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A Quarta Revolução Industrial em pleno século XXI

A Quarta Revolução Industrial em pleno século XXI

Luiz Alberto Machado - Iscas Econômicas -

A Quarta Revolução Industrial em pleno século XXI[1]

 “Não se fazem mais futuros como antigamente”.

Paul Valéry

 Considerações iniciais

Segundo o fundador e CEO do World Economic Forum (Fórum Econômico Mundial – FEM), na Suíça, e autor do livro A Quarta Revolução Industrial, o engenheiro e economista alemão Klaus Martin Schwab (2016, p. 16), “(…) hoje estamos no início de uma quarta revolução industrial. Ela teve início na virada do século e baseia-se na revolução digital. É caracterizada por uma internet mais ubíqua e móvel, por sensores menores e mais poderosos que se tornaram mais baratos e pela inteligência artificial e aprendizagem automática”.

Klaus Schwab em Davos

Este artigo tem como objetivo principal realizar uma breve análise da trajetória das quatro revoluções tecnológicas ou quatro revoluções industriais, cuja síntese pode ser vista no quadro 1 mais adiante.

De acordo com Klaus Schwab (2016, p. 15), “A palavra ‘revolução’ denota mudança abrupta e radical. Em nossa história, as revoluções têm ocorrido quando novas tecnologias e novas formas de perceber o mundo desencadeiam uma alteração profunda nas estruturas sociais e nos sistemas econômicos”.

A tecnologia tem o papel de reduzir os custos da empresa e incrementar a produção de bens, sejam eles bens de consumo ou bens de capital. As invenções do século XVIII até os dias atuais estão influenciando os rumos da economia. As novas tecnologias têm gerado muitos avanços na qualidade de vida da humanidade. A tecnologia é fruto do conhecimento humano acumulado ao longo dos tempos e os avanços têm sido cada vez mais rápidos à medida que o ser humano vai desvendando os mistérios que envolvem o funcionamento de seu cérebro. Segundo o site SOCIENTÍFICA[2], “o cérebro mantém o intelecto humano, talvez precisemos saber não apenas o estado atual de todos os 86 bilhões de neurônios e suas 100 trilhões de interconexões, não apenas as forças variadas com as quais estão conectados e não apenas a estados de mais de 1.000 proteínas que existem em cada ponto de conexão, mas como o momento-a-momento, a atividade do cérebro contribui para a integridade do sistema”.

O artigo traz um olhar de economistas brasileiros conscientes da velocidade com que a Indústria 4.0 vem produzindo mudanças e transformações digitais na economia. As expressões Quarta Revolução Industrial, quarta revolução tecnológica, Revolução 4.0 e Indústria 4.0 serão utilizadas com o mesmo significado neste artigo, tentando explicar como estas quatro expressões têm sido divulgadas na mídia, nas conferências e palestras realizadas em diversas instituições do Brasil e do mundo.

A revolução da máquina a vapor

A mecanização da indústria e da agricultura ocorreu com o uso da máquina a vapor, inventada pelo engenheiro escocês James Watt em 1765. A aplicação da força motriz na indústria possibilitou o desenvolvimento do sistema fabril. Ocorreu um espetacular acesso aos transportes com uso de trens e navios a vapor. A primeira locomotiva a vapor do mundo foi uma invenção do engenheiro inglês George Stephenson em 1825.

A primeira revolução tecnológica, que é reconhecida como Revolução Industrial ou Primeira Revolução Industrial, ocorreu na segunda metade do século XVIII (aproximadamente entre 1760 e 1840) tendo a Inglaterra como nação pioneira. Seu maior símbolo é a utilização da energia a vapor, extraída do carvão vegetal, como fonte energética básica, em substituição às formas tradicionais de energia mais utilizadas até então, quais sejam, energia movida a tração animal e energia hidráulica. Além da transição para a energia a vapor, costuma ser muito enfatizada a introdução de máquinas e equipamentos, transformando em mecânicos processos até então artesanais ou manuais, que dependiam da força muscular. Observamos o surgimento do primeiro tear mecânico em 1784.

