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298 – Esfriando o aquecimento global

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Luciano Pires -
Gratuito!
24 MB

Bom dia, boa tarde, boa noite. Tá frio aí? Ou tá calor? Bem, já fizemos alguns podcasts tratando de alguns temas que pregam o final catastrófico da humanidade por causa dessa coisa terrível e indigna: o homem…

Sempre insisti que não temos dados suficientes, que o que se diz a respeito é chute e que a coisa não é o que parece. Mas o tema ganhou uma dimensão que deixou a discussão lógica para se transformar numa espécie de religião: questão de fé mesmo. Hoje vamos botar mais lenha na fogueira?

Pra começar, vamos com um velho ditado:

O tempo é o senhor da razão.

O programa de hoje chega até você com o suporte de quem vê na cultura um elemento imprescindível para aquilo que chamamos de sustentabilidade: o Itaú Cultural: www.itaucultural.org.br. Acesse o site e aprecia a quantidade de projetos que o Itaú Cultural oferece a quem se interessa por cultura.

[showhide title=”Continue lendo o roteiro” template=”rounded-box” changetitle=”Fechar o roteiro” closeonclick=true]

O exemplar do meu livro NÓIS… QUI INVERTEMO AS COISA desta semana vai para… para … o Jota Fagner, que comentou assim o podcast O FIM DO MUNDO, lá em 2009.

“Luciano. É interessante, pois quando falamos da farsa do aquecimento global logo pensam que queremos a destruição do planeta. Houve períodos em que a quantidade de CO2 na atmosfera era 10 vezes superior a que temos hoje.

As notícias são mostradas na mídia como se fossem opinião unânime entre os cientistas, respaldados pelo “Painel intergovernamental de Mudança Climática da ONU” ou “IPCC”.

O IPCC, como qualquer facção da ONU, é política, as conclusões finais são dirigidas politicamente. O argumento de que o IPCC são os dois mil e quinhentos melhores cientistas do mundo, não confere. É só analisar a bibliografia. Entre os dois mil e quinhentos, boa parte nem é cientista e boa parte dos cientistas listados discordam das conclusões.

Querem passar a ideia de que nenhum cientista discorda das conclusões do IPCC. Isso não é ciência, é propaganda. Quem discordar deles é chamado de herege.

Em 2005 criou-se uma investigação na Câmara dos Lordes em Londres para examinar a evidência científica do aquecimento global causado pelo homem. Um dos líderes desta investigação foi o Lorde Lawson que reconhece publicamente que “os fatos não batem”.

A principal prova/argumento é que o clima está mudando, mas o clima na terra sempre está mudando!

Vamos citar como exemplo o período chamado pelos climatologistas de “pequena era de gelo”: No século XIV, a Europa mergulhou em uma pequena era do gelo, o Tâmisa se congelava por inteiro e ocorriam festivais de gelo, e as pessoas até vendiam coisas sobre ele.
Se voltarmos um pouco mais no tempo, encontraremos entre o ano 1000 e 1300 o período chamado pelos climatologistas de “período quente medieval”. Durante a idade de bronze, tivemos o período conhecido pelos geólogos como “O Máximo Holoceno”, onde as temperaturas foram mais altas do que são hoje por mais de três milênios.

No filme do Al Gore, “Uma verdade inconveniente” ele fala da relação do dióxido de carbono com o aumento da temperatura. Ele mesmo afirma que a relação é complicada, sem, no entanto explicar quais são as complicações.

O aquecimento atual começou muito antes dos seres humanos possuírem carros ou luz elétrica. Nos últimos 150 anos, a temperatura aumentou apenas alguma coisa além de meio grau Celsius. Porém a maior parcela deste aumento ocorreu antes de 1940. Desde então a temperatura caiu por 40 anos e subiu por 30.

Não há nenhuma prova na longa história climática da terra de que o dióxido de carbono determine as temperaturas globais. Compare toda energia térmica produzida pelos 6,5 bilhões de humanos com a energia do Sol. Nós não somos absolutamente nada perto dele. Se considerarmos o dióxido de carbono como uma porcentagem de todos os gases na atmosfera, – oxigênio, nitrogênio, argônio, e outros, ela é de 0,054%. Eu poderia continuar citando muitos dados aqui, mas prefiro que assistam ao documentário.

Não é que eu seja contra a preservação, nem que eu queira destruir os recursos naturais, mas acho que nada justifica a crendice cega.”

Pois é… o Jota Fagner, além de ser um podcaster de mão cheia, também é um ouvinte querido, que nos enriquece o programa com seus comentários. E ele concorda com uma máxima que eu sempre uso: é o sol, estúpido!

Hoje ele ganhou um livro porque comentou o programa. E você hein?

