Sobre mim

Informações Gerais

  • Sexo

  • Data de Nascimento

    25/06/1956
  • Descrição

    Luciano Pires

    Nascido em Bauru, S.P., em 1956, formou-se em Comunicação em 1977 pela Universidade Mackenzie em São Paulo.
    A experiência como jornalista e os 26 anos que atuou como executivo de uma multinacional (12 dos quais na função de Diretor) propiciaram uma visão privilegiada da dinâmica do mundo dos negócios e do comportamento das pessoas que desempenham papéis de liderança. Cartunista premiado, tornou-se colunista de vários sites, revistas e jornais, além de produzir e apresentar o programa Café Brasil na rádio Mundial FM (95,7 FM) em São Paulo e apresentar comentários diários no Transnotícias, programa da rádio Transamérica .
    Lançou em julho de 2002 seu terceiro livro , O MEU EVEREST, que descreve sua aventura de caminhar em abril de 2001 até o campo base do Everest, no Nepal. Em 2003 lançou seu 4º livro , BRASILEIROS POCOTÓ - Reflexões sobre a Mediocridade que Assola o Brasil, já na sua 7º edição. E em 2009 lançou NÓIS...QUI INVERTEMO AS COISA, uma bofetada nos brasileiros que parece que perderam a capacidade de indignar-se com os desmandos políticos, sociais e empresariais do país.

    Mantém hoje um portal bastante popular (www.lucianopires.com.br) com enquetes, fórum, artigos, vídeos, rádio e uma variedade de conteúdo focado nas questões da educação e da luta contra o emburrecimento do Brasil.

    A partir do contéudo de seus textos, Luciano transformou-se num dos grandes palestrantes brasileiros, que marca suas apresentações pelo bom humor, idéias provocativas e uso extensivo dos recursos multimídia.

    - Se me perguntarem quem sou e o que faço, digo que sou um cartunista interessado na provocAÇÃO, inspirAÇÃO, inovAÇÃO e na transformAÇÃO das pessoas. Reflexão com ação. Só assim venceremos a mediocridade.

Educação

Luciano Pires

Luciano Pires

Quando o homem se guia pelos princípios da reciprocidade e pela consciência, não está muito distante da lei moral. O que não queres que os outros te façam, não faças aos outros. Confúcio
- 3 anos atrás
  • Reputação
  • Membro desde
    Sábado, 12 Fevereiro 2011 23:48
  • Último online
    40 minutos atrás
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    6,340 visualizações

Sobre mim

Informações Gerais

  • Sexo

  • Data de Nascimento

    25/06/1956
  • Descrição

    Luciano Pires

    Nascido em Bauru, S.P., em 1956, formou-se em Comunicação em 1977 pela Universidade Mackenzie em São Paulo.
    A experiência como jornalista e os 26 anos que atuou como executivo de uma multinacional (12 dos quais na função de Diretor) propiciaram uma visão privilegiada da dinâmica do mundo dos negócios e do comportamento das pessoas que desempenham papéis de liderança. Cartunista premiado, tornou-se colunista de vários sites, revistas e jornais, além de produzir e apresentar o programa Café Brasil na rádio Mundial FM (95,7 FM) em São Paulo e apresentar comentários diários no Transnotícias, programa da rádio Transamérica .
    Lançou em julho de 2002 seu terceiro livro , O MEU EVEREST, que descreve sua aventura de caminhar em abril de 2001 até o campo base do Everest, no Nepal. Em 2003 lançou seu 4º livro , BRASILEIROS POCOTÓ - Reflexões sobre a Mediocridade que Assola o Brasil, já na sua 7º edição. E em 2009 lançou NÓIS...QUI INVERTEMO AS COISA, uma bofetada nos brasileiros que parece que perderam a capacidade de indignar-se com os desmandos políticos, sociais e empresariais do país.

