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Bate o pé, arrebita, arrebita

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Já pregava o filósofo do cotidiano, Homer Simpson: “A culpa é minha e ponho ela em quem eu quiser!” Sábias, tais palavras realmente não são… Mas, extremamente reveladoras do pensamento inerente ao safado que foge às responsabilidades culpando o incauto mais à mão.

Dessa prática, Lula é recorrente. Nunca um sujeito lançou tanto esse argumento podre, pós-doutorado em tirar o corpo fora. Lula não se corrige; motivo de riso (antigamente) e de desprezo (atualmente) em todo o mundo evoluído, parece não se dar conta da plena estupidez exibida em seus surtos de demência – ou embriaguez total, sabe-se lá. A gama é variada; da ocasião na qual disse que Napoleão esteve na China várias vezes, passando pela explicação de que a poluição não seria problema se a Terra fosse quadrada, ou afirmando que a Bolívia não faz fronteira com o Brasil, até a novidade de que o Atlântico separa EUA e nosso País. Melhor nem comentar sua imbecilidade no plano econômico.

Mas o duende inova, e junta sua ignorância à mania de culpar os outros pela própria desídia: Noutro arroubo dialético, zurrado em Madri na última sexta (dia 11), debitou aos portugueses a desgraça da Educação brazuca. Para o sujeitinho, nosso ensino sofrível é culpa dos portugas, que teriam demorado a instalar aqui a 1ª universidade; de acordo com as informações fornecidas por seu cérebro baleado pelo álcool e pelo esquerdismo caviar, só em 1922 teríamos inaugurado a primeira. Pelas barbas de Heródoto, quanta asneira!

O governo luso ainda não se pronunciou, mas a imprensa e a mídia de lá caíram de pau, sem dó; dançaram um fado na cabeça do ignorante. Informativos como Observador e Diário de Notícias, entre outros, tanto quanto jornais e redes sociais, brincaram de Roberto Leal na apodrecida moral desse morto vivo político, que só espera a visita do japonês da Polícia Federal pra deitar pra sempre.

A ironia (sempre há uma!) é que foram justamente os portugas que ofertaram ao apedeuta seu primeiro título honoris causa, mesmo sem haver causa – muito menos honra. Castigo? Talvez. É o preço que se paga por afagar o ego monstruoso de quem deveria discursar apenas em reunião no pátio da cadeia durante o banho de sol.

E pior: Tudo isso saindo da boca de esgoto de um sujeitinho que não apenas se julgava merecedor, mas alardeava que seria eleito secretário geral da ONU e merecia o Nobel da Paz; chegou a prometer a solução para o conflito no Oriente Médio apenas com suas arengas de estupidez abissal. Delírios de egolatria espantosa até mesmo para ele.

Três dias depois do escândalo e de muita indignação pelo mundo, Lula se acadelou: “Fui mal interpretado.” É tão ignorante quanto covarde. Não entra em bola dividida e tem um discurso pra cada plateia… Embora às vezes erre o discurso da plateia. Deve ser a marvada.

Resumindo: Nossos primos portugas não têm culpa da falência de nossa educação; têm, e muita, em dar ouvidos a esse sujeitinho, adulando-o no passado. Porém, considerando as atuais investigações da polícia portuguesa, a redenção desse pecadilho está tão próxima quanto a publicidade das ligações espúrias entre Lula e seu amigo e comparsa (hoje presidiário) lisboeta, o ex-premiê português José Sócrates. Em lugar de cátedras, podem oferecer a ambos uma cela contígua, a embalar suas tertúlias penitenciárias; vão concluir que a culpa de nosso naufrágio econômico é dos fenícios, vikings ou dos hititas. A mamulenga concorda, “diuturna e noturnamente”. Bate o pé, arrebita.

***

Falando na mamulenga Dilma e sua “nova matriz econômica”, espelhada na nossa desgraça econômica e na falência venezuelana, basta esse trecho de Roberto Campos:

No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros… – Segundo Marx, para acabar com os males do mundo, bastava distribuir. Foi fatal. Os socialistas nunca mais entenderam a escassez. – Os socialistas, e em especial os marxistas, sempre pensaram que existia um estado natural de abundância. Nada mais simples, portanto, que a economia de Robin Hood: tirar dos ricos para dar aos pobres. – Os esquerdistas, contumazes idólatras do fracasso, recusam-se a admitir que as riquezas são criadas pela diligência dos indivíduos, e não pela clarividência do Estado.”

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