Iscas Intelectuais
O Guia do Anunciante em Podcasts
O Guia do Anunciante em Podcasts
O Guia do Anunciante em Podcasts traz informações ...

Ver mais

Bandidos Na TV
Bandidos Na TV
Assisti Bandidos Na Tv, nova série na NetFlix, que ...

Ver mais

1964 – O Brasil entre armas e livros
1964 – O Brasil entre armas e livros
Um documentário para ser visto como outro ângulo pelo ...

Ver mais

Os Podcasts Café Brasil Musicais
Os Podcasts Café Brasil Musicais
Música é uma de nossas grandes paixões, por isso de ...

Ver mais

674 – Balde de Caranguejos
674 – Balde de Caranguejos
O termo “mentalidade de caranguejo” é utilizado em ...

Ver mais

673 – LíderCast 12
673 – LíderCast 12
Mais uma temporada do LíderCast, agora é a 12. Mais um ...

Ver mais

672 – A mão invisível do mercado
672 – A mão invisível do mercado
Você certamente já ouviu falar de livre mercado, aquele ...

Ver mais

Café Brasil 671 – Antifrágil
Café Brasil 671 – Antifrágil
Um dos livros sumarizados no Café Brasil Premium foi o ...

Ver mais

LíderCast 161 – Murilo Gun
LíderCast 161 – Murilo Gun
Criador, inovador, pensador, provocador. Uma figura ...

Ver mais

LíderCast 160 – Parker Treacy
LíderCast 160 – Parker Treacy
Norte americano do setor automotivo ­financeiro, ...

Ver mais

LíderCast 159 – Paulo Ganime
LíderCast 159 – Paulo Ganime
Jovem deputado federal pelo partido Novo, engenheiro e ...

Ver mais

LíderCast 158 – Georgios Frangulis
LíderCast 158 – Georgios Frangulis
Fundador e CEO da Oakberry Açaí Bows, que está ...

Ver mais

Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Um bate papo entre Adalberto Piotto, Carlos Nepomuceno ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Resumos das aulas do COF e temas diversos
Eduardo Ferrari
Resumos de aulas do COF
Bom dia, Boa Tarde, Boa noite! Vida longa ao Café Brasil e à Confraria! Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao Luciano Pires pelo espaço e a oportunidade de publicar alguns dos meus resumos. ...

Ver mais

Não se sai do campo de concentração de ônibus com ar condicionado….
Carlos Nepomuceno
LIVE COMPLETA.

Ver mais

Velhos amigos
Chiquinho Rodrigues
Como é que pôde um simples pedaço de pau, preso em seis cordas, mexer tanto  com a vida de uma pessoa?

Ver mais

A análise do discurso histórico do Paulo Guedes na XP
Carlos Nepomuceno
LIVE COMPLETA: https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157462927933631

Ver mais

Cafezinho 195 – No mundo da lua
Cafezinho 195 – No mundo da lua
Colocar o homem na lua custou mais de 20 bilhões de ...

Ver mais

Cafezinho 194 – O banco
Cafezinho 194 – O banco
E aquele monte de dinheiro à minha disposição? Esqueça. ...

Ver mais

Cafezinho 193 – A zona do equilíbrio
Cafezinho 193 – A zona do equilíbrio
Quer saber? Antes de ser do meretrício, as zonas eram ...

Ver mais

Cafezinho 192 – A arte de comer picanha
Cafezinho 192 – A arte de comer picanha
Antes de dizer “não comi e não gostei” ou “não leio ...

Ver mais

Cabeça de brasileiro

Cabeça de brasileiro

Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

                          Há 15 anos, o então governador Orestes Quercia conseguiu um fato inédito: Quebrou o Banespa (Banco do Estado de São Paulo) através de todas as falcatruas possíveis, tais como as famigeradas ARO – Antecipação de Receita Orçamentária. Desviava dinheiro através do famigerado Baneser, entupindo os envolvidos, com milhões dos cofres públicos; seja através de empréstimos fraudulentos, seja desvio puro e simples. O quê fizeram, à época, sindicatos e entidades representativas em defesa do Banespa? Nada.

                          Em 1991 Fleury, amigão e sucessor de Quercia, assumiu o governo de São Paulo. A frase ficou famosa: “Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor”. Era a pura verdade; o Banespa estava na lona por pura corrupção, que continuou por mais quatro anos, nas mãos do super amigo quercista. O quê fizeram sindicatos e entidades? Nada.

                          Em 1996 Mário Covas, eleito governador, disse em público o que todos sabiam no particular: O Banespa estava quebrado e não havia dinheiro público que o salvasse. E mesmo havendo, seria um desperdício inaceitável. A única solução seria a venda do banco, paraestatal. O quê fizeram sindicatos e entidades em “defesa” do banco? Urraram de ódio, fizeram greves e passeatas, pondo a culpa toda em Covas, acusando-o de louco, ladrão, o diabo. Muito interessante.

