como acontece em todos os programas especiais, não vamos ter a íntegra do texto. Ao final as músicas e letras tocadas no programa.

 

Matéria Estelar
Rhaissa Bittar

Se eu sou feito de matéria estelar
Terão as estrelas vontade de chorar?
Com tanto vazio no espaço, tanta solidão em órbita
Só de pensar, já…

Se eu sou feito de matéria estelar
Pode uma estrela cadente espirrar?
Zilhões de detritos e meteoritos, poeira cósmica…
Só de pensar, já… a… a… a… atchim! Tim tim tim…

Tim tim tim tim tim tim…

Se eu sou feito de matéria estelar
Será que uma ursa maior pode se espreguiçar?
Tem dias que a gente abre o olho mas inda não tá pronto pra acordar
E a gente fica… ah… ah… ah… ah… ahãinnnin

Se eu sou feito de matéria estelar
Quem sabe eu descubra um jeito de brilhar
E ao me ver brilhando, seus olhos, piscando, piscando sem parar
Se identifiquem, tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim…

Tim tim tim tim tim tim…

Já que eu sou feito de matéria estelar
Eu morro mas deixo uma luz pra viajar
Meus netos, bisnetos e tataranetos a me ressuscitar
No ano novo, tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim tim…

Folk chinês
Rhaissa Bittar
Daniel Gali

Yī èr sān sì
Wǒmen dōu hěn kuàilè
Nǐmen dōu hěn kuàilè
Lǎobǎn, qǐng gěi wǒ yībēi kāfēi
Míngtiān wǒmen yào hěn kuàilè
Míngtiān wǒmen yào qǐng nǐ
Nǐ zài nǎlǐ
Míngtiān wǒmen yào kàn yīgè xīn de shìjiè

Inglês

One, two, three, four
We are all very happy
You are all very happy
Boss(bar-owner), please give me a cup of coffee
Tomorrow we should still be very happy
Tomorrow we will invite you (to a drink)
Where are you
Tomorrow we will see a new world

Lamúrias de Uma Pera
Rhaissa Bittar

Todavia eu não sabia que acabaria assim, às moscas
Apodrecendo na fruteira, mera derradeira pera, à espera de alguém que me queira
Já sem viço, sem perfume, só mesmo o chorume a empestear a casa
Os dias passando e eu cada vez mais passada

Em alguma parte alguma eu sei que me acho na desordem
Pêra quando não é fruta é só palavra bruta e palavra não cheira e fruta não escuta
Só que eu estou sofrendo, me decompondo nessa solidão
Me apaixonei por um caju que me deixou na mão

Nesse estado eu não sirvo nem pra compota
Isso já aconteceu antes com a bergamota
Só me resta enfeitar esse calendário aqui atrás da porta
Pois sem o meu caju, sou natureza morta

Palitoterapia
Daniel Gali

Oi, meu nome é paulo. Eu sou um palito

Quem me vê aqui no meio desta caixa
Com fósforo vermelho na cabeça
Logo pensa: É só mais um palito
Que entre quarenta não faz muita diferença
É isso que me deixa aflito
Por que é que eu fui nascer palito?
Eu tenho toc e acho que a paralela dá azar
Por que é que eu não posso estar na perpendicular?
Eu fico realmente transtornado
Ser ou não ser palito? Mas como não sê-lo?
Todo mundo junto o tempo todo do meu lado
Que falta que me faz um cotovelo

Chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá

Oi! Meu nome é paulo. Eu sou um palito
Bom, eu não sei nem por onde começar
Talvez o que me falte é paciência
Espero ansioso a hora certa
De liberar a minha fosforescência
E isso tá me consumindo
Eu não descanso nem dormindo
Sonhei que era uma pira olímpica outro dia
Mas tava ameaçado por um balde de água fria
Não posso mais ficar aqui parado
Alguém me tire dessa invalidez
Eu sou um gênio incompreendido e inconformado
Chega pra lá que agora é minha vez

Chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá

Oi! Meu nome é paulo. Eu sou um palito

E eu que sou claustrofóbico escotofóbico
Não posso viver nesse lugar
Meu caso, acho que é palingenético
Preciso sair pra respirar
Preciso mais espaço, enfim
Ter uma caixa só pra mim
Eu sei que tem palito aqui querendo me ferrar
Palito desonesto que não me deixa passar
Estou entrando em desespero
E esse medo me deixa sem ar
Eu, que sou doente, tinha que sair primeiro
Mas aqui só tem chega pra lá

Chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá

E eu que vim lascado com defeito
Confesso, acho que não sou bonito
Desculpa, nem me apresentei direito
Meu nome é paulo, sou um palito
Repara como eu sou baixinho
Na certa, vim do nó do pinho
Inda por cima tenho a cabeça deformada
Me chamam de palito com azeitona temperada
Quando a caixa abrir vou me jogar
Não quero nem saber se isso é correto
Eu tenho uma farpa preparada pra atacar
Se alguém entrar na frente, eu espeto

Chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá

Um palito solitário não é nada
Um tamborim não faz um carnaval
A gente é uma pilha de indivíduo
Quem foi que disse que palito é tudo igual?
Mas isso é que dá o colorido
Palito batendo em palito
É tanto diz que diz, tanto riscado e zum zum zum
Que o ritmo da mesa do boteco fica
Um por um no dois por quatro do batuque
A caixa acústica empurrando o ar
A troça, o desacato, o tic tic, o creck e o truque
É todo mundo junto a reclamar

Chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá, chega pra lá

O guarda chuva
Rhaissa Bittar
Daniel Gali

Pára pá pará pará

Parece que foi ontem
Eu sonhava ser um artista
Um guarda chuva em hollywood
Para girar com gene kelly
Debaixo de um toró

