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- F.R.N.
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- "Só sei que nada sei."
O estilo é batido :comédia romântica...Mas, com peculiaridades...
O casal transmite uma sensação de harmonia, intimidade e introsamento nas cenas e conseguem interpretar com intensidade a química da paixão, e ficam muito à vontade nas cenas de nudez.
Algumas cenas mostram alguns efeitos colaterais do Viagra, que hoje já é sabido por todo mundo, mas na época, era novidade e o pessoal costumava exagerar...rs! Era a droga do momento. O Prozac também estava sendo usado e prescrito como a droga que resolveria todos os problemas.
Durante o filme, o desabafo de um médico que confessa sua vocação em ajudar pessoas, mas vê sua carreira guiada por indústrias farmacêuticas e pelo mercado...Que investem no que dá lucro...Enquanto isso, a jovem Maggie, com 26 anos e um diagnóstico precoce de Parkinson sofre as consequências de ser portadora de um doença neurodegenerativa sem cura.
Eu gostei...Vale a pena conferir...
Na trama, que se passa no final dos anos 1990, Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) é um ex-estudante de medicina que possui uma lábia quase infalível, além de ser um tremendo galinha. Após perder seu emprego como vendedor, o rapaz vai trabalhar para a gigante farmacêutica Pfizer como representante comercial, basicamente empurrando os produtos da empresa para os médicos.
Certo dia, ele conhece a artista Maggie Murdock (Anne Hathaway). A garota compartilha de sua filosofia anti-romântica, mas é vítima do mal de Parkinson, mesmo tendo apenas 26 anos. Nisso, acompanhamos a evolução do relacionamento dos dois, enquanto a doença de Maggie progride e, graças ao advento do Viagra, a carreira de Jamie ascende.
Certo dia, ele conhece a artista Maggie Murdock (Anne Hathaway). A garota compartilha de sua filosofia anti-romântica, mas é vítima do mal de Parkinson, mesmo tendo apenas 26 anos. Nisso, acompanhamos a evolução do relacionamento dos dois, enquanto a doença de Maggie progride e, graças ao advento do Viagra, a carreira de Jamie ascende.
O casal transmite uma sensação de harmonia, intimidade e introsamento nas cenas e conseguem interpretar com intensidade a química da paixão, e ficam muito à vontade nas cenas de nudez.
Algumas cenas mostram alguns efeitos colaterais do Viagra, que hoje já é sabido por todo mundo, mas na época, era novidade e o pessoal costumava exagerar...rs! Era a droga do momento. O Prozac também estava sendo usado e prescrito como a droga que resolveria todos os problemas.
Durante o filme, o desabafo de um médico que confessa sua vocação em ajudar pessoas, mas vê sua carreira guiada por indústrias farmacêuticas e pelo mercado...Que investem no que dá lucro...Enquanto isso, a jovem Maggie, com 26 anos e um diagnóstico precoce de Parkinson sofre as consequências de ser portadora de um doença neurodegenerativa sem cura.
Eu gostei...Vale a pena conferir...
"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." (Martin Luther King)
" O que temos de fazer é instruir e não proibir. " (citação Socrática)
" O que temos de fazer é instruir e não proibir. " (citação Socrática)
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- Serrate
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- Tento ser o mais sincero possível comigo mesmo para não desapontar meus semelhantes.
OI, Flavinha:
Já vi o trailer e vou ver o filme, mas sobre as indústrias farmacêuticas digo que mandan na saúde mundial, pois mais fazem drogas com imensos efeitos colaterais que muitas vezes não compensa tomá-los; visto da minha ótica porque passo por este dilema.
Abraço. Que paz te acompanhe.
Já vi o trailer e vou ver o filme, mas sobre as indústrias farmacêuticas digo que mandan na saúde mundial, pois mais fazem drogas com imensos efeitos colaterais que muitas vezes não compensa tomá-los; visto da minha ótica porque passo por este dilema.
Abraço. Que paz te acompanhe.
Abraço. E que a paz nos aproxime. Sempre.
Fernando Serrate
Fernando Serrate



