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Cultura do curto prazo

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Tom Coelho - Sete Vidas -

“Os anos ensinam muitas coisas
que os dias jamais chegam a conhecer.”
(Ralph Waldo Emerson)

 

Um maço de cigarros, uma latinha de refrigerante, uns minutos a mais no celular. Pequenos gastos cotidianos de relevância nula em nosso orçamento pessoal. Por apresentarem baixo valor adicionado, são relegados à categoria das despesas fantasmas, que não controlamos e não contabilizamos.

Longe da pretensão de cultuar a privação aos pequenos prazeres e indulgências, o que nos chama a atenção é o caráter imediatista de nossa cultura, o desestímulo à poupança e a visão de curto prazo.

Estes pequenos dispêndios diários perfazem, ao final de um ano, valor suficiente para se realizar uma viagem, um curso de aprimoramento ou adquirir algum objeto de consumo desejado.

Ao analisarmos as oportunidades de trabalho em países como os Estados Unidos, observamos que o salário nominal ofertado é expresso em milhares de dólares por ano. Analogamente, o faturamento das empresas é informado sempre correspondendo ao ano fiscal anterior ou aos últimos 12 meses. As taxas de juros são apresentadas em um percentual ao ano. Enfim, tudo conspira em favor de uma consciência de longo prazo.

Quando você raciocina com base num período de um ano, fica palpável planejar ao menos outros cinco. Você educa seu cérebro a pensar em “pacotes de tempo” maiores. Isso simplifica a tarefa de imaginar e redigir metas, colocando-as em prática, elevando sua probabilidade de êxito. Por outro lado, quando adotamos um padrão de tempo diário ou mensal, planejamento passa a ser uma atividade inoportuna: o mero período de um ano transforma-se em longo prazo, distante e intangível.

O conceito de planejamento estratégico, seja na vida pessoal ou no mundo corporativo, guarda uma associação intrínseca entre as palavras negócio, missão, valores e visão.

Somos movidos por visões, ou seja, desejos e expectativas de onde e como queremos estar num futuro próximo ou distante. Mas uma visão só é exequível se alinhada com uma percepção adequada de seu negócio de atuação. Qual é o seu negócio? Qual o maior benefício esperado pelas pessoas naquilo que você se propõe a realizar? Uma companhia aérea, por exemplo, não vende passagens, serviço de bordo ou conforto. Ela vende tempo. Um professor não vende aulas, conhecimento ou expectativa de diploma. Ele vende educação.

Dotado de visão e de senso de propósito, você pode construir uma missão, sua própria razão de existência, tendo seus valores pessoais como norteadores de sua conduta. E, assim, planejar seu futuro, quebrando o paradigma do curto prazo, que nos amordaça, nos turva e nos apequena.

 

* Tom Coelho é educador, palestrante em gestão de pessoas e negócios, escritor com artigos publicados em 17 países e autor de nove livros. E-mail: [email protected] Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

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