Iscas Intelectuais
Silvio Santos, Zé Celso e o Oficina
Silvio Santos, Zé Celso e o Oficina
Uma reunião para ser objeto de estudo em qualquer aula ...

Ver mais

#TransgressaoEhIsso
#TransgressaoEhIsso
Transgredir é muito mais que pintar o rosto, urinar na ...

Ver mais

Vem aí o Cafezinho
Vem aí o Cafezinho
Nasce nesta segunda, 4/9 o CAFEZINHO, podcast ...

Ver mais

Educação adulta
Educação adulta
Preocupados demais com a educação de nossos filhos, ...

Ver mais

591 – Alfabetização para a mídia
591 – Alfabetização para a mídia
Hoje em dia as informações chegam até você ...

Ver mais

590 – O que aprendi com o câncer
590 – O que aprendi com o câncer
O programa de hoje é uma homenagem a uns amigos ...

Ver mais

589 – A cultura da reclamação
589 – A cultura da reclamação
Crianças mimadas, multiculturalismo, politicamente ...

Ver mais

588 – Escola Sem Partido
588 – Escola Sem Partido
Poucos temas têm despertado tantas paixões como a ...

Ver mais

LíderCast 91 – Saulo Arruda
LíderCast 91 – Saulo Arruda
Saulo Arruda, que teve uma longa carreira como ...

Ver mais

LíderCast 90 – Marcelo Ortega
LíderCast 90 – Marcelo Ortega
Marcelo Ortega, palestrante na área de vendas, outro ...

Ver mais

LíderCast 89 – Bruno Teles
LíderCast 89 – Bruno Teles
Bruno Teles, um educador que sai de Sergipe para se ...

Ver mais

LíderCast 88 – Alfredo Rocha
LíderCast 88 – Alfredo Rocha
Alfredo Rocha, um dos pioneiros no segmento de ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 08 Já falei ...

Ver mais

Vale fazer um curso universitário se as profissões vão desaparecer?
Mauro Segura
Transformação
Numa perspectiva de que tudo muda o tempo todo, será que vale a pena sentar num banco de universidade para se formar numa profissão que vai desaparecer ou se transformar nos próximos anos?

Ver mais

Tolerância? Jura?
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Engraçada essa tal “tolerância” que pregam por aí, por dois simples motivos: 1) é de mão única e 2) pretende tolher até o pensamento do indivíduo. Exagero? Não mesmo. Antes que algum ...

Ver mais

Ensaio sobre a amizade
Tom Coelho
Sete Vidas
“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm ...

Ver mais

Um reino que sente orgulho de seus líderes
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Um reino que sente orgulho de seus líderes  Victoria e Abdul   Uma vez mais, num curto espaço de tempo, o cinema nos brinda com um filme baseado na história de uma destacada liderança britânica. ...

Ver mais

Cafezinho 28 – No grito
Cafezinho 28 – No grito
Não dá pra construir um país no grito.

Ver mais

Cafezinho 27 – Planos ou esperanças
Cafezinho 27 – Planos ou esperanças
Tem gente que, em vez de planos, só tem esperança.

Ver mais

Cafezinho 26 – Brasil Futebol Clube
Cafezinho 26 – Brasil Futebol Clube
Não dá para ganhar um jogo sem acreditar no time.

Ver mais

Cafezinho 25 – Podres de mimados 2
Cafezinho 25 – Podres de mimados 2
O culto do sentimento destrói a capacidade de pensar e ...

Ver mais

Homenagem aos economistas 2015

Homenagem aos economistas 2015

Luiz Alberto Machado - Iscas Econômicas -

Homenagem aos Economistas 2015

Memoráveis citações 

Dia do Economista 2015

“A tentativa de criar o céu na terra produziu sempre o inferno.”

Karl R. Popper

 

A exemplo do que tenho feito em anos anteriores, homenageio a categoria dos economistas reproduzindo citações de colegas que me chamaram a atenção em leituras de livros, artigos científicos, revistas e jornais ao longo do último ano. Espero que a leitura dessas citações dê a todos os leitores o mesmo prazer que tive ao selecioná-las.

Ambientalismo 

É necessário considerar que os países menos desenvolvidos são justamente os mais afetados pela histeria ambientalista, que chega a causar efeitos desastrosos nos países mais pobres. Forçar os africanos a usar energias solar e eólica, bem mais caras, em vez de utilizar o carvão e o petróleo presentes na região, significa condenar milhões à miséria. Como a África irá se industrializar valendo-se de energia solar? Qual siderúrgica ou ferrovia funciona assim, mesmo no rico Ocidente?

CONSTANTINO, Rodrigo

 Argentina

Estagnada há um quarto de século, pela inchação do Estado e depressão da empresa, a Argentina é um avião que, após a decolagem, virou helicóptero.

CAMPOS, Roberto

 Brasil

O Brasil passa por uma das mais rápidas transições geográficas em tempo de paz. Com baixa produtividade, se confronta com o aumento dos custos fiscais dessa população que está envelhecendo.

