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324 – Não gosto!

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Luciano Pires -
Gratuito!
24,1 MB

Bom dia, boa tarde, boa noite. E daí, hein? Você é um daqueles solitários ouvintes do café brasil, que quando apresentam o programa para outras pessoas, todos entusiasmados, recebem uma reação fria e desinteressada?

Você não está só… É muito mais comum as pessoas demonstrarem desinteresse do que interesse pelo programa, ou por aquele livro, aquele filme, aquele artigo, aquela música, aquele show que você achou o máximo e que para os outros significa nada. Isso acontece por uma série de razões e é sobre isso que vamos falar hoje.

Pra começar uma frase de ninguém menos que Carlos Drummond de Andrade:

Há certo gosto em pensar sozinho. É ato individual, como nascer e morrer.

Este programa chega até você com o apoio de uma turma que sabe muito bem que bem que pensar sozinho é importante, mas compartilhar o resultado desse pensamento é fundamental. Especialmente quando se trata de arte. O iitaú cultural: www.itaucultural.org.br. Acesse o site e dê uma olhada nos diversos programas que o Itaú Cultural fomenta. É uma riqueza cultural extraordinária, à sua disposição, de graça. Vai lá…

[showhide title=”Continue lendo o roteiro” template=”rounded-box” changetitle=”Fechar o roteiro” closeonclick=true]

E o exemplar de meu livro nóis…qui invertemo as coisa da semana vai pra…

Aliás, deixa eu fazer um comentário antes. Fiz umas continhas aqui e acho que já distribuímos uns 80 livros para quem escreveu para o programa. É um monte de gente. Sabe quantos leram o livro e escreveram para dizer o que acharam? Dois. Fico imaginando se vale a pena continuar dando o livro ou se mudo o prêmio para um dvd da Lady Gaga.

Bem, quem vai ganhar o livro hoje é a Luiza, que comentou o programa João brasileiro médio assim:

“Bom dia, boa tarde, boa noite hehehe. Tudo bem?

Agora eu entendi porque o Café Brasil é indicado para “pessoas inteligentes”! Tive uma experiência um pouco chata hoje, e preciso contar pra alguém. Pra quem melhor que você?!

O caso ocorreu na aula de filosofia e sociologia. A professora pediu que nós levássemos algo sobre o mito da caverna do filósofo Platão (adoro esse cara). Eu, que gosto de fazer coisas diferentes, lembrei que havia ouvido algo sobre essa metáfora em algum dos podcasts. Depois de procurar descobri que era o “João brasileiro médio”.

Eu ouvi umas três vezes este programa e achei que seria interessante mostrá-lo aos meus colegas.

Hoje eu levei o programa e praticamente obriguei a todos ouvirem! Eu acreditava que o pessoal fosse gostar do tal Luciano tanto quanto eu gosto. Mas o que aconteceu foi o contrário. As pessoas riam como se ele fosse um otário. E pior até a professora considerada por muitos como uma pessoa culta e crítica, mostrou-se entediada ao ouvir o programa.

E digo com certeza que apenas 2% (e olhe lá) da classe conseguiu captar aquele tsunami de conhecimento! Apesar da experiência nada agradável, percebi ali, que o Luciano tem toda razão! É preciso saber ouvir seus programas!

Também percebi ali, que meus colegas seriam as pessoas enclausuradas na caverna e o que é mais triste, junto com a professora. E eu me senti como o filósofo liberto da caverna tentando mostrar às pessoas que existe um mundo diferente das sombras! E da mesma forma fui sarcasticamente julgada. (no caso por ouvir este programa). Mas é claro que não vou parar! Este programa é maravilhoso e eu tenho orgulho de dizer que escuto algo tão culto!

Meus colegas também zombaram das músicas. É claro, estão tão acostumados a ouvir estas penúrias, também chamadas de músicas, oferecidas pela mídia pocotizada! Garanto que muitos deles afirmam com vigor que o Brasil não tem música que presta. Isso porque nunca ouviram falar destas maravilhas presentes em seus programas!   

Bom, pelo menos eu tentei libertá-los! Grande abraço.”

Que ótimo Luiza… Continue assim. Essa é a sina de quem tenta divulgar algo além do entretenimento puro e simples. Mas isso não é o problema de um ou dois indivíduos, é problema do mundo…

A Luiza ganhou um livro pois escreveu comentando um programa. Que tal se você tentar? Só tem a perder uns minutinhos, não é?

