Luciano Pires
Quando o homem se guia pelos princípios da reciprocidade e pela consciência, não está muito distante da lei moral. O que não queres que os outros te façam, não faças aos outros. Confúcio
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Sábado, 12 Fevereiro 2011 23:48
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Luciano Pires respondeu à discussão http://www.portalcafebrasil.com.br/confraria/debates/as-vaias-à-dilmaontem -
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Cristiano, o próximo programa já está gravado, e era para ser fechado com o Facção Central, que acabou caindo na hora da gravação. Era baixo astral demais. Ficamos com um Projota... Aguarde terça que vem e obrigado pela sugestão.6 dias atrás -
Olá Cristiano, obrigado pelo comentário. Estranho seria se a minha visão NÃO destoasse da das pessoas de classes sociais diferentes da minha, não é? É claro que destoa! Eu analiso pelos meus ângulos, pelos fatos e realidades que consigo depreender e6 dias atrás -
"Foi" não Rafael, está sendo. Tem mais um programa pra te deixar mais nervoso.menos de um minuto atrás -
AEFJR , no final do email semanal que você recebe com meus artigos tem um link assim: "Clique aqui caso não queira mais receber nossas mensagens." Clique ali, por favor.1 semana atrás -
Luciano Pires é amigo de Narcélio Filho
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Luciano Pires inseriu um comentário em O óbvioOlá Renan. A frase em questão o Drauzio emprestou do mau humorado jornalista norte americano H.L. Mencken: "Todo problema difícil tem uma solução simples, óbvia e errada.". E eu não resisto em propor mais uma: "Todo problema difícil tem uma solução complexa, não óbvia e errada..." Insisto que a série de sugestões que eu dei são de resultado imediato. São ações de choque. E "prender mais bandidos" dá resultado imediato, ou São Paulo, a cidade/estado que mais prende no Brasil, não apresentaria um dos mais baixos índices de mortes/habitantes do país, não é? Ou será que essas coisas não tem relação de causalidade? Ah, as nossas horríveis penitenciárias estão lotadas e sem condições? Privatize já, com um retorno apetitoso para o investidor. Polícia na rua. Porrada nos bandidos. Inflexibilidade no cumprimento da lei. Crises precisam de ações de choque e é essa a proposta óbvia: choque! Em paralelo podemos nos dedicar à discussão filosófica sobre a cadeia com a qual sonhamos, as oportunidades de educação de primeira para todos e as mudanças das leis para prender os corruptos. Não as coloquei entre ações de resultado imediato pq não são ações de resultado imediato. Taí o mensalão para mostrar que não se pega os bandidões facilmente. Daqui a 50 anos, após essas discussões filosóficas gerarem alguma ação, talvez um outro problema se apresente: o que fazer com as penitenciárias que estarão sobrando. Até lá, pra não perder a perspectiva, é bom lembrar que enquanto escrevi este textinho,mais um foi assassinado. Se bobear, ao final desta nossa troca de ideias, provavelmente terão sido assassinados uns 4 ou 5. Precisamos de uma ação simples e óbvia: um choque.2 meses atrás -
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Luciano Pires criou um novo tópico Incompetência sem fim no Ministério da Educação no fórum.Incompetência sem fim no Ministério da Educação
Roberto Freire, publicado originalmente em brasileconomico.ig.com.br/noticias/incom...educacao_131357.html
Depois de protagonizar uma sucessão de trapalhadas que resultaram em escândalos como as fraudes e a correção precária das provas no Enem, além da aprovação de uma Medida Provisória que condena os alunos da rede pública a uma alfabetização tardia, até os 8 anos de idade, descobrimos que o Ministério da Educação investiu contra a qualidade do ensino nas universidades federais.
Por meio de uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012 e que entrou em vigor em 1º de março deste ano, o governo do PT pôs fim à exigência de apresentação dos títulos de mestre ou doutor pelos candidatos a novos docentes dessas instituições.
A lei, do próprio Executivo, equipara a contratação de professores às demais carreiras do funcionalismo público, que determinam o ingresso de novos profissionais sempre no primeiro nível da classe. No caso dos docentes, este nível é o de auxiliar, cuja exigência é apenas o diploma de graduação.
Sem qualquer familiaridade com a área, o ministro Aloizio Mercadante desconsidera que os professores têm titulações diferentes e, portanto, não deveriam ingressar no magistério necessariamente no mesmo nível.
O MEC também evidencia seu completo desconhecimento da realidade acadêmica, pois parece não entender que a exigência de pós-graduação é um critério que qualifica os cursos oferecidos, ministrados por profissionais mais bem preparados.
O absurdo cometido pelo governo é uma afronta à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que prevê que a preparação para o exercício do magistério superior deve ser realizada "em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado".
Uma das grandes conquistas da sociedade brasileira nos últimos 20 anos, a LDB tramitou durante muito tempo no Congresso. Na época, como líder do governo Itamar Franco na Câmara, contribuí para que a lei fosse aprovada na Casa e, posteriormente, no Senado.
Lá, o saudoso Darcy Ribeiro, como relator, foi o grande responsável pela excelência do texto e, em especial, pela exigência do aprimoramento e qualificação do corpo docente das nossas universidades.
Preocupado em preservar a lei pela qual tanto lutamos, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) apresentou um projeto que busca restabelecer a exigência da pós-graduação. Essa medida atende a um clamor que já se forma no seio das próprias instituições, como a Universidade Federal de Pernambuco, cujos concursos para os departamentos de Química e Física foram suspensos, e a Universidade Federal de São Paulo, que divulgou uma nota de repúdio à lei sancionada pela presidente.
Pressionado, o governo esboçou um recuo e prometeu devolver às instituições a autonomia para exigir dos candidatos a professor os títulos de mestre ou doutor. Mas o MEC ainda não explicitou quando e como faria essa alteração, se por meio de MP ou projeto de lei, que teria de tramitar novamente no Congresso.
Enquanto isso, quem paga o preço elevado pela incompetência da gestão do PT são os estudantes, submetidos a cursos de qualidade inferior e privados do contato diário com profissionais mais gabaritados nas salas de aula, e as próprias universidades, em compasso de espera para ver solucionado um problema que não foi criado por elas.
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Roberto Freire é deputado federal por São Paulo e presidente nacional da Mobilização Democrática (MD).
COM_KUNENA_READMORE2 meses atrás -
Luciano Pires inseriu um comentário em No calor da emoçãoCaro Renan, considerando a proposta de "revolução" que está aí, cujo resultado é 50 mil mortos por ano, o rótulo "reacionário" é um elogio. Muito obrigado.2 meses atrás -
Luciano Pires inseriu um comentário em No calor da emoçãoPubliquei o artigo acima para que você veja o tamanho do abismo... Os EUA estão preocupados com 4,8 mortes a cada 100.000 habitantes. O Brasil tem 29 mortes a cada 100.000 habitantes. Vivemos uma calamidade e ninguém vai às ruas exigir medidas imediatas.2 meses atrás