ARBACHE, Jorge

É patético você olhar tanta reclamação contra importação. Temos algo muito peculiar no Brasil, que é essa enorme abertura para investimento estrangeiro da qual não resulta em exportação. Fico abismado quando vejo nossa presidente dizer “vamos proteger nosso mercado”. E quem está explorando nosso mercado são as multinacionais, que têm aqui lucros extraordinários.

BACHA, Edmar

O Banco Central do Brasil, nos seus primeiros 30 anos de vida, de 1965 até 1994, produziu inflação para nenhum senhor botar defeito.

BARBOSA, Fernando de Holanda

Os credores sabem que, se nossa economia não cresce, nossa capacidade de pagamento decresce.

CAMPOS, Roberto

Muita coisa mudou na nossa sociedade, a começar por uma longevidade maior. Hoje, se a pessoa trabalha por 30 anos, ainda restam outros 35 para viver, então será preciso gerar esta poupança, investir em previdência complementar e evitar erros financeiros durante a juventude e vida adulta para garantir uma boa velhice.

COSTA, Fernando Nogueira da

A presidenta sabe que não vai recuperar a confiança do setor econômico apenas na base da conversa e que sem o crescimento do PIB acabará perdendo a confiança no flanco social. O Brasil deu seu voto de confiança à Sra. Dilma Rousseff e agora é obrigação de todos ajuda-la a honrá-lo.

DELFIM NETTO, Antônio

O “ajuste” fiscal é uma necessidade, mas não é um objetivo em si mesmo. É apenas uma ponte que, se bem construída e sólida, nos levará ao outro lado do rio, onde recuperaremos nossa capacidade de desenvolvimento com a expansão dos investimentos, o crescimento do consumo, a retomada das exportações e a continuidade da inclusão social. É esta que dá relativa moralidade à eficiência dos mercados, quando civilizados pelo sufrágio universal.

DELFIM NETTO, Antônio

O problema da Dilma é que quem votou nela não está satisfeito. E quem não votou está mais insatisfeito ainda.

DELFIM NETTO, Antônio

Fomos um dos poucos países que melhoraram a distribuição de renda nos últimos anos, mas se quisermos continuar avançando teremos de equalizar as oportunidades.

FRAGA, Armínio

Ninguém gosta de tomar remédios. São caros, amargos ou de administração dolorosa e causam efeitos colaterais em geral extremamente desagradáveis, Mas, muitas vezes, não é possível evita-los. E, como orientam os médicos, quanto mais se permitir que a moléstia avance, pior. Necessita-se de fármacos mais fortes e em doses elevadas. Infelizmente, a presidente Dilma herdou da presidente Dilma uma economia enferma, com várias moléstias, algumas em estágios avançados, que exigirão tratamentos dolorosos: estagnação, talvez recessão, descontrole fiscal, déficit em conta corrente de 4,2% do PIB, inflação acima do teto da meta, desindustrialização prematura, petróleo, crise energética e enorme desequilíbrio de preços relativos, ou seja, o preço de um bem em relação ao de todos os demais.

GONÇALEZ, Claudio Adilson

Após 12 anos de governos do PT a herança é: ausência de mudanças estruturais, maior concentração do capital, maior dominação financeira, fraco desempenho macroeconômico e enorme vulnerabilidade externa financeira. Nenhuma surpresa, visto que esses governos aprofundaram e ampliaram o Modelo Liberal Periférico. Mais um governo do PT implica, muito provavelmente, o aprofundamento desses fenômenos e tendências, qualquer que seja a composição da equipe econômica.

GONÇALVES, Reinaldo

Se a sociedade não mudar a mentalidade de que o Estado tem de resolver tudo, a curva de despesa não vai desacelerar nunca.

LATIF, Zeina

Se a economia brasileira afundar mesmo, não será por culpa de suas forças produtivas. Será por conta de políticos que a levaram à crise, e também deles e de outras autoridades que em lugar de ajudar a resolvê-la contribuem para agravá-la.

MACEDO, Roberto

A presidente acredita que todo problema tem uma solução governamental.

MENDONÇA DE BARROS, José Roberto

Maus governos, creio, podem retardar a marcha, mas não a deter. O Brasil construiu um conjunto de instituições que inibem retrocessos econômicos, sociais e políticos.

NÓBREGA, Maílson da

Sem bons mecanismos de governança e de escolha de dirigentes, um desastre como o da Petrobras terminaria por acontecer. Era mera questão de tempo. Imagine o tamanho da rapinagem se a Vale, a Embraer, as empresas siderúrgicas e as de telecomunicações ainda fossem estatais.