Bem, no programa passado anunciei que começamos uma promoção com a NAKATA, a marca de segurança para quem quer componentes de direção e suspensão para seus veículos, tá lembrado?

Você pode concorrer a nada menos que um iPod Touch pra baixar o Café Brasil direto do iTunes! Para isso, visite www.facebook.com/componentesnakata (Nakata com K) e publique um relato de alguma situação pela qual você passou por falta de manutenção preventiva em seu carro. Ficou parado na estrada? Preso na garagem? Bateu noutro carro? Perdeu compromisso?

A cada mês três melhores relatos serão escolhidos, e o que tiver mais curtidores leva o iPod Touch novinho! De novo: www.facebook.com/componentesnakata. Conte sua história e peça pra turma curtir!

Arriscado é não usar Nakata. Exija a tecnologia original líder em componentes de suspensão. Tudo azul. Tudo Nakata.

Mais quente que o sol

Túlio Piva

Tenho ritmo no corpo
Minha alma se incendeia
Tenho raça, tenho sangue    
Batendo nas minhas veias
Ficou louco quando ouço
O plac plac de um pandeiro
Meus amigos, tudo isso
É porque sou brasileiro.

Uma coisa eu não sei
E nunca fui sabedor
Por que é que os brasileiros
Ao nosso samba não dão valor
E ao invés da batucada
Que é mais quente que o sol
Andam por ai dançando
Esse tal de rock and roll

Rarara…você ouve aí um gaúcho que fazia choro e samba: Túlio Piva com MAIS QUENTE QUE O SOL…

Pois então… que tal recorrer a uma voz que é extremamente combatida por cometer o pecado mortal de ter argumentos? O jornalista Reinaldo Azevedo que há anos contesta a visão apocalíptica sobre o aquecimento global. Então, lembre-se da frase com a qual comecei este programa: “O tempo é o senhor da razão”…

Mas, antes do texto do Reinaldo Azevedo, algumas informações necessárias. Olha só.

Vocês já ouviram falar de James Lovelock?

Fui buscar na Wikipédia, olha só: o inglês James Ephraim Lovelock é um pesquisador independente e ambientalista que vive na Cornualha (oeste da Inglaterra). Escrevendo no jornal britânico “The Independent” em janeiro de 2004, Lovelock afirmou que como resultado do aquecimento global no final do século 21: “Bilhões de nós morrerão e os poucos casais férteis de pessoas que sobreviverão estarão no Ártico onde o clima continuará tolerável”

Lovelock afirmou que, pelo final do século, a temperatura média nas regiões temperadas aumentará 8°C e nos trópicos até 5°C, tornando a maior parte das terras agriculturáveis do mundo inabitáveis e impróprias para a produção de alimentos.

E ele diz: “Temos que ter em mente o assustador ritmo da mudança e nos darmos conta de quão pouco tempo resta para agir, e então cada comunidade e nação deve achar o melhor uso dos recursos que possui para sustentar a civilização o máximo de tempo que puderem”.

Em janeiro de 2006, Lovelock afirmou no “The Independent” que “o mundo já ultrapassou o ponto de não retorno quanto às mudanças climáticas e a civilização como a conhecemos dificilmente irá sobreviver”. Lovelock acreditava que os esforços para conter o aquecimento global já não podiam obter sucesso completo e a vida na Terra nunca mais seria a mesma.

E agora, o texto do Reinaldo Azevedo.

Lovelock é uma espécie de patriarca ou decano da moderna hipótese do aquecimento global (ou da mudança climática). Lançou a chamada Hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra seria um superorganismo. Era um verdadeiro fanático da crença – sim, crença – no aquecimento global.

Desde que comecei a ler uma coisinha ou outra a respeito, pus a teoria na conta de uma bobagem por uma razão, primariamente, de linguagem: vi que as catástrofes imaginadas eram meras cópias do Apocalipse de São João. Os relatos da Bíblia são mais interessantes. Entre uma religião sem Deus e uma com Deus, prefiro a segunda.

Mas vamos ao que interessa. Lovelock caiu fora! Não é mais um apocalíptico. Tornou-se quase um cético. Admite agora que ele e os aquecimentistas erraram, exageraram. A entrevista foi concedida a Ian Johnston, no site msnbc.com. Foi publicada no dia 23 de abril. Foi praticamente escondida. Tivesse alguém com o seu peso anunciando o apocalipse, seria um deus-nos-acuda.

Aos 92 anos de idade, Lovelock admite ter sido “alarmista” sobre as mudanças climáticas e que outros, como o bobalhão Al Gore (”bobalhão” é meu, escreve Reinaldo Azevedo) também o foram. Sim, ele continua a acreditar que a mudança está acontecendo, mas muito mais lentamente do que se imaginava.