Não tão citada, mas de importância tão grande ou até maior do que essas duas, para a primeira revolução tecnológica é a disseminação da divisão do trabalho, aspecto que não escapou à arguta visão do economista escocês Adam Smith, que a ela dedicou os capítulos iniciais de sua célebre obra intitulada A Riqueza das Nações, publicada em 1776. Smith sustentava que a riqueza de uma nação depende da produtividade do trabalho e da proporção de trabalhadores que se empregam de maneira produtiva:

Esse grande aumento da quantidade de trabalho que, em consequência da divisão do trabalho, o mesmo número de pessoas é capaz de realizar, é devido a três circunstâncias distintas: em primeiro lugar, devido à maior destreza existente em cada trabalhador; em segundo, à poupança daquele tempo que, geralmente, seria costume perder ao passar de um tipo de trabalho para outro; finalmente, à invenção de um grande número de máquinas que facilitam a abreviam o trabalho, possibilitando a uma única pessoa fazer o trabalho que, de outra forma, teria que ser feio por muitas (1983, p. 43).

A revolução da eletricidade

O ferro é substituído pelo aço como matéria prima da indústria de base. E o vapor é substituído pela eletricidade como fonte de energia para a indústria. A energia elétrica foi essencial na Segunda Revolução Industrial e, nesse sentido, destacamos a lâmpada elétrica incandescente de 1879 do inventor, cientista e empresário americano Thomas Edison, autor de uma afirmação muito reproduzida: “Minhas invenções são um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração”.

A segunda revolução tecnológica (ou Segunda Revolução Industrial) ocorreu cerca de um século depois da primeira – na metade final do século XIX, portanto – e é simbolizada pela substituição da energia a vapor pela eletricidade e pelo petróleo como fontes energéticas básicas e pelo advento da linha de montagem, que favoreceu a produção em massa.

Essas novas fontes energéticas propiciaram às empresas, à medida que iam se adaptando, um potencial muito superior ao proporcionado pela energia a vapor, expandindo consideravelmente a capacidade produtiva dos países que mais rapidamente se integraram nesse paradigma, de acordo com o significado atribuído ao termo por Thomas Khun[3]. Foi a pronta capacidade de se integrar à mudança que permitiu que os Estados Unidos da América (EUA) assumissem a hegemonia econômica (além de geopolítica) mundial. Observamos que a primeira linha de produção industrial surgiu nos matadouros de Cincinnati, nos EUA, em 1870.

A revolução do computador

A Terceira Revolução Industrial, que se propagou na segunda metade do século XX, é constituída, segundo o professor e economista Eduardo Giannetti, pelas tecnologias voltadas à busca, geração, processamento e transmissão de informações e pela engenharia genética.

Klaus Schwab (2016, p. 16) afirma que: “Ela costuma ser chamada de revolução digital ou do computador, pois foi impulsionada pelo desenvolvimento dos semicondutores, da computação em mainframe (década de 1960), da computação pessoal (décadas de 1970 e 1980) e da internet (década de 1990)”. Observamos que o primeiro controlador lógico programável (CLP) em 1969.

Essa Terceira Revolução Industrial, caracterizada, pelo surgimento do primeiro computador (1943) e do primeiro robô (1948) para automatizar a produção, portanto, pelo uso crescente dos computadores, cujo tamanho foi se reduzindo aceleradamente, é muitas vezes associada ao fenômeno da globalização da economia e, de acordo com Eduardo Giannetti, foi acompanhada pela criação de áreas de livre comércio e blocos econômicos integrados (União Europeia, NAFTA, MERCOSUL, etc.) e pela interligação e interdependência dos mercados físicos e financeiros em escala planetária.

Nesse período, fomos testemunhas do aumento do uso de chips eletrônicos e da importância relativa dos países da Ásia na economia mundial, começando pelo Japão, que se tornou a segunda maior potência econômica mundial de 1992 até 2009, passando pelos chamados Tigres Asiáticos na década de 1980 (Coreia do Sul, Cingapura, Taiwan e Hong Kong), chegando à China, atualmente, a segunda economia do mundo desde 2010 e, mais recentemente, à Índia.

A revolução do robô autônomo e integrado

Por fim, a Quarta Revolução Industrial, também chamada de Indústria 4.0, “um termo cunhado em 2011 na feira de Hannover para descrever como isso irá revolucionar a organização das cadeias globais de valor” (SCHWAB, 2016, p. 16) e que se propaga nas primeiras décadas do século XXI. Embora estejamos em seu início e precisando ainda compreendê-la em toda a sua extensão, já não nos restam dúvidas a respeito da velocidade e amplitude desse novo paradigma.

