Iscas Intelectuais
Brazilian Rhapsody
Brazilian Rhapsody
O pessoal da Chinchila fez uma paródia de Bohemian ...

Ver mais

O Guia do Anunciante em Podcasts
O Guia do Anunciante em Podcasts
O Guia do Anunciante em Podcasts traz informações ...

Ver mais

Bandidos Na TV
Bandidos Na TV
Assisti Bandidos Na Tv, nova série na NetFlix, que ...

Ver mais

1964 – O Brasil entre armas e livros
1964 – O Brasil entre armas e livros
Um documentário para ser visto como outro ângulo pelo ...

Ver mais

679 – Será que acordamos?
679 – Será que acordamos?
Adalberto Piotto apresenta o programa Cenário Econômico ...

Ver mais

678 – Dominando a Civilidade
678 – Dominando a Civilidade
Vivemos uma epidemia de incivilidade que ...

Ver mais

677 – Teorias da Conspiração
677 – Teorias da Conspiração
Vivemos numa sociedade assolada por grandes ...

Ver mais

676 – Homem na Lua 2
676 – Homem na Lua 2
Cinquenta anos atrás o homem pousou na Lua. Mas parece ...

Ver mais

LíderCast 166 – Juliana e Abbey Alabi
LíderCast 166 – Juliana e Abbey Alabi
O Abbey é um imigrante africano, que chegou ao Brasil ...

Ver mais

LíderCast 165 – Ícaro de Carvalho
LíderCast 165 – Ícaro de Carvalho
Um dos mais influentes profissionais de comunicação ...

Ver mais

LíderCast 164 – Artur Motta
LíderCast 164 – Artur Motta
Professor que fez transição de carreira e usa podcasts ...

Ver mais

LíderCast 163 – Amanda Sindman
LíderCast 163 – Amanda Sindman
Profissional de comunicação, jornalista e mulher trans. ...

Ver mais

Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Um bate papo entre Adalberto Piotto, Carlos Nepomuceno ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Resumo da Aula 2 do Curso On-line de Filosofia (COF)
Eduardo Ferrari
Resumos e Artigos
A segunda aula do COF, ministrada em 21 de março de 2009, teve a duração de 3h43min e foi resumida em menos de cinco minutos de leitura, com o objetivo de levar ao conhecimento do leitor uma ...

Ver mais

A quem interessa a divisão da sociedade?
Jota Fagner
Origens do Brasil
O atual estado de intolerância ao pensamento diferente, manifesto nas agressões que começam nas redes sociais e terminam em confrontos físicos no meio da rua, é o resultado de um processo de ...

Ver mais

TRIVIUM: CAPÍTULO 3 – MORFOLOGIA CATEGOREMÁTICA (parte 2)
Alexandre Gomes
Depois de listar todas as CATEGORIAS DE PALAVRAS, de acordo com a Gramática Geral irei tratar com mais calma de cada categoria. Seguindo a lista da lição anterior, vamos começar pelo grupo das ...

Ver mais

Simples assim
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Simples assim Excelência em Educação Dia 10 de agosto, compareci a um evento muitíssimo interessante. Estimulado pela chamada do convite eletrônico – Avanços na educação pública: o que podemos ...

Ver mais

Cafezinho 205 – Agrotóxicos – melhor seria não usar V
Cafezinho 205 – Agrotóxicos – melhor seria não usar V
O problema do agrotóxico no Brasil não é dos ...

Ver mais

Cafezinho 204 – Agrotóxicos – melhor seria não usar IV
Cafezinho 204 – Agrotóxicos – melhor seria não usar IV
Ainda existe hoje uma cultura, muito estimulada por ...

Ver mais

Cafezinho 203 – Agrotóxicos – melhor seria não usar III
Cafezinho 203 – Agrotóxicos – melhor seria não usar III
Quem é o idiota que quer deliberadamente envenenar seus ...

Ver mais

Cafezinho 202 – Agrotóxicos – melhor seria não usar II
Cafezinho 202 – Agrotóxicos – melhor seria não usar II
Se não bastassem as dificuldades para comprar, ...