E vamos à promoção Nakata, hein? A marca para os componentes de direção e suspensão para o seu carro?

Se você acessar o facebook da Nakata e clicar no post da promoção, seguindo as instruções que são muito fáceis, corre o risco de ganhar nada mais nada menos que um iPad. Alô, eu não disse iPod, eu disse iPad! O tablet que muda a vida da gente! Vamos lá: acesse o facebook: www.facebook.com/componentesnakata, nakata sempre com k e clique no post da promoção. Depois é cruzar os dedos!

Arriscado é não usar Nakata. Exija a tecnologia original líder em componentes de suspensão. Ah, uma dica: agora chegaram também as bombas d´água e óleo Nakata! Tudo azul. Tudo Nakata.

Muito bem, é ao som do irresistível trombone de Raul de Barros com Gosto que me enrosco do carioca José Barbosa da Silva, o Sinhô, que vamos à nossa discussão de hoje.

Recentemente coloquei um post no facebook falando do fim do blog do jornalista Fabio Pannunzio, que desistiu depois de ser processado oito vezes por causa das denúncias que fazia em seu blog.

Desmotivado com o tempo e dinheiro perdido para se livrar dos processos, ele preferiu desistir, calar a voz. E eu comentei que isso é censura e publiquei o post, que recebeu quatro curtidas e um compartilhamento. Ouviu? Quatro curtidas e um compartilhamento. E então eu escrevi nos comentários: “pois é… 4 curtidores e um compartilhamento. Se fosse um post sobre o novo corte de cabelo do Ronaldo ou a bunda da Larissa Riquelme seriam centenas de comentários e uns 50 compartilhamentos. Isso explica muita coisa.”

Pouco tempo antes eu havia colocado um post perguntando por onde as pessoas comem a coxinha: se pela parte pontuda ou pela parte grossa. Foram centenas de comentários em poucas horas, dezenas de compartilhamentos, uma coisa de louco.

Olhe para a televisão. Olhe para os jornais. Veja os assuntos que mais provocam ressonância. Você verá que sempre serão aqueles mais leves, engraçadinhos e rasinhos. Isso mostra muito bem no que a maioria das pessoas está interessada: no curioso, no grotesco, no engraçado, no descompromissado. É só uma minoria está interessada na discussão séria, nos temas complexos, nos assuntos que exigem maior reflexão. Isso é assim hoje, foi assim ontem e será assim sempre.

A mídia é o lugar da média.

Essa compulsão pela média, que é prima do medíocre, tem a ver com um atributo do ser humano: a curiosidade. Há na curiosidade um componente estético que explica fenômenos como os hits éguinha pocotó, ai se eu te pego ou o coreano Psy com sua Gangnam style

Já tratamos disso aqui no café brasil: um refrão pegajoso somado a uma dancinha que não consigo classificar. Uma estética que atrai a atenção e pronto: um estouro mundial. Mas eu diria que isso é só um problema porque ocupa um espaço precioso do tempo que poderia ser ocupado por coisas mais…digamos nutritivas. Isso é, portanto, um problema econômico sobre o qual um dia eu tratarei aqui.

Ao som do 3 na bossa com o que eu gosto de você de Sílvio César, um cara que eu preciso apresentar com mais detalhe aqui no Café Brasil…

Por volta de 1997, o professor Bernie Dodge me disse uma coisa que jamais esqueci: “odeio gente que sabe tudo, elas não aprendem nada”. Você já deve ter encontrado gente assim, principalmente em congressos. Depois da palestra de alguém muito criativo e que traz propostas originais, essa gente sabida costuma dizer: “o cara fala bem, mas no que disse não há qualquer novidade”.

Pessoas que vão para a sala de aula ou para o auditório convencidas de que nada a ser apresentado terá algum teor de coisa nova, não aprendem. Pararam em algum lugar do caminho e acham que já chegaram ao final da viagem.

Essa segurança absoluta quanto ao saber tem dois desdobramentos sérios:

Primeiro a incapacidade para reconhecer ideias originais. Incapacidade para reconhecer ideias originais, que resulta em equiparação de novas perspectivas a velhos conhecimentos, às vezes fossilizados.

E isso é muito comum. É difícil abandonar velhas crenças. Daí a acomodação do novo em velhas caixas já etiquetadas. Ou, quando não conseguimos isso, simplesmente deixamos de integrar o novo à nossa estrutura de conhecimento.