NÓBREGA, Maílson da

No Brasil, crises econômicas aconteceram, não raro, por incapacidade de percebê-las. No regime militar, a ausência de liberdades como a de imprensa inibia a crítica e dificultava a identificação de riscos. Em alguns momentos, crises econômicas acarretaram crises políticas graves, das quais sobreveio o autoritarismo. O regime militar de 1964 perdeu legitimidade com a crise econômica da década de 80, o que contribuiu para o seu fim. […] A atual crise econômica é a primeira da nossa história a ser antecipada, embora não se criassem condições políticas para revertê-la durante sua evolução. No primeiro mandato de Dilma, analistas e imprensa apontaram repetidamente erros crassos: excessiva e desastrada intervenção na economia, aumento de gastos e contabilidade criativa, além de retrocessos na abertura da economia. Previa-se que a “nova matriz econômica”, um amontoado de ideias bolorentas, daria com os burros n’água. Teimosia e ideologia tornaram moucos os ouvidos do governo. A conta chegou. […] Felizmente, o país mudou. Construímos instituições que disciplinam o governo e forçam em algum momento a correção de rumos. Daí o ajuste fiscal em curso. Assim, ruptura política ou desorganização da economia são eventos pouco prováveis. Dificilmente recairemos na ditadura ou na hiperinflação.

NÓBREGA, Maílson da

O problema é que no Brasil perpetuamos a tradição de “lotear” as pastas públicas pelos partidos políticos. E quanto menos preparados tecnicamente forem os responsáveis por essas políticas e quanto mais movidos pelos interesses de seu partido e não do campo cuja política deveriam promover, menores serão as chances de que tais ações de Estado sejam levadas a cabo. […] Não conheço nenhum caso bem-sucedido de transformação urbana que tenha vingado sem a participação do tripé governo, setor privado e sociedade civil, já que cada um desempenha papéis e tem interesses muito complementares.

REIS, Ana Carla Fonseca

Não acho que o Brasil pode virar uma Argentina ou uma Venezuela.

ROUBINI, Nouriel

Há um enorme volum1e de1 problemas e escândalos de corrupção que levaram a uma perda de confiança e de fé nas instituições brasileiras por muita gente. Preciso dizer que, nos EUA, há também muita corrupção. Portanto, não estou apontando o dedo apenas ao Brasil. Há muito dinheiro na política. Não é apenas um slogan, mas a realidade é que nossas sociedades não podem funcionar se não há uma legitimidade básica, honestidade e boa administração. Além disso, a situação financeira do Brasil precisa ser transparente, clara e sustentável. As dívidas públicas não podem continuar a ser tão elevadas. Se houver nuvens no cenário financeiro, isso também será uma enorme barreira.

SACHS, Jeffrey

Vejo o Brasil como um país que viveria os ideais do crescimento sustentável. É o lugar mais bonito do mundo e integrar o mundo natural e a economia seria uma agenda perfeita para o Brasil. Portanto, espero que um próximo governo use o desenvolvimento sustentável como um princípio organizacional para o País. Governar de forma honesta e promovendo tecnologia, que é onde a competitividade estará no futuro.

SACHS, Jeffrey

Não estamos absorvendo as revoluções tecnológicas do resto do mundo. É um absurdo total pensar que somos um país complexo e que isso impede de crescer mais de 2% ao ano.

SCHEINKMAN, José Alexandre

O grande debate nacional não é entre esquerda e direita, mas entre o moderno e o arcaico.

SIMONSEN, Mario Henrique

A participação do Brasil nas exportações mundiais passou de 0,9% para 1,4% entre 2000 e 2012 e caiu para 1,3%, em 2013, O ganho do Brasil é explicado pelos ganhos nas exportações das commodities primárias, pois a participação das manufaturas brasileiras nas exportações mundiais ficou entre 0,6% e 0,8%, desde 2000 e é de 0,7%, desde 2009.

VALS PEREIRA, Lia Baker

Assim, o encolhimento industrial brasileiro é um problema mais complicado do que possa parecer à primeira vista, e não deve ser tratado apenas com medidas paliativas de alto custo como as que foram tomadas até agora, que criam mais problemas que soluções. Sem medidas sustentáveis de melhoria da produtividade setorial, a tendência ao encolhimento da indústria é inevitável em modelos voltados para a expansão do consumo, como o que vem sendo adotado no Brasil. A adoção de políticas destinadas a compensar perdas incorridas pelos segmentos afetados negativamente nesse processo e o incompreensível viés anti-investimento-privado presente na gestão das concessões de serviços públicos trouxeram novas distorções e problemas que, em algum momento, terão de ser atacados, e envolverão a distribuição de elevados ônus junto à sociedade.

VELLOSO, Raul

Concentração da riqueza

Mesmo que haja mobilidade na camada mais rica, o aumento da riqueza desse segmento da sociedade é três ou quatro vezes mais rápido do que o registrado pela maioria da população.

PIKETTY. Thomas

Desenvolvimento

O desenvolvimento não é apenas o aumento de objetos inanimados de conveniência, tal como um crescimento do PIB (ou das rendas pessoais); tampouco é uma transformação geral do mundo à nossa volta, como a industrialização, o avanço tecnológico ou a modernização social. O desenvolvimento é, em última análise, o progresso da liberdade humana e da capacidade de levar um tipo de vida que as pessoas tenham razão para valorizar.

