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Tenho visto muitos jornalistas, cronistas e comentaristas políticos comparando a festa de 36 anos de fundação da seita lulista, somada às risíveis negativas de todos eles (não sei, não vi, não estava lá, não conheço, não fiz nada errado) com o naufrágio do Titanic, no qual a orquestra tocava enquanto o navio submergia. Ledo (e Ivo) engano, meu caro poeta. As situações não guardam essa particularidade entre si; os que assemelham tais casos erram, se não na forma, ao menos no estilo. A única certeza destes e daqueles é a certeza do fim, num futuro próximo. Os lulistas festejam durante o naufrágio numa derradeira tentativa de fazer crer que nenhum problema se avizinha. No navio britânico a coisa foi bem diferente.

Parafraseando Paulo Francis em seu livro Diário Da Corte,  o naufrágio do Titanic aconteceu num tempo em que ainda havia um código de honra no mundo. E os cavalheiros se portavam dentro desse círculo ético que tangia uma nobreza de caráter que rareia de forma crescente.

O que ocorreu naquela madrugada gelada de 14/15 de abril de 1912 já foi contada diversas vezes pelo Leonardo DiCaprio, não é necessário insistir; a bagaça submergia levando consigo mais de mil pessoas, dos 2.216 embarcados. Durante a tragédia, impressionam os detalhes da orquestra e do comportamento de alguns dos homens que, mesmo cientes da morte certa, não se deixaram levar pelo desespero nem pela desonra.

O navio trazia barcos e botes salva-vidas para somente 1.178 pessoas – apenas 1/3 dos passageiros e tripulantes. O resto teria de se virar com os rudimentares coletes salva-vidas, feitos de lona e cortiça, num mar congelante; ou seja, chances mínimas de sobrevivência.

De fato, houve 1514 mortos, mas apenas um número consideravelmente baixo de mulheres e crianças surge dentre as vítimas. A regra do mulheres-e-crianças-primeiro foi obedecida à risca pela tripulação, em alguns casos com ajuda de armas. A relação entre mortos e salvos, sob essa óptica, é muito clara quando se comparam as colunas considerando idade e sexo: https://pt.wikipedia.org/wiki/RMS_Titanic#Mortos.

Determinados cavalheiros (entre eles algumas das maiores fortunas dos Estados Unidos, tais como John Jacob Astor IV e Benjamin Guggenheim), percebendo o inevitável fim, resolveram encarar a morte da forma mais digna possível. Foi nesse momento, com as esperanças perdidas, que a orquestra começou a tocar – até mesmo para acalmar os pobres diabos.

Titanic empregava uma orquestra formada por um trio e um quinteto, liderados pelo violinista Wallace Hartley (sim, é ele na foto acima). Eles tocavam na primeira e segunda classe, entrando para a História como heróis por terem continuado a tocar durante todo o naufrágio sem tentarem se salvar; mesmo porque isso talvez fosse inútil. Os músicos não eram considerados parte da tripulação e foram contados como passageiros da segunda classe. Consta que um zilionário assistiu à derradeira apresentação pedindo uísque e serenidade diante da morte.

Quanta diferença dos náufragos do lulismo, que se agarram às reiteradas mentiras de Lula como uma tábua de salvação, fingindo festejar em meio ao avanço da justiça sobre a maior quadrilha já montada na História mundial para vampirizar o País e se locupletar com grana pública. Num teatro mambembe com péssimos atores, tentam fazer crer que tudo está bem. Posam de vítimas e jogam a culpa em todos que não participaram da pirataria perpetrada sem descanso desde janeiro de 2003. Enganaram o povo com suas ilusões e agora reclamam que os honestos os querem todos na cadeia. Bandidos.

Hoje, com a casa caindo, vão se lixar pra mulheres e crianças; vão atropelar todos na tentativa de fugir dos camburões. O politicamente correto deles só dura até o desespero atingir o alerta vermelho. Como disse o nada saudoso Leonel Brizola, Lula é capaz de pisar no pescoço da própria mãe pra conseguir o que quer. Arrivista da pior espécie, bota a culpa nos afogados.

Não há nobreza alguma nessa gente. Há só muito cinismo, desespero, ódio, e uma insana tentativa de ganhar o Oscar pelas fraquíssimas interpretações de inocentes sendo perseguidos por gente ruim, que, por pura maldade, quer prejudicar os coitadinhos. Malditos sejam. Fingidos até a beira da morte (política) e do naufrágio (colidindo com o Iceberg Sérgio Moro). Foram descobertos; a lama que escondiam foi posta à vista pela montanha virtuosa que bateu de frente com essa gente imunda.

Só que no naufrágio atual, em vez do navio Carpathia, apareceu para “socorrer” a gentalha outra nau a pique… o senador Delcídio do Amaral; outrora na primeira classe dessa Arca diabólica, gozando das delícias do poder, agora tenta arrancar o salva-vidas de Dilma (Lula por tabela)  como última chance de não afundar com eles. Vão afundar juntos, mas quem entregar o comparsa primeiro bebe menos água. Bendita lei de delação premiada… e que leve todos ao fundo da cadeia, num abraço de afogados.

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