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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Meu amigo Carlão ficou fascinado com uma chocante cena (essa aí da foto) do fim do filme O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan, 1998), na qual um soldado alemão e outro americano entram em combate corpo a corpo, numa luta de vida ou morte. No início o americano parece levar vantagem, mas seu inimigo, com força e habilidade, joga-o ao chão e está prestes a cravar a baioneta em seu peito – o que de fato ocorre, numa cena lenta e angustiante. Desesperado, sozinho e sem possibilidade de reação, o americano apela para uma insólita saída: Pede para seu contendor parar e prestar atenção nele, do tipo “para que tá doendo e machucando”. O alemão, um experimentado Waffen SS, obviamente não dá a mínima ao estranho pedido e soca a lâmina até o cabo, com visível satisfação.

Porque um soldado faria uma coisa tão absurda, tentando “explicar” ao inimigo que a “brincadeira” tinha acabado? Que machucar o amiguinho era muito feio e ele precisava ir embora porque a mãe tava chamando pra jantar? A cena, que une de forma magistral o horror e o patético, ensina uma coisa muito simples: Na hora do desespero, vale absolutamente tudo. Seja por falta de ideia melhor ou autopreservação, medo, instinto de sobrevivência… naquele momento crucial o cérebro (ou a falta dele) apela pra absolutamente qualquer coisa. Negar a realidade é uma das “soluções” aparentes. De qualquer forma, simplesmente não funciona, como demonstrou o SS.

Só isso explica as cabeçadas que Lula e sua fantocha estão dando. Uma hora elogiam FHC e pedem sua ajuda; no momento seguinte cospem em sua imagem, atribuindo-lhe todas as culpas do mundo. Num momento chamam a oposição para conversar, alegando um tal de entendimento nacional; noutro, acusam-na de só pensar em si… e isso dito em rede nacional. Xingam Collor, Renan Calheiros, Sarney, Marina Silva, Ciro Gomes, banqueiros, empresários; no dia seguinte elogiam Collor, Renan Calheiros, Sarney, Marina Silva, Ciro Gomes, banqueiros, empresários. Depois recomeçam o ciclo. Na 2ª-feira elogiam a polícia federal, o MP e a Justiça. Na 3ª, xingam. Na 4ª elogiam de novo e na 5ª voltam a vociferar contra.

Lula e Dilma prometem tudo; em dois ou três anos seremos uma espécie de Suécia com carnaval de 40 dias e salários em dólar. Todo mundo vai ficar bem de grana e o paraíso nos aguarda, aqui mesmo abaixo da linha do Equador. Basta ser otimista e deixá-los fazer o que pretendem. Preocupar-se com a inflação alta, desemprego explodindo e roubalheira jamais vista na História é bobagem, gente… que mania besta é essa de prender ladrão?

Uns dirão que isso tudo é apenas a cara de pau característica, utilizada no jogo político desde sempre. Não, não é. É puro desespero. A baioneta ta entrando, e tá doendo. Dá pra tirar, por favor? Serve até como metáfora pornô, se é que me entendem. E a posição passiva de Lula e da presidonta é a mesma, podem apostar. Esperando coisa pior. Sabem que a baioneta, metafórica ou não, tá cada vez mais próxima, furando o fundo das calças – que já estão borradas de medo. E depois que entrar… vai ser um estrago.

A mencionada cena do filme é esta:

Um grande momento do cinema; cruel e constrangedor. Faz-nos sentir mal pela crueza praticada, pelo desespero estampado no rosto de um e o instinto homicida, praticamente prazeroso, no do outro. Mas ainda sim muito mais leve que as loucuras de Lula & Dilma, a dupla que é a cara da vergonha alheia. E por falar em constrangimento… a propaganda política protagonizada pela dupla e Zé de Abreu foi de dar nojo. E ainda têm a audácia de pedir “diálogo”.

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