DRÈZE, Jean e SEN, Amartya

Desigualdade

Quando uma centena de pessoas são donas de mais riqueza do que a metade da população mundial, enquanto um bilhão de pessoas passa fome, francamente, achar que o sistema está dando certo é prova de cegueira mental avançada. Um sistema que sabe produzir, mas não sabe distribuir, é tão funcional quanto a metade de uma roda.

DOWBOR, Ladislau

Desperdício

O Brasil desperdiça muita água tratada: nossa perda média é de 37%. Se o país fosse uma padaria, significaria que, de cada 10 pãezinhos assados, estaria jogando 3,7 fora. É muita coisa, ainda mais para uma mercadoria tão vital.

OLIVEIRA, Gesner de

Destruição criadora (ou criativa) de Schumpeter

A destruição criadora sacode o corpo social permanentemente. Quanto mais forte é o crescimento, mais o corpo social é sacudido. Sem crescimento, porém, as condições de vida não melhoram. Certamente, a desestruturação do corpo social é proporcional à amplitude das ondas de inovação. Elas atingem seu paroxismo quando aparecem o que os americanos chamam de “general purpose technologies”, o que se traduz como tecnologias multiuso. Trata-se de tecnologias que têm impacto não apenas no seu setor de origem, mas no conjunto da economia. É o caso da máquina a vapor, da eletricidade, da informática, das nanotecnologias. Além dos efeitos maciços de destruição criadora que elas ocasionam, possuem outra característica perturbadora: levam muito tempo para produzir efeitos mais positivos e visíveis. Quando são introduzidas, o grande público não compreende sua importância. Somente após vários decênios é que seus campos de aplicação se tornam evidentes. É então que essas tecnologias geram inovações secundárias, novos empregos e salários mais altos. Fala-se, então de “síntese inovadora” […].

BOUZOU, Nicolas

Dinheiro/Moeda

O dinheiro é um pedaço importante da nossa identidade nacional: é a pátria em papel-moeda.

FRANCO, Gustavo

A história da moeda revela duas tendências altamente seguras. Após uma experiência recente com inflação, as pessoas preferem preços estáveis e, tendo longa experiência com preços estáveis, tornam-se indiferentes ao risco de inflação.

GALBRAITH, John Kenneth

O amor ao dinheiro como posse – em oposição ao amor ao dinheiro como meio de desfrutar e enfrentar a vida – será reconhecido pelo que é, uma morbidez repugnante, uma dessas propensões meio criminosas, meio patológicas, que devem ser encaminhadas a especialistas em doenças mentais.

KEYNES, John Maynard

Dinheiro faz dinheiro, diz o provérbio. Quando se tem um pouco, em geral é fácil conseguir mais. A grande dificuldade é obter aquele pouco.

SMITH, Adam

Economia/Economista/Cursos de Economia/Formação do Economista

Nós, os economistas – profissão, hoje, tão contagiosa como o sarampo –, abusamos, sem dúvida, do direito de desnortear o comum dos mortais.

CAMPOS, Roberto

Minha profissão me escolheu tão bem que me fez feliz a vida inteira. Nunca trabalhei.

DELFIM NETTO, Antônio

Um sociólogo, um antropólogo, um psicólogo ou um historiador “certos” são aplaudidos e reverenciados por seus pares. “Errados”, estimulam ainda mais a pesquisa. Sempre melhoram o entendimento do mundo sem ganhos ou prejuízos de monta. Com o economista, o resultado é outro. Suas ideias (estejam certas ou erradas) acabam determinando as políticas econômica e social dos governos: beneficiam ou prejudicam desigualmente milhões de cidadãos! É por isso que é preciso alargar o estudo da economia para inseri-lo num modelo em que a eficiência econômica é submetida ao controle do continuado aumento da relativa igualdade de oportunidades, Isso exige, como temos insistido, a integração das contribuições dos neoclássicos, dos keynesianos e dos marxistas na prática da política econômica.

DELFIM NETTO, Antônio

Existe um intervalo de tempo entre o que acontece na fronteira do conhecimento e o que entra nos cursos de graduação, mas muitas mudanças certamente virão.

FRIEDMAN, Benjamin

Os políticos lidam melhor com a complexidade da economia do que os economistas com a complexidade da política.

GIANNETTI, Eduardo

Ninguém pode ser contra o uso da matemática como um importante instrumento. Mas é necessário ampliar o leque.

GIANNETTI, Eduardo

 A curiosa tarefa da economia é demonstrar ao homem o quão pouco ele realmente sabe sobre o que ele imagina poder projetar.

HAYEK, Friedrich A.

Os alunos precisam ser treinados para saber explicar em português e sem jargão o que pensam. Comunicação, assim como liderança, é vital para o sucesso profissional.

LISBOA, Marcos

Nada pode ser compreendido sobre assuntos como inflação, crises econômicas, desemprego, sindicalismo, protecionismo, taxação, controles econômicos e assuntos similares, que não envolva nem requeira os pressupostos da análise econômica {…]. Aquele que discorre sobre tais assuntos sem se familiarizar com as ideias fundamentais da teoria econômica é simplesmente um tagarela que, assim como uma arara, repete o que pescou incidentalmente de outros que não são mais bem informados que ele próprio.