                          Em 2005 começou a brotar o escândalo nos Correios; aparelhado até o talo pelo maldito lulismo, a maior (em dimensão) e melhor empresa pública do Brasil estava corroída pela corrupção. O plano era aparelhar com amiguinhos os altos escalões e desviar todo o dinheiro possível para as esbórnias ideológico-bolivarianas e os bolsos dos amigos do rei Menas I – que se afirmam comunistas mas gostam mesmo é de caviar e férias em Paris. O que fizeram os sindicatos, entidades e etc em defesa dos Correios? Nada.

                          A coisa piorou muito. O aparelhamento bolivariano-afanador-marxista decidiu que o fundo de pensão dos funcionários, o Postalis, deveria investir em papéis venezuelanos e argentinos, todos (papéis e países) sem lastro, à beira da falência; uma insanidade inaceitável. Tais papéis evidentemente deram um tremendo prejuízo, afundando o Postalis. O Quê fizeram sindicatos e entidades fidelistas-marxistas-guevaristas-lulistas? Nada.

                          Agora o fundo de pensão está em déficit gigantesco, e os funcionários terão de pagar pelo rombo do próprio bolso. Quê fizeram sindicatos e entidades sem-terristas-cubanistas-stalinistas? Babam de ódio e dizem que o “governo” (ahn?!) tem de pagar a conta, jogando a culpa em alguém que não sabem dizer quem é. E como se o “governo” (que eles apóiam com unhas vermelhas e dentes idem) fosse uma entidade etérea, onde plantando moedinhas se colhem cédulas, e não um mero recolhedor de impostos… NOSSO dinheiro.

                          Na Petrobrás foi a mesma coisa, com o Petrolão. Durante todos os anos do lulismo e de sua fantocha, os bolivarianos tupiniquins encheram bolsos, cuecas, bancos estrangeiros, ditaduras, com dinheiro público. E quê fizeram sindicatos, associações grevistas-chavistas-passeatistas-gramcistas e etc? Nada.

                          Agora, com a outrora riquíssima Petrobrás no chão, desfeita a ilusão imbecil do Pré-Sal, o petróleo em queda no mundo inteiro (menos no Brasil, com a gasolina mais cara do mundo, e de péssima qualidade)… que fazem os sindicatos e entidades lulistas-guevaristas-ilusionistas-fidelistas de sempre? Jogam a culpa na crise internacional (só rindo pra não chorar) e na oposição. Inacreditável.

                          Nesses exemplos, o que sobressai é de uma simplicidade acaciana: O brasileiro não se importa em ser roubado… desde que não atinja – diretamente – o seu bolso. O mais engraçado é que o lulismo, filhote bastardo e arrivista do chavismo, diz defender a coletividade. Impressionante. Eles privatizam o lucro e socializam o prejuízo. E o brasileiro acha natural – ao menos os que têm a mente obnubilada pela névoa vermelha ou as cuecas forradas com as verdinhas do Tio Sam. Aliás… já notaram como lulista diz odiar os EUA, mas a-d-o-r-a dólares?

                          Essa cegueira, essa estupidez encomendada se restringe à sociopatia lulista? Não mesmo. Observemos o exemplo dos motoqueiros.

                          Diariamente, motoqueiros do Brasil todo se entregam a uma imprudência praticamente suicida em ruas e estradas; circulam entre os carros, sobem em calçadas, invadem preferenciais, rodam grudados uns nos outros e nos automóveis, mudam de faixa sem sinalizar, cortam a frente de qualquer um, enfim: desafiam impunemente todo o Código de Trânsito. O que dizem os sindicatos e entidades do ramo? Nada.

                          Resultado: Uma infinidade de feridos e mortos nessa guerra civil sobre duas rodas; o seguro obrigatório indeniza aleijados, viúvas e, como a matemática ainda não foi revogada pelo lulismo, essas indenizações se multiplicam e o preço do seguro aumenta, óbvio. Quê fazem sindicatos e etc? Exigem um trânsito decente e motoqueiros minimamente preparados? Não. Exigem que alguém (jamais eles) pague a conta dessa insanidade, ou que se baixe o custo do seguro na marra. Coisa de doido.

                          Basicamente, é como encher os cornos de cachaça querendo ficar sóbrio e depois culpar o dono do alambique pela ressaca fenomenal. Sem pagar a conta do boteco, claro.

                          É isso. O Brasil é um país de moral coletiva bêbada.

Ver Todos os artigos de Fernando Lopes