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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

                          Há 15 anos, o então governador Orestes Quercia conseguiu um fato inédito: Quebrou o Banespa (Banco do Estado de São Paulo) através de todas as falcatruas possíveis, tais como as famigeradas ARO – Antecipação de Receita Orçamentária. Desviava dinheiro através do famigerado Baneser, entupindo os envolvidos, com milhões dos cofres públicos; seja através de empréstimos fraudulentos, seja desvio puro e simples. O quê fizeram, à época, sindicatos e entidades representativas em defesa do Banespa? Nada.

                          Em 1991 Fleury, amigão e sucessor de Quercia, assumiu o governo de São Paulo. A frase ficou famosa: “Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor”. Era a pura verdade; o Banespa estava na lona por pura corrupção, que continuou por mais quatro anos, nas mãos do super amigo quercista. O quê fizeram sindicatos e entidades? Nada.

                          Em 1996 Mário Covas, eleito governador, disse em público o que todos sabiam no particular: O Banespa estava quebrado e não havia dinheiro público que o salvasse. E mesmo havendo, seria um desperdício inaceitável. A única solução seria a venda do banco, paraestatal. O quê fizeram sindicatos e entidades em “defesa” do banco? Urraram de ódio, fizeram greves e passeatas, pondo a culpa toda em Covas, acusando-o de louco, ladrão, o diabo. Muito interessante.

                          Em 2005 começou a brotar o escândalo nos Correios; aparelhado até o talo pelo maldito lulismo, a maior (em dimensão) e melhor empresa pública do Brasil estava corroída pela corrupção. O plano era aparelhar com amiguinhos os altos escalões e desviar todo o dinheiro possível para as esbórnias ideológico-bolivarianas e os bolsos dos amigos do rei Menas I – que se afirmam comunistas mas gostam mesmo é de caviar e férias em Paris. O que fizeram os sindicatos, entidades e etc em defesa dos Correios? Nada.

                          A coisa piorou muito. O aparelhamento bolivariano-afanador-marxista decidiu que o fundo de pensão dos funcionários, o Postalis, deveria investir em papéis venezuelanos e argentinos, todos (papéis e países) sem lastro, à beira da falência; uma insanidade inaceitável. Tais papéis evidentemente deram um tremendo prejuízo, afundando o Postalis. O Quê fizeram sindicatos e entidades fidelistas-marxistas-guevaristas-lulistas? Nada.

                          Agora o fundo de pensão está em déficit gigantesco, e os funcionários terão de pagar pelo rombo do próprio bolso. Quê fizeram sindicatos e entidades sem-terristas-cubanistas-stalinistas? Babam de ódio e dizem que o “governo” (ahn?!) tem de pagar a conta, jogando a culpa em alguém que não sabem dizer quem é. E como se o “governo” (que eles apóiam com unhas vermelhas e dentes idem) fosse uma entidade etérea, onde plantando moedinhas se colhem cédulas, e não um mero recolhedor de impostos… NOSSO dinheiro.

                          Na Petrobrás foi a mesma coisa, com o Petrolão. Durante todos os anos do lulismo e de sua fantocha, os bolivarianos tupiniquins encheram bolsos, cuecas, bancos estrangeiros, ditaduras, com dinheiro público. E quê fizeram sindicatos, associações grevistas-chavistas-passeatistas-gramcistas e etc? Nada.

                          Agora, com a outrora riquíssima Petrobrás no chão, desfeita a ilusão imbecil do Pré-Sal, o petróleo em queda no mundo inteiro (menos no Brasil, com a gasolina mais cara do mundo, e de péssima qualidade)… que fazem os sindicatos e entidades lulistas-guevaristas-ilusionistas-fidelistas de sempre? Jogam a culpa na crise internacional (só rindo pra não chorar) e na oposição. Inacreditável.

                          Nesses exemplos, o que sobressai é de uma simplicidade acaciana: O brasileiro não se importa em ser roubado… desde que não atinja – diretamente – o seu bolso. O mais engraçado é que o lulismo, filhote bastardo e arrivista do chavismo, diz defender a coletividade. Impressionante. Eles privatizam o lucro e socializam o prejuízo. E o brasileiro acha natural – ao menos os que têm a mente obnubilada pela névoa vermelha ou as cuecas forradas com as verdinhas do Tio Sam. Aliás… já notaram como lulista diz odiar os EUA, mas a-d-o-r-a dólares?

                          Essa cegueira, essa estupidez encomendada se restringe à sociopatia lulista? Não mesmo. Observemos o exemplo dos motoqueiros.

                          Diariamente, motoqueiros do Brasil todo se entregam a uma imprudência praticamente suicida em ruas e estradas; circulam entre os carros, sobem em calçadas, invadem preferenciais, rodam grudados uns nos outros e nos automóveis, mudam de faixa sem sinalizar, cortam a frente de qualquer um, enfim: desafiam impunemente todo o Código de Trânsito. O que dizem os sindicatos e entidades do ramo? Nada.

                          Resultado: Uma infinidade de feridos e mortos nessa guerra civil sobre duas rodas; o seguro obrigatório indeniza aleijados, viúvas e, como a matemática ainda não foi revogada pelo lulismo, essas indenizações se multiplicam e o preço do seguro aumenta, óbvio. Quê fazem sindicatos e etc? Exigem um trânsito decente e motoqueiros minimamente preparados? Não. Exigem que alguém (jamais eles) pague a conta dessa insanidade, ou que se baixe o custo do seguro na marra. Coisa de doido.

                          Basicamente, é como encher os cornos de cachaça querendo ficar sóbrio e depois culpar o dono do alambique pela ressaca fenomenal. Sem pagar a conta do boteco, claro.

                          É isso. O Brasil é um país de moral coletiva bêbada.

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