A esse respeito, vale reproduzir a visão do doutor em Economia pela Universidade de Fribourg, Klaus Schwab (2016, p. 11), na Introdução da sua obra:

Imagine as possibilidades ilimitadas de bilhões de pessoas conectadas por dispositivos móveis, dando origem a um poder de processamento, recursos de armazenamento e acesso ao conhecimento sem precedentes. Ou imagine a assombrosa profusão de novidades tecnológicas que abrangem numerosas áreas: inteligência artificial (IA), robótica, a internet das coisas (IoT na sigla em inglês), veículos autônomos, impressão em 3D, nanotecnologia, biotecnologia, ciência dos materiais, armazenamento de energia e computação quântica, para citar apenas algumas. Muitas dessas inovações estão apenas no início, mas já estão chegando a um ponto de inflexão de seu desenvolvimento, pois elas constroem e amplificam umas às outras, fundindo as tecnologias dos mundos físico, digital e biológico.

Como é natural quando ocorre uma mudança tecnológica dessa magnitude, existe certa resistência por parte de algumas pessoas mais céticas, que procuram minimizar a importância das alterações em curso, afirmando que não passa de exagero compará-las com as revoluções tecnológicas anteriores ou revoluções industriais passadas. Klaus Schwab, no entanto, está convicto da ocorrência da Quarta Revolução Industrial e apresenta três razões para justificar seu ponto de vista: a velocidade; a amplitude e profundidade; e o impacto sistêmico.

Segundo o professor Annibal Affonso (2017):

A rapidez dos avanços que estão ocorrendo não tem precedentes na história e interferem em quase todos os setores de todos os países. Em termos de amplitude e profundidade ela tem a revolução digital como base e integra diversas tecnologias, levando a mudanças profundas de paradigmas e finalmente o impacto sistêmico na medida em que envolve a transformação de sistemas inteiros entre países e dentro deles, em empresas, setores e em toda a sociedade.

Já Klaus Schwab (2016, p. 16), no seu best-seller A Quarta Revolução Industrial:

As tecnologias digitais, fundamentadas no computador, software e redes, não são novas, mas estão causando rupturas à terceira revolução industrial; estão se tornando mais sofisticadas e integradas e, consequentemente, transformando a sociedade e a economia global.

Na Quarta Revolução Industrial ocorre a convergência dos mundos biológico (Tecnologia digital aplicada à genética), digital (Internet das coisas ou plataformas digitais) e físico (Impressão em 3D ou robótica avançada), por exemplo, um robô cozinheiro. No Vale do Silício, na Califórnia, nos EUA, a Zume Pizza oferece pizzas deliciosas feitas por robôs.

De acordo com a atual chanceler da Alemanha desde 2005, Angela Merkel[4] (2017), “A Indústria 4.0 é a transformação abrangente de toda a esfera de produção industrial por meio da fusão da tecnologia digital e de Internet com a indústria convencional”.

Nos países desenvolvidos como também nos países emergentes, entre as dez profissões menos propensas à automação na Quarta Revolução Industrial, destacadas por ordem decrescente de probabilidade por Klaus Schwab (2016, p. 45) são: 1) Assistentes sociais de abuso de substâncias e saúde mental; 2) Coreógrafos; 3) Médicos e cirurgiões; 4) Psicólogos; 5) Gerentes de recursos humanos; 6) Analistas de sistemas de computador; 7) Antropólogos e arqueólogos; 8) Engenheiros marinhos e arquitetos navais; 9) Gerentes de Vendas; e 10) Diretores.

Muitas indústrias dos países desenvolvidos e emergentes investem bilhões de dólares norte-americanos por ano em tecnologia da informação (TI), em Internet, em robôs, em e-commerce, além de marketing digital para atrair mais consumidores nacionais e internacionais para seus produtos ou serviços.

Síntese das quatro grandes revoluções industriais

Desde o final do século XVIII até os dias atuais já ocorreram quatro grandes revoluções industriais: a revolução a vapor, a revolução elétrica, a revolução do computador e a Indústria 4.0.

O quadro 1 permite uma visão sintetizada das principais características das revoluções tecnológicas ou revoluções industriais desde o século XVIII até o século XXI.

Quadro 1

Características tecnológicas das revoluções industriais

 

Revolução industrial Período Características tecnológicas
Primeira Revolução Industrial Iniciou na segunda metade do século XVIII e avançou até meados do século XIX. Ocorreu entre as décadas de 1760 e 1840. • Máquina a vapor;

• Substituição da produção artesanal pela produção fabril;

• Tear mecânico.

