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A cavalaria americana está chegando em grande estilo, como nos western dos anos 50, para salvar a Petrobrás; salvar seus acionistas no mundo todo e os brasileiros em geral do ataque dos peles-e-corações-vermelhos lulistas à caravana dos pobres coitados que apostaram seu suado dinheiro na empresa, que caminha a passos largos para a falência.

Quando os tudo-vermelhos lulistas arrancharam no poder em 2003, levando na garupa o populismo, o comunismo de aproveitadores, a mentira e o vale-tudo nas contas públicas, quiseram fazer crer que uma nova ordem mundial chegara, e que tudo se resolveria num passe de mágica maoísta, através de uma tal “vontade política”, discursos grandiloquentes e três pôsteres do Che Guevara. E a Petrobrás sempre esteve na mira da lulada, pela imensa facilidade em saquear a viúva.

Nada disso é novidade; o saudoso Paulo Francis denunciava o roubo da nossa multinacional do petróleo desde os anos 80, quando Lula ainda não havia iludido a massa com suas ideias tão mirabolantes quanto falsas, mas os sindicatos e socializadores do dinheiro alheio já davam as cartas na empresa – que jamais foi uma “estatal” no sentido específico da palavra, uma vez que não pertence ao governo, sendo este apenas um de seus acionistas. Majoritário, mas apenas um deles, com uns 38% das ações, embora a trate como sua poupança particular e sem fundos. Enquanto isso, os demais acionistas perdem dinheiro e não podem reclamar a ninguém, pois aqui, no meio da caatinga lulista, só temos direito a pagar impostos e louvar o Politburo instalado em Brasília. Enquanto os tudo-vermelhos nos atacam com suas metafóricas flechas stalinistas, a Petrobrás vai para o buraco e os acionistas também, em razão do enorme prejuízo apresentado pela petrolífera, com as ações em plena queda e dívida crescente.

Péssima gestão e roubos absolutamente fabulosos reduziram a ação da Petrobrás a míseros R$ 11, tendo valido mais de R$ 120 há apenas alguns anos. Hoje toda a empresa vale em torno de US$ 150 bilhões, enquanto sua dívida monta mais de US$ 250 bilhões e o preço do petróleo despenca no mundo todo. Conclusão: O pré-sal, outra ilusão, fica cada dia mais distante pelo alto preço de extração. Um barril de óleo pode ser adquirido no exterior por apenas US$ 60,00 (em queda) enquanto o mesmo barril, se e quando puder ser retirado de uma profundeza para a qual simplesmente ainda não existe tecnologia no mundo, custará uns US$ 120, tornando o pré-sal apenas um sonho, em razão do alto custo que o torna inviável.

Lula e sua marioneta torraram o cheque especial com promessas absolutamente irrealizáveis, calcadas no populismo e na impunidade que garantiam à sua turma bolsos (e cuecas) cheias e eleitores robotizados, perpetuando a zona com dinheiro público. E azar dos acionistas, inclusive fundos de pensão dos trabalhadores que acreditaram na dupla stalinista e compraram ações da multinacional brasileira usando o próprio FGTS e economias suadas.

E nada, nada acontece – no Brasil.

Porém, nos Estados Unidos, país onde a ilusão perdeu há muito para a realidade – essa coisa teimosa e implacável – as coisas são diferentes. Lá é crime grave roubar e enganar acionistas (a compra da refinaria sucateada de Pasadena é apenas uma das falcatruas). E adivinhem… muitos americanos são acionistas da Petrobrás!

Resumindo a fatura, já são seis as ações movidas contra a empresa brasileira nos EUA, pra que sua diretoria apodrecida explique toda essa roubalheira e os prejuízos gigantescos. Os valores aos quais a Petrobrás pode ser condenada quebrariam de vez a empresa-vítima do vampirismo lulista-bolivariano, sem contar as inevitáveis prisões via Interpol. Só resta esperar que a cavalaria americana nos salve, porque aqui na taba é o salve-se-quem-puder e azar das mulheres e crianças, neste Titanic subequatorial cercado pelos tudo-vermelhos, muito piores e vorazes que o fatídico iceberg.

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