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Pronto, processo terminado! Todo o meu trabalho está feito e conferido, agora é só passar tudo para o chefe e ir embora. Não é uma saída para a casa, pois ainda é necessário ir para faculdade, mas o simples fato de terminar mais uma jornada, já dá um sentimento bom. Esse momento de satisfação, contudo, é quebrado quando o meu chefe me chama de volta e devolve o processo dizendo: “Está com erro, arrume!”.

Quase que instintivamente, uma pergunta salta de mim, em um misto de incredulidade e indignação: “Onde está o erro?”

Essa é a hora que, com uma crueldade quase sádica, meu chefe responde: “Você é quem errou, descubra o erro e arrume…”

É inacreditável a capacidade do meu chefe não se comprometer com os resultados. Ele não percebe que ao “esconder o erro”, fazendo joguinhos de adivinhação, apenas irá atrasar todo o processo? O que custa devolver o trabalho, apontando diretamente o problema? Certamente é muito mais simples e rápido para solucionar o erro. Fica claro que esse chefe precisa garantir sua autoridade e se aproveita de um erro simples para mostrar quem manda. Ele é antiquado e autoritário. Teve chefes ruins na vida e agora desconta em sua equipe. Ele não percebe que são novos tempos. Agora o chefe deve ser mais participativo, não pode ser autoritário. O que importa são os resultados e não esse jogo de poder.

Cada vez que isso acontece, eu odeio meu chefe!

Enquanto isso, na cabeça do chefe…

Novamente ele me entrega o trabalho sem perceber esse erro simples. Mesmo depois de ter explicado, ele ainda não consegue perceber. Creio que preciso usar uma nova estratégia. Desta vez, não irei mostrar o erro. Devolverei sem maiores explicações e exigirei dele, com mais rigor, a solução do problema, pois, na verdade, foi ele quem cometeu o erro.

Está na hora dele mesmo descobrir os próprios erros e saber lidar com isso. Ele não pode ficar dependente de mim. Afinal, ele tem talentos e precisa descobrir isso.

Espero que ele não fique com ódio…

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