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Sempre, sempre Godwin

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

O advogado Mike Godwin criou em 1990 a seguinte “lei” das analogias nazistas: “À medida que uma discussão online se alonga, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou os nazistas tende a 100%.”

                        Segundo as hostes vermelhas que infestam a internet, qualquer um que não siga Lula da Silva como seu mestre máximo, o messias demiurgo, o timoneiro do comunismo moreno, é automaticamente carimbado, rotulado, classificado, confirmado e sentenciado como nazista de carteirinha, sem direito a explicações ou recurso, este instrumento tão ao gosto do presidiário mais notório do país.

A coisa é tão simples quanto abrangente: Se o indivíduo votar em qualquer candidato que não seja bafejado por Lula (no bom sentido, pois no mau o cheiro de cachaça deve ser nauseante), é nazista dos mais sádicos. Ponto final. Não é fantástico? Se o candidato não for lulista… é nazista graduado na Gestapo ou nas SS.

Impressionante como a lulada abusa da Lei de Godwin de uma forma piorada; eles nem se dão ao trabalho de argumentar ou explicar como e porque chegaram a essa conclusão. É nazista e ponto. Não sabem definir nazismo ou situá-lo na História mundial, mas isso não significa nada para os impolutos donos da verdade lulista. Magister dixit, como se dizia em latim; o Mestre disse, e acabou; não são necessárias maiores explicações.

O comportamento infantil dessa turba na internet tem causas bastante simples: A primeira é que Hitler e sua gente são (ou foram, como queira), com toda razão, o demônio encarnado, e ninguém nega tais fatos. Some-se a isso o fato do anticomunismo ferrenho do líder nazista e está servido o prato pronto para a lulada. Não importa que a URSS do ídolo comunista Stalin foi sócia e aliada desses monstros de 1939 a 1941, quando dividiram a Polônia, entre outros países, destroçando populações inteiras conjuntamente, numa máquina de moer carne digna de Satã. Também não importa que o próprio Stalin, entre outros genocidas comunistas como Mao Tsé-Tung, Pol Pot, Fidel Castro, Nicolae Ceausescu tenham trucidado muito mais gente que qualquer guerra, cataclisma ou pandemia que tenha se abatido sobre a Humanidade. Afinal, segundo os camaradas, bandidos são os outros, numa releitura imbecil on line de Jean-Paul Sartre. A História foi (é) escrita e “ensinada” em grande parte por adeptos dessa seita de missa negra com tons vermelhos, e ai de quem discordar: É nazista na certa! Daí, temos que Hitler e sua turma são, corretamente, vistos como o horror e a lulada & satélites, automaticamente, anjos de candura. O raciocínio é tão raso que uma formiga atravessaria para o outro lado com água pelas canelas, como diria o grande anticomunista Nélson Rodrigues. Tudo é perdoável se feito em nome da vermelhidão, camaradas. Até matar Celso Daniel.

O lulismo elegeu um inexistente “nazismo” como seu inimigo capital não porque seja uma ideologia podre, completamente errada, assassina; serve sim como contrário, como antípoda, para fazer crer aos desavisados que Lula e sua gangue são santos puros e probos. O nazismo inexiste no Brasil, isso é fato, exceção feita a uma meia dúzia de idiotas que assim se intitulam. Embora se diga contra, a numerosa e gritona extrema esquerda opta por táticas cridas pelo ministro da propaganda do 3º Reich hitlerista, Paul Joseph Goebbels, tal como o golpezinho de repetir uma mentira mil vezes até que ela se torne uma “verdade”. Exemplos? Os delírios sobre Lula condenado sem provas ou sobre Bolsonaro matando todo mundo, ou a volta da ditadura.

O mesmo se dá com o vocábulo “fascista”; a lulada nem ao menos sabe o que é (assim agem crendo ser parte de seu monopólio da razão), onde se originou ou qual é seu nicho histórico, mas digita a palavra para ofender qualquer um que os contrarie minimamente. Agem como fascistas e acusam os outros exatamente disso. Incrível. Seguem pari passu o decálogo de Lenin, camaradas!

O mais hilariante nessa jecaria digital é chamarem Jair Bolsonaro de nazista. Seria o primeiro nazista do mundo a ter apoio entusiástico da nação mais antinazi do Universo: Israel, cujo povo contabiliza 6 milhões deles exterminados pelo nazismo. Os lulistas diriam, à guisa de justificativa calhorda, que Israel hoje é nazista – e ficaria mais uma vez confirmada a Lei de Godwin, por seu próprio enunciado, axiomaticamente.

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