MISES, Ludwig von

Se tivermos uma nova epidemia mundial de gripe, as pessoas não vão criticar a maneira como a medicina tem sido estudada. Em vez disso, vão pedir mais pesquisas e mais médicos. Já quando há uma crise econômica…

ROTH, Alvin

Economia criativa/Cidades criativas

Estamos no século XXI e não solucionamos os problemas do velho paradigma, acumulados desde o início da industrialização: educação, distribuição de renda, saneamento, moradia, transporte público. Um museu Bilbao em cada lugar não é a solução. A Sala São Paulo e a Pinacoteca, em plena cracolândia, são exemplos de iniciativas isoladas que não tiveram impacto no entorno. Se muitos países tornaram os investimentos em cultura prioritários, não é porque os políticos são bonzinhos, mas porque o seu papel passou a ser estratégico. Precisamos pensar a cultura, a arte, o design e a ciência da computação como grandes negócios, como formadores de mão de obra e de consumidores.

GOLDENSTEIN, Lídia

O brasileiro é criativo, mas essa criatividade não necessariamente se converte em ativo econômico. Para transformar uma boa ideia em produto, serviço ou processo com diferenciação e valor agregado, é preciso enfrentar desafios das mais diversas ordens, mas o Brasil tem sido muito leniente. […] Para transformar uma boa ideia em proposta de negócio viável é preciso ter a capacidade de buscar, decodificar e elaborar informações; ter raciocínio crítico e questionamento; além de um preparo mental que permita criar conexões improváveis entre pontos aparentemente desconexos.

REIS, Ana Carla Fonseca

Cidade criativa não é simplesmente uma cidade na qual a economia criativa é mais forte. Uma cidade criativa é mais forte. Uma cidade criativa reinventa-se permanentemente e constitui um ambiente mais propício à criatividade, por meio de inovações, conexões e cultura. O ponto de partida é perceber as singularidades da cidade, como sua nota musical única e inconfundível – o que, em um país com 5.570 municípios, pode compor uma melodia harmoniosa, encantadora e muito promissora para o desenvolvimento.

REIS, Ana Carla Fonseca

Educação

A agenda da educação solicita duplo foco: qualidade e equidade. Sem isso, avançaremos no padrão do passado. O Plano Nacional da Educação (PNE) é importantíssimo para a revolução que a gente precisa.

HENRIQUES, Ricardo

Com um gasto muito pequeno, o [setor] público pode facilitar, incentivar e até impor a quase todo o conjunto da população a necessidade de adquirir as partes mais essenciais da educação.

SMITH, Adam

Estados Unidos

Enquanto um dos dois partidos políticos persistir em sua oposição aos acordos de livre comércio com outros países, e o outro resistir a financiar as organizações internacionais, os EUA não estarão em posição para moldar o sistema econômico mundial.

SUMMERS, Larry

Globalização

O mundo é hoje dos velozes e não espera os retardatários.

CAMPOS, Roberto

Grécia

Nos meus curtos 87 anos, já vi, sem aviso prévio, muito leão virar gato depois de rugir algum tempo assustando apenas a si mesmo e com os bolsos vazios.

DELFIM NETTO, Antônio

História

O estudo da história abre a mente para o entendimento da natureza humana e seu destino […]. A cultura pessoal é mais do que a mera familiaridade com o estado atual da ciência, tecnologia e assuntos cívicos. É mais do que a familiaridade com livros, pinturas e a experiência de viagens e visitas a museus. É a assimilação das ideias que despertaram a humanidade da rotina inerte de pura existência animal para uma vida de razão e questionamento. É o esforço do indivíduo para humanizar-se através da absorção das melhores tradições que nos foram transmitidas pelas gerações passadas.

MISES, Ludwig von

Índia

Todos os países do mundo apresentam desigualdades de diversos tipos. Na Índia, entretanto, há uma mistura peculiar de divisões e disparidades. Poucas nações enfrentam desigualdades tão extremas em tantos aspectos, que se estendem desde os desequilíbrios econômicos até enormes disparidades de casta, classe e gênero.

DRÈZE, Jean e SEN, Amartya

Conforme discutido e bastante ilustrado, a Índia está cheia de desigualdades de diversos tipos. Alguns indianos são relativamente ricos; a maioria não. Alguns são muito bem-educados/escolarizados; outros são analfabetos. Alguns levam uma vida fácil; outros trabalham arduamente por pouquíssima recompensa. Alguns têm amplo poder político; outros não conseguem influenciar nada além da sua esfera imediata. Alguns têm diversas oportunidades de avançar na vida; outros não têm nenhuma. Alguns são tratados com respeito pela polícia, não importa o que façam; outros são tratados como lixo à menor suspeita de transgressão. Os vários contrastes refletem diversos tipos de desigualdades, e todos requerem muita atenção.

