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O dólar e o X

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

                                    Sim, Albert Einstein estava certo mais uma vez, quando disse que só duas coisas não tinham limites: O universo e a estupidez humana – e não estava bem certo sobre o primeiro.

                                    Com a bancarrota brasileira, a economia em frangalhos, a inflação altíssima, o descalabro nas contas públicas, e todas as outras desgraças sindromicamente trazidas pelo lulismo, o resultado mais visível é a alta do dólar. Alta não, disparada.

                                    Mas como os lulistas vivem de ilusão, e não de fatos, resolveram botar a culpa no próprio; pululam experts de botequim pondo a culpa no dólar pela disparidade em relação à moeda brasileira. Ficou famosa uma senhora participante dessa facção (seita?) que afirmava, revoltada, que a culpa era toda dos EUA e do dólar, porque nossa economia estava “atrelada à moeda americana”. Deve ser o fantasma de Hugo Chávez soprando imbecilidade na orelha da lulista-economista-cubanista-fidelista.

                                    Na cabeça dessa simplista filhote (filhota?) de Gramsci, o dólar sobe por culpa dos americanos. Não, senhora. A culpa é nossa, que desvalorizamos o real. “Nossa” latu sensu, evidentemente. Outros efeitos da imundície lulista? Caímos de 7ª para 9ª economia do mundo, e nossa dívida interna quadruplicou. A externa (sim, ela existe) seguiu a desvalorização, aumentando 90%.

Não há nada “atrelado” ao dólar; essa moeda é uma referência, como a régua dividida em centímetros ou polegadas não altera o comprimento, nem a graduação do termômetro em Celsius ou Fahrenheit altera a temperatura. O real se esfarelou, não foi o dólar que se “valorizou” por pura maldade.

                                    A lulada conseguiu a proeza de desvalorizar o real em 53% APENAS neste ano. Uma imbecilidade digna de prêmio em hospício – ou presídio, dependendo do ponto de vista. Aliás, essa desvalorização acontece em geral, confrontando-se com as outras moedas do mundo, mesmo o cambaleante peso argentino. Não adianta tentar jogar a culpa nos outros, essa especialidade dos lulistas, que chamam de “fascista” qualquer um que discorde deles. São analfabetos não só em economia, mas também em história e política… e bons modos.

                                    Ah sim… falando em insanidade… e o X, então? Um primor de cretinice; transformaram a consoante cruzada em demência politicamente correta; a lulada “decidiu” que a flexão de gênero deve ser abolida na língua portuguesa. Traduzindo pro dialeto lulista: “Num pódi mais falá hómi nem muié; num podi ponhá mais eli i ela, nem deli i dela. É tudu xis.”Não, não é brincadeira. O politicamente correto, na verdade uma fórmula lulista/ gramscista/chavista/leninista que impede o pensamento, forçando a massificação do indivíduo, para que aja como manada domesticada (deixe de ser preguiçoso e vá ler 1984, de George Orwell).

                                    Exagero? Não mesmo. E a prova vem de um dos laboratórios de ensino lulista, o famoso Colégio Pedro II do Rio de Janeiro, que adotou a novilingua (confira no livro 1984) lulista, e a utiliza até em seus comunicados internos e impressos oficiais, como este abaixo e o que encabeça o texto:

O dolar e o X 24.9.15 imagem 2

                                    Essa besteira do politicamente correto começou como brincadeira, e depois como piada. Hoje é de um ridículo supremo, usado como arma para dissolver qualquer pensamento anti-gramscista. O que é ensinado no Brasil, para crianças indefesas, tentando estrangular qualquer pensamento livre ou individual, impedindo ideias próprias que fujam dessa cartilha escravizante, é motivo de gozação na Europa há mais de 30 anos, como no filme A vida de Brian, do genial grupo satírico britânico Monty Phyton: 

                                    A macroeconomia de botequim e o X da novilíngua lulista confirma o aforismo de Einstein… com uma boa ajuda da turma de Lula, o arrivista da ilusão. Dilma vai querer ser chamada de presidentx? E como se pronuncia isso? Será que novilingua baixa o dólar? Ou a dólar? Ou dólxr?

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