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Aqui realmente é a casa da mãe Joana. Como se vê no caso da nova lei de imigração, http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/04/18/projeto-da-nova-lei-de-migracao-segue-para-sancao-presidencial , e pelos desastrosos 13 anos de lulismo, muito mais mãe do que Joana.

O Brasil adora caçar problemas que não tem. Coisa de rico entediado, provavelmente. Afinal, Lula e sua gangue nos deixaram riquíssimos, uma nova superpotência, para sermos o novo salvador do mundo. Ou a mãe. Joana.

Também fruto da demência lulista, nossas fronteiras passaram a receber, além de drogas, armas e descaminhos de menor monta, uma invasão inexorável, de proporções bíblicas, de estrangeiros irregulares que adentraram o território nacional sem autorização, na maior cara de pau, em busca de um quinhão soviético de serviços estatais; aquelas benesses que Lula prometeu ao mundo, junto com a solução da fome na África, a paz no Oriente Médio e o chocolate que não engorda.

O eufemismo cafajeste os chama de “refugiados”. O politicamente correto denomina essa multidão de “imigrantes”. Não são uma coisa nem outra. São apenas estrangeiros ilegais, invasores. Mas, como a palavra “invasão” já há muito tempo deixou os dicionários politicamente calhordas (ou seria calhordamente corretos?), e chama-se de “ocupação” os crimes que bandoleiros do MTST e MST cometem, nada mais natural que gente do mundo todo venha para o Brasil, arranchando com todas as garantias governamentais, sem nenhuma contrapartida. Nem mesmo os riquíssimos EUA, França, Alemanha, Inglaterra, Dinamarca, Suécia, Noruega, Suíça, Austrália, se julgam aptos a fornecer tamanhas benesses a tanta gente. Mas aqui… tamos de braços (e infelizmente, pernas) abertos pra receber todo e qualquer invasor.

Só que a Joana não aguenta mais.

Tudo começou, ao menos na história recente, com centenas de milhares de bolivianos fugindo da miséria causada por Evo Morales, o bandido produtor de cocaína, amigão de Lula. Deu no que deu, e quem conhece São Paulo sabe do inferno que foi abrigar essa gente toda, fornecendo-lhes de comida a assistência médica. Eles ainda estão lá, sendo explorados pelas máfias e pelo subemprego. Mas a lulada acredita ter realizado um grande e magnânimo gesto – unindo o nosso dinheiro e a cara de pau deles.

A coisa seguiu com os ilegais do Haiti, invadindo o País pelo Acre e contando com o beneplácito lulista do governo estadual que os “exportou” na calada da noite para São Paulo, sem nenhum aviso, em ônibus pagos com verba pública. Uma indecência, mas sempre a cara do lulismo. Resultado: Outras dezenas de milhares de desocupados, sem qualificação e sem renda, vivendo às custas da pobre Joana. Isso num País que não consegue fornecer Saúde e Educação decente nem para os brasileiros, mas as oferece numa bandeja para qualquer ilegal. É a Banânia, sem qualquer sombra de dúvida.

Só nesta semana, o TRF concedeu a 45.000 haitianos o visto de permanência no Brasil, chamando-os de “imigrantes” – e não de invasores ilegais, como de fato são – bastando aos sortudos apresentar sua certidão de nascimento para mergulhar de cabeça na rede assistencial brasileira. Olha que bonito, Joana. Enquanto isso, os pobres brasileiros que pagam impostos escorchantes do nascimento à morte, imploram pelo atendimento de um Estado que só tem olhos para os que não merecem. Inacreditável.

Durante a tragédia Dilma, enfiaram-nos goela abaixo um sem-número de ilegais vindo das mais distantes terras do planeta; deles não se exige dinheiro, qualificação profissional ou escolar, bons antecedentes criminais, nem qualquer papel que obrigam a nós, pobres e fuleiros mortais, a apresentar para os mais simples atos do dia a dia. Da Venezuela, em fuga da ditadura do bandido Nicolás Maduro, recebemos, em números modestos, algo em torno de meio milhão de invasores, incluídos na conta os flutuantes, que retornam a seu país em escombros em determinados dias.

Para nós, renovar um simples título de eleitor é uma tragédia grega em 20 atos, com toda a burocracia envolvida; para eles, basta uma certidão de nascimento pra virar brasileiro, sem obrigações e com todos os benefícios.

Coroando essa tragédia, Temer e sua turma presentearam os ilegais como a mais branda lei de estrangeiros que um país dito democrático já viu; aqui, em se invadindo, tudo se receberá. Faça cara de coitado e venha, ilegal de qualquer parte do mundo. Os tontos aqui já se acostumaram a botar água no feijão. Otários.

Antes que algum dos nervosinhos de sempre venha criticar, vislumbrando desrespeito aos imigrantes, é bom deixar bem claro que imigrantes foram bisavós, avós e contemporâneos que vieram a trabalho, respeitando as nossas leis, através de portos e aeroportos, com toda a documentação, jamais se esgueirando pelas fronteiras, na madrugada, em ônibus tão ilegais quanto seus passageiros. Parabéns aos alemães, libaneses, japoneses, espanhóis, italianos, poloneses e tantos outros que, ao lado dos descendentes de escravos, lavaram o chão dessa casa da mãe Joana com seu sangue e suor, construindo a duras penas uma Pátria que ainda se chama Brasil. Também não ousem chamar de xenofobia a defesa dos brasileiros; há outros países com muito mais capacidade de abrigar estrangeiros, sejam refugiados verdadeiros ou invasores atraídos pela seita lulista para engrossas suas fileiras como massa de manobra ou, talvez um dia, eleitores.

Palhaçada tem limite. E a paciência da Joana também.

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