Mas levando essa observação ainda além – e essa é a questão central para entender a natureza da desigualdade na Índia –, nota-se que as pessoas com baixa renda e pouco acesso a saúde, que sofrem com o analfabetismo e a má educação, que trabalham arduamente por pouca remuneração, que têm pouca influência sobre a administração do país, que não dispõem de oportunidades sociais e econômicas para avançar e são tratadas com brutalidade pela polícia classista, quase sempre são as mesmas. A linha divisória entre “ter” e “não ter” na Índia não apenas um clichê retórico, mas uma parte importante na análise diagnóstica, indicando uma divisão notória e fundamental para entendermos a sociedade indiana. A congruência de privações apenas aumenta as disparidades entre os privilegiados e os outros nas diversas esferas, e posiciona as pessoas em compartimentos distintos. A busca pela igualdade na Índia é um desafio real.

DRÈZE, Jean e SEN, Amartya

Intervenção governamental

Para a maioria das pessoas, defensoras de uma visão de mundo intervencionista, a liberdade acadêmica é uma noção que emerge esporadicamente, com frequência de forma tácita, mas raramente defendida de forma consistente. Do mesmo modo que os empresários, defensores dos mercados livres para os bens que produz tendem a evocar o princípio da liberdade apenas para garantir espaço para suas opiniões, ignorando a importância dessa mesma liberdade para todos.

BARBIERI, Fabio

O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele nos pode dar é sempre menos do que nos pode tirar.

CAMPOS, Roberto

Não existe arte que os governos aprendam mais rapidamente do que sugar dinheiro do bolso do povo.

SMITH, Adam

O interesse dos empresários em qualquer ramo de comércio ou indústria, entretanto, sempre será diferente ou mesmo oposto ao interesse público […]. O objetivo de qualquer nova legislação ou regulamentação do comércio que surgir a partir desse raciocínio deve sempre ser ouvido com grande precaução e jamais ser adotado antes de examinado de maneira minuciosa, não somente com atenção escrupulosa, mas também com suspeita.

SMITH, Adam

Keynesianismo

Uma taxa de juros alta demais não só é o fator responsável pela tendência à subutilização da capacidade produtiva e o desemprego da força de trabalho, como ainda contribui para o aumento da desigualdade da distribuição de renda e riqueza. Uma parte significativa da desigualdade na distribuição de renda e de riqueza advém do rentismo, ou seja, da obtenção de renda econômica em função unicamente da posse de riqueza, seja ela o resultado da poupança feita pelo próprio indivíduo ou de heranças recebidas.

OREIRO, José Luis

O mercado é uma forma maravilhosa de organização da vida econômica, capaz de produzir um ritmo estonteante de progresso material ao longo do tempo. O problema é a tendência das economias de mercado que operam sob a égide do laissez-faire de apresentarem uma tendência crônica à subutilização de capacidade produtiva e a concentração de renda e de riqueza. Para lidar com esses problemas é necessária uma intervenção limitada do Estado na vida econômica.

OREIRO, José Luis

Liberalismo

Assumir explicitamente o liberalismo é tão alienígena em um país com cultura dirigista quanto fazer sexo em público.

CAMPOS, Roberto

Conciliar o mercado, que é o voto econômico, com a democracia, que é o voto político, eis a grande tarefa da era pós-capitalista – o século XXI.

CAMPOS, Roberto

O mercado significa um plebiscito permanente.

CAMPOS, Roberto

Monopólio

Nos monopólios o produtor é um tirano; e o consumidor, um escravo.

FRIEDMAN, Milton

Sistemas econômicos

O capitalismo tem preços flexíveis e prateleiras cheias; o socialismo, preços congelados e prateleiras vazias.

CAMPOS, Roberto

No meu dicionário, “socialista” é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros.

CAMPOS, Roberto

O socialismo é atraente porque fabrica mitos. O capitalismo produz resultados, mas não tem mitologia. É eficiente, mas é chato…

CAMPOS, Roberto

Joãozinho Trinta foi no alvo quando disse que os intelectuais é que gostam de miséria, pois os pobres gostam de luxo. Nada mais natural do que desejar melhorar as condições de vida. E nada melhor para isso do que o trabalho honesto em um ambiente de livre mercado. Lucro e trabalho são sócios nessa empreitada. O grande obstáculo é justamente o estado inchado, obeso, que cria burocracia asfixiante e arrecada quase 40% do que é produzido em nome da “justiça social”. Quem trabalha duro para criar riqueza e subir na vida não tem tempo para “salvar o planeta” ou construir “um mundo melhor”. Essas são as bandeiras da esquerda festiva, dos artistas que, do conforto de suas mansões, adoram detonar o capitalismo enquanto desfrutam de tudo de bom que só ele pode oferecer.

CONSTANTINO, Rodrigo

A situação é preocupante. Explicita a profunda ignorância do ensino “engajado” que controla a nossa educação. Nele se insiste na democratização do etéreo: a superioridade do socialismo “ideal” sobre o capitalismo “real”. Esconde-se, entretanto, a verdade empírica: a enorme superioridade do capitalismo “real” (com todos os seus problemas) sobre as calamidades humanas e materiais produzidas pelo socialismo “real”.