Em 2006, para vocês terem uma ideia, num artigo para o jornal inglês Independent, ele escreveu que, até 2100, bilhões de pessoas morreriam, e alguns poucos casais conseguiram sobreviver no Ártico, onde o clima seria apenas tolerável. Na entrevista atual, ele admite que foi longe demais. Lovelock está escrevendo um novo livro, que comporá uma trilogia com “A Vingança de Gaia” e “Gaia, Alerta Final”.

No novo trabalho, mais otimista, ele vai dizer como a humanidade pode ajudar a regular o planeta. O livro também registra a sua mudança de opinião: “O problema é que não sabemos o que o clima está fazendo. A gente achava que sabia há 20 anos. Isso levou a alguns livros alarmistas – o meu inclusive – porque aquilo parecia claro, mas não aconteceu”.

Que bom, né, gente?

Vem Quente Que Eu Estou Fervendo
Eduardo Araújo
Carlos Imperial

Se você quer brigar
e acha que com isso estou sofrendo,
se enganou meu bem
pode vir quente que eu estou fervendo.
Se você quer brigar
e acha que com isso estou sofrendo,
se enganou meu bem
pode vir quente que eu estou fervendo.
Pode tirar
seu time de campo
o meu coração é do tamanho de um trem
iguais a você
eu apanhei mais de cem
pode vir quente que eu estou fervendo.
mas se você quer brigar
e acha com isso estou sofrendo,
se enganou meu bem
pode vir quente que eu estou fervendo.
Pode vir quente que eu estou fervendo.
Hoo nem vem que não tem.
pode tirar
seu time de campo
o meu coração é do tamanho de um trem,
iguais a você
eu apanhei mais de cem
pode vir quente que eu estou fervendo.
mas se você quer brigar
e acha com isso estou sofrendo,
se enganou meu bem
pode vir quente que eu estou fervendo.
Pode vir quente que eu estou fervendo.
Hoo nem vem que não tem.
Hoo larga o meu pé.
E acha com isso estou sofrendo,
pode vir quente que eu estou fervendo.
E acha com isso estou sofrendo,
ho estou fervendo.
Se acha com isso estou sofrendo,
ho estou fervendo.

É claro que eu tinha que tocar essa aqui né. Você ouve o clássico VEM QUENTE QUE EU ESTOU FERVENDO, de Eduardo Araújo compôs e gravou em 1965. Aqui, em versão ao vivo, com o Simoninha… A versão anterior, instrumental, foi com A Turma da Pilantragem.

Voltando ao texto de Reinaldo Azevedo.

E Lovelock diz: “O clima está fazendo suas trapaças de sempre. De fato, nada está acontecendo ainda. Nós deveríamos estar a meio caminho da frigideira. O mundo não aqueceu desde o começo do milênio. A temperatura se mantém constante, quando deveria estar crescendo – o dióxido de carbono está crescendo, sobre isso não há dúvida”.

Ele aponta que os filmes “Uma Verdade Inconveniente”, de Al Gore, e “The Weather Makers”, de Tim Flannery são também alarmistas. Lovelock é um qualquer, um daqueles que os aquecimentistas acham que não podem mais ser ouvidos? Oh, não!

A revista Time já o considerou um dos 13 líderes visionários, num artigo intitulado “Heróis do meio ambiente”. Ele é considerado um guia espiritual do mundo científico que lida com o meio ambiente. Ao menos era! Vão tentar enterrá-lo em vida.

Indagado pelo repórter se, agora, também ele é um cético, responde: “Depende do que você queria dizer com ‘cético’. Eu não sou um negacionista”. Tá bom demais, né? Nunca ninguém negou um aquecimentozinho, um calorzinho gostoso…

Lovelock continua a trabalhar com a hipótese de que o aumento da emissão de dióxido de carbono leva a um aumento da temperatura, mas acrescenta que o efeito do oceano ainda não foi estudado o suficiente e que aí está a chave da questão. “O mar pode fazer toda a diferença entre uma era do aquecimento e uma era do gelo”. Mas não é isso, santo Deus, o que alguns dos chamados “céticos” vêm sustentando há muitos anos?

Como diria o poeta latino Catulo, é difícil renunciar subitamente a um grande amor, não é? Lovelock não chega a mandar para a geladeira todos os seus antigos parceiros. Diz acreditar que está em curso uma mudança climática, mas vai demorar muito tempo para que se sintam seus efeitos. “Nós ainda teremos um aquecimento global, mas ele foi adiado um pouquinho”. Bem, no que concerne à Terra, “um pouquinho” podem ser alguns milhões de anos.

Como pesquisador independente, que trabalha sozinho, Lovelock diz não ver problema nenhum em reconhecer: “Tudo bem, cometi um erro”. E afirma que cientistas que trabalham para governos e universidades têm medo de admitir um erro porque podem perder financiamento.