Pó poró por isso que eu vivia
Cantando “I’m singing in the rain”
Póro pó poró poró
Porém, um sonho que era tão grande,
Indo pra longe, desapareceu
Eu já era um guarda chuva velho
Quando uma estrela
Brilhante nasceu

Pára pá pará pará
Parei, fiquei assombrado
Não é que a danada desceu?
Aquela lantejoula miúda
Foi ficando gigante
Maior do que eu

E ela me disse: “cabra,
Abra um sorriso, se abra
Se abracadabra
Comece a girar
Amanhã haverá um dilúvio
E serás um artista
Quando o galo cantar”

Ta tará ta ta
Tá chovendo confete
Po po po pois é carnaval
To to to toda tristeza em pedaços foi-se embora pro espaço sideral
Co coró có có
Corre ver o dia raiar
Raiar raiar ra ra ra
Adeus solidão

Hoje sou uma sombrinha de frevo
Um arco-íris girando
Na sua mão

           A magnífica história nunca dantes contada sobre o amor da adaga de lady Macbeth pelo coração do rei Duncan

Felipe Trielli

Antes de conhecê-lo
Eu era fria como gelo
Leve como uma modelo
Frágil como um fio de cabelo

Eu era livre como um taxi no feriado
Eu era triste como o céu que se fechou nublado
Eu era quase nada
Apenas uma velha adaga indignada sem ninguém

Antes de conhecê-lo
Minha vida era um flagelo
Só lembranças de castelos
E de grandiosos duelos

Não tinha mais o viço do meu duplo corte
A minha têmpera era forte mas a minha sorte
Havia me deixado
Assim de lado nesse estado sem pecado, sem ninguém

Um dia distraída
Pensando na vida
Eu tava na adega
Era de madrugada
Então ouvi um som
E foi como uma praga
Eu fui ficando cega e só ouvia

Tum tum tum
Tum tum tum

Um coração
Tão nobre e cordial
O nosso amor cresceu
Foi exponencial
Sei que me apaixonei
Pelo coração de um rei

E tudo ficou bem
Tudo era carnaval
O mundo era só eu e o coração real
Mas eram só palavras sem amor carnal
Um simples beijo meu podia ser fatal

Nós dois trocamos mil poemas
De amor e outros temas
Estávamos no céu
Sei que me apaixonei mas
Meu destino foi cruel

Um dia me chamou para um bom papo e um bordeaux
Me disse que me amava e que sem mim seu reino não tinha valor
Tudo rodando a dança o quarto o mundo o vinho só nós e mais ninguém

Vem… vem… vem… vem

Tomados de paixão
Rolamos pelo chão
Pois imagine então
Qual não foi a minha aflição
Ao perceber que tal como a viúva negra
Uma arma branca que a um coração se entrega
Cada fibra sua em minha lâmina
O calor, o gozo, o líquido vermelho, o medo de que o tempo não possa parar

Uma pedra
Rhaissa Bittar
Daniel Gali

Sou só
Estou só
Fui criada solta
À beira de qualquer caminho
O pó da estrada é a minha maquiagem

A lua bate em mim com força
Vagarosamente
E eu devo brilhar muito nessa hora
Leitosa, única, lunar, difusa

O meu silêncio
Machuca
Um homem me tem nas mãos
Machuca
Atirada prum canto qualquer
Machuca
O meu silêncio
Machuca

Não sou de chorar: Estou dura
Sou fria: Estou triste
Sou quieta: Estou incandescente
Inconscientemente
Eu fico opaca para ser mais preciosa
Pra ser mais precisa:
Estou rosa

A lua toca em mim de leve
Sinto claramente
A flor da minha pele
Enquanto empalideço

Então
Uma noite
Eu sonhei
Mais de uma vez
Que estou só

Que sou só

Uma pedra

A lista
Daniel Gali

desempregada
a lista telefônica
foi pedir emprego
em tudo quanto era sebo
desesperada
já tava ficando afônica
mas no sebo do messias
em meio a tanta velharia
conseguiu uma vaga de peso
peso de porta
calço de mesa
mesa de truco
porta caneta
perdia folha
ficava velha e se achava feia
até que um dia
aborrecida
apodrecida
despromovida
foi esquecida
em uma caixa de papelão
encaixotada
virou comida
de tantas traças
enraivecidas
estraçalhada
esmigalhada
já se extinguia quando o velho messias
resolveu mostrar que tinha coração
foi pra doação
viajou pra longe
e de mão em mão
foi parar nas mãos
de um artista de renome
internacional
e esse foi o seu final
virou obra de arte na bienal
afinal
foi esse o seu final
virou obra de arte na bienal

Muito bem.. gostou desses empreendedores que fazem quietinhos com que nossa vida fique mais alegre, colorida, com sentido? Vai lá então, procure a Panela Produtora e curta o conteúdo deles.

Com o musical Lalá Moreira na técnica, a empreendedora Ciça Camargo na produção e eu, que vivo a vida a cantar Luciano Pires na direção e apresentação termina mais um Café Brasil.

Estiveram conosco o ouvinte Dr. Edson Schneider, Rhaissa Bittar, Daniel Gali, Filipe Trielli, meu amigo Janjão e Maxado com o solo de tuba de Eliezer Tristão.

Sempre lembrando a você que a Pellegrino, além de ser uma das maiores distribuidoras de auto e motopeças do Brasil, também distribui conhecimento sobre gestão, comunicação e outras coisas legais em sua páginano Facebook. facebook.com/pellegrinodistribuidora.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite, leia artigos, acesse o conteúdo deste podcast, visite nossa lojinha no www.portalcafebrasil.com.br.

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