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TRIVIUM: CAPÍTULO 3 – GRAMÁTICA GERAL (parte 1)

TRIVIUM: CAPÍTULO 3 – GRAMÁTICA GERAL (parte 1)

Alexandre Gomes -

Novo capítulo, nova pegada! O que você viu até agora era voltado à comunicação e como a linguagem realmente funciona. Imagino que você tenha notado uma coisa importante: as línguas e as palavras podem, e vão, mudar com o passar do tempo. E isso irá acompanhar a agudeza de nossas mentes, nossa inteligência – não a individual, mas a coletiva.

Mas isso não quer dizer que aquela conversa de que se prender a formalismos e regras é um erro tem algum sentido. Não tem. é bobagem para emburrecer quem quer ser melhor que é, preguiça e/ou malandragem de quem deveria ensinar a gramática formal.

Bom, feita esta introdução (meio longa), vamos ao que interessa agora.

 

Qual a diferença do que será apresentado aqui, daquilo que estudamos (ou toleramos) durante nossos anos de escola?

Esta GRAMÁTICA GERAL trata da relação das palavras com as ideias e com a realidade.

Enquanto a Gramática Especial (a que eu e você estudamos do primário até o colegial)diz respeito principalmente à RELAÇÃO DAS PALAVRAS COM AS PALAVRAS. não importa se estudamos uma gramática para aprender nossa língua materna ou um segundo idioma. Ou seja, Gramáticas especiais ensinam aquela história de concordância entre sujeito e verbo quanto à pessoa e número.

Portanto, a Gramática Geral é mais filosófica, porque está mais diretamente relacionada à Lógica e à Metafísica.

 

E agora iremos começar a complicar um pouco as coisas, pois agora virão os palavrões.

 

A Gramática Geral distingue, separa, as palavras em dois grandes grupos:

 

  1. Palavras CATEGOREMÁTICAS;

 

  1. Palavras SINCATEGOREMÁTICAS.

 

Palavrões. Eu avisei.

 

Vou tentar simplificar as coisas por aqui. As palavras categoremáticas são autônomas. Pois elas têm sentido por si próprias; ou seja, ou são substantivos ou são adjetivos. Dizendo de outra forma: palavras categoremáticas dão nome a coisas ou a qualidades de algo.

 

E já que falei sobre Filosofia, uma boa associação pode ser feita aqui. As palavras categoremáticas podem ser facilmente classificadas nas 10 Categorias do SER! (só lembrando as categorias: 1 substância e 9 acidentes). Dito isso, fica fácil perceber como as Dez Categorias se distribuem entre os dois tipo de palavras categoremáticas:

 

  1. SUBSTANTIVAS: palavras que simbolizam substâncias;
  2. ATRIBUTIVAS: palavras que simbolizam acidentes.

 

Já as palavras sincategoremáticas (Santo Deus…), são aquelas que só têm significado junto a outras palavras. Pois, se analisadas sozinhas, não podem ser classificadas nas categorias do Ser que citei ali em cima. As palavras sincategoremáticas também se dividem em dois grupos

 

  1. DETERMINATIVAS, que chamam a atenção para as substâncias;

 

  1. CONECTIVAS, que ligam ou palavras ou frases, ou sujeitos e predicados.

 

Vou fazer uma analogia insólita para esclarecer todos esse palavrório: Na MATEMÁTICA, os números, ângulos, etc. equivalem aos símbolos CATEGOREMÁTICOS, enquanto +, -, %, ÷, √ , =, etc. são símbolos SINCATEGOREMÁTICOS.

 

Os números têm significado SOZINHOS, já os símbolos das operações, ou até mesmo o símbolo de “igual a” (=) fica sem significado caso não existam numerais de cada um dos seus lados.

Pois bem, na Gramática Geral temos DEZ CATEGORIAS de PALAVRAS, todas decorrentes dos dois primeiros grupos que falei (os palavrões: Categoremáticos e Sincategoremáticos). vou listar todas as categorias logo abaixo:

 

CATEGOREMÁTICAS:

Substantivas:

  • substantivos [1]; (bola, árvore, pedra)
  • pronomes [2]; ( ele, ela, teu, mim, dela, Sua Eminência, Vossa Majestade)

 

Atributivas:

  Primárias:

  • verbos (e inflexões) [3]; (voar, andando, nadei)
  • adjetivos [4]; (claro, duro, saboroso)

os verbos e adjetivos são atributos da substância!

 

  Secundárias:

  • advérbios [5]; (aqui, nunca, nem, pouco, talvez)

os advérbios são atributos dos atributos!

 

SINCATEGOREMÁTICAS:

Determinativas:

  • artigos [6]; (o, a, um, uma)
  • dêicticos [7];

 

Determinativas:

  • preposições [8] (conectam palavras); (como, afora, conforme)
  • conjunções [9] (conectam frases – implícitas ou explícitas); (e, ainda, então, logo)
  • pura cópula [10] (conecta sujeito e predicado). (Juliana é morena)

 

Certo… o que é cópula, não é? Significa ligação, união, ou seja, CÓPULA é a palavra que, em uma frase, liga o sujeito (S) ao predicado (P) seguindo o modelo básico de S é P. Nesta situação o verbo ser (flexionado) é TAMBÉM uma CÓPULA.

Para finalizar este texto, vou listar uma categoria que não merece estar na lista acima.

 

Interjeições

Sim, as interjeições são uma categoria de palavras mas, diferente das já listadas antes porque elas não podem ser assimiladas à estrutura de uma frase. Mesmo quando uma interjeição é uma palavra, que vista fora do seu contexto, seja classificada em uma das categorias, no momento em que ela é usada como INTERJEIÇÃO está sozinha.

 

Exemplo: Quando eu digo para você: Coragem!

Eu estou te animando a continuar algo, mas a palavra ali não é um substantivo abstrato, e sim uma INTERJEIÇÃO! (ou seja, é uma expressão de animação). Principalmente porque estou expressando uma emoção e não um pensamento.

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