DELFIM NETO, Antônio

Fica claro que qualquer análise da ordem capitalista não deve tomar como ponto central nem o capital, nem os capitalistas, mas sim o empreendedor. […] Mas o Socialismo, […] vê no empreendedor alguém que é alheio ao processo de produção, de alguém cujo trabalho se resume à apropriação da mais-valia.

MISES, Ludwig von

As pessoas respondem a incentivos. Se produzem riqueza e não a recebem de volta, é difícil entender que tenham motivo para continuar nesse ciclo. Ao separar a produção da distribuição, necessariamente precisamos de um regime ditatorial que obrigue as pessoas a isso. […] Todos os países do mundo adotam essa abordagem. Basta observarmos a Coreia do Norte e Coreia do Sul. Quarenta anos após a divisão, vemos a Coreia do Sul, que optou pelo modelo capitalista, rica, enquanto a Coreia do Norte é pouco desenvolvida. Quando estabelecemos claramente quem produz e quem se apropria das riquezas, temos o crescimento de um mundo melhor, não apenas em termos econômicos, mas também em liberdade para a população. Basta observar que a Coreia do Sul optou pela democracia enquanto a Coreia do Norte escolheu o caminho da ditadura.

SACHSIDA, Adolfo

Sonho e realidade

Sonhar está ao alcance de todos. Mas nem todos são capazes de pegar os sonhos com as mãos e transformá-los em realidade.

ALMEIDA, Rômulo

Teoria X Prática

Um bom exemplo vale mil teorias.

FISCHER, Stanley

 Tributação/Reforma tributária

[…] o modelo tributário brasileiro é montado em práticas que não observam a capacidade econômica do contribuinte e nem identificam o patrimônio, os rendimentos e as atividades dos mesmos contribuintes. […] Cabe lembrar que nunca fez parte da cultura tributária brasileira cobrar tributos dos ricos; ao contrário, em termos relativos, os pobres é que sempre arcaram com uma participação mais significativa no bolo tributário. […] É necessário, portanto, encontrar um caminho que retire a responsabilidade das empresas pelo recolhimento do grosso dos tributos, que deveriam incidir, indiretamente, apenas nas operações com bens e serviços de baixa essencialidade, ficando a maior parte da arrecadação originada da tributação direta, alcançando as pessoas de elevada renda e/ou com expressivo patrimônio.

COSTA, Paulo Dantas da

Sempre que se cria um tributo, surgem formas de burlá-lo, mas a tecnologia torna cada vez mais difícil fazer isso.

KHAIR, Amir

Tributação progressiva não é só cobrar mais impostos dos ricos, mas também reduzir a taxação dos pobres.

PIKETTY, Thomas

Utilitarismo

As ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a promover o reverso da felicidade.

STUART MILL, John

Valor

Quando falamos que um artigo em uma época anterior tinha certo valor, queremos dizer que ele podia ser trocado por certa quantidade de algum outro bem. Essa é uma expressão que não pode ser aplicada ao se falar de um mesmo produto em duas épocas diferentes.

BAILEY, Samuel

Iscas para ir mais fundo no assunto

Referências e indicações bibliográficas

AGITAÇÃO. Revista do CIEE, nº 118, ano XVIII, julho/agosto de 2014.

APROPRIAÇÂO e distribuição da riqueza. Economistas, revista do Conselho Federal de Economia, ano VI, nº 17, agosto de 2015.

BAILEY, Samuel. A critical dissertation on the nature, measures, and causes of value (1825). Em ROBBINS, Lionel. Um ensaio sobre a natureza e a importância da Ciência Econômica. Tradução de Rogério Galindo. Revisão técnica de Pedro Garcia Duarte. São Paulo: Saraiva, 2012.

BARBIERI, Fabio. A economia do intervencionismo. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2013.

BARBOSA, Fernando de Holanda. 50 anos do Banco Central do Brasil. Conjuntura Econômica, volume 69, nº 04, abril de 2015, pp. 30-33.

BELTRÃO, Helio. O poder das ideias: a vida, a obra e as lições de Ludwig von Mises. Porto Alegre: IEE, 2010.

CONSTANTINO, Rodrigo. Esquerda caviar: a hipocrisia dos artistas e intelectuais progressistas no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: Record, 2013.

COSTA, Fernando Nogueira da. O Brasil do futuro. Rumos, ano 39, nº 278, novembro/dezembro de 2014, pp. 12-15.

COSTA, Paulo Dantas da. A reforma tributária que não será aprovada. Valor Econômico, 4, 5 e 6 de abril de 2015, p. A 12.

DALTRO, Ana Luíza. As pedras no caminho. Veja, 20 de agosto de 2014, pp. 80-81.

DELFIM NETTO, Antonio. Espetáculos indecentes. Valor Econômico, 18 de novembro de 2014, p. A 2.

