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Jorge De Lima - Iscas Olhos&Alma -

Você se lembra de sua infância? De como brincava e se divertia? Como era o mundo que lhe cercava? De que gostava de brincar?

Eu fui criança na década de 1970 na cidade de São Paulo. Pertenci a uma das últimas gerações que brincou na rua, em terreno baldio, que empinava pipa, que  pulava muro, que jogava taco (Bete), futebol com os amigos à tarde em campinho improvisado na calçada. Era de uma geração que fazia de tudo para brincar, de crianças irrequietas que se divertiam em parquinho, que achavam graça em gira-gira, em tobogã, que não necessitava de brinquedos sofisticados para se divertir.

Hoje vejo a geração de meu filho que perdeu a magia. Eles não sabem mais se divertir sem um computador, sem um tablete, sem um celular, ou sem a televisão .O brincar é mediado e decretado pelo eletrônico. A vida não tem graça em um quintal, na natureza, nas coisas simples. Para eles é uma provação, dói, quando lhes deixamos um dia sem seus eletrônicos. Pescar ou ir a uma chácara inadmissível, não tem internet.

Hoje não vemos nas ruas crianças brincando, às vezes um ou outro gato pingado o que é raro, que entre 02 e 6 anos observamos em parquinhos. Entre 06 e 13 eles não existem nas ruas. Estão em casa trancafiados em sua jaula eletrônica, presos da tecnologia, vivendo, comendo e vestindo o eletrônico.

O resultado claro disto é a dificuldade de prestar atenção, de ler, concentrar, de se envolver com a natureza, com as coisas mais simples do existir. Advém também dai o desrespeito, a dificuldade de socializar, de fazer amigos, namorar, de trabalhar e viver. Os menos viciados em eletrônica acabam sobrevivendo, os mais, sucumbindo, existindo apenas em um quarto, se tornando seres anti-sociais, sistematicamente violentos dentro de seu mundo. Tolerância para estes é uma palavra que não existe. Quando indagados o que querem da vida discorrem sobre o vazio, o nada: “não sei”. Este é seu mundo.

Dei um castigo a meu filho nestas férias: computador apenas por uma hora diária. Ele, com seus11 anos, me questionou: mas pai, o que vou fazer? Lhe disse: Brincar!

No começo foi um parto mas depois ele cedeu e como antigamente voltou a brincar.

Tenho visto hoje em dia vários pais com problemas com seus filhos entre 13 e 35 anos, pessoas fora da vida, sem trabalho, estudo, viciados em tecnologia. Como todo viciado raros querem se tratar não reconhecendo o problema em que existem. Mas até quando vão existir na jaula sem se incomodarem, ou sem gerar transtorno a seus familiares?

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