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Jean Wyllys, o animal político que cospe e foge

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Bruno Garschagen - Ciência Política -

E ao fazê-lo dentro do Parlamento tentando alvejar o deputado Jair Bolsonaro violou o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, segundo observou o advogado Taiguara Fernandes.

O Art. 3º., inciso VII, diz que deputados devem “tratar com respeito e independência os colegas, as autoridades, os servidores da Casa e os cidadãos com os quais mantenha contato no exercício da atividade parlamentar, não prescindindo de igual tratamento”. E o Art. 4 º, inciso I, define como “procedimentos incompatíveis com o decoro parlamentar, puníveis com a perda do mandato (..) abusar das prerrogativas constitucionais asseguradas aos membros do Congresso Nacional (Constituição Federal, art. 55, § 1º).”

No prefácio ao panfleto “Como conversar com um fascista”, de Marcia Tiburi, uma espécie de autobiografia e radiografia de sua própria mentalidade e da de seus colegas esquerdistas – como o próprio deputado -, Jean Wyllys critica aquilo que ele mesmo faz: “não se responsabiliza pelo que faz de ruim ou acha que o que faz de ruim não tem consequências para os outros; não reflete, não pensa”. (p. 19).

Jean Wyllys afirma ainda rejeitar aquilo que ele mesmo parece ser, ou seja, a representação da banalidade do mal encarnada pelo nazista Adolf Eichmann: “um imbecil que não pensava; que repetia clichês e era incapaz de um exame de consciência – e que, por tudo isso, banalizava o mal que praticava”. Aquele que banaliza o mal é, na autoclassificação de Marcia Tiburi e Jean Wyllys, alguém “carente de pensamento crítico e, por isso, insensível à dor do outro e às consequências de seus atos” e “burro na medida em que não acessa o campo do outro porque lhe falta conhecimento e imaginação para tal” (p. 19).

O deputado afirma no prefácio que é preciso “ter alguma compaixão pelo analfabeto político” e “insistir para que ele tenha acesso à educação de qualidade” (p. 21). Para o hoje deputado, educação de qualidade é fazer o que ele fez quando era professor do curso de Comunicação Social da Faculdade Jorge Amado, em Salvador (BA): “humilhar, perseguir e reprovar universitários”, chamá-los de incompetentes e de insuportáveis que “caíram na faculdade de paraquedas”, e recomendar que procurassem “outra profissão para seguir como porteiro, caixa de supermercado, vendedor (…) pois jamais seriam jornalistas”.

Jean Wyllys define-se no mesmo texto como um “animal político”. Político ele já é. Mas terá que melhorar bastante para ser considerado como parte da fauna.

Pela sua trajetória política, coroada pela cuspida na Câmara dos Deputados, Jean Wyllys é o exemplo claro de quem sai do anonimato e desponta para a torpeza. Foi da desonra ao cuspe num só golpe.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/sem-mimimi/jean-wyllys-animal-politico-que-cospe-foge-19124537.html#ixzz46JIG7y1Z

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