Iscas Intelectuais
Educação adulta
Educação adulta
Preocupados demais com a educação de nossos filhos, ...

Ver mais

É tudo soda
É tudo soda
Isca intelectual de Luciano Pires lembrando que ...

Ver mais

A selhófrica da pleita
A selhófrica da pleita
Isca intelectual de Luciano Pires tratando do nonsense ...

Ver mais

Freestyle
Freestyle
Isca Intelectual de Luciano Pires dizendo que quando ...

Ver mais

Café Brasil Curto 20 – Acho por acho
Café Brasil Curto 20 – Acho por acho
Não queira ser mestre sem antes ser discípulo.

Ver mais

Café Brasil Curto 19 – Mudar por discurso?
Café Brasil Curto 19 – Mudar por discurso?
Aceitemos a luz. E paremos com essa bobagem do "sempre ...

Ver mais

574 – Os agoristas
574 – Os agoristas
Café Brasil 574 - Os agoristas. Vivemos no presente, ...

Ver mais

Café Brasil Curto 18 – O problema são os outros
Café Brasil Curto 18 – O problema são os outros
Mude essa sua visão preconceituosa, desconfiada e ...

Ver mais

LíderCast 077 Waldey Sanchez
LíderCast 077 Waldey Sanchez
LíderCast 077 – Waldey Sanches - Waldey Sanches é um ...

Ver mais

LíderCast 076 Raquel e Leo Spencer
LíderCast 076 Raquel e Leo Spencer
LíderCast 076 – Raquel e Leo Spencer – A Raquel e o ...

Ver mais

LíderCast 075 Renato Seraphin
LíderCast 075 Renato Seraphin
Renato Seraphin é presidente da Albaugh, uma empresa do ...

Ver mais

LíderCast 074 Camila Achutti
LíderCast 074 Camila Achutti
LíderCast 074 – Camila Achutti é uma jovem e muito bem ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 08 Já falei ...

Ver mais

37 não é febre
Tom Coelho
Sete Vidas
“Nada mais comum do que julgar mal as coisas.” (Cícero)   “Filha, leve um agasalho, pois vai esfriar.” “Querido, lembre-se de seu guarda-chuva; parece que vai chover…” “Não vá tomar ...

Ver mais

Lições de viagem 10
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Lições de viagem 10 Itália  Penso che un sogno così non ritorni mai più mi dipingevo le mani e la faccia di blu poi d’improvviso venivo dal vento rapito e incominciavo a volare nel cielo ...

Ver mais

Gente do bem
Tom Coelho
Sete Vidas
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” (Romanos, 12:21)   Em meio ao trânsito desordenado, um motorista gentilmente cede-me passagem. Visito um ex-professor na faculdade ...

Ver mais

Homenagem aos Economistas 2017
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Homenagem aos Economistas 2017 Memoráveis citações “Quando foi criada a Faculdade de Ciências Econômicas da USP, em 1945, eu decidi fazer Economia. Fiquei muito feliz com a Economia, me ajustei ...

Ver mais

Três quilos de dinheiro

Três quilos de dinheiro

Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

O governo venezuelano, bem como toda essa demência dita bolivariana, já morreu faz tempo; só esqueceu de deitar. É uma espécie de zumbi teimoso, um walking dead latino. E sem audiência.

Embora Nicolás Maduro, psicopata de atestado, use suas milícias armadas e o exército para calar o povo e sustentar essa fantasia doentia de comunismo do século XXI, inaugurada com muita festa por seu mentor Hugo Chávez (outro doido de chupar meia), o fim está próximo. Algo vai – e tem – de acontecer.

