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A nova farsa

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

A quadrilha que vai sendo desmantelada no Brasil não vai entregar o osso de mão beijada, mesmo com Dilma fora. Vão, como todo movimento quadrilheiro lulista, negar a realidade e impingir uma mentira completa (nem se pode chamar tamanha safadeza de “versão”) para, como sempre, negar o óbvio e optar pela ilusão.

Reescrever a história não é novidade; trata-se de sujeira recorrente no marxismo-leninismo, bem como de suas variantes, como o maoísmo, e outras admitidas ou não. Coisa de demente, para os que nela crêem, e de bandido, para os que promovem tamanha bandidagem farsesca, de pura locupletação.

Os crédulos do ramo caem nessa potoca há um século, quando as ditaduras do proletariado (só no nome, visto que as elites comunistas comportavam-se como imperadores nababos) começaram a brotar como ervas venenosas. Os expurgos leninistas-stalinistas são um proto-exemplo: Desde que começaram a assassinar, torturar, ameaçar, aterrorizar a população russa (antes da revolução de 1917) a dupla degenerada logo sacou que, tomado o poder de forma absoluta, a informação (e a História) deveriam ser adaptadas de acordo com suas conveniências. E assim foi, até a queda do muro de Berlim e a derrocada do podre império soviético.

Quando as vítimas da parelha psicopata começaram a forrar os campos de concentração (não, esses infernos não foram invenção dos nazistas, como se supõe), ficou clara a necessidade de impor uma “realidade” fabricada, ocultando os Gulags e o massacre disfarçado de “libertação popular”.

Porém, isso não bastava; era necessário ocultar a tática e criar uma nova “verdade”, tão elástica quanto necessário, para fazer crer serem apenas dois anjos de pureza implantando um sistema de governo paradisíaco, e que o camarada Béria seria um cândido querubim no comando da tenebrosa NKVD (predecessora do KGB). A coisa funcionava tão bem que os soviéticos ocultavam a parceria/sociedade/irmandade com Hitler, que durou até 1941; juntos, invadiram e destroçaram a Polônia e outros países. Hoje, na maior cara-de-pau, posam como tendo “derrotado” o nazismo, quando foi apenas uma briga de casal divorciado, na qual os soviéticos tiveram advogado melhor.

Um dos capítulos mais emblemáticos da farsa tomada como “história” é a manipulação da fotografias do período; cada vez que algum comparsa caia em desgraça, era imediatamente “apagado” das fotografias; a História era reescrita e pronto – aquilo nunca existiu. As fotos de Lênin discursando (antes) com Trotsky e (depois) sem ele, são antológicas, emblemáticas. Há muitos outros retoques em milhares de fotos e fatos históricos.

Os lulistas seguem os ensinamentos dos mestres de forma precisa: Sarney e Collor eram pintados como o demônio encarnado, mas anos depois viraram companheiros. O Bolsa-Escola de FHC só servia pra comprar votos e escravizar os pobres, como afirmou Lula; pouco depois alegaram que o Bolsa-Família era a solução dos problemas do Brasil. O Fome-Zero não deu pra disfarçar, simplesmente apagaram. O trem-bala idem. A transposição São Francisco, a riqueza sem par do Pré-Sal, a refinaria de Abreu e Lima e tantos outros sonhos/pesadelos, nem saíram do papel, mas são exibidos como maravilhas em pleno funcionamento. A quebra da Petrobrás foi, na verdade, muito benéfica. O porto de Mariel, dado de graça aos cubanos, foi na realidade um ótimo investimento. Não é perfeito? Ninguém nunca sabe de nada; e se houve culpa, foi dos outros, das “zelite” “dozamericanus”, ou simplesmente “eles”, esse grupo misterioso que baba de prazer espancando pobre.

Tem muito mais. Passaram dezenas de anos afirmando que João Goulart (que Dilma Roskoff chamou de “Vicente”, sabe-se lá porque) tinha sido assassinado; exumaram o cadáver, fizeram 4.795 exames com médicos cubanos, argentinos, brasileiros, marcianos, viraram tudo do avesso… e nada de estranho foi encontrado. Morte normal, mas continuam dizendo que ele foi assassinado. Marighella, um terrorista, assassino impiedoso, é louvado como herói; quem tiver estômago, leia o Manual do Guerrilheiro Urbano, escrito por esse monstro em 1969, e tire suas conclusões.

São incorrigíveis, e seguem acompanhados de gente do mesmo estilo calhorda em Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e demais ditaduras ativas ou disfarçadas que vão embarcar nessa fantasia sem pestanejar. Ditadores e bandidos sempre se escoram uns nos outros contra a lei e a justiça. Aliás, já estão difamando e prejudicando o Brasil como podem. Que vão para o inferno, já que gostam tanto de vermelho e tortura.

E agora, na saída da maior quadrilha que já assolou o Brasil, tem o tal “golpe” que nunca existiu. Vão fazer filmes, “documentários”, palestras, discursos inflamados, passeatas coroadas por vândalos, mercenários, black blocs… mostrar que todo o sistema solar está contra eles por pura vingança e ruindade gratuita,e insistirão na pretensão tola de impingir a ideia birrenta de “golpe” como pretexto para tudo isso. Todos os que ousam discordar deles são automaticamente classificados como “inimigos do povo”, exatamente como nos expurgos soviéticos ou chineses – outros que adoravam reescrever a História, recontada pelo monstruoso Mao Tsé-Tung, como na revolução cultural de 1968. Aguardem.

foto lenin 3

 

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