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Shawshank

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

​​​Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1994) é um grande filme. Numa de suas antológicas cenas, o preso antigo (personagem de Morgan Freeman) pergunta ao recém-chegado qual foi o crime que ele cometeu; o novato na cadeia (Tim Robbins) diz ser inocente, e que tudo foi uma armação para incriminá-lo. O veterano ri e afirma que então ele estava no lugar certo: Todos naquela prisão eram totalmente inocentes.
​​​Inocente. Essa palavra tem nuances sutis, tanto em inglês quanto em português; pode designar o sujeito que não é culpado pelo crime, como também aquele que não causa mal, que não tem malícia, ingênuo. E é isso que Dilma e seu bando nos garantem a cada minuto: Todos são absolutamente inocentes, em todos os sentidos. Desde o início do mundo, inventado por Lula em 1º de janeiro de 2003, tudo, absolutamente TUDO que aconteceu de bom no Brasil até hoje foi por mérito absoluto dele e de sua fantocha, hoje atuando solo no palco, interpretando a virgem no bordel. E tudo de ruim ocorrido de lá pra cá (ou antes, ou até futuramente), foi, é e será sempre fruto da maldade das elites brancas paulistas de olhos azuis que têm raiva de pobre viajando de avião. Palavras de Lula, sem tirar nem pôr. E olha que ele adora tirar.
​​​Aí aparecem uns episódios muito estranhos, todos ligados entre si, através dos quais bilhões (de R$ 6 bi a R$ 88 bi, dependendo do tipo de estimativa gatunística, modo estatístico genuinamente brasileiro) foram desviados dos cofres públicos para alimentar um plano louco poder eterno, comprando votos do povo nas urnas e dos parlamentares no Congresso. Do original mensalão ao atual petrolão, a serem ultrapassados pelo futuro eletrolão e o não distante BNDESsão, brotou o maior rede de corrupção da História humana. Nada, nenhum crime de espoliação de verbas públicas, desde a invenção do dinheiro (ou da propina, não importa) no século VII a. C., foi tão grande quanto o reinado de terror nas finanças nestes últimos 13 anos. É de fazer turco errar no troco e judeu dar desconto. Impressionante.
​​​Mas, como no filme, todos são inocentes. Nos dois sentidos.
​​​Em 2005, Lula já nos constrangira ao suceder Boris Yeltsin na honra de ser o mandatário mais cachaceiro do mundo, e inventou a frase lapidar de todos os que o rodeiam, apoiam, blindam e sucedem: “Eu não sabia”.
​​​Então tá: Ele não sabia de nada, Dilma não sabia de nada, ninguém daquele circo de horrores sabia de nada. São duplamente inocentes; não fizeram nadinha de errado e são ingênuos de dar dó. E jogam a culpa de sempre nos paulistas loiros e demais monstros impiedosos. Pela ótica de Lula e seu bando de inocentes, nascer em São Paulo já é praticamente um pecado original. Se a moda do coitadismo pegasse no mais rico e populoso estado da federação, ia ser muito engraçado acusar essa gente de racismo, preconceito e etc… como adoram acusar os paulistas; mas vamos em frente que isso é papo pra outro barril.
​​​Partindo do princípio e do silogismo mais calhorda da História da filosofia e da lógica, como Lula e Dilma são puros como um recém nascido, anjos de candura, então alguém deve ser culpado. Ou não? Enfim, parodiando Homer Simpson, aquela espécie de Macunaíma do Norte, “a culpa é minha e ponho em quem eu quiser”. Lula se finge de morto para tentar sodomizar o coveiro, mas Dilma não se aguenta. Está cada vez mais fora da casinha, arengando discursos lunáticos. Depois de barbaridades como a saudação à mandioca, a mulher sapiens e a meta que não deve existir, mas que se deve dobrar, ela encontrou sua antítese: A operação Lava Jato.
​​​Segundo a presidonta, numa reunião ministerial quinta passada, a Lava Jato derrubou o PIB do Brasil em 1 ponto. Segura na mão de Deus e segue: A sujeita quer dizer que toda a roubalheira protagonizada por essa gentinha podre, esse bando de salafrários arrivistas travestidos de defensores do povo, não tem a menor importância; o que pega mal mesmo é investigar. Se todos continuassem roubando, sem essa mania besta de respeitar a lei, tudo estaria ótimo. Mas não; uns e outros têm essa estranha mania de se indignar com a podridão e pedir cadeia para ladrões e corruptos. E a fulaninha tem o desplante de afirmar que roubar não faz mal, mas a investigação desse lixo todo prejudica o País. Merece uma surra de fio desencapado molhado na salmoura. E 93% da população concordam. 67% se habilitam a brandir o fio na lomba da ciclista-populista.
​​​Tá certo que um dos pilares do lulismo e da esquerda de butique é defender o crime e culpar as vítimas, e isso desde 1917, nua prática, e 1867, em teoria. Mas culpar o judiciário (incluindo o STF), a polícia federal, os procuradores de justiça e os advogados dos delatores de terem criado tudo isso pra lesar o Brasil não é só misto de burrice e desonestidade. É puro desespero. A casa tá caindo, dentuça. Se a Papuda encher, a gente arruma umas vagas em Shawshank. Afinal, você é inocente, né?

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