Analistas sempre se perguntaram qual seria o ponto final de ruptura entre o povo e esse “governo” biruta que, em nome de uma igualdade social nunca alcançada, destruiu sua economia de uma forma jamais vista. A moeda se derrete numa inflação de mais de 500% ao ano; a produção agrícola e industrial simplesmente acabou e, mesmo o petróleo, que sempre salvou a Venezuela, diminui dia a dia por causa da péssima administração estatal, agravada pela corrupção endêmica, indissociável de qualquer país que caia no canto demoníaco do comunismo. A capital Caracas é uma praça de guerra tomada pelo crime. A comida simplesmente acabou, não há serviços públicos funcionando, os remédios desapareceram e os hospitais estão absolutamente falidos. Sem contar as prisões arbitrárias de membros da oposição e proibição de imprensa livre.

Os bolivarianos conseguiram o impossível: Quebrar o país que detém uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

Não é à toa que nunca, em nenhum momento da história, o comunismo foi acolhido através de eleições livres, em nenhum país do mundo. Isso deve representar algo, não?

Pois bem: O ponto de ruptura parece ter chegado; e não veio pelo desabastecimento, pela tirania, pela inflação ou pela demência de Maduro. Veio pela falta de dinheiro. E dinheiro, no caso, é o próprio papel moeda. O desgoverno, sempre criativo em sua inesgotável estupidez, resolveu tirar de circulação as notas de 100 bolívares, justamente as maiores do sistema financeiro vizinho. Isso agrava um problema só visto na Alemanha dos anos 1920, arrasada pelo fim da 1ª. Guerra e pela hiperinflação: O dinheiro vale tão pouco que ninguém mais se dá ao trabalho de contá-lo – pesá-lo é mais eficiente. Sim: um pão, ou uma dúzia de ovos (se houver), equivale a “X” quilos de dinheiro http://exame.abril.com.br/economia/venezuelanos-comecam-a-pesar-dinheiro-ao-inves-de-contar-notas/

Como não há mais dinheiro circulando, nem querendo (e podendo) os cidadãos poderiam comprar algo, mesmo dirigirindo-se às cidades fronteiriças da Colômbia e do Brasil para adquirir artigos de primeira necessidade, tais como produtos de limpeza ou comida: Maduro decidiu fechar as fronteiras.

Trágico, mas engraçado mesmo foi o motivo que esse sujeito grotesco inventou para justificar essa sua nova loucura: Alegou que “máfias”  brasileira e colombiana estão “estocando” as notas de 100 bolívares em enormes armazéns para destruir a economia da Venezuela, tudo orquestrado por um plano diabólico dos americanos. Taspariu.

Esse fato está meio esquecido pela imprensa, mas uma ou outra reportagem se lembra dele e das fronteiras instransponíveis: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/12/1841562-venezuela-fecha-fronteira-com-o-brasil-por-contrabando-de-cedulas.shtml

Mas, como absolutamente nada pode competir com a jumentice bolivariana de Chávez, Maduro e sua corja, a chanceler Delcy Rodrigues tentou entrar à força na reunião do Mercosul que ocorria em Buenos Aires, apesar de a Venezuela estar suspensa (e à beira da expulsão) do bloco comercial. Maduro endossou esse hospício e, claro, colocou a culpa nos outros, como siempre: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2016/12/15/maduro-afirma-que-ninguem-vai-tirar-venezuela-do-mercosul.htm

No exterior, excetuando-se os bananeiros de sempre, a Venezuela não existe mais, a não ser como exportadora de petróleo – em decadência pela produção cada vez menor. Recente manobra da OPEP para elevar artificialmente o preço dessa commodity pode lhe dar um pequeno fôlego, mas efêmero e indiscutivelmente breve. Servirá somente para adiar a ruptura certa que virá; ou se derruba esse governo total e irremediavelmente enlouquecido, ou a guerra civil tomará a Venezuela.

Ah, Maduro… só pra lembrar… no caso das cédulas de bolívares… A única máfia que o Brasil abrigou era sua amiguinha fiel, e foi desmantelada com a Lava Jato; grande parte dela já ta na cadeia. Seu fim não será melhor, bigodón. Fuja enquanto é tempo. Deita o cabelo, mané.

Ver Todos os artigos de Fernando Lopes