Ver mais

E Marx tinha razão…

E Marx tinha razão…

Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Karl Marx (um dia se provará antepassado de Groucho), era um comediante não intencionado. Legou toda uma horda de comediantes sem graça, mas também algumas coisas aproveitáveis, como a frase sobre a História se repetir; uma vez como tragédia, e outra como farsa (trecho de O 18 Brumário de Luís Bonaparte). Se não conhecia o Brasil, ao menos deveria prever o espírito de seus seguidores – ele mesmo um parasita, abastecido pela mesada de Friedrich Engels (dizem não ser a única coisa que o outro alemão lhe fornecia), sem trabalhar e morando com todo o conforto em Londres, cidade que lhe serviu de palco, durante a revolução industrial, para estúpidas teses como a mais-valia e outras demências.

Eis que chega a hora de outra farsa. A nossa.

Até o mais avesso à História do Brasil já ouviu falar do grande Osvaldo Cruz, saneador do Rio de Janeiro (então capital federal) e de outras importantes cidades portuárias, como Santos. Não foi uma tarefa simples; em 1903, o presidente da República Rodrigues Alves deu-lhe carta branca para afastar a praga da Febre Amarela. Custasse o que custasse. Basicamente, limpando as cidades dos focos do mosquito transmissor. Mas a situação era pavorosa; a doença se alastrara, e as mortes multiplicavam-se. Navios estrangeiros evitavam nossos portos, apavorados com a peste.

Pra piorar a situ de Cruz, o povo se pelava de medo da vacina; mesmo sem whatsApp, os boatos cresciam exponencialmente à moda antiga, de boca em boca, por sobre os muros vizinhos, nas conversas de comadres: Quem fosse inoculado sofreria uma série de doenças, poderia até morrer. Enfim, nada muito diferente dos hoaxes atuais (e tem cada um… taspariu, como brasileiro é crédulo). A revolta foi tão grave, tão profunda, que o Exército foi chamado a conter a população insurgente, contrária à vacinação obrigatória (a charge da época, acima, é autoexplicativa); foi a Revolta da Vacina, em 1904. A ciência venceu a parada e, resolvida a pinimba, tá tranquilo, tá favorável, Cruz continuou seu trabalho em vastas regiões amazônicas. Pegou firme e pesado até 1909.

Os ingratos (e ignorantes) brasileiros quase levaram Cruz ao túmulo. Porém, o corajoso cientista não cedeu às pressões e boçalidades reinantes; venceu a Febre Amarela (e outras doenças), livrando o povo da praga, instituindo a vacinação obrigatória, fundando institutos de pesquisa e fábricas de vacinas. De quebra, recolocou o Brasil na rota da marinha mercante e no comércio mundial. Hoje, esse paulista é reconhecido como um dos grandes vultos da Pátria. Um herói de fato, admirado internacionalmente pelo trabalho magistral.

O nome do vetor, do transmissor da febre amarela, combatido por Cruz 110 anos atrás, é nosso conhecido: Mosquito Aedes Aegypti.

Pois é. O mosquito fragorosamente derrotado há mais de um século, à base de tecnologia primária – alicerçada com muito empenho, tenacidade, trabalho duro, honestidade – é o mesmo que hoje Dilma chama de “mosquita”. Bom, pra quem diz “presidenta”, nada a estranhar. Mas olha o Aedes de novo aí geeeeeente… mais de 100 anos passados, trazendo Zika, Dengue e baratos afins.

Marx estava certo (só nisso): A História se repete, e a farsa está aí, pra quem quiser ver (lulistas e milicianos-mortadela são imunes à razão). Dilma quer combater a “mosquita” com discurso, com palavrório. Fala em “guerra”, em união de brasileiros, como lemas de coesão. Coisa babaca, ridícula, anacrônica, calhorda, com cheiro do mesmo bolor dos anos em que abraçava o terrorismo em nome da cubanização do Brasil. A única coisa que essa sujeita quer é permanecer no poder, não importando o preço (literal ou não). E assim segue a coisa, com muito discurso e nenhum resultado. Enquanto isso, povo doente, hospitais lotados, sofrimento no varejo e no atacado. E nenhuma esperança racional.

Novamente citando Marx (ao contrário) e seu 18 Brumário, só uma Revolução pode salvar a Banânia, que desce a ladeira sem freios, na maior recessão dos últimos 25 anos e na maior demência dos últimos 100; mas uma Revolução Industrial, óbvio, tal e qual a da Inglaterra nos séculos XVIII e XIX. Porque o que essa gentinha denomina “revolução” só traz desemprego, miséria, picaretas cubanos, doença, desespero, falência, fome, corrupção, ódio, mentira, conversa mole. E Aedes. Como tragédia e como farsa.

 

Ver Todos os artigos de Fernando Lopes