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Waleska Farias - Iscas Liderança -

Imagino o quão produtivo seria se diante de um processo de contratação o candidato tivesse a oportunidade de responder de forma honesta à pergunta: “Você é vítima ou protagonista da sua trajetória profissional”?

Muitos de nós, inconscientes, vivemos na inércia sem perceber que em qualquer situação temos o poder de escolha. Portanto, ser vítima ou protagonista é decisão de cada um.

Muito tempo gasto em rotinas repetitivas e contínuas distante da percepção consciente constrói a condição de quem já não mais dá conta de seus próprios desejos de realização.

Aliás, cada vez mais nos tornamos especialistas em encontrar culpados para nossos insucessos. Tudo que dá errado é porque alguém não fez a sua parte ou então nos impediu de fazer a nossa. Outras vezes uma enorme falta de sorte insiste em nos vitimar, até que algo externo acontece e somos então obrigados a sair da zona de conforto e assumir responsabilidades.

Na velocidade exponencial com que as demandas e mudanças ocorrem a nossa volta, somos desafiados a deixar a posição passiva de vítima e atuar como protagonista dos nossos roteiros de ação. Interagir com eficiência e maturidade, ao invés de reagir, por julgar-se vítima das circunstâncias.

Quem será o culpado hoje? O destino, a falta de dinheiro? O pouco tempo? O trânsito? O chefe ou colega de trabalho? E surge sempre a justificativa clássica: “Algumas variáveis não conseguimos controlar” ou então “imprevistos acontecem”…

É essencial fazer o custo/benefício das nossas escolhas, ajustar os desvios e definir o norte para efetivação das conquistas. Só assim podemos nos dizer protagonistas e não vítimas da nossa realidade. Aliás, se não assumimos a parte que nos cabe naquilo que dá errado, também não é justo pretender ser responsável pelo sucesso das empreitadas.

É fato que nem sempre podemos prever todas as variáveis, mas diante delas, certamente podemos decidir como agir. Escolher fazer parte do grupo dos que sempre “esperam acontecer” ou dos que “fazem acontecer” é uma decisão pessoal e intransferível de cada um.

Pensar nisso nos permite decidir ser o cavalo ou cavaleiro. A força nem sempre vem do sucesso, mas do prazer de superar as dificuldades e construir nossas conquistas. A decisão é sempre nossa. Acredite!

 

Waleska Farias.
Coaching, Gestão de Carreira e Imagem.

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