Lovelock, que já trabalhou com a NASA e descobriu a presença de substâncias químicas nocivas como o CFC na atmosfera – mas não o seu efeito sobre a camada de ozônio (esse é outro mito muito influente) -, diz que a humanidade deve fazer o possível para evitar a queima de combustíveis fósseis, tentando se adaptar às mudanças que virão.

Peter Stott, chefe do centro de estudos sobre mudanças climáticas Hadley Centre, do Reino Unido, afirma que Lovelock havia sido mesmo muito alarmista sobre a possibilidade de as pessoas terem de viver no Ártico em 2100. E concorda que o aquecimento dos últimos 12 anos não é o esperado pelos modelos climáticos. Ele só acha que é preciso esperar mais dez anos para admitir que esses modelos têm problemas. Sei…

Allah-La Ô
Haroldo Lobo
Nássara

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô

Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara

Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar
Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah

Esse é o nosso sócio Maurício Pereira e o Turbilhão de Ritmos com a clássica marchinha de carnaval Alá-la-ô, composta por Haroldo Lobo e Nássara…

Lovelock nem é o estudioso mais importante a ter desmoralizado os apocalípticos. Mas é o mais simbólico. Era, reitero, o guia espiritual da turma, o sacerdote. Há anos trato das maluquices desses que chamo membros da Igreja do Aquecimento Global dos Santos dos Últimos Dias…
Aos poucos, vai-se recobrando a razão, mas é um processo lento. A “mudança climática” gerou uma cultura, virou ideologia. Mais: também envolve negócios multibilionários, especialmente das empresas voltadas para as chamadas energias alternativas. Muitas delas estão por trás de ONGs que financiam alguns de nossos patriotas, amigos da natureza…

Leitores me enviaram ontem o link de uma entrevista que o climatologista Ricardo Felício concedeu a Jô Soares. Ele é professor do Departamento de Geografia da USP. Esclarecedora e divertida.

Vamos aproveitar. Aqui é o Café Brasil, para ouvir um trechinho interessante: http://www.youtube.com/watch?v=WQrEFj56Xfw.

E Reinaldo Azevedo finaliza:

Não sei o que Felício pensa quando o assunto não é clima. Parece-me uma pessoa preparada. E já merece a minha simpatia por não temer a patrulha. Num país em que a ciência, o direito e o jornalismo se submetem cada vez mais ao tribunal do politicamente correto, ter a coragem de dizer o que pensa é uma virtude.

Soldado do Fogo
Tonico
Dirce Militello

Bombeiro, atenção, em um minuto, ação. (bis)

Um toque, um chamado, alerta estão
para combater o fogo, forma um batalhão.

Atende o chamado, valente e audaz,
sem temê nenhum perigo, é o soldado da paz.

Bombeiro, atenção, Bombeiro é glória, bombeiro é ação,
monumento da vitória, patrimônio da Nação.
Soldado do fogo nossa gratidão,
aqueles que já morrero, nossa prece e oração.

Muito bem, é assim então, já meio que cansado desse papo apocalíptico, que o Café Brasil de hoje vai saindo ao som de SOLDADO DO FOGO, de Tonico e Dirce Militello, uma homenagem aos bombeiros e os inesquecíveis Tonico e Tinoco!

Olha só: duvidar do aquecimento global ou das mudanças climáticas causadas pelo homem, não quer dizer que devemos sair desmatando, poluindo ou exterminando animais e plantas. Quem faz essas coisas, além de ser estúpido, não ama a casa onde vive. Eu só peço um pouco de inteligência na discussão.

Com o calorento Lalá Moreira na técnica, a friorenta Ciça Camargo na produção e eu, o maomeno Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Jota Fagner, Reinaldo Azevedo, Túlio Piva, Maurício Pereira com o Turbilhão de Ritmos, Simoninha, a Turma da Pilantragem o professor Ricardo Felício e Tonico e Tinoco!

O Café Brasil chega até você com o apoio de um templo da boa música: o Auditório Ibirapuera. Ali assisti a alguns dos shows mais emocionantes de minha vida e quanto tive que pagar, paguei vinte reais. Cultura acessível, mas só para quem se interessa por cultura. www.auditórioibirapuera.com.br e acesse o site para ver a programação.

Este é o Café Brasil, um programa feito para quem não acredita cegamente no que a imprensa diz. Pra quem quer mais que verdades simplificadas, sacou? Visite www.portalcafebrasil.com.br para um pouco de fitness intelectual.

Pra terminar, uma frase daquele – Lalá, solta a vinheta – demoníaco, porco capitalista, imperialista, apocalíptico George Bush:

Alguns cientistas não estão mudando de opinião sobre o aquecimento global? Existem muitas opiniões diferentes e antes de qualquer reação, penso que seria melhor compreender totalmente o que é que está acontecendo…

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