Segunda Revolução Industrial Iniciou no século XIX e avançou a primeira metade do século XX. Ocorreu entre as décadas de 1860 e 1900. • Energia elétrica;

• Petróleo;

• Sistema de produção taylorista-fordista-divisão do trabalho manual e intelectual;

• Automação e produção em massa;

• Linha de montagem móvel.

Terceira Revolução Industrial Iniciou na segunda metade do século XX e avançou até o final deste século. Ocorreu entre as décadas de 1960 e 1990. • Surgimento da informática e avanço das comunicações;

• Surge a sociedade do conhecimento;

• Sistema de produção flexível;

• Tecnologia da informação (TI);

• Computação.

Quarta Revolução Industrial Iniciou na primeira década do século XXI, na década de 2000. • Internet mais ubíqua e móvel, sensores menores e mais poderosos;

• Fusão das tecnologias e a interação entre domínios físicos, digitais e biológicos;

• Sistemas e máquinas inteligentes conectados possibilitando um modelo de produção de personalização em massa;

• Robótica avançada.

Fonte: AIRES; MOREIRA; FREIRE (2017), com base em Aires, Freire e Souza (2016) e Schwab (2016).

As inovações tecnológicas na Quarta Revolução Industrial

Com o início da Quarta Revolução Industrial surgiram várias inovações tecnológicas, entre as quais destacamos:

1) Inteligência artificial (IA);

2) Robótica;

3) Internet das coisas (Internet of Things – IoT, em inglês);

4) Veículos autônomos (carros, caminhões, aviões e barcos sem motoristas);

5) Drones (eles, são, essencialmente, robôs voadores, segundo Schwab);

6) Impressão em 3D (Terceira Dimensão);

7) Nanotecnologia;

8) Biotecnologia;

9) Neurotecnologia;

10) Armazenamento de energia;

11) Computação em Nuvem;

12) Computação Quântica;

13) Big Data;

14) Biologia Sintética;

15) CPS (Cyber Physical Systems – Sistemas Ciberfísicos, em português);

16) Blockchain;

17) Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC);

18) Machine Learning;

19) Biomedicina;

20) Aplicativos de Economia Compartilhada (Uber, Airnb, Alibaba, Cabify, etc.);.

Na Economia Colaborativa ocorrem diariamente novas formas de organizar o trabalho coletivo em sociedade como o coworking. Os fatores que distinguem a Quarta Revolução Industrial das três revoluções industriais anteriores são a velocidade, a amplitude e a profundidade das inovações tecnológicas; além da fusão de tecnologias e a interação entre os domínios físicos, digitais e biológicos no setor industrial. Por exemplo, uma geladeira conectada à Internet das coisas, envia informações de funcionamento diário, como temperatura e consumo de energia na tela digital da sua porta, o estoque de alimentos, informando que acabou o queijo, o presunto, o requeijão, os ovos, além de frutas, legumes e verduras.

Nas últimas reuniões anuais do FEM, em Davos, na Suíça, tem sido enfatizado o papel da Quarta Revolução Industrial na resolução de graves problemas da humanidade como a miséria, a desigualdade social, o aquecimento global, o terrorismo e os conflitos internacionais.

Vale a pena ressaltar a robótica avançada nos dias atuais. A palavra robô é de origem tcheca. Podemos encontrar robôs de aplicação operacional e industrial como também robôs dotados de inteligência artificial. Recentemente, cientistas japoneses lançaram o primeiro robô humanoide do mundo com habilidade real de uma apresentadora de telejornal.

Os robôs já fazem parte da vida de muitos seres humanos e de muitas fábricas em países desenvolvidos como Japão e países emergentes como China. De acordo com a Federação Internacional de Robôs (IFR, em inglês), a China é o país com mais robôs no mundo, com 87.000 robôs em 2016. O Japão encontra-se em terceiro lugar com 38.586 robôs no ano de 2016. O Brasil tem 1.207 robôs industriais. Hoje é quase unânime que os robôs representam muito para a humanidade, porque eles podem protegê-la e ajudá-la na busca de uma melhor qualidade de vida.

