Iscas Intelectuais
Democracia, Tolerância e Censura
Democracia, Tolerância e Censura
O que distingue uma democracia de uma ditadura é a ...

Ver mais

O dia seguinte
O dia seguinte
Com o aumento considerável do mercado de palestrantes ...

Ver mais

Fact Check? Procure o viés.
Fact Check? Procure o viés.
Investigar o que é verdade e o que é mentira - com base ...

Ver mais

O impacto das mídias sociais nas eleições
O impacto das mídias sociais nas eleições
Baixe a pesquisa da IdeiaBigdata que mostra o impacto ...

Ver mais

631 – O valor de seu voto – Revisitado
631 – O valor de seu voto – Revisitado
Mais discussão de ano de eleição: afinal o que é o ...

Ver mais

630 – Outra Guerreira – Simone Mozilli
630 – Outra Guerreira – Simone Mozilli
Este é outro Café Brasil que reproduz na íntegra um ...

Ver mais

629 – Gramsci e os Cadernos do Cárcere
629 – Gramsci e os Cadernos do Cárcere
Essa aparente doideira que aí está não é doideira. É ...

Ver mais

628 – O olhar de pânico
628 – O olhar de pânico
Aí você para, cansado, desmotivado, olha em volta e se ...

Ver mais

LíderCast 125 – João Amoêdo
LíderCast 125 – João Amoêdo
Decidimos antecipar o LíderCast com o João Amoêdo ...

Ver mais

LíderCast 124 – Sidnei Alcântara Oliveira
LíderCast 124 – Sidnei Alcântara Oliveira
Segunda participação no LíderCast, com uma história que ...

Ver mais

LíderCast 123 – Augusto Pinto
LíderCast 123 – Augusto Pinto
Empreendedor com uma história sensacional de quem ...

Ver mais

LíderCast 122 – Simone Mozzilli
LíderCast 122 – Simone Mozzilli
Uma empreendedora da área de comunicação, que descobre ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Júlio de Mesquita Filho e a contrarrevolução cultural
Jota Fagner
Origens do Brasil
A ideia de concentração hegemônica não é exclusividade de Gramsci, outros autores de diferentes espectros ideológicos propuseram caminhos parecidos. Júlio de Mesquita Filho é um deles É preciso ...

Ver mais

Imagine uma facada diferente
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Imagine Fernando Haddad sendo vítima de uma tentativa de assassinato. Por um ex-militante do DEM ou do PSL, no mesmo dia em que Bolsonaro quase morreu pelas mãos de um ex-PSOL. Primeiramente, os ...

Ver mais

Uma discussão sobre inteligência artificial na educação
Mauro Segura
Transformação
Uma discussão sobre os benefícios que as novas tecnologias podem trazer para a educação brasileira. Mas será que estamos preparados para isso?

Ver mais

A burocracia e a Ignorância Artificial
Henrique Szklo
O Estado brasileiro, desde 1500, tem se esmerado em atravancar qualquer mecanismo da administração pública com um emaranhado de processos burocráticos de alta complexidade, difícil interpretação ...

Ver mais

Cafezinho 107 – O voto proporcional
Cafezinho 107 – O voto proporcional
Seu voto, antes de ir para um candidato, vai para um ...

Ver mais

Cafezinho 106 – Sobre fake news
Cafezinho 106 – Sobre fake news
Fake News são como ervas daninhas, não se combate ...

Ver mais

Cafezinho 105 – Quem categoriza?
Cafezinho 105 – Quem categoriza?
Quem define e categoriza o que será medido pode ...

Ver mais

Cafezinho 104 – A greta
Cafezinho 104 – A greta
Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro.

Ver mais

Ainda dá para salvar

Ainda dá para salvar

Paulo Rabello de Castro - Iscas BrasilEficiente -

Com perspectiva de novo mergulho do PIB em 2016,a economia brasileira percorre uma rota suicida que equivalerá a um recuo de quase 10%  do poder de compra médio,do início de 2015 até o fim deste ano. O impacto será mais sentido no curso deste ano pois a renda do brasileiro deixou de ser recomposta pelos empregadores. Aliás, mais de um milhão e meio de pessoas perdeu seus empregos em 2015, o que equivale a dizer que terão reajuste zero e salário nenhum. A onda de desemprego terá seu efeito social danoso acentuada pela inflação resistente à baixa,por causa de um novo cenário externo que já não mais promove os produtos brasileiros de exportação,deixando produtores de       commodities minerais e agrícolas em condição financeira fragilizada.

Com menos receitas de exportação, temos mais desvalorização do real e mais repasses da perda cambial para os preços internos. Fica todo mundo mais pobre. Por esse conjunto de motivos, não adianta soprar o foguinho do consumo,como pretende o patético governo de Dilma Rousseff, ao anunciar um número vazio de R$ 83 bilhões para “ativar o consumo” quando todos os demais fatores na equação de decisão do consumidor apontam para ficarmos longe das compras e, muito mais,das financeiras e bancos. Parece que 2016 está mesmo perdido.

Mas ainda teria jeito num novo contexto,de verdadeira e decidida reengenharia do Estado. Dilma, que costuma confundir o mosquito com o vírus, não percebeu nada do que está acontecendo. O governo, no Brasil, não é a cura dos males; ele se transformou na doença. É um governo que cria mosquito de dia para soltar em cima de nós à noite. Por isso, a palavra reengenharia é palavrão para o governo acostumado a sugar e a tomar. Além do mais, na arrogância de quem ignora quase tudo, a presidente é obrigada por seus companheiros de partido a martelar a tese diabólica de que “está tudo bem,até aqui…”. É como o sujeito que já caiu da janela mas grita que está tudo OK ao passar pela janela do quinto andar. Noutro arroubo de rematada cegueira, Dilma culpou, esta semana,o resto das economias da região pelo desastre brasileiro ao afirmar o absurdo de que o Brasil só vai retomar sua capacidade de crescer se for junto com os demais países da América Latina(?!). Seria,afinal,uma referência a que países da região?. Os que ela não apoia em matéria econômica são os que cresceram mais de 3% em 2015. Até a Bolívia foi bem. Quem derrubou a região no ano passado foi a tríade vodu, que acredita em feitiçaria como política de governo. É o Brasil é quem liderou essa tríade, agora abandonada pela Argentina pois o povo deu um basta à estupidez na gestão pública. O desastre só continuará se a cegueira persistir no nosso País, ou melhor, em Brasília. Governadores e prefeitos, em sua esmagadora maioria, se esforçam para colocar as contas em dia e ficar mais eficientes. Mas a máquina de rasgar dinheiro em Brasília continua ligada a todo vapor, eliminando a vantagem do esforço coletivo. Se for aprovada a CPMF, podemos todos jogar a toalha. O resto do fôlego da economia produtiva será suprimido. Agora é rezar que a agonia passe logo e que a sorte nos ajude. Num outro ambiente político, será possível recomeçar e reconstruir a partir das ruínas da destruição perpetrada. O povo está mais do que preparado para dar respostas de apoio. Nem é preciso grande sacrifício extra para consertar o estrago. O grande sacrifício será, sim, o fato de continuarmos a assistir, inertes, à pulverização da riqueza nacional.

Ver Todos os artigos de Paulo Rabello de Castro