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TRIVIUM CAP.2 – FORMA DA LINGUAGEM (parte 3)

TRIVIUM CAP.2 – FORMA DA LINGUAGEM (parte 3)

Alexandre Gomes -

Pois bem, no texto anterior eu falei sobre a MATÉRIA da palavra – lembra? Que a matéria da linguagem é o seu corpo (SOM); ou seja, palavras. Também falei sobre a FORMA da linguagem, que é a sua ALMA. Ou melhor, seu significado. Portanto, as palavras podem significar tanto INDIVÍDUOS quanto ESSÊNCIAS.

Qual a diferença, então? (entre indivíduo e essência)

INDIVÍDUO é qualquer ser físico que exista. E por físico, digo algo que tenha substância, matéria. Que você possa tocar. Logo, todo ser material que exista (ou tenha existido) é um INDIVÍDUO. Pois esse ser É ELE MESMO E NÃO OUTRO. Se a coisa que vejo é uma pedra, logo não é uma calopsita; que também não pode ser… o Pablo Vittar! – que é outro individuo por si só, diferente de qualquer outro ser.

ESSÊNCIA é aquilo que faz o ENTE (indivíduo) ser o que é, e sem o qual não seria o TIPO que é. Perceba, ESSÊNCIA é aquilo que torna um indivíduo SEMELHANTE aos outros de sua classe. Algo como: tanto um abacateiro como um coqueiro são árvores porque têm raiz, caule e folhas. João e Augusto são homens porque ambos têm o cromossomo Y. Note que há um (ou um conjunto de) elemento comum que agrupa indivíduos distintos, mesmo havendo diferenças evidentes entre eles.

Em resumo, ESSÊNCIA é o conceito abstrato que agrupa INDIVÍDUOS em uma CLASSE.

Já INDIVÍDUO é o ser MATERIAL (e por isso único) que o diferencia de outros indivíduos de sua CLASSE ou ESPÉCIE.

GÊNERO, no caso, é a ampliação da ideia abstrata de ESPÉCIE (ou CLASSE). Ou seja, quando existe um elemento ABSTRATO (essência) comum a duas ou mais espécies, temos um GÊNERO. Exemplo: ANIMAL é um gênero que junta o homem, o cavalo, o peixe e até o caramujo!

Porém, não pode fazer parte do gênero animal um pé de tamarindo, por mais que se goste da fruta.

O caráter ABSTRATO do conceito Gênero é tal, que é IMPOSSÍVEL pintar um retrato de “animal”. Muito menos um quadro de um TIPO ou ESPÉCIE (o mesmo pode ser dito de uma ideia abstrata em si). Por exemplo, ninguém desenha a CLASSE cachorro, o que é possível é desenhar um cão individual: o Scooby-doo, por exemplo. E quando disse antes que não é possível desenhar/pintar uma ideia abstrata em si é por que não existe um símbolo universal que represente o medo. O que temos, no máximo, é a expressão facial de pavor, comum em todos os homens – olhos arregalados, sobrancelhas levantadas e boca aberta.

Notou que para representar uma ideia abstrata, necessitamos de um indivíduo material para exibir um SENTIMENTO? E que essa comunicação foi UNIVERSAL, algo como um SIGNO NATURAL (lembra da lição anterior sobre fumaça ser um sinal natural para fogo?). Ah, importante! Não confunda indivíduo com pessoa, certo? Estamos tratando de ENTES, então um indivíduo pode ser tanto um ser humano, um animal ou um objeto (ou coisa).

Voltando ao tema de hoje… você percebeu que usei várias vezes expressões como “agrupar” e “juntar”? Contudo, tenha muito cuidado para não confundir AGREGADO – que é um ajuntamento aleatório de indivíduos, com ESPÉCIE ou GÊNERO. Para esses dois últimos, é necessário haver um elemento essencial que une tais indivíduos. Já um AGREGADO, é apenas um amontoado, ou segmentação, de algo – ou seja, algo como o conjunto de objetos em uma sala de estar (poltrona, mesa de centro, tapete, abajur, televisor).

Perceba, o termo “mulheres do século XIX” pode parecer uma espécie, mas é só um AGRUPAMENTO! Pois exclui as mulheres de todos os outros séculos! (passados e futuros).

ESPÉCIES ou GÊNEROS SEMPRE significam uma ESSÊNCIA que inclui todos os indivíduos sem distinção de tempo e espaço.

Concluindo os termos deste trecho estudado hoje:

Essência: é o que faz um ENTE ser o que É.

Espécie: é uma CLASSE composta por ENTES (indivíduos) que têm em comum a mesma ESSÊNCIA ESPECÍFICA.

Gênero: é uma CLASSE MAIS AMPLA, composta por duas ou mais espécies DIFERENTES, mas que mesmo assim compartilham uma ESSÊNCIA ESPECÍFICA COMUM.

Agregado: é um grupo que consiste de dois ou mais INDIVÍDUOS, arbitrariamente colocados juntos, sem que haja uma ESSÊNCIA ESPECÍFICA COMUM.

Alguns exemplos pra fixar:

  1. O conjunto árvore e tartaruga pode ser chamado de “seres vivos” [Gênero], mesmo o primeiro item sendo da ESPÉCIE vegetal e o segundo da ESPÉCIE animal;
  2. O conjunto Pablo Vittar e um relógio quebrado é apenas um Agregado de ENTES (INDIVÍDUOS) sem essência específica comum. O cantor é só um humano, e o relógio quebrado um objeto mecânico inanimado que não funciona. É quase impossível encontrar uma característica que os una. Eu poderia forçar a barra e apontar a amplíssima classe dos entes sólidos, para finalmente agrupar Vittar e um relógio quebrado no mesmo GÊNERO.

E eu não vou entrar na discussão da utilidade de um Pablo Vittar ou de um relógio quebrado. Todos sabemos que um relógio quebrado está certo duas vezes por dia!

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