Iscas Intelectuais
O dia seguinte
O dia seguinte
Com o aumento considerável do mercado de palestrantes ...

Ver mais

Fact Check? Procure o viés.
Fact Check? Procure o viés.
Investigar o que é verdade e o que é mentira - com base ...

Ver mais

O impacto das mídias sociais nas eleições
O impacto das mídias sociais nas eleições
Baixe a pesquisa da IdeiaBigdata que mostra o impacto ...

Ver mais

Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - ...

Ver mais

Café Brasil 621 – Orgulho de Ser Brasileiro
Café Brasil 621 – Orgulho de Ser Brasileiro
Em junho de 2018 realizamos o II Sarau Café Brasil, ...

Ver mais

Café Brasil 620 – Democracia, tolerância e censura
Café Brasil 620 – Democracia, tolerância e censura
"Se começarmos a cercar com paredes aquilo que alguns ...

Ver mais

619 – LíderCast 9
619 – LíderCast 9
Neste programa apresentamos os convidados da Temporada ...

Ver mais

618 – No Toca Fitas Do Meu Carro – Scary Pockets
618 – No Toca Fitas Do Meu Carro – Scary Pockets
Mais um programa musical. E daqueles, cara. Você sabe ...

Ver mais

LíderCast 115 – Nailor Marques Jr
LíderCast 115 – Nailor Marques Jr
Professor, palestrante, uma das mentes mais divertidas ...

Ver mais

LíderCast 114 -Alexandre Ostrowiecki
LíderCast 114 -Alexandre Ostrowiecki
Empreendedor, com uma história incrível de como o ...

Ver mais

LíderCast 113 – Glaucimar Peticov
LíderCast 113 – Glaucimar Peticov
“Eu não tenho muros, só tenho horizontes” é a frase de ...

Ver mais

LíderCast 112 – Paulo Rabello de Castro
LíderCast 112 – Paulo Rabello de Castro
Professor, consultor, com vasta experiência no setor ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 08 Já falei ...

Ver mais

É milagre, Crivella?
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
O Rio de Janeiro continua lindo Gil, e complicado; mais do que isso, espantoso. Não dá pra entender a razão pela qual os fluminenses elegem gente (latu sensu, ófi córsi) como Anthony Garotinho, ...

Ver mais

O despertador intelectual e a origem das ideias
Jota Fagner
Origens do Brasil
Possivelmente você teve uma pessoa que, em determinado momento de sua vida, acendeu a faísca da sua curiosidade sobre determinado assunto ou área do conhecimento. Talvez tenha sido mais de uma ...

Ver mais

Os caminhos para editar um livro
Isqueiro isqueiro
Muitas pessoas investem um tempo considerável colocando suas histórias e lições de forma escrita, para se perpetuarem na forma de livros. Mas, ao concluírem o texto, muitas vezes o guardam em ...

Ver mais

As causas e efeitos das barreiras de comunicação no trabalho
Mauro Segura
Transformação
Uma das maiores barreiras atuais para o sucesso de qualquer empresa é a comunicação no ambiente de trabalho, por mais irônico que isso possa aparecer por conta de todas as facilidades ...

Ver mais

Cafezinho 89 – Manifesto
Cafezinho 89 – Manifesto
Quero um mundo melhor, igualzinho a você. Talvez ...

Ver mais

Cafezinho 88 – A Teoria da Ilusão Fiscal
Cafezinho 88 – A Teoria da Ilusão Fiscal
Não existem soluções novas. O que existe é ignorância velha.

Ver mais

Cafezinho 87 – O que consome seu tempo de vida
Cafezinho 87 – O que consome seu tempo de vida
Se você não avaliar cada processo que consome seu tempo ...

Ver mais

Cafezinho 86 – Ser e parecer
Cafezinho 86 – Ser e parecer
É simples! É só fingir ser perfeito...

Ver mais

O Brasil que um dia fomos nós      -A dissolução parte II-

O Brasil que um dia fomos nós -A dissolução parte II-

Jorge De Lima - Iscas Olhos&Alma -

A finitude da noção de coletividade é a marca de nossa pós modernidade. Ouvindo noticiários, as pessoas falando nas ruas, nossos políticos, podemos perceber um distanciamento. Se no passado da década de 60 era natural o discurso de patriotismo, de se dizer com orgulho que o Brasil somos nós, na atualidade o território e a nação se tornaram uma entidade distante, quase que irreconhecível, a terceira pessoa, o estranho, um outro qualquer. Uma psicose que rompeu a identidade, os valores que engendra alienação e a ruptura de ideologia.

Como exemplo volto me novamente a nossa política. Na última eleição as promessas eleitorais e a visão dos políticos sobre nossa realidade no cenário estadual e nacional. Em ambos cenários vi candidatos majoritários falando de outro planeta de um mundo próspero, cheio de emprego, em que não existia recessão, em que a violência está controlada, sem dificuldade econômica, em que obras públicas são entregues e feitas em um tempo real, em que sobrava emprego. Um mundo em que não ocorria aumento de impostos, em que mal existia corrupção e problemas graves com relação a ideologia política. Dois meses após o pleito, com as urnas fechadas tudo volta ao normal e a realidade mostra se dura, ácida, cruel e totalmente diferente do que era o discurso de campanha. Mas por que tamanho antagonismo? Por que tantas pessoas comprando tais ideias e reelegendo a incompetência?  Na altura já percebia que o Brasil citado pelos políticos parecia com a Noruega, Dinamarca, Finlândia ou Alemanha. Era algo distante demais… outra realidade, equivocada de nosso mundo subdesenvolvido.

Da política ao uso coloquial não é raro observarmos que as pessoas falam de um Brasil que não enquadra o termo nós, o Eu como ser brasileiro. Outro dia dando uma palestra sobre nossa identidade questionei os alunos sobre sua naturalidade e nacionalidade.  Não raro entre as respostas ouvi que sou descendentes de italianos, de poloneses, de austríacos, quando questionava tal ascendência percebia que era um bisavô distante, um tataravô,  algo talvez entre 1885 e 1910. Resquícios da vergonha de ser brasileiro? Seguindo adiante percebia que vários alunos e colegas, os noticiários, os políticos ressoam esta identidade brasileira em terceira pessoa.

Psicologicamente tal feita perpassa por nossa sombra. Projetamos fora o que temos e não queremos assumir. Negamos que somos esta realidade subdesenvolvida que sofre de falta de educação, e que sub existe nas agruras de uma economia caduca. Sonhamos com o pote de ouro no fim de um arco ires enterrados na lama com duendes trapaceiros rindo da nossa inocência… e o que vai restar disto?

Ver Todos os artigos de Jorge De Lima