Considerações finais

Para Klaus Schwab, estamos agora na próxima fase da nova tecnologia, a Quarta Revolução Industrial. É preciso estarmos atentos aos seus impactos na economia e no mercado de trabalho. A automação, a robotização e a impressão em 3D nas empresas poderão acabar com 7 milhões de empregos formais no mundo até 2020.

A Quarta Revolução Industrial já está em andamento, os robôs humanoides já estão trabalhando nas fábricas inteligentes e em serviços de atendimento inteligente, portanto, prepare-se para esta revolução, pois chegou a sua vez de estar apto e disposto a criar sua nova oportunidade, seu novo negócio. Neste mundo, em que as mudanças ocorrem num ritmo vertiginoso, é impossível prever o que ocorrerá em poucos anos, daí a epígrafe deste artigo. A Indústria 4.0 já começou e o ouro do século XXI é o conhecimento.

Iscas para quem quiser ir mais fundo no assunto

Referências e indicações bibliográficas

GIANNETTI DA FONSECA, Eduardo. Globalização, transição econômica e infraestrutura no Brasil. Texto preparado para o Seminário “Competitividade na infraestrutura para o Século XXI”, promovido pelo Instituto de Engenharia, São Paulo, realizado em 24/09/96, reproduzido em Ideias Liberais, Ano IV, N° 62, 1996.

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. Tradução de Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. 5ª edição. São Paulo: Perspectiva, 1998.

SCHWAB, Klaus. A quarta revolução industrial. Tradução de Daniel Moreira Miranda. São Paulo: Edipro, 2016.

SCHWAB, Klaus; DAVIS, Nicholas. Aplicando a Quarta Revolução Industrial. Tradução de Daniel Moreira Miranda. São Paulo: Edipro, 2018.

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre a sua natureza e suas causas, com a introdução de Edwin Cannan. Apresentação de Winston Fritsh. Tradução de Luiz João Baraúna. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Economistas)

Referências e indicações webgráficas

AFFONSO, Annibal. Você está preparado para a quarta revolução industrial?. Disponível em: https://professorannibal.com.br/2017/05/09/voce-esta-preparado-para-a-quarta-revolucao-industrial/. Acesso em 04 de setembro de 2018.

AIRES, Regina Wundrack do Amaral; MOREIRA, Fernanda Kempner; FREIRE, Patrícia de Sá. Indústria 4.0: competências requeridas aos profissionais da quarta revolução industrial. Vol. 1 No 1 (2017): Anais do VII Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação. Disponível em http://proceeding.ciki.ufsc.br/index.php/ciki/article/view/314/153. Acesso em: 04 de setembro de 2018.

CINTRA, Marco Antonio Macedo. A crise econômica mundial e a quarta Revolução Industrial. Disponível em http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-grri/a-crise-economica-mundial-e-a-quarta-revolucao-industrial. Acesso em: 04 de setembro de 2018.

IFR. Executive Summary World Robotics 2017 Industrial Robots. Disponível em: https://ifr.org/downloads/press/Executive_Summary_WR_2017_Industrial_Robots.pdf. Acesso em: 06 de setembro de 2018.

INDÚSTRIA 4.0 (por David Kupfer). Disponível em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2016/09/23/industria-4-0-por-david-kupfer/. Acesso em: 04 de setembro de 2018.

MACHADO, Luiz Alberto. Revoluções industriais: Do vapor à Internet das coisas. Disponível em: http://www.portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/revolucoes-industriais/. Acesso em: 04 de setembro de 2018.

[1] Escrito em parceria com o economista Paulo Galvão Jr., graduado em Ciências Econômicas pela UFPB, com especialização em Gestão em Recursos Humanos pela FATEC Internacional. Professor do Curso de Graduação em Ciências Contábeis e em Administração nas disciplinas de Economia e de Economia Brasileira no IESP Faculdades. E-mail: [email protected]

[2] Artigo intitulado “O cérebro vazio” no site Sociedade Científica e disponível em: http://socientifica.com.br/2017/06/o-cerebro-vazio/. Acesso em: 11 de setembro de 2018.

[3] Em A estrutura das revoluções científicas, Thomas Kuhn afirma: “paradigmas são as realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência” (1998, p. 13).

[4] Trecho citado no artigo intitulado Indústria 4.0 – A indústria conectada ao mundo virtual: conceitos e desafios. Disponível em: http://www.studioestrategia.com.br/industria-4-0-conceitos-e-desafios/. Acesso em: 11 de setembro de 2018.

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