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Resumo da Aula 3 do Curso On-line de Filosofia (COF)

Resumo da Aula 3 do Curso On-line de Filosofia (COF)

Eduardo Ferrari - Resumos e Artigos -

Continuando a série de resumos do COF, os principais pontos da aula de 2h38min serão apresentados em menos de 5 minutos de leitura, sempre com o objetivo de chamar a atenção do leitor para o valor inestimável do curso do Professor Olavo de Carvalho.

No início da terceira aula do COF, em 4 de abril de 2009, Olavo esclareceu que o exercício do necrológio deve ser refeito várias vezes ao longo da vida, com o intuito de avaliar permanentemente a trajetória em direção aos objetivos, além de ajustá-la ou alterá-la, se for o caso.

A partir da citação de São Tomás de Aquino, de que toda e qualquer regra moral é genérica e universal, e toda situação humana é concreta e particular, o professor destaca a importância de saber onde se quer chegar, de forma que o caminho possa ser trilhado confrontando-se os princípios de moralidade para o atingimento desse objetivo concreto com os princípios morais genéricos e universais socialmente aceitos.

Citando Eric Voegelin, filósofo que o professor considera como grande crítico da utilização de frases vazias de sentido, Olavo ressalta que estamos vivendo num mundo de apego a sentenças sem fundamento na realidade que são defendidas cegamente por serem consideradas sagradas, a exemplo da expressão “democracia integral”.

Os teóricos da democracia, de John Locke a John Rawls, conferem ao termo a ideia de equilíbrio de poderes, de forma que isoladamente cada esfera de poder não pode ser considerada democrática. Os poderes legislativo, judiciário e executivo, como também outros agentes como a cultura, a Igreja, os sindicatos e associações participam do jogo democrático, que se caracteriza justamente por esse equilíbrio sem que um prevaleça sobre os outros.

Assim, essa proporcionalidade dos poderes na democracia torna a expressão “democracia integral” incoerente pois é impossível algo ser proporcional e ao mesmo tempo integral!

O professor ressalta que a articulação entre como pensar e como perceber a realidade, ou entre a lógica e a experiência será tema recorrente ao longo de todo o curso, recomendando que do pensamento se faça o caminho inverso para a realidade.

Ao responder uma pergunta de um aluno, o professor menciona a importância do testemunho verdadeiro e cita a necessidade de adesão dos alunos a uma espécie de juramento de Hipócrates: ater-se ao máximo de honestidade possível, visto que não há “honestidade integral”.

O professor então passou o segundo exercício do COF, orientando o aluno a escrever com sua própria caligrafia um trecho de Louis Lavelle ditado por ele chamado Témoignage (Testemunho), disponível no apêndice do livro De l’Intimité spirituelle (Da intimidade espiritual), 1ª edição publicada pelas Edições Aubier, no ano de 1955.

O pequeno trecho de 8 linhas fala sobre uma espécie de transição entre momentos de iluminação e contentamento diante da vida e fases obscuras cheias de obstáculos. O professor então compara o conteúdo do referido trecho com a ideia inicial da aula de que as situações concretas e os seus dilemas morais específicos sempre se colocam frente a frente com a dimensão genérica e universal dos conceitos de moralidade.

Ao responder outra questão de um aluno, o professor ressalta a importância da consciência da morte para a filosofia e cita uma experiência em que Viktor Frankl, numa visita a uma prisão, teria aceitado a proposta do diretor de conversar com um detento que seria executado em questão de horas.

Frankl então disse ao condenado que não importava se ele viveria 5 minutos ou 50 anos, desde que utilizasse esse tempo fazendo algo que tivesse sentido para ele.

A respeito do voto de abstinência em matéria de opiniões, o professor esclareceu que o aluno deve evitar opiniões inúteis e abster-se da opinião que não esteja carregada com um material de experiência pessoal e cultural suficientes.

Menciona então, pela primeira vez no curso o conceito de status quaestionis, que consiste na identificação da origem histórica de uma questão, opinião ou posicionamento e quais teriam sido as etapas percorridas, as dificuldades encontradas ao longo do tempo e como a questão evoluiu até o momento atual.

Nesse início de curso, o professor respondeu várias questões de alunos que foram muito importantes para situá-los sobre o que se esperava deles ao longo e após o período de 4 a 5 anos inicialmente previstos de duração do COF, que hoje, lembremos, continua ativo após mais de 10 anos, com quase 500 aulas.

Vale muito a pena ser aluno do COF e poder assistir as aulas antigas em vídeo ou áudio, depois ler a transcrição completa, fazendo anotações num caderno, conforme o professor recomenda.

Aliás, a aula 483, do último sábado, 17 de agosto de 2019, com mais de uma hora de duração foi maravilhosa! O professor recomenda várias vezes ao longo do curso, que, ao iniciar o COF a qualquer momento, o ideal é assistir às aulas novas aos sábados e, ao longo da semana, ir ouvindo as aulas antigas, desde a primeira, na sequência.

Poe enquanto, é isso! Até a próxima aula.

Imagem de autoria de Rafael Medeiros

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