_______________ Volta ao crescimento. Rumos, ano 39, nº 278, novembro/dezembro de 2014, p. 40.

_______________ Je suis grec, mais… Valor Econômico, 3 de fevereiro de 2015, p. A 2.

_______________ Dois anos. Rumos, ano 39, nº 280, março/abril de 2015, p. 37.

_______________ O panorama visto por Delfim. Veja, 17 de junho de 2015, p. 33.

DOWBOR, Ladislau. Entender a desigualdade: reflexões sobre o c Capital no século XXI. Em BAVA, Silvio Caccia (organizador). Thomas Piketty e o segredo dos ricos. São Paulo: Veneta; Le Monde Diplomatique Brasil, 2014, pp. 8-18.

DRÈZE, Jean e SEN, Amartya. Glória incerta: A Índia e suas contradições. Tradução de Ricardo Doninelli Mendes e Laila Coutinho. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

DRUMMOND, Aristóteles (Organizador). O homem mais lúcido do Brasil: as melhores frases de Roberto Campos. São Luís, MA: 2013.

FERRY, Luc. A inovação destruidora: Ensaio sobre a lógica das sociedades modernas. Tradução de Vera Lucia dos Reis. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

GADELHA, Igor. PNE é agenda importante de mudança. Fóruns Estadão Brasil Competitivo. O Estado de S. Paulo, 22 de agosto de 3014, p. H 2.

GALBRAITH, John Kenneth. Moeda: de onde veio, para onde foi. Tradução de Antonio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Pioneira, 1997.

GONÇALEZ, Claudio Adilson. Remédios amargos, porém inevitáveis. O Estado de S. Paulo, 2 de fevereiro de 2015, p. B 2.

GONÇALVES, Reinaldo. Concentração do capital e dominação financeira nos governos do PT. Jornal dos Economistas. Órgão Oficial do Corecon-RJ e Sindecon-RJ, nº 305, dezembro de 2014, pp. 9-10.

INFORMATIVO IRAE – Instituto Rômulo Almeida de Altos Estudos. Ano 01, nº 02, p. 06.

MACEDO, Roberto. E segue a crise… O Estado de S. Paulo, 2 de julho de 2015, p. A 2.

NAÍM, Moisés. Gols contra da superpotência. O Estado de S. Paulo, 11 de maio de 2015, p. A 9.

NÓBREGA, Maílson da. O acaso favorece quem se prepara. São Paulo: Saraiva, 2014.

_______________ Por uma revolução nas empresas estatais. Veja, 22 de abril de 2015, p. 24.

_______________Crise e mediocridade. Veja, 17 de junho de 2015, p. 20.

PILAGALLO, Oscar. A aventura do dinheiro: uma crônica da história milenar da moeda. São Paulo: Publifolha, 2009.

PACETE, Luiz Gustavo e FLACH, Natália. Milionários em polvorosa. Isto É Dinheiro, ano 17, nº 910, 8 de abril de 2015, pp. 67-69.

REID, Michael. O Brasil entre o arcaico e o moderno. Exame, 20 de agosto de 2014, pp. 116-123.

REIS, Ana Carla Fonseca. Economia criativa e cidades: reinvenção permanente. Rumos, Ano 39, Nº 279, Janeiro/Fevereiro de 2015, pp. 4-7.

_______________ Economia criativa – de termo charmoso a estratégia real de desenvolvimento. Jornal Notícias do Congresso Nacional, Ano IV, Nº 15, janeiro/fevereiro/março de 2015, p. 35.

SACHS, Jeffrey. ‘O mundo olha o Brasil com preocupação’. Entrevista a Jamil Chade. O Estado de S. Paulo, 19 de outubro de 2014, p. B 3.

SALGADO, Eduardo. Por que é tão desigual? Exame, 11 de junho de 2014, pp. 32-46.

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre a sua natureza e suas causas, com a introdução de Edwin Cannan. Apresentação de Winston Fritsh. Tradução de Luiz João Baraúna. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Economistas)

TREFAUT, Maria da Paz. A cultura na transformação das cidades. Valor Econômico, 3 de dezembro de 2014, p. D 4.

VALS PEREIRA, Lia Baker. Os ganhos do Rio de Janeiro. Conjuntura Econômica, volume 69, nº 04, abril de 2015, pp. 60-63.

VELLOSO, Raul. A inevitabilidade do novo ajuste fiscal. Economistas, Revista do Conselho Federal de Economia – COFECON, Ano V, Nº 15, Dezembro de 2014, pp. 17-20.

Referências e indicações webgráficas

DELFIM NETTO, Antonio. Economistas. Folha de S. Paulo, 8 de abril de 2015. Disponível em www1.folha.uol.com.br/colunas/…/2015/04/1613629-economistas.shtml.

HAYEK, Friedrich A. Arrogância fatal. Disponível em http://www.institutoliberal.org.br/blog/arrogancia-fatal/.

SALGADO, Eduardo. Debate sobre a formação ideal dos economistas pega fogo. Exame, XX de agosto de 2014. Disponível em http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1070/noticias/uma-briga-com-muita-economia.

 

Ver Todos os artigos de Luiz Alberto Machado