    Mantém hoje um portal bastante popular (www.lucianopires.com.br) com enquetes, fórum, artigos, vídeos, rádio e uma variedade de conteúdo focado nas questões da educação e da luta contra o emburrecimento do Brasil.

    A partir do contéudo de seus textos, Luciano transformou-se num dos grandes palestrantes brasileiros, que marca suas apresentações pelo bom humor, idéias provocativas e uso extensivo dos recursos multimídia.

    - Se me perguntarem quem sou e o que faço, digo que sou um cartunista interessado na provocAÇÃO, inspirAÇÃO, inovAÇÃO e na transformAÇÃO das pessoas. Reflexão com ação. Só assim venceremos a mediocridade.

Educação

  • Luciano Pires está agora ranqueado como New Member... !
    ontem
  • Luciano Pires iniciou uma nova discussão As vaias à Dilma ...
    ontem
  • Cristiano, o próximo programa já está gravado, e era para ser fechado com o Facção Central, que acabou caindo na hora da gravação. Era baixo astral demais. Ficamos com um Projota... Aguarde terça que vem e obrigado pela sugestão.
    6 dias atrás
  • Olá Cristiano, obrigado pelo comentário. Estranho seria se a minha visão NÃO destoasse da das pessoas de classes sociais diferentes da minha, não é? É claro que destoa! Eu analiso pelos meus ângulos, pelos fatos e realidades que consigo depreender e
    6 dias atrás
  • "Foi" não Rafael, está sendo. Tem mais um programa pra te deixar mais nervoso.
    menos de um minuto atrás
  • AEFJR , no final do email semanal que você recebe com meus artigos tem um link assim: "Clique aqui caso não queira mais receber nossas mensagens." Clique ali, por favor.
    1 semana atrás
  • Luciano Pires inseriu um comentário em O óbvio
    Olá Renan. A frase em questão o Drauzio emprestou do mau humorado jornalista norte americano H.L. Mencken: "Todo problema difícil tem uma solução simples, óbvia e errada.". E eu não resisto em propor mais uma: "Todo problema difícil tem uma solução complexa, não óbvia e errada..." Insisto que a série de sugestões que eu dei são de resultado imediato. São ações de choque. E "prender mais bandidos" dá resultado imediato, ou São Paulo, a cidade/estado que mais prende no Brasil, não apresentaria um dos mais baixos índices de mortes/habitantes do país, não é? Ou será que essas coisas não tem relação de causalidade? Ah, as nossas horríveis penitenciárias estão lotadas e sem condições? Privatize já, com um retorno apetitoso para o investidor. Polícia na rua. Porrada nos bandidos. Inflexibilidade no cumprimento da lei. Crises precisam de ações de choque e é essa a proposta óbvia: choque! Em paralelo podemos nos dedicar à discussão filosófica sobre a cadeia com a qual sonhamos, as oportunidades de educação de primeira para todos e as mudanças das leis para prender os corruptos. Não as coloquei entre ações de resultado imediato pq não são ações de resultado imediato. Taí o mensalão para mostrar que não se pega os bandidões facilmente. Daqui a 50 anos, após essas discussões filosóficas gerarem alguma ação, talvez um outro problema se apresente: o que fazer com as penitenciárias que estarão sobrando. Até lá, pra não perder a perspectiva, é bom lembrar que enquanto escrevi este textinho,mais um foi assassinado. Se bobear, ao final desta nossa troca de ideias, provavelmente terão sido assassinados uns 4 ou 5. Precisamos de uma ação simples e óbvia: um choque.
    2 meses atrás
  • Luciano Pires and {target} are now friends
    2 meses atrás
  • Luciano Pires e {target} são amigos agora
    2 meses atrás
  • Incompetência sem fim no Ministério da Educação

    Roberto Freire, publicado originalmente em brasileconomico.ig.com.br/noticias/incom...educacao_131357.html

    Depois de protagonizar uma sucessão de trapalhadas que resultaram em escândalos como as fraudes e a correção precária das provas no Enem, além da aprovação de uma Medida Provisória que condena os alunos da rede pública a uma alfabetização tardia, até os 8 anos de idade, descobrimos que o Ministério da Educação investiu contra a qualidade do ensino nas universidades federais.