Temos grande capacidade de envelhecer ideias autenticamente novas. Gardner observa que esse é um dos grandes desafios da educação. Provocar mudanças significativas é coisa rara. Em outras palavras: reconhecer algo autenticamente novo exige uma abertura que não é moeda corrente.

Precisamos desenvolver tal capacidade. Caso contrário, ficaremos com a acomodação, processo mais fácil, confortável e seguro.

Em segundo, a falta de senso de admiração por novos aspectos numa dada área de estudos. Esse segundo desdobramento decorre do primeiro. A abertura para o novo exige um sentimento de busca de quem imagina que sempre há mais o que aprender. E mais que isso, imagina que o desconhecido é mais surpreendente, bonito e admirável do que aquilo que já faz parte de nosso velho conhecimento.

Se você gostou
Carlos Imperial
Fernando César

Se você gostou de dançar juntinho assim
Se lhe agradou ficar bem perto de mim
Se eu conseguir fazer você ser bem feliz
Amor telefone e peça bis
Se você gostou de beijar a minha boca
Se lhe agradou minha voz cansada e rouca
Se quiser de novo os carinhos que eu lhe fiz
Amor telefone e peça bis
Olhe o céu,o mar e a flor
isto é sinal de amor
Amor pra me fazer feliz
Telefona amor, peça bis

Rararara…que tal? Mais uma daquelas surpresas do Café Brasil? Você está ouvindo Roberto Carlos cantando SE VOCÊ GOSTOU, de Carlos Imperial e Fernando César. Essa é de 1961, num tempo em que Roberto estava na cola de João Gilberto, namorando com a bossa nova…

Sacou? Imaginar que o desconhecido é mais surpreendente, bonito e admirável que aquilo que já faz parte de nosso velho conhecimento… Não é o máximo isso? Pois é. Mas para isso você tem que estar aberto ao novo, ao diferente.

Isso me traz à lembrança alguns comentários que recebo de quando em quando sobre o nosso Café Brasil e que representam um outro tipo de resistência, a resistência estética. É o outro lado da moeda que faz o sucesso da dancinha do Michel Teló. Um deles disse: “ …se não fosse essa sua voz mole e pastosa eu até ouviria o programa…”. Outro disse: “não curto o café brasil, parece rádio antigo!”. Outro ainda tuitou que não ouve o Café Brasil pois pareço o Eli Correa …

Rararraa…. Um mais recente comentou assim: “só acredito que o podcast poderia ser feito de forma mais direta e sem enrolação. Essas músicas que pouco agregam deixam a imagem de falta de conteúdo que está sendo preenchido com ‘besteirinhas’.”

Gosto, mas não é muito
Noel Rosa

Olha, escuta, meu bem
É com você que eu estou falando, neném
Esse negócio de amor não convém
Gosto de você, mas não é muito… muito!

Fica firme, não estrilha
Traz o retrato e a estampilha
Que eu vou ver
O que posso fazer por você

Seu amor é insensato
Me amofinou, mesmo, de fato
Não leve a mal
Eu prefiro a Lei Marcial

Muito… muito… Rararara… Esse é o Francisco Alves, o rei da voz, que fez muito mais sucesso, nos anos 30 e 40 que o Michel Teló hoje, cantando aqui GOSTO. MAS NÃO É MUITO, que só podia ser só deum cara: Noel Rosa, não é mesmo? Reparou no arranjo? Tem uma tuba ao fundo? Impagável…

Pois é… Falar o quê de quem diz que não gosta da minha voz, do jeito que eu leio ou das músicas que uso no Café Brasil? Tudo isso compõe um cenário de resistência sobre o qual posso fazer muito pouco. Aliás, eu tenho um método para lidar com isso: imagino que essas pessoas são a minoria… E pronto.

Por isso fico imaginando a frustração da Luiza ao colocar numa sala de aula com 30 ou 40 pessoas um podcast como o Café Brasil. Não pode dar certo…

Ninguém que estava na sala de aula está preparado para aquilo. Num ambiente interativo as pessoas precisam de mais que um som para prender sua atenção. Tem que prender pelo som e pela visão, naquele processo hipnótico da televisão. É por isso que eu criei os videocasts. O podcast tem mais chance de funcionar se for assim como a maioria absoluta faz: um fonezinho no ouvido fazendo com que minha voz exploda diretamente dentro de seu cérebro, carregando emoção e sentimento.

Você vive na sociedade da imagem, e seus olhos já estão acostumados a vivenciar a desordem como experiência estética. Seus ouvidos já estão acostumados aos barulhos e distorções. Você já aprendeu a tolerar o caos. Nossa proposta aqui é ajudá-lo a encontrar ordem e significado em meio ao caos e para isso vou usar seu ouvido… É através dele que minha voz entra em sua cabeça, mexe aqui….e aqui… Faz vibrar o seu sistema auditivo que enviará impulsos ao cérebro, que você decodificará em palavras.

Minha voz  é um veículo. Nas palavras está o significado. Mas a combinação voz mais palavra cria uma terceira coisa… Meu amigo Jorge Cury Neto escreve, citando o médico Alfred Tomatis, que “o ouvido é o giroscópio, a cpu, o maestro de todo o sistema nervoso. O ouvido integra as informações transmitidas pelo som, organiza a linguagem e nos dá a capacidade de perceber o horizontal e o vertical. Por meio da medula, o nervo auditivo se conecta com todos os músculos do corpo. O poder da audição não deve ser subestimado. Ouvir é vibrar em conjunto com o outro ser humano.”

Sacou? O interesse surge quando vibramos em conjunto. E convenhamos: é muito mais fácil vibrar em grupo com a bunda da Larissa Riquelme, a dancinha do Teló e a videocassetada do Faustão do que sozinho com uma frase de Carlos Drummond de Andrade… Ou não?

E tem mais, agora falando pessoalmente: não me interessa o ouvinte que só quer a bunda da Larissa. Isso ele encontra na grande mídia. Aqui eu quero quem gosta, quem desgosta, quem escreve comentando, quem me obriga a crescer. O resto é a média.

“Ouvir é vibrar em conjunto com o outro ser humano.” Não é o máximo? Vibrar em conjunto com você? É essa a proposta do Café Brasil, que tenta sempre vibrar sem concessões.e sei que isso tem um preço…

Bem, mas temos aqui assunto pra mais de metro, né? Vamos cozinhado aqui pra servir mais um pouquim noutra hora, né? Por enquanto vou presentear você com mais uma coisa nova:

Nosso mais novo patrocinador a pellegrino distribuidora de autopeças inaugurou sua página no facebook, www.facebook.com/pellegrinodistribuidora. Pellegrino com dois “eles”.

E começou uma promoção na qual você pode ganhar um iPad! Olha só, mais um iPad que você pode ganhar por ser ouvinte do Café Brasil! A Pellegrino distribui as mais importantes marcas de componentes para automóveis, pickpus e caminhões e motocicletas. E montou uma página cheia de dicas legais que falam do universo da locomoção. Acesse a página, clique no link da promoção e veja como concorrer a um ipad. www.facebook.com/pellegrinodistibuidora.Pellegrino sempre com dois “eles”.

Pellegrino distribuidora de autopeças: conte com a nossa gente.

Muito bem, então ficamos assim: quem gostou, gostou, quem não gostou pelo menos experimente mais um pouquinho…quem sabe se acostuma, né? Não pode é resistir só por resistir.

Gosto que me enrosco
Sinhô

Não se deve amar sem ser amado
É melhor morrer crucificado
Deus nos livre das mulheres que hoje em dia
Desprezam o homem só por causa da orgia
Gosto que me enrosco de ouvir dizer
Que a parte mais fraca é a mulher
Mas o homem, com toda a fortaleza
Desce da nobreza e faz o que ela quer
Dizem que a mulher é a parte fraca
Nisto é que eu não posso acreditar
Entre beijos e abraços e carinhos
O homem não tendo é bem capaz de roubar

E é assim, ao som de gosto que me enrosco desta vez com o piauiense Clodo Ferreira que o Café Brasil que muitos gostam e muitos desgostam, vai saindo de mansinho.

Com o vibrante Lalá Moreira na técnica, a saltitante Ciça Camargo na produção e eu, com esta voz mole e pastosa Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco a ouvinte Luiza, o professor Jarbas, Raul de Barros, Psy, 3 na bossa, Eli Correa, Roberto Carlos novinho, Francisco Alves e o Clodo Ferreira.

O Café Brasil chega até você com o apoio de quem abre espaço para todos os gostos! O Auditório Ibirapuera, o templo da música, da dança, das performances que você tem que conhecer. Acesse o www.auditorioibirapuera.com.br  e dê uma olhada na programação. Cada semana é uma surpresa nova, não tem como não gostar.

E pra terminar, uma frase ferina do ex-senador e escritor Artur da Távola:

Os que morrem na mediocridade provocam mais alívio que saudade.

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