    Por meio de uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012 e que entrou em vigor em 1º de março deste ano, o governo do PT pôs fim à exigência de apresentação dos títulos de mestre ou doutor pelos candidatos a novos docentes dessas instituições.

    A lei, do próprio Executivo, equipara a contratação de professores às demais carreiras do funcionalismo público, que determinam o ingresso de novos profissionais sempre no primeiro nível da classe. No caso dos docentes, este nível é o de auxiliar, cuja exigência é apenas o diploma de graduação.

    Sem qualquer familiaridade com a área, o ministro Aloizio Mercadante desconsidera que os professores têm titulações diferentes e, portanto, não deveriam ingressar no magistério necessariamente no mesmo nível.

    O MEC também evidencia seu completo desconhecimento da realidade acadêmica, pois parece não entender que a exigência de pós-graduação é um critério que qualifica os cursos oferecidos, ministrados por profissionais mais bem preparados.

    O absurdo cometido pelo governo é uma afronta à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que prevê que a preparação para o exercício do magistério superior deve ser realizada "em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado".

    Uma das grandes conquistas da sociedade brasileira nos últimos 20 anos, a LDB tramitou durante muito tempo no Congresso. Na época, como líder do governo Itamar Franco na Câmara, contribuí para que a lei fosse aprovada na Casa e, posteriormente, no Senado.

    Lá, o saudoso Darcy Ribeiro, como relator, foi o grande responsável pela excelência do texto e, em especial, pela exigência do aprimoramento e qualificação do corpo docente das nossas universidades.

    Preocupado em preservar a lei pela qual tanto lutamos, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) apresentou um projeto que busca restabelecer a exigência da pós-graduação. Essa medida atende a um clamor que já se forma no seio das próprias instituições, como a Universidade Federal de Pernambuco, cujos concursos para os departamentos de Química e Física foram suspensos, e a Universidade Federal de São Paulo, que divulgou uma nota de repúdio à lei sancionada pela presidente.

    Pressionado, o governo esboçou um recuo e prometeu devolver às instituições a autonomia para exigir dos candidatos a professor os títulos de mestre ou doutor. Mas o MEC ainda não explicitou quando e como faria essa alteração, se por meio de MP ou projeto de lei, que teria de tramitar novamente no Congresso.

    Enquanto isso, quem paga o preço elevado pela incompetência da gestão do PT são os estudantes, submetidos a cursos de qualidade inferior e privados do contato diário com profissionais mais gabaritados nas salas de aula, e as próprias universidades, em compasso de espera para ver solucionado um problema que não foi criado por elas.

    ------------------------------------------------------------

    Roberto Freire é deputado federal por São Paulo e presidente nacional da Mobilização Democrática (MD).
    COM_KUNENA_READMORE
    2 meses atrás
  • Luciano Pires inseriu um comentário em No calor da emoção
    Caro Renan, considerando a proposta de "revolução" que está aí, cujo resultado é 50 mil mortos por ano, o rótulo "reacionário" é um elogio. Muito obrigado.
    2 meses atrás
  • Luciano Pires inseriu um comentário em No calor da emoção
    Publiquei o artigo acima para que você veja o tamanho do abismo... Os EUA estão preocupados com 4,8 mortes a cada 100.000 habitantes. O Brasil tem 29 mortes a cada 100.000 habitantes. Vivemos uma calamidade e ninguém vai às ruas exigir medidas imediatas.
    2 meses atrás

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Convidado é um membro desse site desde 19/06/2013, contribuiu 0 questões e respondeu 0 questões. Usuário foi visto online pela última vez em 19/06/2013

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